20/08/2026
Projetos de REDD+ e outras iniciativas ligadas ao mercado de carbono têm avançado rapidamente no Brasil, principalmente sobre áreas preservadas, muitas delas em territórios de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.
E, junto com eles, avançam também algumas ideias que precisam ser colocadas em questão.
Transformar carbono em mercadoria não elimina as emissões.
�E compensar não é o mesmo que deixar de poluir.
Para entender como esse mercado funciona, a Fundação Rosa Luxemburgo lançou a cartilha “Mercado de Carbono Florestal – Um projeto chegou ao território de povos e comunidades tradicionais: como atuar?”.
Link da Cartilha: https://rosalux.org.br/cartilha-da-frl-explica-logica-legislacao-e-arapucas-do-redd/