31/03/2026
Hoje, 31 de março – Dia do Genocídio dos Azerbaijaneses –, completam-se 108 anos dos terríveis massacres cometidos contra o nosso povo por grupos armênios radicais.
O genocídio perpetrado em março de 1918 por 6.000 membros do Soviete de Baku e 4.000 membros armados do partido "Dashnaktsutyun" entrou para a história como um dos exemplos mais brutais de política de limpeza étnica. As confissões de Stepan Shaumyan, então Comissário Extraordinário para o Cáucaso, comprovam que esses massacres foram cometidos precisamente com base no ódio nacional, sob o pretexto de "combater contrarrevolucionários".
Como resultado desses crimes, realizados de forma planejada em regiões como Baku, Shamakhi, Guba, Karabakh, Zangezur, Nakhchivan, Shirvan e Irevan, dezenas de milhares de azerbaijanos foram mortos. Só em Guba, mais de 16.000 pessoas foram mortas e 167 aldeias foram arrasadas. Além da população civil, o património religioso e cultural do nosso povo também foi alvo de ataques, com a destruição de mesquitas e monumentos históricos.
Após a restauração da nossa independência, esses massacres receberam reconhecimento jurídico e político em nível estatal pelo Decreto do Líder Nacional Heydar Aliyev “Sobre o Genocídio dos Azerbaijaneses”, de 26 de março de 1998.