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Projeto TEAcolher Mães Saúde Mental das Famílias que vivem o TEA,
apoio e acolhimento as mães atípicas.

Hoje celebramos os 11 anos da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, a LBI, um marco na garantia de direi...
06/07/2026

Hoje celebramos os 11 anos da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, a LBI, um marco na garantia de direitos, respeito e dignidade.

Mais do que uma lei, ela nos recorda que inclusão não é favor, é direito. É compromisso com acessibilidade, participação, autonomia e oportunidades reais para todas as pessoas.

Ainda há muito caminho pela frente, mas cada atitude que acolhe, respeita e inclui ajuda a construir uma sociedade mais justa e humana.

Que possamos continuar promovendo espaços onde ninguém fique para trás.

Férias escolares não precisam ser sinônimo de agenda cheia, improviso e exaustão.Para muitas crianças neurodivergentes, ...
02/07/2026

Férias escolares não precisam ser sinônimo de agenda cheia, improviso e exaustão.

Para muitas crianças neurodivergentes, a quebra brusca da rotina pode trazer insegurança, sobrecarga sensorial, irritação e crises.

Por isso, organizar esse período com previsibilidade também é uma forma de cuidado.

Manter alguns horários parecidos, antecipar mudanças, equilibrar passeios com pausas e respeitar os sinais da criança pode tornar os dias mais leves para toda a família.

Descansar não é abandonar a rotina. É adaptar a rotina para que o descanso seja possível.

30/06/2026

Muitas famílias lutam apenas por saúde e educação.”

Um corte forte sobre acesso a terapias, filas de espera e a realidade das famílias atípicas.

25/06/2026

“Quando a gente fala de autismo, a gente fala de espectro.”

Cada pessoa vive o TEA de uma forma diferente. O erro começa quando a sociedade tenta transformar todo autista em um único padrão.

A surdocegueira ainda é uma deficiência pouco conhecida, e por isso muitas vezes é mal compreendida.Ela não deve ser vis...
24/06/2026

A surdocegueira ainda é uma deficiência pouco conhecida, e por isso muitas vezes é mal compreendida.

Ela não deve ser vista apenas como a soma da surdez com a cegueira. Trata-se de uma deficiência única, que compromete, em diferentes graus, os sentidos da visão e da audição. Algumas pessoas surdocegas podem ter resíduos visuais ou auditivos, enquanto outras podem ter perdas mais signif**ativas.

Por isso, não existe uma única forma de viver a surdocegueira. Também não existe uma única forma de comunicação.

Cada pessoa pode se comunicar de maneira diferente, por meio de Libras tátil, Braille, objetos de referência, escrita na palma da mão, pistas táteis, recursos tecnológicos ou outras estratégias construídas a partir da sua realidade.

Falar sobre surdocegueira é falar sobre respeito, acessibilidade e presença.

A inclusão começa quando deixamos de tentar encaixar todas as pessoas em um único jeito de perceber o mundo.

Namorar uma pessoa autista, TDAH ou neurodivergente não signif**a viver um amor mais difícil. Signif**a aprender que o a...
12/06/2026

Namorar uma pessoa autista, TDAH ou neurodivergente não signif**a viver um amor mais difícil. Signif**a aprender que o amor pode se expressar de formas diferentes.

Às vezes, o silêncio não é falta de carinho. A distância pode ser sobrecarga. A dificuldade de responder pode ser confusão interna. E a crise não deve ser o momento de definir o futuro da relação.

Relacionamentos mais saudáveis nascem quando existe comunicação clara, respeito aos limites, acolhimento nos momentos difíceis e a compreensão de que o parceiro não precisa virar terapeuta, mas pode ser apoio.

O amor também amadurece quando a gente para de interpretar tudo pela própria régua e começa a observar o outro com mais consciência.

No Dia dos Namorados, vale lembrar: amar uma pessoa neurodivergente é construir pontes com paciência, escuta e clareza.

Você que é neurodivergente, o que gostaria que as pessoas entendessem melhor sobre se relacionar com você?

Entender é o primeiro passo para incluir.O albismo é uma condição genética que afeta a produção de melanina, pigmento re...
10/06/2026

Entender é o primeiro passo para incluir.

O albismo é uma condição genética que afeta a produção de melanina, pigmento responsável pela cor da pele, dos cabelos e dos olhos.

Além das características físicas, muitas pessoas com albismo podem apresentar sensibilidade à luz e alterações na visão, necessitando de alguns cuidados específicos ao longo da vida.

Mais importante do que conhecer a condição é compreender que cada pessoa é única, com suas habilidades, sonhos e potencialidades.

Informação combate preconceitos. Respeito promove inclusão.

Você já conhecia essas informações sobre o albismo?

O primeiro passo da nossa jornada. 🤍Olhar para essa foto nos faz voltar a setembro de 2021. Naquele dia, a nossa primeir...
28/05/2026

O primeiro passo da nossa jornada. 🤍

Olhar para essa foto nos faz voltar a setembro de 2021. Naquele dia, a nossa primeira Roda de Conversa ganhava vida.

O coração batia forte, o frio na barriga era real, mas a certeza de que precisávamos construir um espaço seguro para nós era ainda maior.

O TEAcolher nasceu do desejo de que nenhuma mãe atípica precisasse caminhar sozinha.

Ali, naquele primeiro encontro, descobrimos que quando compartilhamos nossas dores, nossos desafios e as nossas pequenas grandes vitórias, o peso do mundo f**a mais leve.
De lá para cá, muita coisa mudou, nossa comunidade cresceu, mas a nossa essência continua exatamente a mesma: ser colo, escuta e rede de apoio verdadeira.

Essa foto é um lembrete de que todo grande abraço começa com um primeiro passo. E que orgulho da nossa trajetória!

Desse grupo da foto ou de quem chegou logo depois: quem aqui lembra dessa época?

E para quem chegou há pouco tempo, conta aqui nos comentários: em qual momento a nossa jornada cruzou com a sua?

TBT

Agora é lei no Estado do Rio de Janeiro: mães atípicas passam a ter direito a um documento de identif**ação oficial, cri...
19/05/2026

Agora é lei no Estado do Rio de Janeiro: mães atípicas passam a ter direito a um documento de identif**ação oficial, criado pela Lei 11.186/26, sancionada e publicada no Diário Oficial em 15 de maio de 2026, Autor deputado estadual .

Comemoramos essa vitória ✊🏻🧩🌈

A medida reconhece mulheres que atuam como cuidadoras principais de filhos com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras.

O documento terá validade de cinco anos e poderá servir como comprovação oficial da função de cuidadora permanente.

Entre os direitos previstos estão a prioridade em atendimentos nas áreas de saúde, educação e assistência social, além da facilitação no acesso a programas de apoio psicológico, capacitação profissional, renda emergencial e processos administrativos estaduais.

A emissão f**ará sob responsabilidade do Detran-RJ, mediante apresentação de documento com foto, comprovante de residência, laudo médico da criança ou pessoa assistida e declaração de responsabilidade pelos cuidados prestados.

Para muitas mães, esse reconhecimento representa mais do que uma identif**ação.

Representa visibilidade, respeito e um avanço na construção de uma sociedade que entende que cuidar também precisa ser amparado.

Endereço

São Gonçalo, RJ
24445-300

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 18:00
Terça-feira 10:00 - 18:00
Quarta-feira 10:00 - 18:00
Quinta-feira 10:00 - 18:00
Sexta-feira 10:00 - 18:00

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