Projeto TEAcolher Mães

Projeto TEAcolher Mães Saúde Mental das Famílias que vivem o TEA,
apoio e acolhimento as mães atípicas.

Entender é o primeiro passo para incluir.O albismo é uma condição genética que afeta a produção de melanina, pigmento re...
10/06/2026

Entender é o primeiro passo para incluir.

O albismo é uma condição genética que afeta a produção de melanina, pigmento responsável pela cor da pele, dos cabelos e dos olhos.

Além das características físicas, muitas pessoas com albismo podem apresentar sensibilidade à luz e alterações na visão, necessitando de alguns cuidados específicos ao longo da vida.

Mais importante do que conhecer a condição é compreender que cada pessoa é única, com suas habilidades, sonhos e potencialidades.

Informação combate preconceitos. Respeito promove inclusão.

Você já conhecia essas informações sobre o albismo?

O primeiro passo da nossa jornada. 🤍Olhar para essa foto nos faz voltar a setembro de 2021. Naquele dia, a nossa primeir...
28/05/2026

O primeiro passo da nossa jornada. 🤍

Olhar para essa foto nos faz voltar a setembro de 2021. Naquele dia, a nossa primeira Roda de Conversa ganhava vida.

O coração batia forte, o frio na barriga era real, mas a certeza de que precisávamos construir um espaço seguro para nós era ainda maior.

O TEAcolher nasceu do desejo de que nenhuma mãe atípica precisasse caminhar sozinha.

Ali, naquele primeiro encontro, descobrimos que quando compartilhamos nossas dores, nossos desafios e as nossas pequenas grandes vitórias, o peso do mundo f**a mais leve.
De lá para cá, muita coisa mudou, nossa comunidade cresceu, mas a nossa essência continua exatamente a mesma: ser colo, escuta e rede de apoio verdadeira.

Essa foto é um lembrete de que todo grande abraço começa com um primeiro passo. E que orgulho da nossa trajetória!

Desse grupo da foto ou de quem chegou logo depois: quem aqui lembra dessa época?

E para quem chegou há pouco tempo, conta aqui nos comentários: em qual momento a nossa jornada cruzou com a sua?

TBT

Agora é lei no Estado do Rio de Janeiro: mães atípicas passam a ter direito a um documento de identif**ação oficial, cri...
19/05/2026

Agora é lei no Estado do Rio de Janeiro: mães atípicas passam a ter direito a um documento de identif**ação oficial, criado pela Lei 11.186/26, sancionada e publicada no Diário Oficial em 15 de maio de 2026, Autor deputado estadual .

Comemoramos essa vitória ✊🏻🧩🌈

A medida reconhece mulheres que atuam como cuidadoras principais de filhos com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras.

O documento terá validade de cinco anos e poderá servir como comprovação oficial da função de cuidadora permanente.

Entre os direitos previstos estão a prioridade em atendimentos nas áreas de saúde, educação e assistência social, além da facilitação no acesso a programas de apoio psicológico, capacitação profissional, renda emergencial e processos administrativos estaduais.

A emissão f**ará sob responsabilidade do Detran-RJ, mediante apresentação de documento com foto, comprovante de residência, laudo médico da criança ou pessoa assistida e declaração de responsabilidade pelos cuidados prestados.

Para muitas mães, esse reconhecimento representa mais do que uma identif**ação.

Representa visibilidade, respeito e um avanço na construção de uma sociedade que entende que cuidar também precisa ser amparado.

18 de maio é o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, uma data que nos lembra que pessoas em sofrimento mental não devem s...
18/05/2026

18 de maio é o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, uma data que nos lembra que pessoas em sofrimento mental não devem ser isoladas, invisibilizadas ou tratadas como se perdessem seus direitos.

A luta antimanicomial defende o cuidado em liberdade, com acolhimento, escuta, acompanhamento e respeito à dignidade humana. Porque sofrimento mental não se resolve com exclusão.

Se trata com rede de apoio, políticas públicas, vínculos, presença e humanidade.

No Brasil, a Lei 10.216/2001 representa um marco importante nessa transformação, ao proteger os direitos das pessoas com transtornos mentais e redirecionar o modelo de assistência em saúde mental.

Trancar não é tratar. Cuidar é reconhecer a pessoa antes do diagnóstico.

10/05/2026

Neste Dia das Mães, celebramos mulheres que vivem o amor em sua forma mais profunda.

Mães que aprendem novas linguagens, enfrentam batalhas silenciosas, superam julgamentos e descobrem diariamente forças que talvez nem soubessem que tinham.

Ser mãe atípica é, muitas vezes, viver entre desafios invisíveis e conquistas gigantescas.

Hoje, homenageamos cada mãe que acolhe, luta, protege, adapta, insiste e ama além do cansaço.

Vocês não apenas cuidam.
Vocês transformam vidas.

30/04/2026

Abril foi intenso. De encontros que acolhem a momentos que fortalecem.

Ser mãe atípica é viver muitos desafios mas também é descobrir, todos os dias, uma força que talvez você nem sabia que tinha.

E quando a gente se encontra, compartilha e se apoia. Tudo f**a mais leve.

Que venham mais momentos assim, de troca, de escuta e de pertencimento. 💛

Você não está sozinha.

24/04/2026

Hoje celebramos o Dia Nacional da LIBRAS, a Língua Brasileira de Sinais.

E o .libras que também é autista vem nos trazer a importância de LIBRAS na vida dele .

Mais do que uma forma de comunicação, a LIBRAS é identidade, cultura e pertencimento para milhões de pessoas surdas no Brasil.

Incluir não é apenas abrir espaço.
É garantir que a comunicação aconteça de verdade.

Quando uma escola, uma igreja, uma empresa ou qualquer ambiente se adapta para incluir a LIBRAS, ela não está fazendo um favor. Está cumprindo seu papel.

A inclusão começa quando todos conseguem se expressar e ser compreendidos.

Que essa data nos lembre que acessibilidade também é linguagem.
E que aprender, respeitar e valorizar a LIBRAS é um passo essencial para uma sociedade mais justa.

22/04/2026

Autonomia não nasce pronta.
Ela é construída nas pequenas decisões do dia a dia.

Escolher a roupa.
Organizar seus objetos.
Participar da própria rotina.

Para muitas pessoas com deficiência, essas ações podem exigir mais tempo, mais paciência e mais orientação. E está tudo bem.

O erro mais comum não é a falta de capacidade.
É a falta de oportunidade.

Quando o adulto faz tudo pela criança ou interrompe o processo antes do tempo, ele não está ajudando. Está limitando.

Promover autonomia é permitir tentativas, respeitar o ritmo e entender que o aprendizado vem no processo, não na pressa pelo resultado.

Dar autonomia é dar dignidade.
É preparar para o mundo.

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