FunBEA Conheça mais em: www.funbea.org.br O FunBEA é uma iniciativa pioneira de incubação de um fundo público não estatal por uma universidade pública.

Somos um Fundo que mobiliza recursos, aproxima projetos, redes e movimentos socioambientais com a finalidade de fortalecê-los para a construção de sociedades mais justas e sustentáveis. O Fundo Brasileiro de Educação Ambiental (FunBEA) é um fundo público não estatal com controle social, destinado à captação de recursos e ao fomento de ações estruturantes em educação ambiental em todo o Brasil, de

forma transparente e acessível. Ele é fruto dos esforços de um grupo de profissionais e militantes ligados à Rede Universitária de Programas de Educação Ambiental (Rupea), preocupados em viabilizar e potencializar projetos e programas de educação ambiental que historicamente enfrentam dificuldades em acessar as formas mais tradicionais (e burocráticas) de financiamento. Desde 2010, ele funciona como um projeto de extensão da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), até que esteja plenamente estruturado. O lançamento do FunBEA aconteceu em setembro de 2010, na própria UFSCar, em São Carlos, reunindo representantes governamentais das esferas federal, estadual e municipal, de universidades, organizações não-governamentais ambientalistas e o setor empresarial. Em abril de 2011 o estatuto do FunBEA foi aprovado em uma grande assembleia realizada no Sesc Consolação, em São Paulo, com a presença de 148 sócios fundadores de diversas regiões e setores.

👉​ Você sabe o que é Educação Climática? 👉​ Em quais espaços ela pode acontecer? 👉​ E na prática, como fazer Educação Cl...
05/03/2026

👉​ Você sabe o que é Educação Climática?
👉​ Em quais espaços ela pode acontecer?
👉​ E na prática, como fazer Educação Climática?

Arraste para o lado para saber mais e, se quiser mergulhar ainda mais no assunto de Educação e clima, acesse o texto completo em nosso website!

Tem edição nova da “Resenha Sustentável” no ar! 📣​📣​📣​A nossa newsletter mensal chegou à sua vigésima nona edição e o as...
03/03/2026

Tem edição nova da “Resenha Sustentável” no ar! 📣​📣​📣​
A nossa newsletter mensal chegou à sua vigésima nona edição e o assunto da vez é a Educação Climática 📚​✍️​

Você sabia que o Artigo 12 do Acordo de Paris, considerado um dos principais tratados internacionais de enfrentamento às mudanças climáticas, escreve que ampliar o acesso ao conhecimento sobre as mudanças do clima por meio da Educação é uma maneira de fortalecer as ações definidas pelo Acordo?
E que, no Brasil, o Plano Clima define que a trajetória de redução de emissões de gases de efeito estufa, “não será apenas uma corrida tecnológica ou financeira, mas também uma jornada educativa e cultural”?

Pois é, a Educação Climática é fundamental para ampliar o acesso aos conhecimentos do tema das mudanças climáticas e, consequentemente, contribuir para o fortalecimento da participação popular em espaços de construção de políticas públicas. Ela também é fundamental para a prevenção em territórios vulneráveis e, claro, para repensar nossas ações e decisões cotidianas.

Para saber mais, acesse o texto completo em nosso website!

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VITÓRIA!Desde 22 de janeiro, cerca de 1.200 indígenas de dezenas de povos ocupavam o Terminal da Cargill, multinacional ...
24/02/2026

VITÓRIA!
Desde 22 de janeiro, cerca de 1.200 indígenas de dezenas de povos ocupavam o Terminal da Cargill, multinacional estadunidense, em protesto ao decreto 12.600/2025, que incluía as hidrovias dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins em um programa de desestatização.

Depois de um mês de muita resistência, o governo recuou e revogou o decreto que privatizava os rios amazônicos.

ESSA É A POTÊNCIA DO MOVIMENTO INDÍGENA!
Muito antes de o termo “sustentabilidade” ganhar espaço em conferências internacionais da Organização das Nações Unidas, povos originários já defendiam, na prática, a interdependência entre território, cultura e vida.

É por isso que os povos originários estão na origem dos movimentos socioambientais brasileiros.
E em um contexto de emergência climática e crise civilizatória, não são apenas parte do movimento socioambiental.
São sua origem, sua memória e, cada vez mais, sua direção.

23/02/2026

Enquanto alguns sentem o calor debaixo de árvores, em áreas verdes e prédios planejados, outros enfrentam o sol batendo direto no telhado de zinco, refletindo no asfalto e na ausência total de sombra. Racismo climático é quando pessoas negras e periféricas são as mais expostas ao calor extremo, às enchentes, à falta de saneamento e à poluição.

Nossa colaboradora Suelem Diniz observa essa realidade diretamente de Salvador, onde o verão evidencia desigualdades que sempre estiveram presentes. Mas isso não se limita a um único território. Essa é uma dinâmica que se repete em cidades de todo o país, revelando que a crise climática também tem cor, CEP e classe social.

19.02.2023Há três anos, o litoral norte de São Paulo foi atingido pela maior chuva já registrada no Brasil. Cerca de 600...
19/02/2026

19.02.2023

Há três anos, o litoral norte de São Paulo foi atingido pela maior chuva já registrada no Brasil. Cerca de 600 milímetros de água atingiram o território que possui mais de 340 mil habitantes distribuídos em cinco cidades: Bertioga, São Sebastião, Ilhabela, Caraguatatuba e Ubatuba.

Em 2023, era sábado de carnaval quando as marchinhas deram lugar ao lamento por tudo aquilo que se foi: amores, amigos, familiares... Naquela madrugada, dezenas de pessoas morreram e milhares ficaram desabrigadas. Ainda hoje, o verde hipnotizante dos morros que margeiam a costa são recortados pelas cicatrizes da terra que cedeu e deslizou.

Durante a noite do dia 19 de fevereiro de 2023, a solidariedade tomou às rédeas. Na Vila Sahy, comunidade localizada na costa sul de São Sebastião e epicentro da tragédia, a articulação dos moradores foi fundamental para evitar que houvesse mais vítimas. Centenas foram salvos pela força comunitária e coletiva de quem viveu ali todos os dias e todas as noites.

Nos primeiros dias, o litoral norte paulista e São Sebastião estavam sob os holofotes. Inúmeras arrecadações de alimentos, roupas e utensílios chegaram até os centros de distribuição improvisados. Milhões em dinheiro para comprar alimentos, remédios e dar apoio àqueles que perderam tudo.

Um movimento que foi essencial no momento. Porém o tempo passou. A emergência também.

Mas o território não. O território ficou e escolheu ficar.

É por isso que em um cenário de crise climática cada vez mais intensa e severa, o FunBEA acredita no poder da atuação daqueles que sempre viveram nos territórios.

São os movimentos, coletivos, comunidades tradicionais, periféricas e povos originários que, em momentos emergenciais, estão de prontidão para reduzir e reparar os danos de eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes.

Mas são eles também que estão presentes quando a emergência passa.

São eles que desenvolvem Soluções Climáticas Locais e Coletivas (SCLs).

É a solidariedade do dia a dia que cria laços, movimento e mudança.

Em 2026, seguimos presentes no território do litoral norte de São Paulo.

E jamais esqueceremos.

19.02.2023

📷: Ed Davies e Bianca Almeida

O samba é memória, denúncia e resistência.Muito antes do debate ambiental ganhar espaço nas políticas públicas, as escol...
12/02/2026

O samba é memória, denúncia e resistência.
Muito antes do debate ambiental ganhar espaço nas políticas públicas, as escolas de samba já cantavam sobre natureza, Amazônia, povos tradicionais e desigualdades socioambientais.
📹: Rio Carnaval

Se o seu grupo: Atua a partir da comunidade; Trabalha justiça climática de forma interseccional; Acredita em liderança c...
11/02/2026

Se o seu grupo: Atua a partir da comunidade; Trabalha justiça climática de forma interseccional; Acredita em liderança coletiva e
quer transformar realidades locais

👉 Essa chamada foi pensado para vocês!

O Fundo Jovem para a Justiça Climática (YCJF) está com inscrições abertas para a rodada de financiamento 2026 apoiando grupos, coletivos e movimentos jovens da Ásia até a América Latina.

O FunBEA e o YCJF são parceiros na Alianza Fondos Del Sur, uma iniciativa que une fundos independentes de justiça socioambiental que promovem a filantropia em apoio a iniciativas de organizações comunitárias no Sul Global!

Atenção: Você pode se inscrever até o dia 01 de março de 2026 na chamada!

Não perca essa oportunidade e acesse o link para saber mais.

“A condição de mal-estar ambiental que hoje “atravessa” o povo Kariri-Xocó, residente no Baixo São Francisco, em Porto R...
30/01/2026

“A condição de mal-estar ambiental que hoje “atravessa” o povo Kariri-Xocó, residente no Baixo São Francisco, em Porto Real do Colégio (AL), não é fruto de uma crise hídrica casual, ou resultado da emergência climática que gradualmente vem se impondo ao Nordeste, carregada pelo racismo climático histórico da região, mas o sintoma de um trauma territorial e sócio-histórico estrutural”.
No artigo “Terceira margem, o luto do Opará: trauma territorial e mal-estar estrutural”, Verena Barros Hauschild discorre sobre a relação dos Kariri-Xocó com o São Francisco, uma relação que está sendo alterada pelo “estrangulamento” do rio por hidrelétricas, pelo agronegócio e pela falta de saneamento.

Hoje, os Kariri-Xocó vivem um luto que “extrapola a ecologia e fere a cosmologia de diversas etnias que historicamente vivem às suas margens”.
“O rio não deixa de ser o Sagrado Opará, mas vai lentamente se tornando um canal de escoamento gerenciado por turbinas e interesses monoculturais, gerando um luto ambiental que se define pela perda irreversível de um modo de ser, de um ente espiritual e de um conjunto de saberes”, ela escreve.

Leia o texto completo em nosso site. Link na bio!
📷: Verena Bastos

A Chamada Pública FunBEA pela Justiça e Educação Ambiental Climática teve início em 2024 e se encerrou em outubro de 202...
30/01/2026

A Chamada Pública FunBEA pela Justiça e Educação Ambiental Climática teve início em 2024 e se encerrou em outubro de 2025. Por meio dela, apoiamos 18 coletivos e 5 lideranças do litoral norte de São Paulo que atuam com temas socioambientais.

A Associação Caiçara Juqueriquerê (ACAJU) foi uma das organizações participantes da Chamada e, ao longo de um ano de trabalho coletivo, desenvolveram duas publicações que eternizam os saberes e culturas caiçaras: “Filosofia Caiçara: Conhecimento profundo da natureza” e “Juqueriquerê Cultura, Natureza e Clima”.

Os materiais são fruto de um trabalho de anos da ACAJU e de seus membros, uma organização que nasceu com o propósito de preservar o Rio Juqueriquerê e a memória caiçara. Além das publicações, também com apoio da Chamada Pública, a ACAJU tirou do papel um antigo sonho: a construção do Mini Museu Caiçara de Caraguatatuba.

É por aí que se constrói um novo futuro: ancestralidade, coletividade e resistência!

Endereço

São Carlos, SP
13565-905

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