Projeto Canudos

Projeto Canudos O Instituto Brasileiro de Expedições Sociais tem a proposta de autossustentabilidade e atua em regiões de grande vulnerabilidade

O Projeto Canudos tem a proposta de autossustentabilidade e atua em regiões de grande vulnerabilidade nas áreas de saúde, educação, direitos humanos e justiça, comunicação cultura, geração de renda, tecnologia e meio ambiente.

29/07/2026

O acesso à saúde no Brasil ainda é profundamente influenciado pelo território onde as pessoas vivem.

Enquanto nos grandes centros urbanos a oferta de especialistas, exames complementares e serviços de diagnóstico costuma estar concentrada e disponível com relativa facilidade, muitas comunidades indígenas enfrentam desafios logísticos que tornam esse acesso significativamente mais complexo. Em diversos territórios, uma consulta especializada ou um exame como ultrassonografia, eletrocardiograma ou avaliação dermatológica pode exigir longos deslocamentos por rios, estradas ou trilhas, além de afastar o paciente de sua comunidade e de sua rotina.

Nesse contexto, o trabalho da SESAI e dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) é essencial para garantir que o direito constitucional à saúde alcance os povos indígenas de forma organizada, contínua e culturalmente adequada.

Somando esforços a essa rede de cuidado, o IBES atua em parceria com a SESAI, os DSEIs e o Sistema Único de Saúde, levando equipes multiprofissionais, especialistas e exames complementares diretamente aos territórios indígenas. Essa atuação amplia o acesso, reduz deslocamentos desnecessários, fortalece a resolutividade da atenção à saúde e contribui para uma assistência mais próxima da realidade de cada comunidade.

Mais do que levar serviços, aproximar o cuidado dos territórios significa reduzir desigualdades históricas, fortalecer a rede pública de saúde e reafirmar que o acesso à assistência especializada não deve ser determinado pela distância dos grandes centros.

Quando instituições trabalham de forma integrada, respeitando os princípios do SUS e as especificidades culturais dos povos indígenas, a saúde deixa de ser limitada pela geografia e se aproxima do propósito estabelecido pela Constituição Federal: ser um direito de todos.

25/07/2026

Uma consulta de qualidade começa antes mesmo do exame físico. Ela começa quando o profissional escolhe ouvir com atenção.

Na prática clínica, dar atenção ao paciente não é um detalhe. É uma competência essencial. A escuta qualificada, o respeito ao tempo da narrativa e a comunicação clara fortalecem o vínculo, ampliam a capacidade diagnóstica e tornam o cuidado mais seguro e efetivo.

Nos territórios onde o IBES atua, esse compromisso é ainda mais importante. Cada pessoa carrega consigo uma história, uma cultura e uma forma própria de compreender o processo de saúde e doença. Por isso, cuidar exige presença, respeito e sensibilidade.

A verdadeira excelência na assistência não está apenas em dominar técnicas ou solicitar exames. Ela também está na capacidade de fazer o paciente sentir que sua história importa. Quem não gosta de ser ouvido?

É assim que o IBES acredita na medicina: uma prática ética, humanizada, baseada em evidências e centrada na pessoa. Porque, quando o paciente é realmente ouvido, o cuidado deixa de ser apenas um atendimento e passa a ser uma relação de confiança.

24/07/2026

A formação profissional vai muito além da sala de aula. É no contato com a realidade que o conhecimento ganha sentido, a técnica se aperfeiçoa e o profissional desenvolve a maturidade necessária para cuidar de pessoas.

No IBES, cada expedição é também um ambiente de ensino. Acadêmicos e profissionais têm a oportunidade de aprender lado a lado com preceptores experientes, vivenciando cenários reais de atenção à saúde em territórios indígenas e outras comunidades remotas. Essa experiência fortalece o raciocínio clínico, a capacidade de tomada de decisão, o trabalho em equipe e, acima de tudo, a compreensão de que a saúde deve ser exercida com ética, respeito cultural e compromisso social.

Mais do que formar currículos, o IBES contribui para formar profissionais preparados para os desafios do SUS e da assistência em qualquer contexto. A vivência em campo amplia a visão sobre o cuidado, desenvolve habilidades que dificilmente são adquiridas apenas no ambiente hospitalar e desperta um senso de responsabilidade que acompanhará o acadêmico por toda a sua carreira.

Investir na formação de um estudante hoje é investir na qualidade da assistência que milhares de pessoas receberão amanhã. Esse é o compromisso do IBES: transformar experiências em conhecimento, conhecimento em competência e competência em cuidado de excelência.

23/07/2026

A qualidade da assistência começa no pré-natal e se fortalece quando o cuidado continua após o nascimento. Acompanhar uma gestação de forma longitudinal permite identificar necessidades precocemente e oferecer ao recém-nascido um início de vida mais seguro e saudável.

Nesta expedição, tivemos a alegria de reencontrar Geane que acompanhamos desde os primeiros meses de gestação. Agora, com Serena nos braços, realizamos a ultrassonografia de fontanela e a ultrassonografia de quadril — dois exames fundamentais na avaliação neonatal.

A ultrassonografia de fontanela possibilita analisar as estruturas cerebrais de forma não invasiva, auxiliando na identificação precoce de alterações neurológicas. Já a ultrassonografia de quadril é essencial para o diagnóstico da displasia do desenvolvimento do quadril, condição que, quando reconhecida nos primeiros meses de vida, pode ser tratada com muito mais eficácia, reduzindo o risco de sequelas futuras.

Levar esses exames para dentro do território indígena significa mais do que ampliar o acesso à tecnologia. Significa evitar deslocamentos desnecessários, reduzir barreiras ao diagnóstico, fortalecer a atenção primária e garantir que o cuidado aconteça onde a vida acontece.

É essa continuidade que orienta o trabalho do IBES: uma assistência ética, resolutiva e construída em parceria com a SESAI, os DSEIs e as comunidades indígenas.

22/07/2026

Em territórios indígenas, o cuidado de qualidade não surge de ações isoladas. Ele é construído pela presença contínua, pela escuta qualificada e pelo fortalecimento das relações entre as comunidades, as equipes locais e as instituições responsáveis pela saúde indígena.

É por isso que o IBES acredita na longitudinalidade do cuidado. Retornar aos territórios significa acompanhar histórias, compreender necessidades que mudam ao longo do tempo e contribuir para que cada atendimento faça parte de um processo contínuo de promoção, prevenção, diagnóstico e tratamento.

Esse compromisso exige ética. Exige reconhecer que a saúde indígena só alcança excelência quando respeita a cultura, os saberes tradicionais, a autonomia dos povos e a organização dos serviços públicos já existentes. Não substituímos o SUS. Não substituímos a SESAI nem os DSEIs. Caminhamos ao lado deles, fortalecendo uma rede de cuidado que pertence às comunidades e que deve permanecer muito depois de cada expedição.

Acreditamos que parcerias responsáveis geram resultados duradouros. Que o respeito gera confiança. E que a confiança transforma o acesso em cuidado de verdade.

Porque saúde não é apenas oferecer atendimento. É garantir que esse cuidado seja contínuo, ético, culturalmente respeitoso e capaz de fortalecer vidas.

É esse o compromisso do IBES: contribuir para que o direito à saúde alcance cada território com responsabilidade, parceria e respeito. Afinal, quando a saúde chega sem romper vínculos, sem impor caminhos e sem deixar vazios, ela deixa de ser apenas assistência e passa a ser justiça social.

22/07/2026

Diagnosticar com precisão também é uma forma de garantir direitos.

Quando exames como eletrocardiograma e ultrassonografia chegam ao território indígena, o cuidado deixa de depender da distância. O diagnóstico acontece no tempo certo, a conduta médica se torna mais segura e muitas remoções desnecessárias deixam de acontecer.

Levar tecnologia para dentro da aldeia não é apenas ampliar a oferta de serviços. É reconhecer que a saúde deve estar onde as pessoas vivem, respeitando seus modos de vida, fortalecendo o SUS e reduzindo desigualdades históricas de acesso.

Esse é o objetivo do IBES: transformar conhecimento e estrutura em cuidado de qualidade, fazendo com que o direito à saúde deixe de ser uma promessa distante e se torne uma realidade presente em cada território.

19/07/2026

A saúde é um direito de todos. Tornar esse direito uma realidade exige muito mais do que boa vontade: exige preparo, ética, responsabilidade e compromisso com a excelência.

Por isso, o voluntariado também é uma escolha. E toda escolha deve ser feita com consciência. Antes de integrar uma ação social, o voluntário precisa buscar organizações que atuem com seriedade, respeito às comunidades, compromisso com os princípios do SUS e responsabilidade técnica. O impacto de uma expedição depende da qualidade da instituição que a conduz.

No IBES, acreditamos que o voluntariado não é um ato isolado de solidariedade. É uma prática profissional, ética e transformadora. Cada expedição é construída com planejamento, preceptoria qualificada, integração com os serviços locais de saúde e profundo respeito aos saberes, à cultura e à autonomia dos povos atendidos.

Nosso objetivo também vai além da assistência. Formamos profissionais capazes de atuar nos cenários mais desafiadores do Brasil, desenvolvendo competências técnicas, sensibilidade humana e responsabilidade social. Porque cuidar bem exige estudo, supervisão e aprimoramento contínuo.

É nesse propósito que caminhamos ao lado de parceiros como a Igarapé, que compartilham da convicção de que investir na formação de profissionais é fortalecer o SUS e ampliar o acesso à saúde onde ela é mais necessária.

No IBES, acreditamos que o verdadeiro voluntariado não busca protagonismo. Busca excelência no cuidado, respeito às pessoas e compromisso com um propósito maior: fortalecer o direito à saúde por meio de uma atuação ética, qualificada e transformadora.

18/07/2026

A saúde é um direito de todos. E garantir esse direito exige profissionais preparados para acessar pessoas onde quer que elas estejam.

No IBES, a formação ultrapassa os limites do ambiente universitário e hospitalar. Ela acontece nos territórios, em comunidades indígenas e em áreas remotas, onde os desafios do SUS se apresentam de forma concreta e o conhecimento precisa caminhar ao lado da responsabilidade, da ética e do compromisso com a vida.

Ao lado de preceptores experientes, nossa equipe desenvolve competências que nenhum laboratório é capaz de reproduzir: tomada de decisão em cenários complexos, adaptação a diferentes realidades, respeito à interculturalidade e compreensão de que o cuidado só é completo quando alcança quem mais precisa.

Formar profissionais para o futuro é prepará-los para fortalecer o SUS, reduzir desigualdades e transformar o direito constitucional à saúde em uma realidade vivida por todos, em qualquer território.

16/07/2026

Mais um dia de atuação na Amazônia, reafirmando o compromisso do IBES com a ampliação do acesso à saúde em territórios remotos.

Ao longo da jornada, nossa equipe realizou atendimentos voltados às demandas da população local, fortalecendo um modelo de cuidado baseado em qualidade técnica, respeito às especificidades do território e atuação integrada com os serviços de saúde.

Entre os casos atendidos, prestamos assistência a um agente da Polícia Federal que sofreu um acidente durante um curso operacional realizado na região. A situação evidencia que estruturas de saúde qualificadas em áreas remotas são essenciais para oferecer resposta oportuna não apenas às comunidades locais, mas também aos profissionais que atuam nesses territórios.

Cada atendimento reforça que investir em saúde no território significa ampliar o acesso, reduzir deslocamentos desnecessários e garantir cuidado oportuno a todos que dele necessitam. É esse compromisso que norteia a atuação do IBES em cada expedição.

15/07/2026

Levar especialistas até o território indígena é muito mais do que ampliar o acesso à saúde. É reduzir barreiras geográficas, culturais e logísticas que, muitas vezes, dificultam ou até impedem a continuidade do cuidado.

Ao realizar atendimentos especializados dentro das aldeias, o IBES contribui para diminuir a necessidade de deslocamentos até os centros urbanos, evitando longas viagens, afastamento da comunidade, custos adicionais e interrupções na rotina das famílias.

Essa estratégia fortalece a atenção à saúde no próprio território, respeita os modos de vida das comunidades indígenas e aproxima a assistência de quem mais precisa. É um modelo que integra cuidado, educação em saúde e articulação com a rede pública, demonstrando que, quando os serviços chegam às pessoas, o acesso se torna mais digno, resolutivo e humano.

É assim que o IBES acredita na saúde indígena: fortalecendo o território, qualificando o cuidado e construindo soluções em parceria com a SESAI, os DSEIs e as equipes locais.

Endereço

Avenida Tijucussu
São Caetano Do Sul, SP
09570080

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