IDG - Instituto de Desenvolvimento e Gestão

IDG - Instituto de Desenvolvimento e Gestão Há 25 anos implementando e gerindo projetos culturais, educativos e ambientais que transformam ideias em experiências que encantam

18/08/2026

Como preservar o que nos conecta em um mundo cada vez mais mediado por algoritmos? 💬
Foi a partir dessa pergunta que nasceu o primeiro Diálogos idg, uma plataforma criada para promover conversas sobre grandes desafios do nosso tempo e colocar diferentes perspectivas em circulação.

Realizado no Paço do Frevo, em Recife, como parte das celebrações pelos 25 anos do Instituto, o primeiro Diálogos idg reuniu Lenine, cantor e compositor; Mariana Pincovsky, diretora-executiva do Porto Digital; Ricardo Piquet, diretor-geral do idg; e Fabiana Moraes ⭐️, jornalista, professora e pesquisadora. Juntos, refletiram sobre os encontros entre tecnologia, inteligência artificial, cultura e patrimônio.

A conversa partiu de uma questão central: como fazer da inovação uma aliada da preservação e da valorização do patrimônio cultural, ampliando o acesso e aproximando novas gerações dos saberes e manifestações que fazem parte da nossa história?

O Recife foi o ponto de encontro entre tradição e inovação. Uma cidade que preserva uma das mais importantes heranças culturais do país e também abriga um dos principais ecossistemas de tecnologia e inovação do Brasil. E foi no Paço do Frevo, primeiro museu gerido pelo idg, que essa conversa ganhou espaço.

O primeiro Diálogos idg deixa uma provocação: em tempos de mediação algorítmica, preservar também significa disputar espaços de visibilidade, memória e conhecimento. É nesse lugar que queremos estar: criando encontros que aproximam diferentes perspectivas e ajudam a esperançar futuros possíveis.

▶️ Dê o play e confira alguns momentos desse encontro.

📹: pluma

A ventania que atingiu o Rio de Janeiro nesta semana alterou a rotina de milhões de pessoas. Árvores caíram, o transport...
31/07/2026

A ventania que atingiu o Rio de Janeiro nesta semana alterou a rotina de milhões de pessoas. Árvores caíram, o transporte público foi interrompido, bairros ficaram sem energia e diferentes regiões da cidade enfrentaram impactos significativos.

Embora esses eventos ganhem destaque pela intensidade dos seus efeitos imediatos, eles também nos convidam a ampliar a conversa sobre um desafio que já faz parte do presente: a emergência climática.

As evidências científicas têm mostrado que as mudanças climáticas provocadas pela atividade humana já influenciam eventos extremos em diferentes regiões do planeta. Também é importante reconhecer que seus impactos não são distribuídos de forma igual.

A ONU (United Nations / ONU Brasil) chama atenção para o conceito de justiça climática porque comunidades com menor acesso à infraestrutura e a serviços essenciais costumam enfrentar maiores dificuldades para responder e se recuperar dessas situações.

Essa discussão envolve dimensão ambiental, planejamento urbano, infraestrutura, acesso a direitos, políticas públicas e produção de conhecimento. Por isso, a cultura, a educação e a ciência têm um papel fundamental nesse processo. Ao aproximar conhecimento da sociedade, ajudam a transformar dados em compreensão, diálogo e ação.

A resposta precisa ser coletiva, começar agora e considerar a justiça social como parte da solução.



: 5 artes em tons de verde e cinza sobre o impacto da emergência climática e a assimetria com que ela atinge a população. Os textos e dados do IPCC, IBGE e órgãos meteorológicos explicam como ventos fortes e eventos extremos expõem a vulnerabilidade de mais de 16 milhões de brasileiros que vivem em favelas e periferias. A publicação traz fotos de árvores caídas, estragos urbanos e comunidades, além de um depoimento de Cristiano Vasconcelos, Diretor Executivo do Museu do Amanhã e do Museu do Jardim Botânico, ressaltando que enfrentar a crise climática exige planejamento científico e proteção prioritária aos territórios mais vulneráveis.

30/07/2026

: Durante muito tempo, os museus foram vistos somente como espaços de preservação da memória. Hoje, esses mesmos espaços despertam perguntas, provocam encontros e inspiram novas possibilidades de imaginar. Também se consolidam como lugares de experimentação e construção de conhecimento.

Ao revisitar algumas das exposições que passaram pelos equipamentos geridos pelo idg, este vídeo também revisita as perguntas e descobertas que as mostras continuam reverberando para além do tempo em cartaz, ampliando repertórios e inspirando novas formas de compreender o tempo presente.
Os museus se transformam quando aproximam ciência, cultura, arte e sociedade.

E o impacto de uma experiência permanece nas ideias que seguem circulando, nas conexões que continuam sendo construídas e na maneira como passamos a olhar o agora.


: Vídeo dinâmico na vertical com cenas de exposições e frases em branco na tela: "acha que museu é tudo igual?", "repense", "experimente", "museus que transformam", “museus que impactam". Ao final, o logotipo do idg 25 anos.

25/07/2026

Neste dia 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, somos convidados a refletir sobre quem constrói, preserva e transforma os saberes que atravessam nossa história.

Para marcar a data, nossa Gerente Técnica do Museu das Amazônias, Camila Costa, assina um artigo publicado no jornal oliberal.com, em que propõe uma reflexão sobre a urgência de reconhecer mulheres negras e indígenas como protagonistas na produção de conhecimento, na preservação da memória e na construção de futuros mais justos.

Historicamente, esses saberes sustentam territórios, culturas e modos de vida. Reconhecer esse protagonismo também significa ampliar a presença dessas vozes nos espaços de decisão, gestão e construção das políticas culturais. Como destaca Camila em seu artigo: “Reinventar narrativas é, antes de tudo, devolver centralidade a quem sempre sustentou as Amazônias com seus saberes, seus territórios e suas formas de existir.”

No idg, acreditamos que fortalecer a diversidade é ampliar as perspectivas que orientam a cultura, a ciência e o futuro. É esse compromisso que também guia a construção do Museu das Amazônias. Confira o artigo completo em nosso site através do link em nosso perfil e junte-se a essa reflexão.

O Museu das Amazônias é um equipamento público da com concepção e implementação do idg em parceira com o Museu Emílio Goeldi | MCTI.



: Vídeo em formato vertical. No ambiente externo do Museu das Amazônias (MAZ), Camila Costa, fala diretamente para a câmera. Camila traz uma reflexão e comenta sobre a publicação do seu artigo no jornal O Liberal, em alusão ao Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Durante a sua fala, o vídeo alterna entre imagens de Camila e cenas de apoio, ilustrando os temas abordados. Ao final do vídeo, surge a assinatura visual do idg.

22/07/2026

O Brasil se revela na diversidade de suas memórias, saberes, territórios e formas de viver.

Essa premissa reflete o conceito do IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional () e da para a valorização do patrimônio e da pluralidade cultural. É a partir de diferentes vozes, experiências e perspectivas que construímos iniciativas capazes de dialogar com a complexidade de cada território, ampliando o acesso à cultura, ao conhecimento e à educação.

Os equipamentos geridos pelo idg refletem esse compromisso: fazer da gestão cultural um processo coletivo, em que patrimônio, ciência, arte e meio ambiente caminham juntos para fortalecer conexões e esperançar futuros possíveis.



: O vídeo mostra formas geométricas que reproduzem a estrutura da bandeira do Brasil (fundo, losango e círculo) e funcionam como janelas sobrepostas. Elas exibem um mosaico dos espaços culturais geridos pelo idg, mesclando fachadas de museus, obras de arte, trechos de exposições e visitantes interagindo com os espaços. Ao final, o logotipo do idg.

Em 2025, o idg ampliou sua atuação na gestão de equipamentos culturais e programas educacionais, fortalecendo iniciativa...
17/07/2026

Em 2025, o idg ampliou sua atuação na gestão de equipamentos culturais e programas educacionais, fortalecendo iniciativas que aproximam cultura, meio ambiente, educação e desenvolvimento social. Foram milhões de visitantes, milhares de atividades realizadas, novas parcerias e uma rede cada vez mais diversa de pessoas e instituições que acreditam no poder da cultura para transformar realidades.

Cada indicador do nosso Relatório de Gestão representa uma escolha por fazer diferente: investir em uma gestão estruturada, transparente e comprometida com o interesse público. As iniciativas desenvolvidas ao longo do ano refletem o trabalho realizado nos equipamentos sob gestão do idg: , , , , e .

📄 O relatório completo já está disponível em nosso site! Acesse pelo link em nosso perfil.

06/07/2026

Há 25 anos atuamos na concepção, implementação e gestão de projetos culturais, ambientais e educacionais. Acreditamos que a transparência é valor, prática e compromisso público. Por isso, compartilhamos os principais indicadores, projetos, avanços e impactos que marcaram nossa atuação ao longo de 2025.

Foi um ano de muito trabalho, construído a muitas mãos, em diferentes territórios, ao lado de pessoas, parceiros e instituições que acreditam no poder transformador da cultura, do cuidado com o meio ambiente e da educação.

Te convidamos a conhecer esse percurso e entender como uma gestão comprometida, transparente e colaborativa contribui para transformar projetos em impacto e esperançar futuros possíveis.

📖 Acesse o Relatório de Gestão através do link em nosso perfil e confira todos os desafios que marcaram a nossa trajetória em 2025.

01/07/2026

Somos 10 mil 💛

10 mil pessoas conectadas por um propósito em comum: acreditar no poder da cultura, da educação e do meio ambiente para transformar realidades e esperançar futuros possíveis.



20/06/2026

Nesta sexta-feira (19), o foi palco do Justiça do Amanhã, encontro realizado em parceria com a , reunindo representantes do Judiciário e especialistas para debater os desafios e as oportunidades na construção de um Estado mais eficiente, transparente e comprometido com os direitos fundamentais.

Participaram do encontro o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, a ministra Cármen Lúcia, a presidente do Superior Tribunal Militar, Maria Elizabeth Rocha, o presidente do Superior Tribunal de Justiça, Herman Benjamin, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, além de especialistas convidados.

Ao longo do dia, temas como pluralidade, integridade, ética, inovação e acesso à informação estiveram no centro das discussões, reforçando a importância da Justiça na promoção da democracia e na garantia de direitos em um contexto marcado por avanços tecnológicos e transformações sociais.

O futuro da Justiça está em pauta! Acreditamos que cultura, educação e conhecimento são ferramentas essenciais para ampliar o diálogo e fortalecer instituições comprometidas com o interesse público.

O Museu do Amanhã é um equipamento público da , implementado e gerido pelo idg.

Instituído pela ONU - Organização das Nações Unidas (), o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca (17 de junho)...
17/06/2026

Instituído pela ONU - Organização das Nações Unidas (), o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca (17 de junho) chama a atenção para conscientizar e sensibilizar a população global sobre um dos maiores desafios do nosso tempo: a degradação dos solos, a escassez da água e a a emergência climática.

Esses fenômenos afetam ecossistemas, economias e comunidades em todo o mundo e reforçam a importância da cooperação internacional, especialmente em regiões mais vulneráveis, como as áreas semiáridas brasileiras. Reconhecer e ampliar o conhecimento sobre as diversas características ambientais dos nossos biomas é fundamental para orientar políticas públicas, fortalecer estratégias de adaptação e promover qualidade de vida para as populações que convivem com períodos de estiagem.

Nesse contexto, a cultura e a educação têm um papel essencial na construção de novos olhares e na mobilização da sociedade. No , a nova exposição temporária ‘SER(TÃO): imersão no Cerrado’ convida o público a vivenciar uma experiência sensorial que reflete sobre a urgência de proteger o segundo maior bioma brasileiro. Idealizada por Flavia Daudt e Ana Paula Freitas Valle, a mostra é um manifesto sensível que celebra a beleza do Cerrado e o alerta para os riscos do seu desaparecimento.

Foto: Allan Benigno (.papel)

O Museu do Jardim Botânico é um espaço de disseminação do conhecimento ambiental desenvolvido pelo e gerido pelo idg.

Endereço

Avenida Rio Branco, 1/sala 2010/Centro
Rio De Janeiro, RJ
20090-003

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00

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