ABLC - Academia Brasileira de Literatura de Cordel

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A Academia Brasileira de Literatura de Cordel – ABLC foi criada em 1988 pelo poeta cordelista cearense Gonçalo Ferreira da Silva e pela Madrinha Mena, sua esposa.

ANO NOVOSei que não é novidadeAos ventos apregoarVotos de felicidadeE saúde desejar.No Natal e no Ano NovoQuando faço me...
31/12/2025

ANO NOVO

Sei que não é novidade
Aos ventos apregoar
Votos de felicidade
E saúde desejar.
No Natal e no Ano Novo
Quando faço me comovo
Com o coração a pulsar.

José Guilherme Teles
José Guilherme Teles

ABLC e seus acadêmicos Desejando um feliz Ano Novo!
31/12/2025

ABLC e seus acadêmicos Desejando um feliz Ano Novo!

A Academia Brasileira de Literatura de Cordel  - ABLCDeseja um feliz Ano Novo.Que 2026 seja repleto de Poesia... a Poesi...
31/12/2025

A Academia Brasileira de Literatura de Cordel - ABLC
Deseja um feliz Ano Novo.
Que 2026 seja repleto de Poesia... a Poesia do Bem, da Paz e do Amor!

TEM RAZÃO, É NATALQue o milagre natalino renovado em cada olhar, transmita a paz de menino,  que somente quer brincar!Qu...
24/12/2025

TEM RAZÃO, É NATAL
Que o milagre natalino
renovado em cada olhar,
transmita a paz de menino,
que somente quer brincar!
Que cada sorriso nos dê segurança,
concretos que sejam, apertos de mãos;
juntando os abraços, abraços de irmãos,
egrégora feita de fé e esperança!
Colunas propicias que ligam os vãos
trazendo o prazer de viver indulgências
jamais cultivando o rigor, inclemências.
Se mostrem condutos, os bons cidadãos.
Não choram as dores nem pedem clemências;
a vida que têm, vivem a festejar.
Repartem os sonhos pra se eternizar
sem nunca negar suas tais referências.
Bonito eles fazem, é bom imitar
as boas e plenas ações que constantes
sorrisos estampam iguais os infantes
que têm nos rostinhos o jeito de amar.
.
São tantos os gestos, são gestos bastantes
tão grande os afetos; um afeto gostoso
mostrado a virtude do que é generoso
nos traz alegrias e nos faz brincantes.
Que seja o “lidar” simplesmente amistoso,
sem morno destino, pra gente evitar,
mas sim, terno e fácil, em cada “ficar”,
transmite o calor sendo humano e ditoso.
Essência divina que vem ajeitar
um corpo cansado, que nossa alma veste,
faz tudo com data do jeito que preste,
conceitos formados, pra se festejar.
Mas vem um sujeito, na “empáfia” investe,
ostenta o desdém, é glutão a comer,
esnoba “petiscos”, tem pra dar vender
tem mesa com vinho e sangria pra teste.
Porém, outra parte –não posso esconder–
pois falo das ruas, dos “cristos nascentes”:
os muitos adultos e adolescentes,
crianças famintas do lixo a viver!
As falas dos homens de novo eloquentes
Tornando o banquete institucional
esquecem o dono da festa, é Natal,
na falta de amor somos reincidentes!
As luzes que enfeitam sacadas, geral,
são fachos piscantes, que escondem as cruzes
pinheiros acesos com Leds, são luzes
e com mesa farta, ano esnobe é igual.
“Oh meu bom velhinho”, sem culpas induzes,
a túnica que vestes tem luz da bondade,
mas têm holofotes para a vaidade
janela de pobre na lista reduzes!
Não és obrigado, isto sendo verdade,
desfazem-se sonhos e abafas clarões,
na festa os convites tens as restrições
simulas o amor, solidariedade!
São muitos encontros, sendo em multidões...
Razão natalícia, motivo informado
e o dono da festa não é convidado,
convites são dados com limitações!
Tá sempre de fora, em calçadas deitado
por isto invisível, ditado em jornal
é triste saber que festejam natal
e na festa que é sua é sempre barrado!
Jesus, que tu sejas razão principal,
que sejas ungido em comemoração
e traga harmonia, paz no coração;
nasceu Salvador. Deus conosco, é Natal!

PoiZé

Há dois mil e tantos anosEm Belém aconteceu Nasceu Jesus NazarenoSegundo disse o Mateus.E esta noite toca o sinoPra fest...
24/12/2025

Há dois mil e tantos anos
Em Belém aconteceu
Nasceu Jesus Nazareno
Segundo disse o Mateus.
E esta noite toca o sino
Pra festejar o menino
Que foi o rei dos judeus.

Almir Gusmão Almir Gusmão

Feliz aniversário!Marcus Lucenna
23/12/2025

Feliz aniversário!
Marcus Lucenna

Feliz  Natal!Natal é tempo de pazNos corações confiantesQuando a própria NaturezaProduz sensações vibrantesEm nosso temp...
21/12/2025

Feliz Natal!

Natal é tempo de paz
Nos corações confiantes
Quando a própria Natureza
Produz sensações vibrantes
Em nosso templo sagrado
Lembrando o mais venerado
Dos aniversariantes.

Neste clima benfazejo
Mais uma etapa vencemos
Cumprindo a nossa missão
E jamais desistiremos;
Feliz é quem planta flores,
Todos somos construtores
Do mundo em que nós vivemos.

Fora qualquer malquerença,
Viva o amor fraternal!
Onde houver uma trincheira
Se transforme em roseiral
Deixando o mundo mais lindo
Viva a criança sorrindo
E a todos, Feliz Natal !

Sepalo Campelo

Natal é tempo de Luz Fé e Gratidão.Feliz Natal 2025O NATAL é o momento em que nossos corações se voltam para Deus, recon...
21/12/2025

Natal é tempo de Luz Fé e Gratidão.

Feliz Natal 2025

O NATAL é o momento em que nossos corações se voltam para Deus, reconhecendo Seu amor infinito e Sua presença constante em nossas vidas. O nascimento do Menino Jesus representa a chegada da luz ao mundo, uma luz que vence a escuridão, renova a fé e fortalece a esperança da humanidade. Mais do que uma celebração festiva, o Natal nos recorda que a verdadeira riqueza está no amor partilhado, no companheirismo e na gratidão. Que a luz de Cristo ilumine nossos caminhos e nossos lares, inspirando união, fé e solidariedade. Afinal, o Natal é vivido todos os dias, sempre que compartilhamos a certeza de poder contar com Deus, com a família e com os amigos.

Elisete Melo
Natal 2025

.......................

O Natal é um tempo de voltar o coração para Deus, celebrar o nascimento de Jesus como luz que renova a fé e a esperança, e lembrar que a verdadeira riqueza está no amor, na gratidão e na união vividos todos os dias com Deus, a família e os amigos. Natal é a energia de Deus sobre nós sempre!

Elisete Melo
Natal 2025
Elisete Melo

TROVAS NATALINASNatal é tempo de luz,Luzindo com alegria.Em louvor ao bom JesusFilho da virgem Maria.*Filho da Virgem Ma...
20/12/2025

TROVAS NATALINAS

Natal é tempo de luz,
Luzindo com alegria.
Em louvor ao bom Jesus
Filho da virgem Maria.
*
Filho da Virgem Maria
Tão amado por José.
Brilhou a estrela guia,
Para o rei de Nazaré.
*
Para o rei de Nazaré
O galo cantou também,
Aqueles que tinham fé
Logo disseram amém.
*
Logo disseram amém,
Ao rei dono da verdade,
Que nasceu lá em Belém
Pra nossa felicidade.
*
Dalinha Catunda
Dalinha Catunda

Fantasia de NatalEu trago o meu verso ardenteFeito mesa e luz crescenteNo dezembro em comunhãoVer nas luzes fantasiaE ac...
20/12/2025

Fantasia de Natal

Eu trago o meu verso ardente
Feito mesa e luz crescente
No dezembro em comunhão
Ver nas luzes fantasia
E acender a poesia
Do Natal sem solidão.

Minha voz segue presente
Na mesa simples da gente
Onde a palavra união
Faz o Natal circular
Mão em mão, pra alimentar
O que se faz compaixão.

Alexandra Lacerda
Alexandra Lacerda

UM SONHO DE NATALMassilon SilvaEra uma vez um peru. Uma bonita ave que não nasceu em ninho deouro como essas que são tra...
20/12/2025

UM SONHO DE NATAL
Massilon Silva

Era uma vez um peru. Uma bonita ave que não nasceu em ninho de
ouro como essas que são trazidas ao mundo em granjas enormes com luz,
água tratada, sistema adequado de ventilação e até aquecimento para os dias
e noites mais frios, ração balanceada e vacinas que previnem contra todo e
qualquer tipo de doença. Aquele não; era um peru de vida simples e bem ao
sabor pastoril, com perdão do trocadilho.
Seus donos eram pessoas pobres da roça que jamais ministraram-lhe
uma vacina sequer, no máximo misturavam limão à água de beber para
prevenir a coriza infecciosa, popularmente conhecida por gogo; seus hábitos
alimentares não iam além de alguns caroços de milho pela manhã, seguidos de
grilos, gafanhotos, pequenas serpentes, formigas, minhocas e outros
habitantes da natureza, que caçava por sua própria conta e risco, dele e das
caças. Era, por assim dizer, um consumidor de orgânicos e ele próprio um
produto organicamente produzido.
Sua família compunha-se dele próprio, três irmãos machos, cinco
fêmeas e a mãe, uma perua velha. O pai era desconhecido mas – ressalte-se
– não era filho de chocadeira.
E assim foi crescendo em corpo e conhecimento, tomando ciência das
coisas do mundo graças às incursões diárias que fazia ao interior da casa,
ocasiões em que ouvia rádio e via televisão, ainda que furtivamente, pois em
regra era expulso por sua dona ao poder de vassouradas.
Graças ao programa Globo Rural que raramente perdia ficou sabendo
coisas interessantes sobre si mesmo e seus iguais, como por exemplo ser
“uma ave galiforme, da espécie meleagris gallopavo” e que sua raça é a
dindon noir de l`Ariège , com o que ficou deveras deslumbrado.
Como já estivesse devidamente emplumado (até já se sentia mais bonito
que o pavão do sítio vizinho) e soltando afinados glugluglus, foi assaltado pelo
desejo de arranjar uma namorada; não uma perua qualquer mas uma que
estivesse à sua altura, com cara, porte e plumagem de uma verdadeira
primeira dama do terreiro. Verdade que com suas irmãs, todas em idade adulta,
embora fossem um bom partido e apesar de não ser proibido o incesto entre
aves, o acasalamento não era de todo recomendável pois sempre existe a
possibilidade de nascerem bebês-perus defeituosos. Talvez um dia quando
fosse à cidade tivesse a sorte de encontrar uma perua bonita, rica e famosa
igual àquelas da televisão, mas perua literalmente.
Por falar em cidade era esse seu grande sonho. Sempre que seus donos
iam à feira levavam um ou mais de seus irmãos que, por sinal, nunca
retornavam. Esse fato em particular lhe deixava intrigado, mas talvez ficassem
na urbe pela possibilidade de uma vida melhor e até mais divertida que a do
campo. Outra coisa que lhe deixava de orelha em pé era que seus irmãos
sempre viajavam nas semanas próximas ao Natal, porém não haveria de ser
nada demais, afinal era festa e todos gostam de participar, ver as lapinhas, as
árvores luminosas, o Papai Noel e por aí vai.
A ansiedade ia tomando conta do seu coração e agora era ele todo
pensamento e desejo de conhecer a cidade, as peruas televisivas, vitrines,
feiras e tudo mais que faz a felicidade dos seres viventes.
Uma bela noite sonhou que todos os seus irmãos já se tinham ido para
outras plagas e, como se fosse agora o único de sua raça no sítio, chegara finalmente sua vez. Era natal e seus donos o recolheram logo cedo, antes que
enchesse o papo com aquelas porcarias da terra, e empoleirado num caminhão
entupido de feirantes lá se foi em busca da felicidade, assim pensou. Chegou
ao destino um tanto estropiado e sentindo a falta de certa quantidade de p***s,
tudo devido aos solavancos do veículo naquela estrada que não via um
conserto desde as últimas eleições – era um buraco só. A chegada também
não foi lá essas coisas e foi levado diretamente para a feira, jogado ao chão
junto com galinhas, frutas, verduras, ovos, carvão e um sem número de
cacarecos próprios dos feirantes. Nada de comida, água fresca e sombra,
muito menos as peruas da TV, enfim nenhum sinal da boa vida que durante
muito tempo lhe passara pela cabeça desfrutar. Quanta decepção! Por volta do
meio dia, sol a pino e um calor sufocante, uma senhora de porte avantajado,
cara de gente rica e aspecto afável, trocou algumas palavras com sua até ali
dona, para em seguida o acomodar debaixo do braço, não sem antes amarrar-
lhe os pés e as asas, além de acomodar-lhe em uma caixa de papelão novinha
em folha com pequenos furos para que entrassem algumas gotas de ar,
evitando assim uma morte indesejada e sobretudo prematura. Um pouco de
desconforto mas tudo perfeitamente suportável para quem dali a algumas
horas estaria vivendo uma vida de príncipe de alta e nobre plumagem.
Nova decepção e agora definitiva, quando em meio à viagem sua nova
dona e “protetora” encontrou uma pessoa conhecida que lhe indagou sobre o
que estava levando para a Ceia de Natal. A bondosa senhora, aproximou-se de
sua interlocutora e, abrindo cuidadosamente a caixa, pronunciou alegremente
as palavras mágicas “este hoje vai cair na faca”.
Só então se deu conta da lúgubre realidade. Naquele momento era mais
um condenado à pena capital, no corredor da morte como tantos outros de sua
espécie, para gáudio dos homens e mulheres, que celebram o nascimento de
um ser com o sacrifício de outros seres considerados inferiores, embora
inocentes.
Acordou assustado, triste, riscou de sua mente Papai Noel, presentes,
presépios e tudo mais ligado ao nascimento do menino de Belém, e foi feliz até o Natal seguinte.

Esse poema é seu?NATALDepois de doze meses transcorridos O Natal novamente se apresenta Com tudo de bom que ele represen...
20/12/2025

Esse poema é seu?

NATAL

Depois de doze meses transcorridos
O Natal novamente se apresenta
Com tudo de bom que ele representa,
De ensinamentos por nós auferidos.

Ele chega sem surpresa, é esperado
Por alguns com bastante ansiedade,
Às vezes recebe animosidade
Por quem tem o coração desconfiado.

Porém o belo clima natalino
Torna todo sentimento cristalino,
Causando uma real transformação

Naqueles que maldizem esse momento,
Renegando de Jesus, o nascimento,
Sossegando seu sofrido coração.

José Guilherme Teles

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