Fórum dos Pescadores Artesanais Caiçaras e Aquicultores do RJ

Fórum dos Pescadores Artesanais Caiçaras e Aquicultores do RJ Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Fórum dos Pescadores Artesanais Caiçaras e Aquicultores do RJ, Organização de conservação do ambiente, Baía de, Rio de Janeiro.

O Fórum dos Pescadores Artesanais Caiçaras e Aquicultores do RJ, é um espaço de encontro e articulação que reúne pescadores, caiçaras e aquicultores do Rio de Janeiro, para defender seus direitos e práticas sustentáveis.

A participação do Forum dos Pescadores Artesanais Caiçaras e Aquicultores do RJ, na Audiência Pública que debateu a “Ges...
08/05/2026

A participação do Forum dos Pescadores Artesanais Caiçaras e Aquicultores do RJ, na Audiência Pública que debateu a “Gestão Adequada de Chorume no Estado do Rio de Janeiro, ocorrida no dia 04 de maio de 2026, no auditório da ALERJ.

O encontro foi uma iniciativa do Deputado Renato Machado, Vice-Presidente da Comissão de Defesa do Meio Ambiente da ALERJ, e reunirá autoridades, especialistas e sociedade civil, associações de pescadores, federação de pesca e sindicato da categoria, para discutir soluções, fiscalização e políticas públicas para o tratamento do chorume gerado em aterros sanitários e lixões.

As entidades representativas da pesca artesanal no estado do RJ, presentes na audiência, além de denunciar os impactos ambientais, do risco a saúde da população em especial das comunidades tradicionais pesqueiras e ribeirinhas, também buscou construir com as diretrizes para redução dos impactos ambientais e proteger recursos hídricos no estado.

01/05/2026
26/04/2026

Convite para a reunião sobre a criação de Unidade de Conservação Marinha e Corredor Ecológico.

Este encontro atende a uma demanda apresentada por representantes da atividade pesqueira durante a oitiva realizada em 05 de março de 2026, com o intuito de sanar dúvidas e ampliar o diálogo com a categoria.

A reunião ocorrerá amanhã às 13 horas do dia 27 de abril de 2026, no auditório do IBAMA, situado na Praça XV de Novembro, 42 – Centro, Rio de Janeiro/RJ.

O Instituto Estadual do Ambiente (INEA) e a Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS) propõem a criação de uma Unidade de Conservação marinha estadual nas praias
selvagens do Rio de Janeiro, com o objetivo de proteger a biodiversidade marinha, ordenar os usos do território e garantir a manutenção dos recursos naturais de forma sustentável. A proposta visa assegurar a conservação de ecossistemas marinho-costeiros estratégicos, conciliando a proteção ambiental com
atividades compatíveis, como pesquisa científica, turismo sustentável e pesca de baixo impacto.

A iniciativa contempla ainda a implantação de um corredor ecológico marinho, destinado a promover a conectividade entre o Monumento Natural das Ilhas Cagarras, o Hope Spot das Ilhas Cagarras e Águas do Entorno e outras áreas protegidas da região, favorecendo o fluxo de espécies, ampliando a resiliência dos ecossistemas e fortalecendo a gestão integrada do território marinho em escala regional.

Parceria:
IBAMA RJ
Federação Liga das Entidades de Pesca do Rio de Janeiro - LIPESCARJ

'Questão coletiva' O MPF, no Rio de Janeiro (RJ), quer que o conflito fundiário entre uma comunidade caiçara de Barra de...
12/04/2026

'Questão coletiva'
O MPF, no Rio de Janeiro (RJ), quer que o conflito fundiário entre uma comunidade caiçara de Barra de Guaratiba, na zona oeste da cidade, e o Exército seja tratado como uma questão coletiva e não um conjunto de disputas individuais pela posse de terra.

Na sexta-feira (10), o MPF apresentou a solicitação à Justiça Federal. A expectativa é evitar a remoção imediata da comunidade e construir uma solução que concilie a proteção do patrimônio público do Exército e os direitos dos moradores.

Além disso, pede que a disputa entre o Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e cerca de 70 famílias caiçaras de Guaratiba seja transferida da 3ª Vara Federal do Rio de Janeiro para a Comissão de Soluções Fundiárias do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. A instância tem experiência em mediar conflitos fundiários, segundo o MPF.

O pedido é baseado na ação de despejo forçado contra uma moradora local, por alegada invasão de área onde se encontra o CTEx, apesar de o centro tecnológico ter sido erguido em 1987, posterior à ocupação das terras.

Além desse caso, tramitam ao menos 26 ações de reintegração de posse de famílias caiçaras estabelecidas no entorno do CTEx e cerca de 50 notificações extrajudiciais pedindo remoção de casas da comunidade, de acordo com o MPF.

O órgão defende que as ocupações são marcadas por uma identidade comum e não devem ser removidas. A região é historicamente ocupada por pescadores que comercializam a produção artesanal com restaurantes locais.

O caso envolve sete comunidades tradicionais onde famílias receberam notificações extrajudiciais com prazo de 30 dias para deixar as residências, sem alternativa habitacional.

No fim de 2025, uma ação do Exército fechou o tradicional restaurante Tropicana, de cozinha caiçara, mantido por moradores locais, alegando que o estabelecimento funcionava dentro da área militar. Na época, os donos do restaurante afirmaram que não houve tempo para reação judicial e que ficaram sem ter onde trabalhar.

Conteúdo originalmente publicado em Agência Brasil e republicado pelo 📲https://bit.ly/3Q2EMUZ

'Questão coletiva' 🐟

O MPF, no Rio de Janeiro (RJ), quer que o conflito fundiário entre uma comunidade caiçara de Barra de Guaratiba, na zona oeste da cidade, e o Exército seja tratado como uma questão coletiva e não um conjunto de disputas individuais pela posse de terra.

Na sexta-feira (10), o MPF apresentou a solicitação à Justiça Federal. A expectativa é evitar a remoção imediata da comunidade e construir uma solução que concilie a proteção do patrimônio público do Exército e os direitos dos moradores.

Além disso, pede que a disputa entre o Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e cerca de 70 famílias caiçaras de Guaratiba seja transferida da 3ª Vara Federal do Rio de Janeiro para a Comissão de Soluções Fundiárias do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. A instância tem experiência em mediar conflitos fundiários, segundo o MPF.

O pedido é baseado na ação de despejo forçado contra uma moradora local, por alegada invasão de área onde se encontra o CTEx, apesar de o centro tecnológico ter sido erguido em 1987, posterior à ocupação das terras.

Além desse caso, tramitam ao menos 26 ações de reintegração de posse de famílias caiçaras estabelecidas no entorno do CTEx e cerca de 50 notificações extrajudiciais pedindo remoção de casas da comunidade, de acordo com o MPF.

O órgão defende que as ocupações são marcadas por uma identidade comum e não devem ser removidas. A região é historicamente ocupada por pescadores que comercializam a produção artesanal com restaurantes locais.

O caso envolve sete comunidades tradicionais onde famílias receberam notificações extrajudiciais com prazo de 30 dias para deixar as residências, sem alternativa habitacional.

No fim de 2025, uma ação do Exército fechou o tradicional restaurante Tropicana, de cozinha caiçara, mantido por moradores locais, alegando que o estabelecimento funcionava dentro da área militar. Na época, os donos do restaurante afirmaram que não houve tempo para reação judicial e que ficaram sem ter onde trabalhar.

Conteúdo originalmente publicado em Agência Brasil e republicado pelo 📲https://bit.ly/3Q2EMUZ

Carta em apoio à prima Mariana Cruz, que foi desligada do seu trabalho de mobilização comunitário para o Projeto Redes, ...
21/03/2026

Carta em apoio à prima Mariana Cruz, que foi desligada do seu trabalho de mobilização comunitário para o Projeto Redes, projeto condicionante de educação ambiental executado pelo Observatório de Territórios Sustentáveis e Saudáveis da Bocaina (OTSS).

Os projetos condicionantes, na teoria, deveriam mitigar os efeitos danosos da indústria de petróleo e gás em nossos territórios. Na prática, eles são uma extensão das violências cometidas pelas empresas exploradoras, violentando simbólica e culturamente as comunidades por meio das suas práticas despolitizantes, desqualificadoras e desmobilizadoras das lideranças locais.

É imprescindível e urgente que essa política pública seja reavaliada, para que de fato sejam cumpridos os papéis de educar criticamente as pessoas atingidas pela cadeia de produção de petróleo e gás, no sentido de promover a organização social e política para o enfrentamento das violências sofridas.

Link para acessar o arquivo da carta está na nossa Bio.

PESCADORES DO RJ FORTALECEM SEGMENTO COM CRIAÇÃO DA FEDERAÇÃO LIPESCARJhttps://redetvmais.tv/pescadores-do-rj-fortalecem...
03/03/2026

PESCADORES DO RJ FORTALECEM SEGMENTO COM CRIAÇÃO DA FEDERAÇÃO LIPESCARJ
https://redetvmais.tv/pescadores-do-rj-fortalecem.../

24 de junho de 2025
Iniciativa de Entidades de pesca avançam na preservação ambiental e demandas regulatórias de pesca artesanal do estado.

No último sábado (21/06/2025), a comunidade pesqueira do Rio de Janeiro deu um passo histórico com a realização da Assembleia Geral Ordinária da Federação Liga das Entidades de Pesca do Rio de Janeiro (LIPESCARJ). O evento ocorreu no espaço externo da sede administrativa da AHOMAR – Associação Homens e Mulheres do Mar da Baía de Guanabara, localizada na Praia de Mauá, Magé, RJ.

União e Ampliação da Representatividade

Durante a assembleia, seis novas entidades representativas de pesca foram integradas à LIPESCARJ. Essa ampliação reflete um compromisso crescente com a colaboração e fortalecimento da pesca artesanal no estado. As novas organizações vêm somar forças a sindicatos, cooperativas e associações já associadas à federação, formando uma rede que promove a união e o trabalho conjunto entre pescadores e pescadoras.

De acordo com os líderes presentes, a inclusão de novas entidades não só fortalece a representatividade do setor, mas também amplia o alcance das ações voltadas para o desenvolvimento sustentável, a valorização cultural e a defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras da pesca.

Impactos e Resultados Inéditos

A LIPESCARJ já vem obtendo resultados expressivos desde sua criação. Com o grupo anterior, iniciativas pioneiras trouxeram avanços em negociações coletivas, capacitações e estratégias de comercialização. Agora, com um número ainda maior de representações, espera-se potencializar ainda mais esses resultados, promovendo ações coordenadas que beneficiem toda a cadeia produtiva da pesca artesanal.

Rede Fortalecida

Entre os destaques da assembleia, estiveram as falas das lideranças de entidades como AHOMAR, SINPESCARJ, ACAMM, e outras associações, que compartilharam experiências de sucesso e reforçaram o compromisso com a sustentabilidade e a inovação no setor.

Além disso, a união promovida pela federação inspira outros estados a seguirem o exemplo, mostrando que o trabalho em rede é um caminho eficaz para enfrentar desafios, como a preservação ambiental, as demandas regulatórias e a comercialização justa.

Nova Era para a Pesca Artesanal

A consolidação da LIPESCARJ representa uma nova era para a pesca artesanal no estado do Rio de Janeiro. Com a força das entidades unidas, o segmento não apenas amplia sua voz política, mas também fortalece o elo entre tradição e modernidade, garantindo que o trabalho dos pescadores e pescadoras continue sendo reconhecido como essencial para a economia e cultura fluminense.

A Federação Estadual, SINPESCARJ, representa mais de 18 entidades de pesca, associações de pescadores, um sindicato estadual de pesca artesanal, uma cooperativa de agricultores e pescadores, totalizando mais de 30 mil participantes diretos das entidades reunidas, uma iniciativa que se fortalece garantindo direitos e reconhecimento da força de trabalho de pescadores artesanais.

Abaixo entidades e representantes que participam da iniciativa:
Alexandre Anderson de Souza, (foto acima), presidente da Associação Homens do Mar, comenta que ‘o projeto pretende contribuir para o fortalecimento de processos de desenvolvimento sócio democrático na luta por seu sustento e territórios, bem como a defesa ambiental e de novas propostas de estratégias para áreas pesqueiras tradicionais do RJ.’

https://redetvmais.tv/pescadores-do-rj-fortalecem.../

́ ́rj ́adeguanabara

01/03/2026

Endereço

Baía De
Rio De Janeiro, RJ

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