Cepia Cidadania

Cepia Cidadania A Cepia desenvolve, desde 1990, estudos e pesquisas, bem como projetos de educação e intervenção soci

A Cepia é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, voltada para a execução de projetos que contribuam para a ampliação e efetivação dos direitos humanos e o fortalecimento da cidadania especialmente dos grupos que, na história de nosso país, vêm sendo tradicionalmente excluídos de seu exercício. Neste sentido, a Cepia desenvolve, desde 1990, estudos e pesquisas, bem como projetos de

educação e intervenção social com a preocupação de difundir seus resultados, compartilhando-os com amplos setores da sociedade. Trabalhando com a perspectiva de gênero e no marco dos direitos humanos, a Cepia tem privilegiado em sua atuação as áreas da saúde, dos direitos reprodutivos e se***is, da violência e do acesso à justiça, da pobreza e do trabalho. A Cepia organiza seminários, encontros e conferências, dialogando com movimentos sociais, juristas e operadores do direito, médicos e profissionais de saúde, sindicalistas, ONGs e responsáveis por políticas públicas e formadores de opinião para ampliar o debate em torno de questões de sua agenda de trabalho. A Cepia desenvolve também ações de advocacy atuando na proposição, acompanhamento e avaliação de políticas públicas, mantendo constante diálogo com atores sociais diversos.

21/08/2026

A CEPIA promoveu mais uma edição da Formação Regional de Facilitadoras da Women's Learning Partnership (WLP), reunindo mulheres do Brasil, Paraguai, Uruguai e México.

Discutimos liderança, facilitação e comunicação estratégica sob uma perspectiva feminista, antirracista e democrática — porque não há liderança real sem enfrentar as desigualdades de gênero.

O resultado: novas multiplicadoras da metodologia WLP e uma carta manifesto construída coletivamente em defesa dos direitos das mulheres.

Onde mulheres se organizam, a democracia se fortalece. ✊🏾

ENG
CEPIA hosted another edition of the Regional Facilitators' Training with the Women's Learning Partnership (WLP), bringing together women from Brazil, Paraguay, Uruguay, and Mexico.

We explored leadership, facilitation, and strategic communication through a feminist, anti-racist, and democratic lens — because there's no real leadership without confronting gender inequality.

The result: new multipliers of the WLP methodology and a manifesto letter built collectively in defense of women's rights.
Where women organize, democracy grows stronger. ✊🏾

ESP
CEPIA realizó una nueva edición de la Formación Regional de Facilitadoras con la Women's Learning Partnership (WLP), reuniendo a mujeres de Brasil, Paraguay, Uruguay y México.

Profundizamos en liderazgo, facilitación y comunicación estratégica desde una mirada feminista, antirracista y democrática. Porque no existe liderazgo real sin enfrentar las desigualdades de género.

¿El resultado? Nuevas multiplicadoras de la metodología WLP y una carta manifiesto construida colectivamente en defensa de los derechos de las mujeres.

Donde las mujeres se organizan, la democracia se fortalece. ✊🏾

Em 18 de agosto foi realizado o evento paralelo "Contribuição do Brasil para a agenda regional de População e Desenvolvi...
20/08/2026

Em 18 de agosto foi realizado o evento paralelo "Contribuição do Brasil para a agenda regional de População e Desenvolvimento". Em sua apresentação, Jacqueline Pitanguy ressaltou a longa caminhada desde sua participação na Conferência de População e Desenvolvimento (P&D), no Cairo, em 1994, até a primeira reunião regional de P&D em 2013, quando se aprovou o Consenso de Montevidéu — o documento mais avançado do mundo nesta agenda de P&D, hoje ameaçado em função da conjuntura política da região.
Salientou também a importância de institucionalizar as políticas públicas de P&D e o papel fundamental da Comissão Nacional de População e Desenvolvimento (CNPD) para isso.
Participaram também da mesa, coordenada por Richarlls Martins, presidente da CNPD: o embaixador do Brasil, Marcos Raposo; o presidente do IBGE, Marcio Pochmann; o presidente da FIOCRUZ, Mario Moreira; e Lais Abramo, secretária de Cuidados e Família do Ministério de Desenvolvimento Social.

A lei que virou marco mundial no combate à violência doméstica completa duas décadas nesta semana. Para entender o que m...
07/08/2026

A lei que virou marco mundial no combate à violência doméstica completa duas décadas nesta semana. Para entender o que mudou — e o que ainda falta — vale a entrevista de Leila Barsted à Folha de S.Paulo. Ela foi uma das juristas que ajudou a escrever a lei em 2002.

O diagnóstico dela é direto: a lei deu proteção jurídica às mulheres, mas não mudou a mentalidade dos homens. Hoje, cerca de 300 mil medidas protetivas são concedidas por ano — e a maioria das mulheres protegidas continua viva. O problema não é o texto, é a cultura que forma o agressor.

Ela aponta o artigo 8º da lei — que prevê educação com valores igualitários e antirracistas em todos os níveis de ensino — como o dispositivo mais avançado e o menos aplicado nesses 20 anos.

Arraste para ver os principais pontos ➡️

Fonte: entrevista com Leila Linhares Barsted, concedida a Geovana Oliveira (Folha de S.Paulo, Cotidiano, 4 de agosto de 2026).

06/08/2026

Em 2027, o Brasil vai receber a Copa do Mundo Feminina pela primeira vez.

Mas essa história começou muito antes. Começou com mulheres que jogaram quando o futebol era proibido, desafiaram o preconceito e abriram caminho para as gerações de hoje.

Agora, a próxima partida também acontece fora de campo: conhecer, assistir e torcer.

Em 2027, o mundo vai olhar para o Brasil.

E nós? Vamos olhar para as nossas jogadoras?

31/07/2026

Vicky Farfus (vicky.farfus ) é uma das grandes promessas do automobilismo. A garota começou no esporte por influência de seu pai, Augusto Farfus, premiado piloto brasileiro. Aos 15 anos, tornou-se a primeira mulher a terminar uma corrida da Federação Internacional do Automobilismo (FIA) entre os cinco primeiros colocados. Em conversa com bruna liu, ela detalha a rotina entre a escola e os treinos e revela o sonho de competir na Fórmula 1. Leia a entrevista completa em .

Marie Claire Brasil

24/07/2026

A Espanha venceu a Copa do Mundo de 2026. E também é um dos países que está vencendo o jogo pelo direito de decidir quando o assunto é direitos reprodutivos.

Mesmo sendo um país de forte tradição católica, escolheu construir políticas públicas baseadas em saúde, evidências e autonomia das mulheres, ampliando o acesso ao ab**to legal, seguro e gratuito ao longo das últimas décadas.

Direitos são resultado de escolhas políticas e de quem ocupa os espaços de decisão.

Por isso, tão importante quanto acompanhar uma Copa é acompanhar quem está escrevendo as regras do jogo fora dela.

16/07/2026

E se um homem engravidasse no auge da carreira?

Essa é a pergunta que Impedimento, HQ do Instituto Lamparina, coloca em campo. Santi é um dos melhores goleiros do mundo — até descobrir que está grávido.

E aí, o que pesa mais? O sonho de ser o maior ou uma novidade indesejada que pode por tudo em risco?

Por trás da ficção, uma provocação real sobre autonomia, liberdade e o direito de decidir.

Um “e se” que serve pra pensar sobre o “como é” pra tanta gente.

📖 Vale a leitura (e a reflexão).

IMPEDIMENTO
Autoria: Gabi Juns, Jazmin Luzzi, Lucila Sandoval e Adictos Gráficos
Preço: R$ 30,00 (frete grátis)
Na bebelbook pela Lamparina

15/07/2026

🎙️ JÁ ESTÁ NO AR o 11º episódio do podcast da CEPIA!

"Cuidar para Adiar o Fim do Mundo" encerra nossa série sobre trabalho não remunerado e de cuidados com um olhar para o futuro — e ele vem de onde sempre deveria ter vindo: dos povos indígenas e quilombolas.

Neste episódio, conversamos com duas convidadas incríveis:

🌿 **Luana Fontel** — neta da Maria Rita, mãe Anambé da Amazônia de Sal, doutora em Linguística Aplicada e pesquisadora dos movimentos intelectuais e ativistas de mães negras e indígenas na luta pelo bem-viver.

🌿 **Dayane Cristina de Souza Guimarães** — bibliotecária, pesquisadora da UFPA e descendente do quilombo de Jacarequara, no Pará, que atua com gênero, raça e feminismo negro.

Juntas, elas nos convidam a pensar: que tipo de sociedade produz uma crise dos cuidados? E o que muda quando o cuidado deixa de ser uma tarefa invisível das mulheres e passa a ser um princípio que organiza a vida coletiva?

Cuidado. Território. Futuro. 🌱

O link está nos stories e na bio!

10/07/2026

Luana Luana Fontel nos convida a refletir sobre o cuidado a partir das epistemologias indígenas, mostrando que cuidar é uma responsabilidade coletiva, construída na reciprocidade, na interdependência e no compromisso com a vida.

🎙️ Em breve, o 11º episódio do podcast da CEPIA, disponível em todas as plataformas.

Endereço

Rua Do Russel, 694
Rio De Janeiro, RJ
22210-010

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