07/10/2026
Uma casa também é feita de memória.
Em kikongo, “Nzo” signif**a casa. Nos candomblés de tradição Angola, a palavra também nomeia a casa de culto: um espaço onde saberes, histórias e tradições são compartilhados e atravessam gerações.
É a partir dessa ideia que nasce NZO – Memórias Afro-brasileiras, primeira exposição da Rede de Acervos Afro-Brasileiros, que reúne no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo mais de 150 obras e registros preservados por diferentes iniciativas de todo o país.
O Ipeafro participa dessa construção coletiva com cartazes e seis obras de seu acervo, colocando em diálogo parte de sua coleção com outras memórias afro-brasileiras preservadas pela Rede.
Mais do que reunir objetos em um mesmo espaço, a exposição evidencia a importância de preservar essas memórias, conectar acervos e ampliar o acesso a histórias que continuam sendo construídas e transmitidas por diferentes territórios e comunidades.
No vídeo, Clícea Miranda, Diretora Executiva do Ipeafro, conta um pouco mais sobre a exposição e sobre a participação do instituto nessa iniciativa.
NZO – Memórias Afro-brasileiras
Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
São Paulo – SP
Em cartaz até 28 de fevereiro de 2027.
Se você estiver em São Paulo, f**a o convite para conhecer a exposição e percorrer essas diferentes casas de memória que, juntas, ajudam a contar histórias afro-brasileiras.