Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas

Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas Pelos direitos da população LGBT de favelas

O Grupo Conexão G é uma organização da sociedade civil, fundada em março de 2006, porém originada de um Grupo de Jovens que resolveram realizar ações de reflexões sobre a homossexualidade em favelas. A trajetória desse coletivo é caracterizada por um interesse em comum dos Jovens de trabalhar com a minimização dos preconceitos vivida por este segmento, de forma integrada e abrangente, com o foco n

a temática dos Direitos Humanos e a Promoção da Saúde da população LGBT Moradoras de Favelas, relativas à cidade do Rio de Janeiro.

Durante a agenda da CSW70, lideranças travestis e mulheres trans brasileiras participaram de uma reunião estratégica com...
13/03/2026

Durante a agenda da CSW70, lideranças travestis e mulheres trans brasileiras participaram de uma reunião estratégica com a WOLA – Washington Office on Latin America, organização internacional que atua na defesa da democracia, dos direitos humanos e da justiça social nas Américas.

O encontro teve como foco o debate “Fighting the Anti-Rights Agenda in Brazil”, trazendo para o centro da discussão o avanço de movimentos anti-direitos no país e seus impactos diretos sobre a população LGBTQIA+, especialmente travestis e mulheres trans.

Durante a conversa, integrantes da comitiva brasileira apresentaram o contexto político atual do Brasil, compartilhando dados, experiências e análises sobre as violências estruturais, a criminalização e as disputas políticas que atravessam a vida de pessoas trans e travestis em nossos territórios.

A reunião também abriu espaço para fortalecer alianças internacionais e ampliar o diálogo entre organizações latino-americanas e instituições que atuam no monitoramento da democracia e dos direitos humanos na região.

Em um cenário global marcado pelo crescimento de agendas conservadoras e anti-direitos, levar essas vozes para espaços internacionais de articulação política é parte fundamental da construção de estratégias coletivas de resistência.

A presença da comitiva de travestis e mulheres trans brasileiras na CSW70 reafirma que nossas existências não são apenas objeto de debate — somos sujeitas políticas na construção das respostas.

Seguimos ocupando espaços, construindo alianças e denunciando que não existe democracia sem justiça de gênero, racial e social.

Durante a CSW70, em Nova York, lideranças travestis e mulheres trans brasileiras ocuparam mais um espaço estratégico de ...
13/03/2026

Durante a CSW70, em Nova York, lideranças travestis e mulheres trans brasileiras ocuparam mais um espaço estratégico de debate internacional: o side event “Geopolitics and Anti-Rights Movements: Impacts on Access to Justice for Trans People in Latin America”, realizado na Columbia Law School.

A mesa reuniu ativistas e pesquisadoras do Brasil e da Colômbia para discutir os impactos do avanço de agendas antigênero e anti-direitos sobre o acesso à justiça para pessoas trans na América Latina.

Um dos pontos centrais do debate foi a importância da comitiva de travestis e mulheres trans brasileiras presente na CSW, que neste ano se articula coletivamente para levar aos espaços internacionais as experiências, dados e denúncias produzidas nos nossos territórios.

Durante a discussão, foram apresentados dados, evidenciando como as violências institucionais, a criminalização e as desigualdades estruturais impactam diretamente a vida de travestis e mulheres trans no território e nas favelas brasileiras.

Levar essas evidências para o centro do debate internacional é parte fundamental da incidência política que movimentos sociais brasileiros vêm construindo ao longo de décadas.

Mais do que participar de eventos, essa presença coletiva reafirma que travestis e mulheres trans não são apenas tema de debate — somos sujeitas políticas na construção das respostas.

Seguimos ocupando espaços, construindo alianças internacionais e afirmando que não existe democracia, acesso à justiça ou direitos humanos sem a participação das travestis e mulheres trans.

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A CSW (Commission on the Status of Women) é o principal espaço internacional onde governos, organismos da ONU e sociedad...
12/03/2026

A CSW (Commission on the Status of Women) é o principal espaço internacional onde governos, organismos da ONU e sociedade civil discutem políticas globais para os direitos das mulheres. Todos os anos, delegações do mundo inteiro se reúnem na sede das Nações Unidas, em Nova York, para avaliar avanços, enfrentar desafios e negociar compromissos internacionais.

Na edição de 2026, a CSW70 teve como tema central o acesso à justiça para mulheres e meninas, um debate que mobilizou países, organizações e movimentos sociais em torno de caminhos para enfrentar desigualdades estruturais e garantir direitos.

Neste ano, o Brasil marcou presença de forma histórica: uma comitiva formada por mulheres trans e travestis integrou a delegação brasileira, participando de debates, articulações e espaços de incidência política ao longo da conferência.

Durante a votação das Agreed Conclusions, documento que orienta políticas internacionais para mulheres e meninas, países contrários aos direitos LGBTQIA+ tentaram apresentar emendas para retirar garantias que reconhecem mulheres trans, travestis e pessoas inters**o. A manutenção dessas referências no texto aprovado reforça a importância de defender uma perspectiva de direitos que reconheça as múltiplas e interseccionais realidades das mulheres.

Esse momento também evidencia o cenário global de disputa política em torno dos direitos humanos. A presença da comitiva brasileira reafirma que não é possível discutir acesso à justiça, democracia ou igualdade de gênero sem considerar as vidas, as experiências e os direitos de travestis e mulheres trans.

Levar essas vozes para o centro dos debates internacionais é parte da construção de uma agenda global mais justa — e também um passo importante para fortalecer a incidência política trans no Brasil, na América Latina e no mundo.

Seguimos acompanhando e construindo caminhos para que políticas públicas globais sejam, de fato, inclusivas e comprometidas com a dignidade de todas as mulheres.

11/03/2026

Na CSW, em Nova York, a comitiva de mulheres trans brasileiras ocupou mais um espaço de debate internacional para discutir um tema urgente: os impactos do encarceramento, da criminalização e das políticas punitivistas sobre populações historicamente marginalizadas.

Durante a mesa “Race, Gender, Harm Reduction and Incarceration”, ativistas, pesquisadoras e lideranças compartilharam reflexões sobre como raça, gênero e desigualdade estrutural moldam as experiências de violência institucional em diferentes países.

A presença da delegação brasileira tem um signif**ado político profundo. Pela primeira vez, uma comitiva organizada de mulheres trans participa da CSW de forma articulada, levando para o centro das discussões internacionais as experiências, as lutas e as urgências vividas por travestis e mulheres trans no Brasil.

Essa presença também carrega uma história. Como destacou Victoria Dandara, essa caminhada é resultado do trabalho de muitas travestis e mulheres trans que, ao longo dos anos, abriram caminhos para que hoje possamos ocupar espaços de decisão política global.

Mais do que participar de um debate, essa comitiva reafirma que não existe justiça social, democracia ou futuro possível sem a inclusão das travestis e mulheres trans como parte da sociedade e das políticas públicas.

Seguimos construindo alianças, fortalecendo redes e afirmando que nossas vidas, nossas experiências e nossas vozes precisam estar no centro das decisões que moldam o mundo.

10/03/2026

Na CSW70, em Nova York, Bruna Benevides reforça que o enfrentamento ao feminicídio e à violência de gênero também precisa reconhecer a realidade vivida por mulheres trans e travestis.

Levar essa pauta para o centro das discussões globais é afirmar que não há justiça nem políticas ef**azes sem considerar todas as mulheres e suas múltiplas realidades.

09/03/2026

O QUE O CONEXÃO G FOI FAZER EM NOVA YORK?

Vamos trazer alguns vídeos sobre os trabalhos executados nas agendas dós próximos dias e dividir alguns pensamentos para enriquecer o nosso debate por aqui!

Diretamente de Nova York, Vitória Dandara lembra algo fundamental: a luta pelos direitos das mulheres sempre foi construída de forma interseccional.

Mulheres negras, indígenas, trans, travestis, mães e mulheres de favela foram quem tensionaram a história e abriram caminhos para que hoje existam estruturas de proteção e políticas públicas.

Construir um movimento feminista global que inclua todas as mulheridades é reconhecer essas trajetórias e garantir que as soluções contemplem as múltiplas formas de opressão que atravessam nossos corpos e territórios.

Porque não há avanço possível sem a participação de quem historicamente foi colocado à margem.

09/03/2026

Da favela para a ONU.

Mulheres trans brasileiras ocupando os espaços onde as políticas públicas são decididas — porque não existe democracia sem nossos corpos, nossas vozes e nossa participação.

Nada sobre nós, sem nós.

Hoje é Dia das Mulheres.De todas as mulheres.Das mulheres cis, das mulheres trans, das travestis.Das que estão no centro...
08/03/2026

Hoje é Dia das Mulheres.
De todas as mulheres.

Das mulheres cis, das mulheres trans, das travestis.
Das que estão no centro e das que foram empurradas para as margens.
Das que resistem nas favelas, nas ruas, nos trabalhos invisibilizados e nos espaços onde historicamente disseram que elas não poderiam estar.

Celebrar o 8 de março também é reconhecer que não existe luta das mulheres que deixe algumas de fora. Quando uma mulher é excluída, violentada ou silenciada, toda a luta perde força.

Por isso hoje afirmamos:
todas as mulheres importam. Todas as mulheridades importam.

Seguimos lutando por um mundo onde dignidade, segurança, direitos e futuro sejam realidade para todas nós. ✊🏾💜

🚨 INSCRIÇÕES PRORROGADAS!Ainda dá tempo de fazer parte da Escola de Formação Crítica Marjorie Marchi. Pensando em amplia...
13/02/2026

🚨 INSCRIÇÕES PRORROGADAS!

Ainda dá tempo de fazer parte da Escola de Formação Crítica Marjorie Marchi. Pensando em ampliar o acesso e garantir que mais pessoas possam se inscrever, o prazo foi estendido até 27/02.

Essa é uma oportunidade para quem acredita na educação como ferramenta de transformação e quer atuar de forma crítica nos territórios.

📌 Não deixe para depois — essa pode ser a chance que você estava esperando.

COMPARTILHE COM ALGUÉM que possa se interessar!

🔗 Acesse o link na bio para mais informações e realize sua inscrição.

Hoje celebramos a vida de Almir França — estilista, parceiro de caminhada e uma presença que faz parte da história do Co...
12/02/2026

Hoje celebramos a vida de Almir França — estilista, parceiro de caminhada e uma presença que faz parte da história do Conexão G.

Almir não cria apenas moda. Ele constrói caminhos. Seu trabalho dialoga diretamente com uma agenda ecológica e sustentável, mostrando que pensar sustentabilidade dentro da favela não é tendência — é urgência, responsabilidade e visão de futuro. Em um território onde tantas vezes o acesso é negado, transformar materiais, ressignif**ar recursos e produzir beleza a partir do que seria descartado é também um ato político.

À frente da Escola de Divines, Almir ajuda a formar novas perspectivas, conectando arte, consciência ambiental e geração de possibilidades reais para a nossa gente. Sua atuação prova que é possível falar de moda, inclusão e sustentabilidade ao mesmo tempo — e que a favela também é espaço de inovação.

Celebrar sua vida é celebrar alguém que acredita no coletivo, que fortalece projetos e que caminha junto na construção de um território mais criativo, digno e sustentável.

Que seu novo ciclo venha com ainda mais criação, impacto e futuros possíveis.

Feliz aniversário, Almir.
Seguimos juntos.

01/02/2026

Ontem, durante a 17ª Parada LGBTI+ da Maré, lançamos um novo boletim do Observatório de Violências LGBTI+ em Favelas.

Na fala de Emanuel, coordenador do Observatório, f**a claro o sentido desse material: um documento construído junto com mulheres trans e travestis trabalhadoras do s**o, moradoras de favelas e periferias do Rio de Janeiro, a partir de suas próprias experiências, vozes e organizações.

O boletim “Fui Enfrentar Essa Pista: experiências de organização e violação de direitos de mulheres trans e travestis trabalhadoras do s**o no Rio de Janeiro” reúne dados, relatos e análises profundas sobre as violências vividas no exercício do trabalho sexual, sem apagar a potência, a autonomia e a capacidade de organização dessas mulheres.

Produzir dados a partir da favela é produzir política pública com base na realidade.
É transformar vivência em incidência e escuta em direito.

📄 O documento já está disponível na bio do nosso Instagram.
Acesse, leia e compartilhe.

🏳️‍🌈 17ª Parada LGBTI+ da Maré
🎉 2º Festival da Diversidade LGBTI+ da Maré

01/02/2026

📅 01/02 — UM CONVITE ESPECIAL!

HOJE A POPULAÇÃO LGBTI+ DA MARÉ VAI MARCHAR!

Com Noite das Estrelas, Ballroom, show de Drags e MUITO PAGODE, hoje vamos celebrar a nossa vida, nossa existência e lutar por políticas públicas NAS RUAS DA MARÉ!

🏳️‍⚧️17º Parada LGBTI+ da Maré
🏳️‍🌈 2º Festival de Diversidade da Maré
🗓️ 29 de janeiro a 1º de fevereiro

Endereço

Rua Sargento Silva Nunes
Rio De Janeiro, RJ
21044-242

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