27/04/2026
Memória é direito: por que preservar acervos comunitários?
Preservar um acervo não é só guardar documentos. É garantir que histórias, saberes e identidades não sejam apagadas pelo tempo, pelo descaso ou pelo racismo estrutural.
No caso do Acervo Jongo da Serrinha, a preservação tem um sentido político: reconhecer que a memória da população negra é patrimônio do Brasil — e que essa memória deve ser acessível a todxs.
Por isso, adotamos a metodologia do Inventário Participativo, recomendada pelo IBRAM: a comunidade não é apenas "fonte" de informação, mas protagonista na identif**ação, contextualização e validação dos itens do acervo.
Ao digitalizar e disponibilizar publicamente o acervo, o projeto Acervo Jongo da Serrinha contribui para:
• A salvaguarda do jongo como Patrimônio Cultural do Brasil (IPHAN, 2005)
• A formação de pesquisadores, educadores e estudantes • O fortalecimento da identidade negra e do pertencimento comunitário
• A reescrever a história do Brasil
No slide 1: Tia Maria do Jongo em fantasia do Imperio Serrano no seu quintal, decada 80. Esta foto faz parte da coleção da Tia Maria do Jongo ja disponível no nosso site.
Slide 2: Etelvina de Oliveira
Slide 3: Um foto do Luiz Antonio Dualibe do Jongo da Serrinha no Morro da Serrinha.
Este projeto foi possível graças à Emenda Parlamentar do Deputado Federal e ao apoio do .