17/09/2026
Isso não é "briga de casal", é questão de sobrevivência! 🚨
O feminicídio não acontece do nada. Ele é o ponto final de um ciclo de violência que muita gente prefere fingir que não vê. Quando a gente entende que a violência contra a mulher é um problema grave de saúde pública, a chave muda: o Estado e a sociedade têm a obrigação de agir ANTES que o pior aconteça.
A rede de apoio precisa funcionar — do posto de saúde até a delegacia. Chega de normalizar o absurdo. Nenhuma mulher merece viver com medo. 💜
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Entenda os Dados e Nossas Fontes:
Mudar essa realidade exige informação. Conheça os números alarmantes e as instituições que lutam para combatê-los:
Instituto Nacional de Segurança Pública (Sinesp): Dados oficiais do governo federal revelam que o Brasil registrou 848 vítimas de feminicídio nos primeiros sete meses de 2026. Mesmo com uma leve queda, isso ainda representa uma média intolerável de quase 4 mulheres mortas por dia.
Instituto Patrícia Galvão (Dados Consolidados de 2025): De acordo com a compilação de dados do Instituto Patrícia Galvão (baseada em registros estaduais), 1.568 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil em 2025 — um crescimento de 4,7% em relação ao ano anterior. Além disso, 148 mulheres foram assassinadas mesmo estando amparadas por uma Medida Protetiva de Urgência (MPU) vigente no momento do crime.
Instituto Maria da Penha: Criado para garantir a aplicação da lei que leva o nome de sua fundadora, o instituto destaca a vastidão do problema. Dados do CNJ apontam que, em 2024, houve mais de 966.785 novos casos de violência doméstica registrados no Brasil.
A urgência é agora. Não podemos aceitar nenhuma a menos.