Sindserj - Sindicato dos Sociólogos do Estado do Rio de Janeiro

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Sindserj - Sindicato dos Sociólogos do Estado do Rio de Janeiro O Sindserj funciona na Rua Miguel Couto, 134, sala 705, Centro, Capital. Portal: www.sindserj.org.br

11/09/2026

Ao vivo.

09/09/2026

A Segurança Pública é um dos temas com ideias mais próximas entre presidenciáveis e a comunidade científica, como a defesa de uma pasta ministerial dedicada ao tema e melhores aparatos tecnológicos, incluindo o uso da inteligência artificial. Entretanto, o distanciamento das recomendações acadêmicas aparece quando o tema sai do âmbito estrutural e as reflexões entram no entendimento entre direitos, punições e a importância de políticas construídas com evidências.

Estes diagnósticos compõem uma análise realizada pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) com base nos documentos submetidos pelas candidaturas ao Tribunal Superio Eleitoral.

As ações sugeridas pela comunidade científica estão no caderno “Vozes da Ciência – O Brasil que Queremos”, que reúne 117 propostas organizadas em sete eixos temáticos, sendo o eixo IV Democracia e Segurança Pública. Quando as propostas envolvem a estruturação da área de Segurança Pública, elas se aproximam dos diagnósticos da comunidade científica. Inclusive, a primeira das recomendações dos acadêmicos é recorrente nos planos de governo: a necessidade de criação de um Ministério da Segurança Pública.

“Criar o Ministério da Segurança Pública, com especialistas da área no comando, é condição para articular segurança como política transversal, que envolve saúde, educação, urbanismo e economia. É preciso aprovar marco legal que submeta as polícias ao controle democrático efetivo, com exercício real do controle externo pelo Ministério Público e metas verificáveis para a investigação de mortes causadas por agentes do Estado, além de proibir indicadores e gratificações que premiem mortes em confronto”, explica a presidente da SBPC, Francilene Garcia.

Leia a matéria completa no :
https://www.jornaldaciencia.org.br/presidenciaveis-defendem-criacao-de-ministerio-da-seguranca-publica-mas-pecam-em-acoes-baseadas-por-evidencias-como-defende-comunidade-cientifica/

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

09/09/2026
05/09/2026

A Federação Nacional dos Sociólogos -Brasil, a FNS-B, participou, no dia 4 de setembro de 2026, virtualmente, do diálogo com o Conselho Nacional de Educação (CNE), junto às entidades docentes de Filosofia e Sociologia, para tratar da implementação da Lei nº 15.468/2026, sancionada em julho deste ano, que tornou obrigatória a inclusão da Educação Política e dos Direitos da Cidadania no currículo da Educação Básica em todo o Brasil.
O debate foi muito rico e o presidente do CNE, Dr. César Callegari, foi muito receptivo às reivindicações das entidades presentes e marcou nova reunião para dia 11/9 para dar prosseguimento a discussão.
Sociólogos e Sociólogas na luta em defesa do ensino de Sociologia e do mercado de trabalho para os graduados em Ciências Sociais e Sociologia.

03/09/2026

Sindserj apoia a Greve de 24 horas dos professores e professoras das escolas particulares do Rio de Janeiro, realizada no dia 2 de setembro de 2026. Vídeo de apoio do diretor André Lemos, Sindserj, no ato do Sinpro-Rio no Largo do Machado, dia 2/9/26.
Todo apoio à greve dos professores e professoras!

01/09/2026

NOTA PÚBLICA DO SINDSERJ – SOLIDARIEDADE AOS ESTUDANTES DO IFCS/UFRJ E REPÚDIO AO ATO NEONAZISTA

O SINDSERJ vem a público manifestar sua solidariedade irrestrita aos estudantes do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS/UFRJ) que foram agredidos física e verbalmente no dia 25 de agosto, por um indivíduo neonazista no interior do campus do Largo São Francisco de Paula, no Centro do Rio de Janeiro.

Repudiamos com veemência o ato criminoso praticado: a exibição ostensiva de símbolo nazista (equiparado à suástica, conforme a Lei 7.716/89) e as agressões ra***tas dirigidas a um estudante negro, em pleno espaço de formação crítica e produção de conhecimento. Tal conduta não se confunde com liberdade de expressão ou opinião. Trata-se de apologia ao genocídio, ao extermínio e à perseguição que marcam a história mais trágica da humanidade, e que infelizmente ainda ecoam em atos de intimidação e violência no presente.

O SINDSERJ rechaça qualquer tentativa de desqualificar a reação de autodefesa dos estudantes como "linchamento". A universidade democrática é espaço de pluralidade e respeito, mas também de resistência ativa contra o fascismo. A autodefesa diante de agressão ra***ta e simbólica é legítima e necessária quando as instituições ainda não dispõem de protocolos eficazes de prevenção e resposta imediata.

Instigamos a UFRJ, em respeito ao seu Estatuto e Regimento Interno, a instaurar com celeridade os procedimentos disciplinares cabíveis contra o agressor, sem prejuízo das medidas criminais previstas em lei. Cobramos, ainda, que a Reitoria e a direção do IFCS adotem medidas concretas para garantir a segurança e a integridade de toda a comunidade acadêmica, com destaque para a criação de protocolos antifascistas e mecanismos permanentes de combate ao racismo, à intolerância e a todas as formas de opressão.

Apoiamos as iniciativas de mobilização e organização coletiva dos estudantes, que têm mantido viva a trincheira da democracia dentro da universidade pública. Reafirmamos nosso compromisso com a defesa da educação pública, gratuita, laica e socialmente referenciada – espaço onde o conhecimento deve servir à emancipação humana, nunca à intimidação ou ao ódio.

O SINDSERJ seguirá vigilante e atuante, ao lado de servidores, docentes e estudantes, para que episódios como este não se repitam e para que a universidade cumpra seu papel histórico de enfrentamento ao fascismo e de proteção dos grupos historicamente vulnerabilizados.

Rio de Janeiro, 31 de agosto de 26.

SINDSERJ.

Endereço

Rua Miguel Couto, 134, Sala 705
Rio De Janeiro, RJ

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