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Via Gustavo Bertoche O ENGANO MAIS COMUM ENTRE OS PROFESSORES DE FILOSOFIA DE NOSSO TEMPO, em todos os lugares do mundo:...
17/07/2026

Via Gustavo Bertoche

O ENGANO MAIS COMUM ENTRE OS PROFESSORES DE FILOSOFIA DE NOSSO TEMPO, em todos os lugares do mundo: a crença de que o estudo do pensamento antigo e medieval não é importante, porque os filósofos modernos - e, em especial, os filósofos contemporâneos - já constituem a síntese de todo o pensamento anterior.

Esses professores não compreendem que:

1. Os filósofos modernos e contemporâneos quase sempre ignoram a tradição filosófica anterior a Descartes; o que eles conhecem é a história da Filosofia dos manuais e das compilações.

2. Boa parte da Filosofia acadêmica do século XX é anti-filosófica. Os professores julgam ensinar a Filosofia; o que de fato fazem é impedir o seu florescimento.

3. Filosofar não é "trabalhar com textos". Filosofar é desejar e buscar - com a mente, com o corpo, com a vida - a verdade.

4. A Filosofia não está nos livros: ela está na vida.

5. Toda Filosofia que ignora ou que recusa a Metafísica é uma filosofia para crianças.

Boa sexta-feira

Imagem: "Philosophia", de Cesare Ripa

"A COROAÇÃO DA VIRGEM", Vasco Pereira Lusitano (1535-1609). Nossa Senhora e os Anjos Músicos.  A Música e a Ordem Celest...
16/07/2026

"A COROAÇÃO DA VIRGEM", Vasco Pereira Lusitano (1535-1609).

Nossa Senhora e os Anjos Músicos. A Música e a Ordem Celeste conectam a Harmonia do universo à nossa alma.

D. BERTRAND ESTÁ CERTO SOBRE CASAMENTO "NÃO DINÁSTICO"!D. Bertrand (Ramo Vassouras), Chefe da Casa Imperial do Brasil,  ...
15/07/2026

D. BERTRAND ESTÁ CERTO SOBRE CASAMENTO "NÃO DINÁSTICO"!

D. Bertrand (Ramo Vassouras), Chefe da Casa Imperial do Brasil, rejeita casamento de D. Rafael, segundo herdeiro presuntivo Chefe da Casa Imperial do Brasil, com a aristocrata italiana Margherita delle Piane sob o argumento deste não ser "dinástico".

Oras, pois, foi precisamente este o argumento Legal que retirou o Ramo Bragança de Petrópolis da linha sucessória do Trono, casamento não dinástico, passando o mesmo para o Ramo de Vassouras.

A Monarquia tem Leis próprias. E o brasileiro a desconhece, donde se cria essa celeuma de "o casal que se ama estar sendo injustiçado".

O espantoso é D. Rafael, sabedor que é destas Leis, ir contra elas, numa demonstração de voluntarismo egocêntrico o que, de fato, o descredencia ao Cargo.

Acertadamente, D. Bertrand anunciou que não reconhecerá a união e afirmou que, caso D. Rafael leve adiante o casamento sem sua Autorização, perderá os Direitos Dinásticos e deixará a linha sucessória defendida e a futura Chefe da Casa Imperial do Brasil será a irmã de Rafael, Dona Maria Gabriela de Orléans e Bragança, detentora do título de "Princesa Imperial do Brasil".

O jornal O Globo, como de costume, fazendo patranhas em cima de coisa séria.

Dom Bertrand de Orléans e Bragança afirma que união de Dom Rafael com a aristocrata italiana Margherita delle Piane é "não dinástica"; este é o segundo caso rumoroso envolvendo a família real

O EMBUSTE FILOSÓFICO: SEPARAR A OBRA DO AUTOR Um dos maiores embustes intelectuais é a ideia de separar a Obra do Autor....
06/07/2026

O EMBUSTE FILOSÓFICO: SEPARAR A OBRA DO AUTOR

Um dos maiores embustes intelectuais é a ideia de separar a Obra do Autor. Este é um dos debates mais duradouros na Estética, na Filosofia da Arte e na Teoria Literária, entre outros campos. O cerne da questão é se o "valor" estético, o significado e a moralidade de uma criação artística dependem das intenções, do caráter ou dos crimes de seu criador.

Isso equivale a dizer que um pedófilo pode escrever livros sobre como educar crianças; que um ladrão emérito pode ser tesoureiro de um banco; que um político pode roubar o patrimônio público para enriquecer pricadamente; que um médico pode pregar a violência contra seres humanos; que um jogador de futebol pode ser financiado pelo crime organizado ou por empresas de jogatina...? Como o povo deve agir adiante das obras cujos autores possuem históricos de condutas criminosas, abusos, violências, mau caratismo...?

O debate não está restrito somente ao campo da Ética, como se discute na atualidade. Não existe defesa lógica para defender a separação da obra do autor, porque certas obras (livros, artes, comportamentos, atitudes, emoções, pensamentos...) validam os comportamentos problemáticos de seus criadores, validam o MAL e o MAU. Sim, o MAL e o MAU. A questão que se põe aqui é qual é o referencial de VALOR que a obra carrega? Valor não é somente o que nós valorizamos e sim o que porta a VIRTUDE e a VERDADE.

Assim, o mundo terreno, humano, do dia-a-dia, tem sim de ter e de remeter à um Valor Espiritual. A desculpa de que o talento (comprado pelo dinheiro) justifica a canalhice precisa ser destruída. Todo Ser Humano tem responsabilidade privada e coletiva. Portanto, para se beneficiar, ele não tem o Direito de destruir o coletivo sob a premissa falsa de que sua "obra" tem validade separada dele mesmo e da finalidade da própria obra.

Andrea Vermont afirma: "A nossa cultura tenta normalizar uma das maiores fraudes intelectuais que existem: a ideia de que você precisa separar a obra do autor. Dizem que o talento justifica a canalhice e que a genialidade absolve a falta de caráter na vida privada. No entanto, aceitar essa divisão é tolerar a incoerência [...].
É perfeitamente possível alcançar a excelência e fazer sucesso sem precisar negociar os seus valores ou aplaudir hipócritas mascarados. Tenha o estômago e a decência de sustentar a verdade da sua biografia. Governe a sua carreira exigindo de si mesmo a mesma retidão que você prega para o mundo, porque o verdadeiro legado não sobrevive onde a conduta desaba".

O Brasil está contaminado com essa importura. De políticos, a empresários, influencers, jogador de futebol, artistas, intelectuais, gente comum,... todos, unidos nesta miséria espiritual, apodrecendo o mundo que habitamos, enganando que entre o Dentro (de mim) e o Fora (mundo) não existe conexão e relação, não existe responsável e responsabilidade conexa, não existe Causa e Efeito.

A escalada dessa corrosão leva ao que o Prof. Jorge Boaventura chamou de "homeostase civilizacional". Depois da queda da podridão, cabe-nos construir um novo mundo.

Vídeo com Loryel Rocha.ESTUDAR HISTÓRIA EXIGE ÉTICA.  Link para o canal do IMUB no YouTube:
24/06/2026

Vídeo com Loryel Rocha.
ESTUDAR HISTÓRIA EXIGE ÉTICA.

Link para o canal do IMUB no YouTube:

Ética é a "Morada do Ser". Assim sendo, todas as ações que o homem...

Novo vídeo com Loryel Rocha REFLEXÃO FILOSÓFICA NÃO É ANÁLISE POLÍTICA A Filosofia nasce indagando sobre o Mundo, os Ser...
18/06/2026

Novo vídeo com Loryel Rocha
REFLEXÃO FILOSÓFICA NÃO É ANÁLISE POLÍTICA

A Filosofia nasce indagando sobre o Mundo, os Seres e a Relação que existe entre eles. Esse processo de "indagação" ("inquérito, investigação, busca"...) chama-se QUID (a essência de algo), que é a busca pelo Entendimento e não pela explicação. Entender não é explicar. Inexiste convergência entre Entendimento e explicação. Um fala ao Espírito, outro, se dirige ao corpo. Um, é Liberdade; outro, é aprisionamento. O primeiro, é um processo contínuo de "abertura, de inquérito"; o segundo, é um fechamento, uma ação do ego. A Reflexão Filosófica é uma "operação anímica" em que o pensamento "volta-se para si mesmo" para interrogar, conhecer e entender suas próprias bases, o Mundo, os Seres e a Relação entre eles, Libertando-se. Longe de aceitar o "senso comum", ela exige uma atitude radical e rigorosa na busca pelas essências dos Seres, dos significados e das causas do Conhecimento e da Realidade.

A Filosofia nasce indagando sobre o Mundo, os Seres e a Relação que...

Novo vídeo- O ERRO DA JUSTIÇA DA ITÁLIA NO CASO DA ZAMBELLI, Loryel Rocha
17/06/2026

Novo vídeo- O ERRO DA JUSTIÇA DA ITÁLIA NO CASO DA ZAMBELLI, Loryel Rocha

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A IGREJA EM DIÁLOGO COM OS POVOS E COM OS ESTADOS Discurso do Papa Leão XIV ao Congresso dos Deputados (Madrid), 8 de Ju...
09/06/2026

A IGREJA EM DIÁLOGO COM OS POVOS E COM OS ESTADOS

Discurso do Papa Leão XIV ao Congresso dos Deputados (Madrid), 8 de Junho de 2026, onde, entre outras Instruções ele fala-nos do Caminho do Amor, da Justiça e da Paz trilhado por uma Nova Humanidade, redimida em si mesma. Um mundo "melhor" só é possível com "pessoas melhores". E como "ver" a si mesmo sem verdade e sem a Verdade?

"[...] A Igreja “caminha com a humanidade”, partilha as suas esperanças e as suas feridas, escuta os interrogantes de cada época e deixa-se interpelar “por tudo o que diz respeito à existência dos homens e das mulheres de hoje”. Por isso, quando se dirige à vida pública, fá-lo respeitando a missão própria das instituições e a legítima responsabilidade de quem recebeu o mandato de legislar. Reconhece “a autonomia das realidades terrenas” e “a distinção entre comunidade eclesial e comunidade política”; e, precisamente a partir dessa consciência, aporta uma reflexão nascida do desejo de servir o bem comum e de recordar aquilo que torna verdadeiramente humana a convivência (cf. Magnifica humanitas, 18-19).

[...] Este discernimento começa por uma afirmação primeira: toda a sociedade autenticamente justa edifica-se sobre o reconhecimento da dignidade inviolável da pessoa humana. Tal dignidade precede qualquer concessão do Estado e não pode ficar subordinada a consensos sociais mutáveis ou à oscilação das maiorias de cada momento (cf. Bento XVI, Discurso ao Parlamento Federal alemão, 22 de setembro de 2011). Pertence a todo o ser humano pelo simples facto de existir, e por isso deve orientar todo o ordenamento jurídico positivo. A fé cristã proclama-a a partir da Revelação; a razão humana pode reconhecê-la como exigência inscrita na verdade do homem (cf. ibid.). Quando esta convicção permanece viva, o direito converte-se em amparo de todos e em garantia diante da imposição de interesses e agendas particulares.

Sobre este fundamento, compete-me pronunciar hoje uma palavra serena e firme perante quem tem a grave responsabilidade de ordenar juridicamente a convivência social. Esta convivência pode ver-se ameaçada pela cultura do descarte, como tantas vezes advertiu o Papa Francisco (cf. Discurso à Assembleia Plenária da Pontifícia Academia para a Vida, 27 de setembro de 2021). Neste sentido, se a vida deixar de ser reconhecida como um valor fundamental, que futuro podem ter as nossas sociedades? Pode chamar-se plenamente justa uma comunidade que deixa na sombra a criança ainda não nascida, o idoso, o doente, quem sofre em silêncio ou quem depende inteiramente do cuidado dos outros? A defesa da vida humana não é uma questão parcial nem um interesse confessional: é uma meta de civilização[...]

O mundo atravessa uma profunda crise espiritual e cultural, que se manifesta em múltiplas formas de violência, polarização e desconfiança recíproca. Neste contexto, a paz apresenta-se como uma aspiração política e, mais ainda, como uma verdadeira exigência moral. Reclama uma palavra pública que respeite quem pensa de modo diferente, instituições postas ao serviço do encontro, uma memória histórica que busque a verdade e a reconciliação e uma vida social capaz de sustentar a amizade cívica e o respeito mútuo em meio à discrepância.

No plano internacional, a paz exige valentia diplomática, responsabilidade ética e uma visão de futuro fundada no respeito pela identidade de cada povo e na obrigação dos Estados de resolverem as suas controvérsias pelos caminhos pacíficos que o direito internacional oferece[...]

A comunidade internacional está chamada a redescobrir o valor indispensável do diálogo como caminho paciente para acordos justos e duradouros, fundados no respeito pelos tratados, na transparência da ação diplomática e na vontade sincera de antepor a paz ao recurso à força. Daí nascem a confiança e a esperança.

Como recorda o lema da União Europeia, In varietate concordia, a verdadeira unidade não uniformiza, mas gera coesão na diversidade, fazendo das culturas, sensibilidades e tradições uma ocasião de enriquecimento mútuo.

Do mesmo modo, dentro das próprias sociedades é urgente construir uma cultura da reciprocidade...

[...]Mas a paz não é somente uma realidade política ou institucional. Nasce também na consciência, ... Por isso, instaura-se e protege-se também através da linguagem. As palavras podem abrir caminhos ou fechá-los; podem iluminar a realidade ou deformá-la até tornar impossível o encontro [...]

Uma lei não alcança a sua verdadeira grandeza pelo mero facto de ter sido formalmente aprovada; alcança-a quando, além de ser válida na sua forma, pode comparecer perante a dignidade da pessoa e sair desse exame sem se envergonhar...

VIAGEM APOSTÓLICA DO PAPA LEÃO XIV A ESPANHA (6-12 DE JUNHO DE 2026) ENCONTRO COM OS MEMBROS DO PARLAMENTO ESPANHOL DISCURSO DO SANTO PADRE Congresso dos Deputados (Madrid) Segunda-feira, 8 de junho de 2026 [ Multimídia ] _______________________________

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Rio De Janeiro, RJ

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