Justiça Global

Justiça Global Lutas locais, caminhos globais.

No dia 6 de junho, a Shelter City Rio de Janeiro foi lançada oficialmente durante a reunião global de parceiros realizad...
08/06/2026

No dia 6 de junho, a Shelter City Rio de Janeiro foi lançada oficialmente durante a reunião global de parceiros realizada no Itsasmuseum Bilbao, marcando um avanço muito bem-vindo em um período de mudanças de rumos. A diretora-adjunta da Justiça Global, Daniele Duarte, esteve presente para a assinatura do memorando de entendimento entre as partes que firmou a parceria.

A Shelter City Rio de Janeiro, 29ª do mundo, será coordenada pela Justiça Global, marcando uma nova etapa do trabalho da organização na proteção para defensores e defensoras de direitos humanos no Brasil e na região. Esse trabalho já ocorria através do Centro de Proteção Integral (CEPI) da organização, criado em 2022, que apoia pessoas defensoras de direitos humanos em situação de risco por meio de acolhimento temporário, oferecendo a eles um espaço seguro para participar de oficinas de proteção, fazer networking com aliados e descansar.

Estamos orgulhosos deste passo rumo a um mundo com sociedades mais justas e pacíficas. Agradecemos a todas as organizações parceiras da Shelter City Rio de Janeiro por estarem lado a lado com os defensores de direitos humanos do Brasil e da América Latina!

Artigo publicado hoje no jornal O Globo, assinado por Glaucia Marinho, Daniela Fichino e Daniele Duarte, diretoras da Ju...
07/06/2026

Artigo publicado hoje no jornal O Globo, assinado por Glaucia Marinho, Daniela Fichino e Daniele Duarte, diretoras da Justiça Global, alerta para os riscos jurídicos, políticos e institucionais da classificação do PCC e do Comando Vermelho em categorias associadas ao terrorismo internacional pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos.

O populismo penal e da exceção permanente não são respostas à violência e ao crime organizado. O enfrentamento deve ser construído com soberania, investigação qualificada, inteligência financeira, controle de armas, responsabilização de agentes públicos e privados e respeito integral aos direitos humanos - e não pela ampliação de instrumentos que podem criminalizar territórios, defensoras, defensores e organizações da sociedade civil.

Leia o artigo completo no site oglobo.com/opiniao. Link clicável nos stories!

27/05/2026
Para a Justiça Global, a escala 6x1 é um entrave para uma vida com mais garantia de direitos para as pessoas trabalhador...
27/05/2026

Para a Justiça Global, a escala 6x1 é um entrave para uma vida com mais garantia de direitos para as pessoas trabalhadoras. Pelo fim da escala 6x1!

Representantes da Corte Interamericana de Direitos Humanos estiveram no Brasil na última segunda-feira (26) para supervi...
26/05/2026

Representantes da Corte Interamericana de Direitos Humanos estiveram no Brasil na última segunda-feira (26) para supervisionar a implementação das medidas provisórias determinadas ao Estado brasileiro em relação ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís (MA). A comitiva foi liderada pela juíza Nancy Hernández López.

As medidas, em vigor desde 2014, foram solicitadas pelas organizações Justiça Global, Conectas Direitos Humanos, Sociedade Maranhense de Direitos Humanos e Ordem dos Advogados do Brasil diante das graves violações registradas no sistema prisional maranhense. As organizações acompanharam a visita.

A visita ocorre após uma audiência de supervisão realizada pela Corte IDH em Brasília, em outubro de 2025, que resultou na criação de uma mesa de trabalho coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen). O grupo reúne órgãos do sistema de justiça, ministérios, instituições federais e estaduais, além das organizações peticionárias, para elaborar um plano de implementação das medidas provisórias.

O plano foi construído após uma série de reuniões e visitas técnicas realizadas entre novembro de 2025 e janeiro de 2026 às unidades prisionais do complexo. Agora, a Corte retorna ao país para verificar presencialmente os avanços e a permanência das violações denunciadas.

As medidas provisórias têm origem em medidas cautelares emitidas em 2013, após uma sequência de rebeliões violentas e conflitos entre facções rivais dentro de Pedrinhas. Entre 2013 e 2014, ao menos 60 pessoas foram mortas e dezenas ficaram feridas em episódios marcados por extrema violência, incluindo decapitações, esquartejamentos e desaparecimentos forçados. O caso tornou-se um dos mais graves retratos da crise penitenciária brasileira no sistema interamericano.

23/05/2026

Em entrevista ao ConexãoBdF, da , Melisanda Trentin, coordenadora do programa de Justiça Socioambiental e Climática da Justiça Global, falou sobre a ação que pode retirar o licenciamento do projeto de construção da mineradora Belo Sun, em Volta Grande do Xingu, e explicou como o empreendimento encontra pontos de convergência com outro grande projeto que impactou a região e que completa 10 anos: a hidrelétrica de Belo Monte.

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A Justiça Global participará da Audiência Pública "Criminalização, violência territorial e letalidade no campo e na cida...
22/05/2026

A Justiça Global participará da Audiência Pública "Criminalização, violência territorial e letalidade no campo e na cidade", organizada pela Missão Bahia do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), que convida a sociedade civil, movimentos sociais, lideranças comunitárias e demais interessados para participar deste importante momento.

O objetivo é debater caminhos urgentes para o enfrentamento da violência e a garantia dos direitos humanos nos territórios baianos.

O evento acontecerá no dia 26 de maio (terça-feira), das 08h às 17h, no Auditório do Ministério Público do Estado da Bahia. O endereço é Avenida Joana Angélica, nº 1.312, no bairro de Nazaré, em Salvador.

Mais de cinco décadas após o desaparecimento político de Jarbas Pereira Marques, sua família recebe a certidão de óbito ...
21/05/2026

Mais de cinco décadas após o desaparecimento político de Jarbas Pereira Marques, sua família recebe a certidão de óbito retificada do militante pernambucano, vítima da ditadura empresarial-militar brasileira.

Jarbas foi preso, torturado e assassinado em 1973 no episódio conhecido como Massacre da Chácara São Bento. Apesar de sua mãe ter reconhecido o corpo, ele chegou a ser enterrado como indigente.

A cerimônia ocorre nesta sexta-feira (22), no Recife (PE), promovida pela Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP). A atividade reúne familiares de vítimas da repressão nos estados de Pernambuco, Alagoas e Paraíba.

Integrante do Conselho Fiscal e co-fundadora da Justiça Global, a filha de Jarbas, Nadejda Marques (economista, pesquisadora, defensora e professora de direitos humanos) participa da solenidade.

📍 Sede da OAB Pernambuco, em Recife (PE) - Rua do Imperador Pedro II, 346 - Santo Antônio
📅 Sexta-feira (22/08/2026)
🕒 15h

19/05/2026

A PEC da Maioridade Penal pode voltar ao centro do debate no Congresso brasileiro hoje. A CCJ da Câmara dos Deputados deve discutir a PEC 32 e demais projetos que tratam do tópico nesta terça-feira, dia 19.

Esse é um tópico crucial na luta por uma segurança pública diferente e por mais garantias, e não reduções de direitos.

A Justiça Global segue em alerta contra mais uma tentativa de avançar uma pauta que não resolve problemas de segurança, ignorando que deveriam receber uma atenção transversalizada, para além da simplicidade de "mais gente no cárcere".

A luta por justiça no Brasil tem o rosto de mulheres que se recusam a aceitar o silêncio imposto pela violência de Estad...
10/05/2026

A luta por justiça no Brasil tem o rosto de mulheres que se recusam a aceitar o silêncio imposto pela violência de Estado, em especial por meio da violência policial e do cárcere. Mães e familiares de vítimas de violência institucional transformam o luto em luta, sustentando, com coragem, a denúncia, a memória e a exigência de responsabilização e reparação. São elas que, diante da perda irreparável de filhos e filhas, constroem redes de solidariedade e enfrentam instituições racistas e elitistas na luta por justiça.

Ao denunciarem a violência que atinge, sobretudo, jovens negros e pobres, essas mães expõem a face mais brutal das desigualdades e desafiam a naturalização da morte como política.

Em 2026, a luta ganha ainda mais densidade com os 20 anos dos Crimes de Maio, que posteriormente levaram à criação do Movimento Independente Mães de Maio. Por isso, acontece nesta semana, em São Paulo e na Baixada Santista, uma série de atividades para exigir justiça, memória e reparação às vítimas.

Em Curitiba, acontece o 9º Encontro da Rede Nacional de Mães e Familiares de Vítimas de Terrorismo do Estado, que celebra, neste ano, 10 anos de existência. No Rio de Janeiro, está previsto o 12º Levante Antirracista das Mães de Manguinhos, em memória de Johnatha Oliveira e de outros jovens vítimas da violência de Estado.

Maio é o mês das mães. É mês de luta.

Neste Dia das Mães, seguimos ao lado daquelas que transformam amor, dor e memória em luta por justiça e defesa da vida. Que este dia também seja de afeto, boas lembranças e esperançar.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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