Grupo Homens do Mar da Baía de Guanabara

Grupo Homens do Mar da Baía de Guanabara Grupo criado no ano de 2005, a partir de várias lideranças unidas para lutar pelos direitos dos e defender os pescadores artesanais da baía de guanabara. .

10/04/2026

Indique lideranças que propõem economias azuis sustentáveis!

O prêmio 2026 reconhece pessoas e organizações que fazem novas possibilidades de economia acontecerem, englobando indivíduos, comunidades e a sociedade como um todo. É sobre a proteção do nosso presente e do nosso futuro de mãos dadas com a natureza.

Prazo até 15 de abril: https://bit.ly/CampeoesdaTerra2026

01/04/2026

Parte da visita técnica à Baía de Guanabara, no intercâmbio da Rede AHOMAR e caciques membros do CCPIO - Conselho de Caciques do Oiapoque, em conjunto com o Coletivo Pororoka, Instituto Brasileiro de Direito Ambiental-IBDA e o Instituto IEPÉ.

Visitamos o espelho d'água da Baía de Guanabara, onde podemos conversar com pescadores, que relataram que a instalação da Petrobras na região trouxe impactos ambientais e sociais.

Os peixes estão sumindo e os moradores lidam com problemas de saúde ligados a contaminação das águas. A população não teve ganhos com a exploração.

De lá, eles enviam o alerta para o Amapá: a verdadeira riqueza do Brasil está na natureza e nas comunidades tradicionais.
Vazamentos - mais de 1 milhão de litros de óleo combustível foram parar nas águas da Baía de Guanabara, em janeiro de 2000. O vazamento foi na refinaria REDUC, operada pela Petrobras.

A tragédia ambiental deixou sequelas sentidas até hoje no meio ambiente, como relata Alexandre Anderson, pescador e presidente da rede AHOMAR.

" Retirar pescadores da Baía de Guanabara é apagar modos de vida legítimos. O sofrimento dessas famílias não pode ser invisível. A AHOMAR segue firme na luta por direitos, por território e pelo reconhecimento de quem sempre viveu e protegeu essas águas. "

Imagens:
Edição:

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Série Baía 360 | Episódio 2https://www.youtube.com/watch?v=ENCutxa6ekcAlém de navegar por águas tomadas pela poluição, o...
24/03/2026

Série Baía 360 | Episódio 2
https://www.youtube.com/watch?v=ENCutxa6ekc

Além de navegar por águas tomadas pela poluição, os pescadores artesanais da Baía de Guanabara vivem uma constante disputa por território. Atores econômicos instalados na Baía criaram áreas de exclusão de pesca e deixaram apenas 12% do espaço livre para a atividade pesqueira.

Nesse cenário, muitas que tentam sobreviver da pesca, colocam a própria vida em risco. O ativista e presidente da Associação Homens e Mulheres do Mar da Baía de Guanabara, Alexandre Anderson, já sofreu 6 atentados contra a sua vida.

Ele e outros pescadores relatam conflitos que envolve tiros e abordagens agressivas em meio às águas da Guanabara. Eles temem que a prática histórica da pesca na Baía, um campo minado e poluído, seja extinta.

Esse é o segundo episódio da série de 3. Além de navegar por águas tomadas pela poluição, os pescadores artesanais da Baía de Guanabara vivem uma constante...

Pescadores artesanais usam aplicativo para monitorar Baía de Guanabara A tecnologia vai ajudar pescadores artesanais a p...
03/03/2026

Pescadores artesanais usam aplicativo para monitorar Baía de Guanabara

A tecnologia vai ajudar pescadores artesanais a proteger a Baía da Guanabara, símbolo do Rio de Janeiro e fonte de subsistência para milhares de famílias. Por meio do aplicativo “De Olho na Guanabara”, pescadores de toda a baía terão, ao alcance das mãos, uma forma de denunciar irregularidades ambientais ligadas, sobretudo, à indústria de petróleo e gás na região.

O aplicativo, desenvolvido pela 350.org e pela Associação dos Homens e Mulheres do Mar da Baía de Guanabara (Rede Ahomar), foi lançado na última sexta-feira (26), em um evento na Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro, com a presença de lideranças das comunidades pesqueiras e representantes dos governos municipal e estadual e do Ministério Público.

Dezenas de derrames e irregularidades ambientais ligadas à produção e ao transporte de combustíveis fósseis foram registrados na baía nos últimos anos, de maneira dispersa, pelos pescadores artesanais que circulam pelo local. No entanto, a maioria sequer foi investigada, por questões como a dificuldade em precisar o ponto do vazamento e a ausência de um canal que reúna os vários órgãos que precisam ser informados das ocorrências.

A ideia é que, pelo celular, os pescadores, moradores e ambientalistas tenham uma ferramenta de registro e denúncia dos frequentes impactos ambientais na Baía da Guanabara provocados pelo setor de petróleo e gás na região. Será possível compartilhar com as autoridades competentes fotos e vídeos dos vazamentos, bem como identificar por georreferenciamento o local exato dos derrames e em tempo real.

A denúncia, após verificação da coordenadoria da Rede Ahomar, ficará registrada no mapa e em um passo seguinte, será encaminhada para os órgãos de fiscalização oficiais do governo brasileiro (IBAMA, ICMbio, Marinha, entre outros).

Para aproveitar ao máximo a ferramenta, os pescadores estão recebendo treinamento e acompanhamento do uso do aplicativo pela Rede Ahomar. Para registrar as denúncias, é preciso ser membro das associações de pescadores artesanais da região, se inscrever no site e receber uma senha de acesso. É uma forma de garantir a credibilidade dos registros. Outro ponto importante é que os dados dos denunciantes são protegidos, de forma a impedir que sofram represálias.

Veja como saber mais sobre o projeto De Olho na Guanabara, acompanhar as denúncias e ajudar a propagar as irregularidades, de forma a preservar este importante patrimônio natural.

Fonte: www.ciclovivo.com.br

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https://ahomar.org.br/.../pescadores-artesanais-usam.../

́adeguanabara

"GRUPO HOMENS DO MAR DA BAÍA DE GUANABARA"O PETRÓLEO É NOSSO PORÉM, AS DOENÇAS DECORRENTES, OS DANOS AMBIENTAIS E SOCIAI...
06/02/2026

"GRUPO HOMENS DO MAR DA BAÍA DE GUANABARA"

O PETRÓLEO É NOSSO PORÉM, AS DOENÇAS DECORRENTES, OS DANOS AMBIENTAIS E SOCIAIS TAMBÉM !!!
https://www.acpo.org.br/ahomar/ahomar_rj.htm
Caso Baía de Guanabara"

PETROBRÁS
Uma História "destruição" e "descaso" com a Baía de Guanabara.

No dia 18 de Janeiro de 2010, completou 10 anos da maior Catástrofe Ambiental na história do Brasil, dia em que o "Grupo Homens do Mar", organizou um grande Ato com várias Entidades e Lideranças de Pescadores da Baía de Guanabara em frente ao prédio da Petrobrás na Av. Chile, Centro do Rio de Janeiro.

Lá os pescadores reunidos em protestos foram recebidos por Diretores e Gerentes ligados ao Gabinete do Presidente da Petrobrás "Sergio Gabriele"; em reunião ficou acertado a criação de uma mesa de diálogo com os Pescadores e a Petrobrás, assim marcado um próximo encontro para a semana seguinte, onde será dado uma primeira resposta as reivindicações dos pescadores.

Para ler toda a matéria clique aqui
http://www.acpo.org.br/ahomar/10_anos_depois.pdf

́adeguanabara ̧ãomarinha

A questão das indenizações aos pescadores pelo vazamento de 1,3 milhão de litros de óleo na Baía de Guanabara, em janeir...
25/01/2026

A questão das indenizações aos pescadores pelo vazamento de 1,3 milhão de litros de óleo na Baía de Guanabara, em janeiro de 2000, arrastou-se por mais de duas décadas, marcada por longas disputas judiciais e muita morosidade, gerando a percepção e o relato de que a Petrobras não pagou as compensações adequadas.

Aqui estão os pontos principais sobre esse caso:
Longa espera e acordos tardios: Após quase 20 anos de processo, uma ação coletiva movida pela Federação de Pescadores do Estado do Rio de Janeiro (FEPERJ) e o Ministério Público resultou em um acordo homologado pela Justiça Federal apenas em dezembro de 2019.
O Acordo de 2019:
Este acordo previa o pagamento de indenizações a pescadores afetados, beneficiando cerca de 12 mil pescadores listados em ação judicial. No entanto, houve protestos e críticas de pescadores que consideraram o processo pouco transparente e o valor acordado irrisório diante da perda de renda por anos.

Ações Individuais:
Antes do acordo geral, pescadores travaram batalhas individuais por indenizações, muitas das quais demoraram mais de uma década para serem reconhecidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Críticas e Protestos:
A demora na compensação fez com que muitos pescadores artesanais ficassem sem o sustento por anos, vivendo em situação precária após terem suas redes e barcos cobertos de óleo e as áreas de pesca destruídas.

Em resumo, o pagamento foi feito com muito atraso, mas a percepção de que a empresa "não pagou" está associada aos anos de luta judicial, ao valor considerado baixo por muitos e à exclusão de alguns pescadores dos acordos coletivos.

https://www.osaogoncalo.com.br/geral/82278/vazamento-de-petroleo-na-baia-de-guanabara-completa-20-anos-e-pescadores-ainda-nao-receberam-suas-indenizacoes

́leo ̧ãomarinha ́adeguanabara ̧a

Baía de Guanabara: vazamento da Petrobras completa 26 anos Incidente contaminou mangues e mudou o cenário da baía, onde ...
19/01/2026

Baía de Guanabara: vazamento da Petrobras completa 26 anos

Incidente contaminou mangues e mudou o cenário da baía, onde pescadores convivem com lixo e óleo.

Rio de Janeiro – Há 26 anos, um vazamento de óleo de grandes proporções foi o responsável por mudar o cenário da Baía de Guanabara e contaminar grande parte do ecossistema de mangues no entorno. No 18 de janeiro de 2000, um duto da Petrobrás que ligava a Refinaria Duque de Caxias (Reduc) ao terminal Ilha d’Água, na Ilha do Governador, rompeu-se antes do raiar do dia, provocando um vazamento de mais de 1,3 milhão de litros de óleo combustível nas águas da baía. A mancha se espalhou por 40km².

O episódio entrou para a a história como um dos maiores acidentes ambientais ocorridos no Brasil.

O vazamento afetou milhares de famílias que viviam da pesca e de atividades ligadas ao pescado. Na época, a Petrobras pagou uma multa de R$ 35 milhões ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e destinou outros R$ 15 milhões para a revitalização da baía.

A Federação dos Pescadores do Rio de Janeiro (Feperj) entrou, em março de 2000, com uma ação coletiva na Justiça cobrando danos morais entre R$ 60 e 90 mil por prejudicado para cerca de 12 mil pescadores. Responsável pelos dutos que vazaram, a Petrobras, mesmo tendo sido condenada, não pagou as indenizações.

Na tarde de 18 de fevereiro de 2014, um grupo de pescadores se reuniu na frente da sede da Petrobras, no centro do Rio, em um ato de memória aos 14 anos de vazamento. Lá se reuniram representantes de comunidades de pescadores afetados de municípios do entorno da baía, como Magé, São Gonçalo, Guapimirim, Niterói, Rio de Janeiro e Duque de Caxias.

“O óleo da superfície foi limpo, mas muita coisa foi para o fundo. Não foi só o derramamento, o pescador está sofrendo pelos muitos navios petroleiros que navegam e dutos que têm sido colocados. Muita gente deixou de pescar”, disse a ((o))eco Ronaldo Moreno, integrante do Fórum de Pescadores e Amigos do Mar. O fórum foi recém criado para pleitear uma investigação do Ministério Público.

“A gente ainda não tinha noção do que estava acontecendo”

Aos 63 anos, Mauro Salgado continua a navegar pelas águas da Guanabara. Ele é um dos pescadores de Tubiacanga, da Ilha do Governador. “Sempre trabalhei como pescador. O camarão era farto de outubro até abril, hoje não tem mais”, disse.

No dia do acidente, seu Mauro morava na beira da praia de Tubiacanga e disse ter ficado surpreso com a notícia. “Era uma mortandade de peixes boiando na beira da praia, pescadores chegando com redes cheias de óleo. Uma tristeza total”.

Como muitos, Isaac Alves de Oliveira, de 52 anos, costumava seguir o ciclo do camarão que começava na Baía de Paraty, depois seguia para a Baía da Ilha Grande, Sepetiba e, finalmente, na Baía de Guanabara, o lugar onde dava mais camarão.

Na manha de 18 de janeiro de 2000, seu barco já estava na atividade desde o início da noite do dia anterior quando avistaram uma mancha de petróleo sobre a água. “A grande maioria conseguiu sair a tempo para proteger a rede e o próprio barco. Eu fui para Paquetá e fiquei ilhado. A gente ainda não tinha noção do que estava acontecendo”, contou Isaac.

Os peixes estão morrendo, entristeceu-se ao falar, “simplesmente não dá mais, tem muita poluição, metal pesado e derramamento de óleo nos navios. Está dando pouquíssimo peixe [na baía de Guanabara]”.

Naquela época até o dia do vazamento, os barcos pescavam por noite em média 100 kg de camarão. Em 2003, ele notou uma grande redução, o volume de pesca não ultrapassava a 30 kg. “Hoje está ainda pior”, disse.

Pesca escassa

A pesca está em extinção na Baía de Guanabara, lamentou o ambientalista Sergio Ricardo Lima, que foi uma das primeiras pessoas a saber do acidente ecológico. “Na época do vazamento, nós ecologistas falávamos que não bastava apenas pagar a multa. Haveria um impacto social enorme que duraria, pelo menos, 10 anos e o resultado seria o empobrecimento dos pescadores. Isso infelizmente aconteceu”, disse.

Sergio argumenta ainda que, além do impacto ambiental, o drama humano tem sensibilizado os ambientalistas, pois muitos pescadores faleceram ao longo dos 14 anos, e as famílias que sobreviviam da renda da pesca têm passado por dificuldades. Muitas viúvas de pescadores são marisqueiras.

A ação na Justiça começou com 21 mil pescadores, porém após questionamentos da Petrobras, o número se reduziu à metade.”A ação está em segredo de Justiça, mesmo os impactados não têm acesso à informação. Só um grupo de 120 pescadores da região de Tubiacanga foram indenizados”.

Um laudo da Coppe/UFRJ, divulgado em março de 2000, concluiu que o derrame de óleo fora causado por negligência da Petrobras, uma vez que as especificações originais do projeto do duto não haviam sido cumpridas.

O ambientalista argumenta que ainda hoje é possível ver a presença do óleo nas áreas de manguezais, além do impacto nas praias da baía.

Zoneamento ecológico

O Fórum dos Pescadores defende o zoneamento ecológico econômico e a demarcação do território pesqueiro. A atividade pesqueira está ameaçada, afirmam pescadores. “Temos a expansão de uma indústria petroleira no litoral fluminense e a entrada em operação do pré-sal. Temos visto ainda licenciamentos de resorts no litoral na área de atuação de pescadores. Eles estão sendo expulsos tanto pela especulação imobiliária de alto poder aquisitivo quanto pela indústria petroleira”, disse Sergio Ricardo.

Para ser palco de uma competição olímpica, o Rio de Janeiro se comprometeu junto ao Comitê Olímpico Internacional (COI) de despoluir 80% da Baía de Guanabara até 2016. Comunicados divulgados repetidamente pela Secretaria Estadual do Ambiente (SEA) são otimistas. A meta olímpica de 80% de limpeza do espelho d´água reúne ações desde adoção de barreiras de poluição em saídas de rios, embarcações para coletar o lixo, instalação de redes coletoras de esgoto e cinco Unidades de Tratamento de Rio (UTRs).

Estas medidas dão continuidade ao Programa de Despoluição da Baía de Guanabara, lançado em 1994, mas sem resultados efetivos até 2006. O programa chegou a receber financiamento de 760 milhões de dólares do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Banco Japonês para Cooperação Internacional (JBIC). Segundo o governo, apenas 36% do esgoto despejado na Guanabara é tratado.

Em dezembro de 2013, o governo do estado de Maryland, nos Estados Unidos, assinou um acordo de cooperação técnica para colaborar com o programa de despoluição da Baía de Guanabara.
Na opinião de Sergio Ricardo, a meta olímpica de despoluição é “fantasiosa”, disse. “Já foram gastos quase R$ 2 bilhões e os manguezais continuam cheios de lixo e óleo. A pesca artesanal depende da baía viva”. Segundo o ambientalista que monitora a atividade pesqueira, houve uma redução de 92% da produção pesqueira nesses últimos anos.

“É uma grande contradição, os atletas internacionais vão estar expostos a um grande volume de lixo flutuante e água contaminada por esgoto”, afirmou.

Procurada por ((o))eco até o fechamento desta matéria, a Petrobras não se pronunciou.

link de matérias publicadas:

https://sindipetro.org.br/pescadores-cobram-indenizacoes-a-petrobras-por-vazamento-na-baia-de-guanabara/

https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-02/pescadores-cobram-indenizacao-da-petrobras-por-acidente-na-baia-de-guanabara

https://oeco.org.br/reportagens/28021-baia-de-guanabara-vazamento-da-petrobras-completa-14-anos/

́leo ̧a ̧ãomarinha ̧ãoambiental ́adeguanabara

19/01/2026

A exploração da Foz do Amazonas pela Petrobras mal começou e já foi registrado o primeiro vazamento da operação.

Segundo o Ibama, foi “só” fluido de perfuração, mas isso demonstra que o processo de exploração é frágil e que não há garantias de que futuros vazamentos, dessa vez de petróleo, aconteçam.

Ambientalistas e pesquisadores já alertaram para os riscos para o bioma e para os povos amazônicos diante deste cenário.

Pra Amazônia continuar de pé, o petróleo tem que continuar no chão!

06/01/2026

Tudo começa pelo petróleo — e tudo pode acabar por ele. Esse foi o ponto de partida do Painel 2, que lançou o novo relatório global da Anistia Internacional sobre a exploração de combustíveis fósseis e o ciclo da crise que atravessa o planeta.

O relatório revela como a produção de petróleo, gás e carvão alimenta o triplo colapso climático, ambiental e de direitos humanos.

Nos territórios, esse modelo cria zonas de sacrifício, aprofunda o racismo ambiental e viola direitos de comunidades que já estão na linha de frente da emergência climática — especialmente povos indígenas e populações tradicionais.

A COP30 pode até ter passado, mas o debate sobre a crise climática segue urgente. ✊🏾 Assista ao painel completo, entenda por que a crise climática é uma crise de direitos humanos e junte-se à luta por justiça climática com direitos.

Não existe futuro sem quem sempre cuidou do meio ambiente e de seus territórios.

́adeguanabara ̧ãomarinha

06/01/2026
10/12/2025

O representante da Associação Homens e Mulheres do Mar (AHOMAR), , e ativista pelo meio ambiente, .ahomar, esteve na para denunciar a poluição, os vazamentos e as intimidações causadas por grandes petroleiras contra comunidades pesqueiras.

O pescador artesanal faz parte dos afetados pela exploração de petróleo e contribuiu para a construção do relatório inédito da Anistia Internacional “Extinção por Extração: Por que o ciclo de vida dos combustíveis fósseis ameaça a vida, a natureza e os direitos humanos.”, lançado oficialmente na última sexta-feira, durante o evento “TAMO NO CLIMA”, em Belém do Pará.

Te convidamos a conhecer essa e outras histórias de pessoas que vivem os efeitos da exploração de combustíveis fosseis em suas vidas diariamente. Segundo o relatório, hoje, cerca de 2 bilhões de pessoas são afetadas pelas indústrias de combustíveis fosseis no mundo todo. Isso quer dizer que 1 em cada 4 pessoas no mundo vive a menos de 5 km de alguma infraestrutura de combustíveis fósseis e estão expostas a riscos diversos.

🔗 BAIXE O RELATÓRIO e nos ajude a continuar pressionando as autoridades responsáveis pela preservação da vida. Porque a crise climática é uma crise de direitos humanos! LINK NA BIO e nos STORIES!

́ ́ ́adeguanabara ̧ãomarinha

Não dá mais pra pensar em luta climática sem Direitos Humanos! O terceiro dia de   foi marcado por debates sobre transiç...
04/12/2025

Não dá mais pra pensar em luta climática sem Direitos Humanos!
O terceiro dia de foi marcado por debates sobre transição energética e os impactos da indústria fóssil sobre comunidades que, mesmo com todo o impacto sofrido, resistem.
https://www.instagram.com/p/DQ-YoDvDJ6j/

A Anistia Internacional Brasil acompanhou de perto as discussões e trouxe vozes que vivem, todos os dias, as consequências da crise climática. Segue o

1. Lançamos o relatório Extinção por Extração, que denuncia como o ciclo dos combustíveis fósseis ameaça vidas, territórios e os direitos humanos;

2. O presidente da Associação Homens e Mulheres do Mar (AHOMAR), Alexandre Anderson, relembrou as ameaças enfrentadas por quem defende o mar e o sustento das comunidades locais;

3. As Enviadas Especiais da Jurema Werneck, Janja Lula da Silva e Denise Dora reforçaram a importância da pauta sobre uma transição justa;

4. A Diretora-executiva, , deixou claro que já passou da hora de colocarmos os direitos humanos no centro das discussões sobre o clima;

5. No debate com o Instituto Internacional Arayara, destacamos que enfrentar o racismo ambiental é um passo essencial para uma transição justa.

A COP30 está só começando, e nós seguiremos acompanhando cada passo rumo à justiça climática, com foco nas pessoas! !



https://www.instagram.com/p/DQ-YoDvDJ6j/==

Endereço

Baía De
Rio De Janeiro, RJ
21911-090

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