Camtra Casa da Mulher Trabalhadora

Camtra  Casa da Mulher Trabalhadora Instituição feminista, sem fins lucrativos, fundada em 1997.

Organização feminista que colabora para a promoção dos direitos das mulheres e para o fortalecimento de sua autonomia, tendo em vista a construção de uma sociedade justa e igualitária.

No Dia Mundial de Conscientização sobre a Violência contra a Pessoa Idosa, dizemos não ao etarismo, rompendo barreiras g...
15/06/2026

No Dia Mundial de Conscientização sobre a Violência contra a Pessoa Idosa, dizemos não ao etarismo, rompendo barreiras geracionais e lutando pelo direito a envelhecer com dignidade e vida plena.

Envelhecer não é uma doença, exigimos respeito!

Em caso de violência contra a pessoa idosa, não se cale! Denuncie!
Disque 100!
(61) 99611-0100 - Whatsapp do Disque 100


📅 Chegou o mês da Copa e das festas juninas, mas a agenda da Camtra não para!Ao longo do mês, estaremos presentes em esp...
12/06/2026

📅 Chegou o mês da Copa e das festas juninas, mas a agenda da Camtra não para!

Ao longo do mês, estaremos presentes em espaços de formação, articulação política e mobilização social, além de marcar datas de luta e conscientização que reforçam nosso compromisso com os direitos das mulheres, da população LGBTQIA+ e com uma educação não sexista.

💜 Confira a programação, participe das atividades e acompanhe nossas redes para mais informações.



Card com fundo com as cores do arco-íris, com o título “AGENDA CAMTRA – Junho de 2026” no topo e o símbolo da Vênus ao lado direito. A programação inclui: 04 a 08/06: Oficina Nacional de Letramento Transracial (São Paulo); 10 a 14/06: Festival Nacional de Economia Popular e Solidária (Pier Mauá); 10/06 – 14h: Reunião OSC – GERIAIDS; 11/06 – 13h: Reunião de Monitoramento e Planejamento do Projeto “As Jovens e a Arte Juntas pelo Fim da Violência Contra Meninas e Mulheres”; 15/06: Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa; 21/06: Dia de Luta por Uma Educação Não Sexista e Sem Discriminação; 22/06: Diplomacia Feminista em Diálogo com a Sociedade Civil; 25/06 – 11h: Barraca de Direitos da CAMTRA (Rua da Alfândega, esquina com Av. Passos, 91 - Saara); 26/06: Dia Internacional de Apoio às Vítimas de Tortura; 28/06: Dia do Orgulho LGBTQIA+. No rodapé do card, há uma barra em rosa claro com o logotipo da Camtra, os ícones das redes sociais e a página na internet da organização.

Agora trabalhadoras e trabalhadores domésticas(os) resgatadas(os) de condição análoga à de escravizada(o) terão direito ...
10/06/2026

Agora trabalhadoras e trabalhadores domésticas(os) resgatadas(os) de condição análoga à de escravizada(o) terão direito a um sistema de acolhimento e proteção social, garantindo acesso a direitos, assistência, mecanismos de proteção contra novas violações e facilitação do acesso à justiça.

O Projeto de Lei 5.760/2023 assegura para a pessoa resgatada de condições análogas à escravidão o pagamento de 6 parcelas de seguro-desemprego no valor de um salário-mínimo cada, além de prioridade de acesso ao Bolsa Família e demais programas sociais. No caso das mulheres, o texto inclui medidas protetivas inspiradas na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006).

O Judiciário poderá determinar o afastamento do agressor do local de convivência da vítima, proibir contatos e aproximações, encaminhar trabalhadoras(es) e suas(seus) dependentes para programas de acolhimento e garantir acesso à rede de assistência social e psicossocial.

A proposta, de autoria do deputado federal Reimont (PT-RJ) , foi aprovada ontem (09/06) no Senado e agora segue para sanção do presidente Lula.



Card com fundo em sobreposição de uma fotografia em tom esverdeado de um ambiente degradado, com aspecto de alojamento precário, ao fundo. A imagem mostra um móvel branco com portas quebradas e sujas, sobre o qual estão espalhados diversos objetos, como uma garrafa térmica azul, recipientes plásticos, um tênis desgastado e outros utensílios. Atrás do móvel, vê-se uma grande quantidade de materiais empilhados e amontoados, reforçando a sensação de desordem e insalubridade. Na parte superior esquerda, com letras amarelo claro, está escrito: “Senado aprova projeto que amplia proteção a vítimas de trabalho análogo à escravidão”. Na lateral direita, em posição vertical, aparece o crédito da imagem: “Foto: MPT/Divulgação”. No rodapé do card, há uma barra em amarelo claro com o logotipo da Camtra, os ícones das redes sociais e a página na internet da organização.

🌻 Camtra Indica 🌻📕 Documentário: Pagu“Pagu” narra a trajetória de Patrícia Galvão (1910-1962), poeta, jornalista, crític...
09/06/2026

🌻 Camtra Indica 🌻
📕 Documentário: Pagu

“Pagu” narra a trajetória de Patrícia Galvão (1910-1962), poeta, jornalista, crítica de literatura, escritora e tradutora. Militante comunista e primeira mulher presa política no Brasil, a história de Pagu, uma das protagonistas do modernismo brasileiro, é contada neste filme na voz de amigos, familiares e também através de seus arquivos. O filme não é necessariamente biográfico, mas, antes de tudo, busca localizar Pagu em sua atuação estética, literária e política, em uma vida-obra.



Card com fundo roxo texturizado com detalhes em tecido de juta. No canto superior esquerdo, há um ícone do símbolo da Vênus com a rosa da Camtra, ao lado de um banner verde com a inscrição “Camtra Indica”. Logo abaixo, em um banner magenta, está escrito: “Edição Mulheres que nos inspiram”. Em seguida, no canto direito, está o cartaz do documentário Pagu. No lado esquerdo, lê-se: “Documentário: Pagu. Mariana Lacerda e Claudia Priscila. 2018”. No canto direito inferior, há um QR Code com o convite “Apoie a Camtra – Faça sua doação!”. Abaixo, sobre uma faixa clara, está o logotipo da Camtra com a frase: “29 anos na luta pelos direitos das meninas e das mulheres!” seguida dos ícones das redes sociais e a página na internet da organização.

📢‼️É NESTA TERÇA (09/06)‼️📢Estaremos nas ruas para repudiar a classe de políticos que não se envergonham de jogar com a ...
09/06/2026

📢‼️É NESTA TERÇA (09/06)‼️📢

Estaremos nas ruas para repudiar a classe de políticos que não se envergonham de jogar com a vida e a dignidade de meninas vítimas de violênci4 s3xual para atender aos seus interesses antidemocráticos!

A proteção das infâncias é fundamental para as democracias, e é nossa responsabilidade enquanto sociedade proteger todos os direitos conquistados para meninas e adolescentes, inclusive o de interromper uma gestação fruto de vi0l4ção.

A Resolução 258/24 do Conanda é uma demanda da sociedade civil, sobretudo dos profissionais de saúde e de assistência social, para a necessidade de um padrão de atendimento humanizado para crianças v1tim4s de violência. A Resolução Criança Não é Mãe conforta meninas e fortalece toda uma rede de apoio necessária para que elas não sejam revitimizadas.

Nos posicionamos contra o PDL3/25, o PDL da P3dof1ila. O Congresso Nacional precisa se retratar e explicar a razão de ainda proteger abus4dores!

Junte-se a nós!


🏳️‍⚧️ No terceiro dia da Oficina Nacional de Letramento Transracial, tivemos a Roda de Conversa AncesTRANSlidades, com a...
06/06/2026

🏳️‍⚧️ No terceiro dia da Oficina Nacional de Letramento Transracial, tivemos a Roda de Conversa AncesTRANSlidades, com a participação de Cris de Madri, representante do Fonatrans-AL; Diny Santana, representante do Fonatrans em Ilhéus (BA); Denise Taynáh, coordenadora do Fonatrans-RJ; Neon Cunha, da Casa Neon Cunha; e Fernanda de Moraes, Iyálòrísá de Candomblé da Nação Ketu e coordenadora do CONATT (Conexão Nacional de Mulheres Transexuais e Travestis de Axé). Em seguida, a segunda roda de conversa reuniu Maria Laura dos Reis, representante do GPTRANS e Fonatrans-PI; Fernanda Ribeiro coordenadora Fórum TT SP; e Bárbara Pastana, representante da Gretta-PA. Ambos os momentos foram mediados por Jovanna Baby, presidenta da Fonatrans. As mesas contaram com fortes depoimentos retratando a luta, resistência e memória das participantes e do movimento Trans no Brasil. O dia foi encerrado com uma apresentação cultural.

Um dia de escuta, memória e fortalecimento coletivo.A mesa Diálogos TRANSversais reuniu Ever Maria, filósofa, professora...
05/06/2026

Um dia de escuta, memória e fortalecimento coletivo.

A mesa Diálogos TRANSversais reuniu Ever Maria, filósofa, professora e integrante da Fonatrans-SP; Andressa Sheron, presidenta da AMATRA (Associação Maranhense de Travestis Transexuais) e integrante da Fonatrans-MA; Natasha Wonderfull, presidenta da ACTTRANS (Associação Cultural de Travestis e Transexuais de Alagoas) e técnica de enfermagem do Consultório da Rua; e Amara Moira, pesquisadora e escritora, com mediação de Jovanna Baby, fundadora da Fonatrans, para compartilhar trajetórias, experiências de vida e reflexões sobre resistência, identidade e direitos.

Entre os temas abordados, esteve o bajubá, linguagem criada e utilizada por travestis e mulheres trans como forma de comunicação, proteção e construção de pertencimento.

À tarde, a programação seguiu com uma roda de troca de experiências, fortalecendo vínculos, saberes e a construção coletiva de estratégias para enfrentar desafios e promover cidadania. Além de contar com a presença de uma representante do Ministério das Mulheres.

💜 Um encontro marcado pelo diálogo, pela diversidade e pela potência das vivências trans.

Noite de abertura da Oficina Nacional de Letramento Transracial, promovida pelo Fórum Nacional de Pessoas Travestis e Tr...
05/06/2026

Noite de abertura da Oficina Nacional de Letramento Transracial, promovida pelo Fórum Nacional de Pessoas Travestis e Transexuais Negras e Negros (Fonatrans) em parceria com o ELAS+ Doar para Transformar.

A Oficina de Letramento Transracial do Fonatrans é um espaço de troca de saberes, de adquirir conhecimentos e autoconhecimento acerca das mulherididades trans negras brasileiras.

Essa atividade de formação faz parte da iniciativa “Caminhos para uma Vida sem Violência”.

Endereço

Rua Da Lapa, 180/sala 806
Rio De Janeiro, RJ
20180021

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 11:00 - 17:00
Terça-feira 11:00 - 17:00
Quarta-feira 11:00 - 17:00
Quinta-feira 11:00 - 17:00
Sexta-feira 11:00 - 17:00

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