29/09/2024
ELEITOR CONSERVADOR DE DIREITA DO BRASIL - TODO O CUIDADO É POUCO! ATENTE PARA OS SINAIS! FALTAM SETE DIAS PARA AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE 2024!
Eleições 2024 – Em busca da paz possível
Com todo o cuidado para não infringir as Regras do Certame Eleitoral do Brasil, determinado pelas Resoluções expedidas pelo Tribunal Superior Eleitoral - TSE amparado pelo art. 23, IX, do Código Eleitoral e também pelas suas atribuições legais e regimentais, venho, com base em inferências subjetivas, muito em moda nos atuais métodos de pesquisas eleitorais, sugerir uma forma de conciliação do eleitor com a classe política e as autoridades eleitorais, Em Busca da Paz Possível, diante de tanta polêmica criada pela narrativa da “POLARIZAÇÃO” e dúvidas quanto aos resultados apresentados pela Urnas Eletrônicas nas eleições passadas.
INSPIRAÇÃO
Na segunda metade do século passado, mais precisamente nas Eleições Municipais de 1959 e 1988, aconteceram fatos inusitados onde os eleitores resolveram protestar contra a classe política da época, lançando candidatos fictícios, como foi o caso de CACARECO em 1959 para vereador em São Paulo e o MACACO TIÃO para prefeito do Rio de Janeiro em 1988. O primeiro, CACARECO, em 1959 foi o “candidato” mais votado para vereador de São Paulo, com quase 100 mil votos e o segundo, MACACO TIÃO, como “candidato” à Prefeitura do Rio de Janeiro, teve 400 mil votos. Obviamente, em ambos os casos, os votos foram anulados, mas a população, a seu modo, mandou um belo recado para a classe política sobre a sua insatisfação.
CACARECO
“Cacareco foi uma rinoceronte fêmea do Zoológico do Rio de Janeiro emprestada ao Zoológico de São Paulo que nas eleições municipais de outubro de 1959 da cidade de São Paulo recebeu cerca de 100 mil votos para vereador. À época, a eleição era realizada com cédulas de papel e os eleitores escreviam o nome de seu candidato de preferência.
Cacareco foi um dos mais famosos casos de voto de protesto ou voto nulo em massa da história da política brasileira, uma vez que se tornou a "candidata" mais votada do pleito: o partido mais votado não chegou a 95 000 votos.” Fonte: Wikipedia
MACACO TIÃO
“O Macaco Tião tornou-se uma celebridade no Brasil, quando em 1988 foi lançada sua candidatura à Prefeitura do Rio de Janeiro pela revista humorística Casseta Popular, com apoio do deputado Fernando Gabeira (PV), como forma de voto de protesto. O resultado foram 400 mil votos, o que colocaria Tião como o 3º mais bem-colocado nos resultados, caso sua candidatura fosse validada pelo Tribunal Regional Eleitoral. Tal fato colocou-o no Guinness World Records como o chimpanzé a receber mais votos no mundo.
Isso foi possível, pois na época ainda não se usava urna eletrônica, e então os votantes podiam escrever qualquer coisa na cédula de papel. Porém, a partir do pleito de 1996, a urna eletrônica passou a impedir que as pessoas votassem em Tião, pois ele não estava previamente cadastrado no sistema.” Fonte: Wikipedia
Ministro Carlos Mario da Silva Velloso
“Carlos Velloso define voto nulo como uma manifestação apolítica do eleitor, por não estar este de acordo com nenhuma das candidaturas postas até o momento, seja porque discorda da sistemática do processo eleitoral, seja porque não se agradou das candidaturas postas. Relativamente ao voto em branco, discorre que este se configura quando o eleitor prefere não se manifestar no pleito eleitoral, que não expressa nenhum tipo de repulsa ao sistema eleitoral ou aos candidatos. Assim, o voto em branco é a ausência de voto, a renúncia ao direito de preferência; o nulo, um voto positivo, pois representa uma manifestação da vontade eleitoral, condenatória no caso de protesto, mas sempre afirmativa.”
Roberto Átila Amaral Vieira
“Nessa mesma linha, de citar na íntegra as conclusões de Roberto Amaral:
[...] ausência de voto, renúncia ao direito de preferência, o voto nulo é, nesses termos, um voto positivo, no sentido em que, como o voto em um candidato ou em um partido, ele representa uma manifestação da vontade eleitoral. Condenatória, mas sempre vontade afirmativa. Pois é por seu intermédio que o cidadão expressa sua condenação às limitações do pleito. O voto em branco é de quem cala; o voto nulo é de quem fala, protestando. Daquele que, particularmente nas rodadas de segundo turno, não se vê contemplado pelas candidaturas em disputa. O voto nulo, aliás, interfere no resultado do pleito, porque pode anulá-lo, como vimos anteriormente. Mas o voto nulo também pode resultar de ausência de vontade, quando é o voto do erro, do que não soube votar corretamente. (grifou-se)”
Fonte: Rev. Estudos Legislativos, Porto Alegre, ano 7, n. 7, p. 61-93, 2013
Considerando a resistência à aprovação do Voto Impresso, tão demandado pela imensa maioria do eleitorado brasileiro, por parte do TSE, Senado Federal e Câmara dos Deputados, fato agravado por rumores de possíveis interferências externas em nossas eleições, a presente proposta é a única forma que encontramos para esclarecermos, de uma vez por todas, a polêmica em relação aos resultados apresentados pelas Urnas Eletrônicas.
A ideia parte do princípio que, se as urnas eletrônicas são realmente invioláveis e a insatisfação do eleitorado tem aumentado a cada eleição, algo de muito errado ocorre dentro dela. Então devemos proteger a parte mais importante do processo que é o nosso voto para PREFEITO, sacrificando o voto para vereador, obrigatoriamente. Mas, para que a conferência do voto para PREFEITO seja possível o voto para vereador, em qualquer Município, deve ser único e esse número deverá ser o 66666. Para PREFEITO, sigamos a recomendação do Presidente Jair Messias Bolsonaro CLICANDO no Site CANDIDATOS DO BOLSONARO. A falha, se houver e eu não tenho dúvida, aparecerá quando compararmos os dados do Boletim de Urna - BU com o respectivo Registro Digital do Voto – RDV.