Uma Gota no Oceano

Uma Gota no Oceano ONG de Comunicação Estratégica Socioambiental
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🔥 Ele é potente. Imprevisível. E tem o poder para mudar o rumo do planeta.💨 Apresentamos o Super M.: ele é o próprio met...
30/10/2025

🔥 Ele é potente. Imprevisível. E tem o poder para mudar o rumo do planeta.

💨 Apresentamos o Super M.: ele é o próprio metano, um gás até 80 vezes mais potente que o CO₂ nos primeiros 20 anos na atmosfera. Ele pode acelerar ou frear o aquecimento global.

🌍 Quando controlado, o metano é parte da solução: reduzir suas emissões é uma das formas mais rápidas e eficazes de desacelerar a crise climática. Mas, quando liberado em excesso — nas fazendas, aterros e indústrias — ele se torna um superpoluente capaz de aquecer o planeta em ritmo alarmante.

💪 Super M chega para nos lembrar que o verdadeiro poder está em escolher o lado certo dessa história — o lado da ciência, da justiça climática e das soluções que vêm dos territórios.

⚡️ Acompanhe essa nova jornada da Gota rumo à COP30 e nos ajude a puxar o freio de emergência climática: uma forma de transformar o metano de ameaça em força para o clima.

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29/10/2025

💧Reduzir o metano é uma das formas mais rápidas e eficazes de frear o aquecimento global.

🌾 No Brasil, quase metade dessas emissões vem do setor agropecuário, especialmente do rebanho bovino. O desafio é grande: como reduzir emissões sem comprometer a produtividade?

💭 No Seminário Freio de Emergência Climática, especialistas debateram sobre caminhos possíveis, como a recuperação de pastagens degradadas, a integração de sistemas produtivos e o investimento em inovação e manejo sustentável.

🌱 Mitigar o metano significa acelerar a resposta à crise climática e abrir espaço para uma transição justa e eficiente no campo.

📍Trecho do evento realizado no Museu do Amanhã, em 16 de outubro.

Assista ao Seminário completo no nosso youtube. Link na bio!

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29/10/2025

Em meio à crise climática global, experiências locais de restauração e cuidado com a natureza mostram que é possível reconstruir caminhos entre pessoas, territórios e biomas.

📺 No dia 27 de outubro, o Jornal Nacional exibiu uma reportagem da série sobre iniciativas de recuperação dos biomas brasileiros, produzida por Pedro Bassan e Lucas Cerejo.

O episódio começa pela Mata Atlântica, um dos biomas mais ameaçados do país, e destaca a história do povo Maxakali (Tikmũ’ũn), que vive no nordeste de Minas Gerais. Guardiões de saberes ancestrais, eles enfrentam os efeitos da degradação ambiental e atuam pela recuperação da floresta e pela proteção dos territórios indígenas.

A reportagem mostra como ações locais, conduzidas por comunidades tradicionais, podem inspirar soluções concretas para o maior desafio do nosso tempo: restabelecer o equilíbrio entre o clima e a vida. 🌎

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💧 A crise do clima não afeta todas as pessoas da mesma forma. Enquanto alguns países e setores são os que mais poluem, q...
28/10/2025

💧 A crise do clima não afeta todas as pessoas da mesma forma. Enquanto alguns países e setores são os que mais poluem, quem sente primeiro - e com mais força - as consequências são comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas e populações periféricas.

A justiça climática reconhece essa desigualdade e propõe que enfrentar a emergência climática também é enfrentar as injustiças sociais, raciais e econômicas que agravam o problema.

Isso significa buscar caminhos que garantam direitos, inclusão e respeito aos saberes tradicionais, construindo uma transição justa, onde ninguém fique para trás. 🌱

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27/10/2025

Estudos liderados pela coordenadora do Laboratório de Gases de Efeito Estufa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Luciana Gatti, mostram que o sudeste da Amazônia está mais seco, e a principal causa disso é a falta de árvores. São elas que com suas raízes puxam a água do subsolo e a liberam na atmosfera, alimentando o ciclo das chuvas que sustenta a vida.

📺 A reportagem de Sônia Bridi e Paulo Zero, exibida no Fantástico em 26/10, no terceiro episódio da série “Terra: Ainda Temos Tempo”, traz esse alerta urgente, mas também uma boa notícia.

🌎 Está sendo criado o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (Tropical Forests Forever Facility — TFFF, na sigla em inglês), administrado pelo Banco Mundial. O fundo busca recompensar financeiramente países que conservam suas florestas, canalizando recursos públicos, privados e filantrópicos para valorizar quem mantém a floresta em pé. A iniciativa poderá beneficiar mais de 70 países, incluindo o Brasil, e destinar parte dos investimentos a povos indígenas e comunidades locais, fundamentais para a proteção dos ecossistemas.

Proteger as árvores é garantir água, clima equilibrado e futuro.

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Muita gente vê a presença da lagartixa em casa como incômoda, mas na verdade ela pode ser uma aliada poderosa no control...
26/10/2025

Muita gente vê a presença da lagartixa em casa como incômoda, mas na verdade ela pode ser uma aliada poderosa no controle de insetos.

Esse réptil se alimenta de mosquitos, baratas, traças, aranhas e outros pequenos animais que incomodam ou podem transmitir doenças. A lagartixa não morde, não tem veneno e não representa grande risco à saúde humana.

Sua presença indica que sua casa tem um ambiente equilibrado e um microecossistema funcionando: há alimento, abrigo em frestas e fendas, e condições de temperatura e umidade favoráveis.

👉 Então antes de pensar em removê-la ou espantá-la por reflexo, que tal aceitar essa “moradora auxiliar”?

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Mesmo os lugares considerados “destinos livres de zumbidos” estão sendo afetados pelo aquecimento global. No mês de outu...
25/10/2025

Mesmo os lugares considerados “destinos livres de zumbidos” estão sendo afetados pelo aquecimento global. No mês de outubro de 2025, pela primeira vez na história, foram encontrados exemplares do mosquito Culiseta annulata no território da Islândia, país que até então era uma das poucas regiões no mundo sem população permanente desse tipo de inseto.

A Islândia está entre os locais que mais aquecem no planeta e esse aumento de temperatura, aliado à presença abundante de brejos, poças e zonas de água parada, tornou o ambiente repentinamente mais favorável à vida desses insetos.

Nem sempre os mosquitos encontrados são vetores de doenças, mas esse registro simbólico evidencia uma verdade urgente: os limites dos ecossistemas estão se alterando. Se até a Islândia, que sempre foi praticamente livre dessas pragas, registra mosquitos, o que dizer das áreas mais vulneráveis?

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24/10/2025

♻️ Brasil define metas obrigatórias para reciclagem de plásticos

📺 A reportagem do jornalista André Trigueiro, exibida no Jornal Nacional de 23/10, destacou o novo decreto do governo federal que estabelece metas nacionais para a coleta e reciclagem de embalagens plásticas descartáveis.

📦 Já em 2026, o país deverá reciclar 32% de todas as embalagens plásticas colocadas no mercado.
📈 Até 2040, a meta sobe para 50%.

O decreto também prevê o uso de 22% de plástico reciclado na produção de novos materiais já no próximo ano, chegando a 40% até 2040.

🇧🇷 O Brasil é o 8º maior poluidor de plásticos do mundo e o maior produtor da América Latina, com cerca de 500 milhões de itens colocados no mercado todos os anos.

🌍 A redução do descarte e da queima também ajuda a conter as emissões de metano, um gás de efeito estufa mais potente que o CO₂ e que acelera o aquecimento do planeta, mas tem potencial para ser um freio de emergência climática.

💬 As metas representam um avanço, mas o desafio para o país sede da Cop30 é garantir infraestrutura, fiscalização e responsabilidade.

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Foi bonito de ver. E mais ainda de viver 💧No Museu do Amanhã, realizamos o Seminário Freio de Emergência Climática. Um d...
24/10/2025

Foi bonito de ver. E mais ainda de viver 💧

No Museu do Amanhã, realizamos o Seminário Freio de Emergência Climática. Um dia inteiro de trocas potentes, escuta qualificada e construção coletiva. Gente do governo, da ciência, da comunicação, da sociedade civil e de autarquias reunida para falar de metano — um gás superpoluente que é até 80 vezes mais potente que o CO₂ no curto prazo.

A pauta era técnica, mas o encontro foi político, humano e urgente.

Falamos de agropecuária, energia, resíduos e articulação rumo à COP30.
E vimos que há caminhos reais para transformar ciência em ação.

Teve participação de lideranças como Ana Toni, Alice Amorim, Bernardo Ornelas, Caroline Urmeneta, Claudete Costa, David Tsai, Eduardo Rocha, Florencia Carreras, Graham Knight, Henrique Bezerra, Leonardo Gava, Maas Goote, Renata Potenza, Sidney Medeiros e Victor Argentino.

E teve também jornalistas que ajudam a traduzir complexidade em consciência: André Trigueiro, Marcelo Lins, Daniela Chiaretti e Fábio Couto.

Realizado pelo Global Methane Hub e pela Uma Gota no Oceano, com apoio da Editora Globo, Observatório do Clima e idg-Instituto de Desenvolvimento e Gestão, o seminário reafirma que frear o metano é acelerar a justiça climática.

E só com diálogo, ciência e cooperação a gente garante o futuro. Seguimos. 🌱

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💨 Promessas estão no papel, mas ação continua atrasadaHá quatro anos, mais de 100 países assumiram o compromisso de redu...
23/10/2025

💨 Promessas estão no papel, mas ação continua atrasada

Há quatro anos, mais de 100 países assumiram o compromisso de reduzir em 30% as emissões de metano até 2030, tomando como base os níveis de 2020.

Essas emissões, chamadas antropogênicas, vêm de atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, a agropecuária e os aterros sanitários.

📉 Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), as indústrias de petróleo, gás e carvão ainda liberam cerca de 120 milhões de toneladas métricas de metano por ano, o equivalente a um terço do total mundial.

📡 Programas da ONU que usam imagens de satélite já identificaram mais de 14 mil plumas (concentrações do gás) e enviaram milhares de alertas de poluição aos responsáveis. Mesmo assim, menos de 12% resultaram em ações concretas.

🌍 O metano (CH4) permanece menos tempo na atmosfera que o carbono (CO2), mas é 80 vezes mais potente em um período de 20 anos, sendo assim uma das formas mais rápidas e eficazes de frear a emergência climática.

💡 As soluções existem. É preciso urgência, compromisso real e transparência para transformar promessas em ação.

Fonte: Observatório Internacional de Emissões de Metano da ONU

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21/10/2025

👁️ O Brasil alcançou o ápice da contradição na área do meio ambiente e do clima

A apenas 20 dias da COP30, o Ibama autorizou a Petrobras a perfurar um poço exploratório na Foz do Amazonas, região ecologicamente sensível e essencial para a biodiversidade global. Decisões como essa agravam ainda mais a emergência climática: globalmente, cerca de 75% das emissões de gases de efeito estufa vêm da queima de combustíveis fósseis.

No programa Estúdio i, da Globonews, o jornalista André Trigueiro destacou que essa medida evidencia a incoerência entre o discurso ambiental do Brasil e suas práticas energéticas, colocando em risco os compromissos climáticos assumidos.

Na Pré-COP, a ministra Marina Silva apresentou a proposta de um roadmap para o phase-out do petróleo, ou seja, um plano de redução gradual e planejada da produção e consumo de petróleo, visando uma transição energética justa e sustentável. A autorização da Petrobras, porém, compromete esse objetivo, que já era desafiador, afetando a liderança climática do Brasil e sua credibilidade internacional.

Além dos impactos ambientais, estudos científicos indicam que os custos econômicos e sociais do aquecimento global e da degradação ambiental causados pela exploração de combustíveis fósseis superam em muito os lucros que essa exploração pode gerar.

📌 É urgente que o Brasil alinhe suas ações concretas aos compromissos climáticos, protegendo ecossistemas críticos e fortalecendo sua posição nas negociações internacionais.

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Endereço

Avenida Das Américas 1155, Sala 411
Rio De Janeiro, RJ
22640-100

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