Patrulha Xetá - 9º GE

Patrulha Xetá - 9º GE A tropa Araweté leva um nome indígena e não seria diferente com as patrulhas que a compõe.

A patrulha Xetá da tropa Sênior Araweté - 9º Grupo de Escoteiros Marechal Deodoro é uma patrulha mista, reaberta em 2016 tendo como atual monitor o sênior Julio Xavier e submonitor o sênior Davi Sampaio e conta com os elementos: Kaio Blauder, Rafael Felipe e Tatiane Pereira. Nossa patrulha foi batizada com um nome carregado de responsabilidade e tradições: Xetá é o nome de uma tribo indígena consi

derada extinta, originária do estado do Paraná. No passado, eram também chamados botocudos por conta do adorno labial utilizado pelos homens após o ritual de iniciação. Os xetá foram a última etnia do estado do Paraná a ter seus territórios expropriados. Na década de 1940, frentes de colonização devastaram a mata nativa para a plantação de café, massacrando-os drasticamente. No final dos anos 1960, notícias oficiais acusavam seu "extermínio", com vistas à regularização fundiária da região de Umuarama e Campo Mourão, território tradicional dos Xetá, vendido pelo Estado aos novos colonos sob a promessa de uma terra fértil. A tribo tinha seu próprio dialeto, a Língua Xetá que é uma ramificação do Tupi. Hoje em dia, aqueles com sua descendência tentam aprender e resgatá-la, já que por conta do massacre, não puderam aprender com proficiência.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ
21615-220

Horário de Funcionamento

14:00 - 18:00

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