26/02/2026
Ela era nossa aluna.
Foi vítima de feminicídio em 2024, assassinada dentro de casa pelo companheiro com quem mantinha união estável há 10 anos.
O réu foi condenado por homicídio duplamente qualificado — pela condição de s**o feminino e por motivo fútil — a 18 anos e 6 meses de prisão.
O jurídico do IDMEP acompanhou o julgamento em Angra dos Reis, reafirmando nosso compromisso com a responsabilização dos agressores e com a memória das vítimas.
Feminicídio é crime.
E não será naturalizado.