Open Society Brasil

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A Open Society Foundations Brasil busca promover a liberdade de expressão e os direitos humanos em uma sociedade com mais justiça, igualdade e governos responsáveis.

12/08/2026
12/08/2026

O presidente, Márcio Santilli, discorre sobre os julgamentos previstos para esta semana no STF e que podem ter grandes consequências socioambientais para o país

Garantir direitos vai além de aprovar leis. É preciso criar as condições para que elas sejam implementadas e façam difer...
11/08/2026

Garantir direitos vai além de aprovar leis. É preciso criar as condições para que elas sejam implementadas e façam diferença na vida das pessoas.

Quando mulheres enfrentam barreiras para acessar o trabalho, gerar renda e exercer sua autonomia econômica, toda a sociedade perde. Transformar esse cenário exige políticas públicas efetivas, mecanismos de fiscalização e investimentos capazes de fazer com que os direitos saiam do papel.

A distância entre a legislação e sua implementação continua limitando o acesso de milhões de mulheres ao trabalho, à renda e à independência financeira. Dados do relatório global “Mulheres, Negócios e Direito 2026”, do Banco Mundial, mostram que, embora as mulheres contem com cerca de 67% dos direitos legais garantidos aos homens, apenas 47% das estruturas necessárias para implementá-los estão em vigor.

Leia mais na reportagem da Alma Preta: https://osf.to/45gMJKC

Nesta sexta-feira (7/8), a Lei Maria da Penha completa 20 anos. A legislação brasileira foi considerada pela ONU, em 201...
06/08/2026

Nesta sexta-feira (7/8), a Lei Maria da Penha completa 20 anos. A legislação brasileira foi considerada pela ONU, em 2011, como uma das três melhores do mundo no combate e prevenção à violência doméstica. Apesar disso, 20 anos depois, os casos de meninas e mulheres vítimas de agressões ainda são um problema grave no Brasil. Em 2025, o país registrou 1.571 vítimas de feminicídio, o que representa um aumento de mais de 4% em relação ao ano anterior e o maior patamar da série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) iniciada em 2015. E isso acontece não por falta de leis, mas por falhas em sua implementação efetiva. Conhecer e divulgar a Lei Maria da Penha é a melhor forma de cumpri-la.

05/08/2026

Reconhecer e valorizar as culturas vivas da Amazônia é cultivar o Bem Viver, a autonomia das comunidades e fortalecer a proteção de seus territórios.

Navegar pelos rios da região é mais do que mover-se pelas águas. Na terceira edição do Barco Regatão, o Instituto Regatão Amazônia percorreu comunidades ribeirinhas do Tapajós promovendo oficinas, cineclube, exposição fotográfica, atividades voltadas às juventudes e um intercâmbio transformador entre gerações. O projeto celebra e reforça redes locais e amplia o acesso à cultura, promovendo modos de vida baseados no cuidado com as pessoas, os territórios e a floresta.

Apoiar a iniciativa do Instituto Regatão é dar voz a quem sabe cuidar do seu próprio chão. É fortalecer autonomias, valorizar conhecimentos nativos e reconhecer as comunidades como protagonistas na construção de soluções que nascem e deságuam no coração da Amazônia.

Aperte o play e navegue por esse universo inspirador!

O debate econômico precisa responder a uma pergunta essencial: quem está sendo considerado quando as políticas são formu...
30/07/2026

O debate econômico precisa responder a uma pergunta essencial: quem está sendo considerado quando as políticas são formuladas? Ampliar a diversidade nas conversas sobre política econômica e monetária no Brasil significa incorporar perspectivas de raça e gênero às análises e às decisões.

É dessa reflexão que parte o relatório "Mulheres Negras e Macroeconomia", lançado pelo Instituto No Front, que conta com o nosso apoio, como primeira edição dos Boletins Econômicos da organização. A publicação reúne análises que colocam as experiências das mulheres negras no centro do debate macroeconômico, mostrando que decisões sobre política fiscal, mercado de trabalho e desenvolvimento têm impactos diferentes sobre grupos sociais distintos.

No boletim, as mulheres negras não aparecem apenas como população impactada pelas decisões econômicas, mas também como autoras, pesquisadoras e formuladoras de análises sobre os rumos da economia.

Dar visibilidade a essas perspectivas é um passo importante para construir políticas públicas mais justas, capazes de enfrentar desigualdades estruturais de raça e gênero, ampliar oportunidades, rumo ao Bem Viver.

Leia mais: https://osf.to/4xbzqXN

Acesse o boletim completo: https://osf.to/4h6gq8m

Instituto lança boletim com perspectiva de economistas negras. Meta é incorporar gênero e raça aos dados econômicos

30/07/2026
30/07/2026

Nesta terça (27), Marielle Franco - mulher negra, favelada, LGBTQIA+, vereadora da cidade do Rio de Janeiro e defensora de direitos humanos - completaria 47 anos de idade. Essa alegria foi tirada devido à violência política.

O eco da luta de Marielle ainda ressoa em todas e todos nós. É dever, mas também vontade, seguir colocando em prática o sonho de um mundo que ainda pode ser muito mais do que é, honrando o seu legado de defesa pelos direitos humanos.

Marielle Franco. Hoje e sempre.

Nosso vice-presidente de Programas, Pedro Abramovay, comentou à Folha de S. Paulo sobre as repercussões políticas das de...
29/07/2026

Nosso vice-presidente de Programas, Pedro Abramovay, comentou à Folha de S. Paulo sobre as repercussões políticas das declarações de Javier Milei sobre as eleições no Brasil em evento no fim de semana. Como ele destaca: "A notícia é a interferência externa, não a visão econômica dele." Leia:

Governador da província de Buenos Aires, Axel Kicillof, diz ter acompanhado evento com 'vergolha alheia'

O debate sobre armas de fogo precisa ser guiado por evidências, não por discursos.Em artigo publicado no Jornal da USP, ...
28/07/2026

O debate sobre armas de fogo precisa ser guiado por evidências, não por discursos.

Em artigo publicado no Jornal da USP, os pesquisadores Renato Alves e Pedro Benetti, do Núcleo de Estudos da Violência da USP, analisam dados do Atlas da Violência 2026, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que apoiamos, e alertam que a ampliação do acesso a armas não tem produzido os efeitos prometidos pelo discurso armamentista. Pelo contrário: estudos apontam que cada aumento de 1% na circulação de armas de fogo está associado a um crescimento de 1,2% a 2% nos homicídios, sem reduzir os crimes de roubo.

Os pesquisadores também destacam que as armas de fogo seguem sendo o principal vetor da violência letal no Brasil. Em 2024, 29.870 pessoas foram mortas por armas de fogo, o equivalente a 70,1% dos homicídios registrados no país. Além disso, a maior circulação de armas está associada ao aumento dos riscos de violência doméstica, suicídios, acidentes e ao fortalecimento da atuação de grupos criminosos.

Para os autores, enfrentar a violência exige políticas públicas baseadas em evidências, capazes de combinar controle da circulação de armas com ações integradas de segurança pública, saúde, educação e assistência social, considerando as diferentes dinâmicas que produzem violência em cada território.

Leia mais no artigo do Jornal da USP:

Renato Alves e Pedro Benetti comentam dados do "Fórum Brasileiro de Segurança Pública", que atesta ainda que o aumento da circulação de armas não contribui para a diminuição de crimes

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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