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A Open Society Foundations Brasil busca promover a liberdade de expressão e os direitos humanos em uma sociedade com mais justiça, igualdade e governos responsáveis.

O salário mínimo não é apenas um número no contracheque. Ele influencia o poder de compra de milhões de trabalhadores e ...
15/10/2026

O salário mínimo não é apenas um número no contracheque. Ele influencia o poder de compra de milhões de trabalhadores e também o valor de aposentadorias e benefícios sociais, com impactos diretos nas condições de vida da população.

Em artigo publicado na Folha de S.Paulo, o economista Michael França, do Insper, analisa como diferentes políticas de reajuste do salário mínimo produzem efeitos sobre a renda, o consumo, as empresas e as contas públicas. Entre 2023 e 2026, o piso nacional acumulou ganho real de 11,8%. Já entre 2020 e 2022, os reajustes tiveram ganho real próximo de zero.

Pensar o Bem Viver também é refletir sobre como as decisões econômicas afetam o cotidiano das pessoas e contribuem para uma sociedade com mais dignidade e melhores condições de vida.

Leia o artigo completo de Michael França na Folha:

Petista gerou um aumento do poder de compra cerca de dez vezes maior que o registrado por Jair Bolsonaro

Entre janeiro de 2020 e junho de 2026, foram registrados 374 casos de violência política na Região Metropolitana do Rio ...
14/10/2026

Entre janeiro de 2020 e junho de 2026, foram registrados 374 casos de violência política na Região Metropolitana do Rio de Janeiro e na Baía da Ilha Grande — uma média de um caso a cada seis dias.

Em um ano eleitoral, compreender como a violência política e os discursos sobre segurança pública atravessam o debate político é fundamental para fortalecer as instituições democráticas e ampliar as possibilidades de participação.

Uma democracia forte depende da participação política livre de intimidação e violência, do acesso à informação e de um debate público comprometido com os direitos de todas as pessoas.

Com esse objetivo, o Observatório de Favelas realizou a pesquisa “Violência Política, Segurança Pública e Eleições: dados e discursos em um ano eleitoral”, em parceria com o Laboratório de Estudos sobre Política e Violência (DGP/IEAR/UFF) e o Laboratório de Análise da Violência (LAV-UERJ), com apoio da Open Society Foundations, da Fundação Heinrich Böll e da Medico International.

O estudo analisa os casos registrados e 1.109 publicações de 12 pré-candidatos às eleições de 2026, investigando como a violência, o crime e a segurança pública são abordados no debate eleitoral.

Saiba mais:

Pesquisa do Observatório de Favelas analisa a violência política no RJ e os discursos sobre violência, crime e segurança pública nas eleições de 2026.

14/10/2026
14/10/2026
Como a integridade do voto é protegida?Em ano eleitoral, informações falsas sobre as urnas eletrônicas podem gerar dúvid...
08/10/2026

Como a integridade do voto é protegida?

Em ano eleitoral, informações falsas sobre as urnas eletrônicas podem gerar dúvidas e enfraquecer a confiança no processo democrático. Por isso, entender como o sistema funciona é tão importante quanto verificar a informação antes de compartilhá-la.

Esses equipamentos não funcionam conectados à internet, ao Wi-Fi ou à rede de telefonia durante a votação. Além disso, os sistemas eleitorais passam por te**es, fiscalização, assinatura digital e lacração antes de serem utilizados.

Em 30 anos de uso das urnas eletrônicas no Brasil, não houve comprovação de fraude capaz de alterar resultados eleitorais produzidos pelo sistema. Em uma democracia, a confiança também se constrói com transparência, informação e possibilidade de fiscalização.

Saiba mais sobre os mitos e verdades das urnas eletrônicas no conteúdo do Inesc, que apoiamos:

Conheça as urnas eletrônicas e seus 30 anos no Brasil. Informe-se e combata a desinformação nas eleições de 2026.

08/10/2026
08/10/2026
Um ano depois de muitos anunciarem a “morte” do multilateralismo, ele parece estar renascendo.Em novo artigo publicado n...
06/10/2026

Um ano depois de muitos anunciarem a “morte” do multilateralismo, ele parece estar renascendo.

Em novo artigo publicado na Folha de S.Paulo

Folha de S.Paulo, Pedro Abramovay, vice-presidente de Programas da Open Society Foundations, analisa as mudanças na ordem internacional e o crescente apoio a uma cooperação baseada em direitos, equidade e justiça.

Para Pedro, os desafios globais — da inteligência artificial à desigualdade, passando pelas crises de segurança alimentar e climática — mostram que agir sozinho não é uma opção sustentável.

O futuro do multilateralismo, porém, dependerá de transformar compromissos em ações concretas e de construir novas formas de cooperação internacional.

Leia o artigo completo:

Isolado, Trump volta a exaltar primazia da força na Assembleia Geral da ONU, enquanto países organizam compromissos

02/10/2026

O que a transição energética tem a ver com o tempo que você tem para viver fora do trabalho? Muito mais do que parece.

Uma transição energética que também inclui o transporte público e a mobilidade urbana pode ajudar a reduzir o tempo que as pessoas passam no trânsito, especialmente com a ampliação de alternativas como os ônibus elétricos.
Transição energética e mobilidade urbana não são apenas agendas ambientais: também são pautas de tempo, trabalho e saúde. Um transporte público mais limpo e eficiente pode contribuir para diminuir o tempo gasto nos deslocamentos e, combinado a mudanças na jornada de trabalho, como o fim da escala 6x1, abrir espaço para períodos maiores de descanso, lazer e convivência.

É sobre enfrentar a pobreza de tempo e pensar em uma economia que considere o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas.
Durante sua participação no III Fórum de Finanças Climáticas e de Natureza, realizado em julho, nossa diretora de Prosperidade Econômica e Climática, a economista Laura Carvalho, abordou como a transição climática e a mobilidade urbana podem contribuir para enfrentar a pobreza de tempo.

O debate sobre as bets ganhou um novo capítulo no Brasil. Na última sexta-feira (25/9), o governo federal publicou uma m...
29/09/2026

O debate sobre as bets ganhou um novo capítulo no Brasil. Na última sexta-feira (25/9), o governo federal publicou uma medida provisória, com efeito imediato, que determina o encerramento das plataformas de apostas online no país. A decisão é uma resposta a uma forte demanda das famílias, liderada principalmente pelas mulheres.

O impacto econômico das bets não pode ser medido apenas pelos impostos gerados pelo setor. Hoje 67% da população feminina acredita que apostas online estão destruindo as famílias, revelou o estudo Mulheres & Bets, realizado pelo Estúdio Clarice em parceria com o instituto de pesquisa IDEIA e a Estratégia Latina,

Em artigo publicado na Folha de S. Paulo, Beatriz Della Costa e Mariana Ribeiro, do Clarice, e Sylvia Siqueira, gerente de Democracia para América Latina na Open Society Foundations, reforçam que os ganhos para as mulheres com o fim das bets são concretos: o dinheiro volta para casa, a saúde mental é restaurada, e a violência diminui.

Confira o artigo completo na Folha de S. Paulo:

O dinheiro volta para casa; mais da metade das brasileiras está endividada

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Rio De Janeiro, RJ

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