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O jornal O Globo comemorou seus 101 anos reunindo 101 personalidades brasileiras que trabalham para transformar o país e...
30/07/2026

O jornal O Globo comemorou seus 101 anos reunindo 101 personalidades brasileiras que trabalham para transformar o país e o mundo.

Cris Sultani, fundadora do Instituto Beja, foi uma das selecionadas na categoria Sociedade e Democracia.
O especial reconhece pessoas que já atuam sobre as questões que vão definir o próximo século.

À frente do Beja, a Cris desenvolve o que chama de filantropia oxigenada: colaborativa, sistêmica e apoiada em tecnologia, voltada ao fortalecimento da infraestrutura da filantropia no Brasil.

Ver o compromisso do Beja reconhecido na figura da Cris, ao lado de tantos nomes que admiramos, é motivo de orgulho para todos nós que caminhamos juntos por uma sociedade mais justa.

Em artigo publicado nesta terça-feira, na Folha de S.Paulo, Cris Sultani, presidente do Instituto Beja, compartilhou sua...
23/06/2026

Em artigo publicado nesta terça-feira, na Folha de S.Paulo, Cris Sultani, presidente do Instituto Beja, compartilhou sua experiência como única representante da filantropia brasileira na inauguração do , em Chicago.

Em seu texto, ela reafirma a convicção que orienta o trabalho do Beja: transformação real não nasce de gestos isolados nem de soluções rápidas, e sim de ecossistemas construídos e pessoas preparadas para manter a mudança viva ao longo do tempo.

Esta foi mais uma oportunidade de levar a visão de uma nação do Sul Global e e difundir internacionalmente o potencial do ecossistema filantrópico brasileiro, reafirmando o papel da colaboração para escalar impacto.
Leia a íntegra do artigo na Folha de S.Paulo:

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2026/06/obama-center-me-mostrou-que-a-mudanca-comeca-onde-pertencemos.shtml?utm_source=sharenativo&utm_medium=social&utm_campaign=sharenativo

Está no ar o Relatório Anual 2025 do Beja. O conteúdo está repleto de novidades para escutar, sentir e percorrer. Um doc...
25/05/2026

Está no ar o Relatório Anual 2025 do Beja.

O conteúdo está repleto de novidades para escutar, sentir e percorrer. Um documento vivo, feito de encontros.

Os destaques de nossa trajetória neste último ano estão refletidos nas palavras de nossa fundadora, Cristiane Sultani, e da equipe Beja, que falam sobre o caminho percorrido, marcado por acertos, mudanças de rota e aprendizados que orientarão os nossos próximos anos.

Com entrevistas, áudios, vídeos e poemas, convidamos você para uma experiência que vai além das páginas.

Acesse na íntegra: institutobeja.com/relatorio2025

30/03/2026
A jornada de Cris Sultani na filantropia e a fundação do Instituto Beja foram destacados mais uma vez na publicação anua...
26/01/2026

A jornada de Cris Sultani na filantropia e a fundação do Instituto Beja foram destacados mais uma vez na publicação anual do LGT Bank.
Na edição sobre o ano de 2025, Cris ressaltou como sua experiência em redes internacionais reforçou sua crença na filantropia oxigenada, em financiamentos colaborativos e estratégicos, utilizando o que chama de "capital catalítico" para alcançar resultados maiores. Cris destacou também planos futuros de investimento do Beja em projetos de impacto social que utilizem tecnologia e metodologias inovadoras.
Esta foi mais uma oportunidade de difundir internacionalmente o potencial do ecossistema filantrópico do Brasil e do Sul Global.

O Instituto Beja esteve em Davos pela terceira vez consecutiva, participando da programação paralela do World Economic F...
22/01/2026

O Instituto Beja esteve em Davos pela terceira vez consecutiva, participando da programação paralela do World Economic Forum — um espaço que reúne lideranças globais para discutir os grandes desafios do nosso tempo.

O que mais nos marcou foi um otimismo consciente diante da policrise: conflitos geopolíticos, fragilização das democracias, fluxos migratórios complexos e o avanço acelerado da inteligência artificial. Em meio a esse cenário, emergiu uma mensagem clara sobre a necessidade de reposicionar o humano no centro das decisões.

Entre os destaques, o anúncio de uma nova cidade inteligente na Índia, voltada a soluções inovadoras em água e qualidade do ar, mesmo localizada próxima à maior favela do mundo; o conceito de “polinteligência”, de Noubar Afeyan, propondo uma convivência mais inteligente entre máquinas, humanos e natureza; o encontro entre Yuval Harari, Yoshua Bengio, Yejin Choi e Max Tegmark sobre um futuro pró-humano; e o lançamento do documentário Becoming Nature Positive, com a participação de Ilona Szabó, nossa parceira do Instituto Igarapé.

Em uma edição marcada também pela presença de Donald Trump, ficou evidente o papel fundamental da filantropia e da sociedade civil na defesa da democracia e de uma transição responsável para o futuro.

Na Casa IPÊ, durante a COP 30, um debate fundamental sobre o futuro dos territórios e a justiça climática foi colocado e...
13/11/2025

Na Casa IPÊ, durante a COP 30, um debate fundamental sobre o futuro dos territórios e a justiça climática foi colocado em pauta: “Inteligência Artificial e Justiça Climática: Quem programa o futuro dos territórios?”. Com a mediação de Cássio Aoqui e a participação de especialistas como Georgia Nicolau, Gugo e Thiago Nascimento, o painel trouxe reflexões críticas sobre o avanço da IA em um cenário de profundas desigualdades.

Nossa fundadora, Cristiane Sultani, destacou a dualidade da Inteligência Artificial: ao mesmo tempo que pode amplificar soluções para os desafios atuais, também apresenta riscos imensos relacionados à segurança, à perpetuação de preconceitos e ao aprofundamento das desigualdades.

Cris ressaltou o paradoxo brasileiro: somos “heavy users” de tecnologia, mas carecemos de infraestrutura própria e de um sistema educacional que acompanhe a velocidade da transformação digital. A educação, segundo ela, virou uma “colcha de retalhos”, com ações fragmentadas que não resolvem o problema estrutural. A filantropia, nesse contexto, corre o risco de atrapalhar se não tiver uma visão sistêmica e colaborativa.

Um dos pontos altos de sua fala foi a provocação sobre a conectividade como um direito constitucional em um mundo dominado pela IA. Como garantir que a transição digital seja justa, comunitária e regenerativa se uma parcela significativa da população sequer tem acesso à internet?

A reflexão de Cris nos convida a uma discussão mais ampla e integrada. Não podemos falar de IA sem falar de educação, de letramento digital, de proteção de dados e, acima de tudo, de justiça social. É preciso construir uma aliança entre governo, setor privado e sociedade civil para garantir que a tecnologia seja uma ferramenta de empoderamento, e não de exclusão.

Na Casa IPÊ, durante a COP 30, um debate fundamental sobre o futuro dos territórios e a justiça climática foi colocado e...
13/11/2025

Na Casa IPÊ, durante a COP 30, um debate fundamental sobre o futuro dos territórios e a justiça climática foi colocado em pauta: “Inteligência Artificial e Justiça Climática: Quem programa o futuro dos territórios?”. Com a mediação de Cássio Aoqui e a participação de especialistas como Georgia Nicolau, Gugo e Thiago Nascimento, o painel trouxe reflexões críticas sobre o avanço da IA em um cenário de profundas desigualdades.

Nossa fundadora, Cristiane Sultani, destacou a dualidade da Inteligência Artificial: ao mesmo tempo que pode amplificar soluções para os desafios atuais, também apresenta riscos imensos relacionados à segurança, à perpetuação de preconceitos e ao aprofundamento das desigualdades.

Cris ressaltou o paradoxo brasileiro: somos “heavy users” de tecnologia, mas carecemos de infraestrutura própria e de um sistema educacional que acompanhe a velocidade da transformação digital. A educação, segundo ela, virou uma “colcha de retalhos”, com ações fragmentadas que não resolvem o problema estrutural. A filantropia, nesse contexto, corre o risco de atrapalhar se não tiver uma visão sistêmica e colaborativa.

Um dos pontos altos de sua fala foi a provocação sobre a conectividade como um direito constitucional em um mundo dominado pela IA. Como garantir que a transição digital seja justa, comunitária e regenerativa se uma parcela significativa da população sequer tem acesso à internet?

A reflexão de Cris nos convida a uma discussão mais ampla e integrada. Não podemos falar de IA sem falar de educação, de letramento digital, de proteção de dados e, acima de tudo, de justiça social. É preciso construir uma aliança entre governo, setor privado e sociedade civil para garantir que a tecnologia seja uma ferramenta de empoderamento, e não de exclusão.

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