Coletivo Feminista Gabriela Leite

Coletivo Feminista Gabriela Leite Coletivo de Mulheres na luta por direitos, equidade, redução da invisibilidade e integração de agendas.

🩸 19 de Junho — Dia Mundial de Conscientização da Anemia FalciformeA anemia falciforme é uma doença genética, hereditári...
20/06/2026

🩸 19 de Junho — Dia Mundial de Conscientização da Anemia Falciforme
A anemia falciforme é uma doença genética, hereditária e que afeta majoritariamente a população negra no Brasil, sendo também um importante marcador das desigualdades raciais no acesso à saúde.
Falar sobre anemia falciforme é falar sobre diagnóstico precoce, tratamento adequado, cuidado contínuo e combate ao racismo institucional nos serviços de saúde.
Ainda hoje, muitas pessoas convivem com dor, preconceito e dificuldades no acesso a atendimento especializado.
Defender a vida de pessoas com doença falciforme é fortalecer o SUS, ampliar políticas públicas e garantir cuidado digno e humanizado.
✊🏿 Saúde é direito. Viver com dignidade também.
Informação salva vidas.

O Coletivo Feminista de Luta Contra a AIDS Gabriela Leite participou, por meio de Maria Elias Silveira, Representante Na...
03/06/2026

O Coletivo Feminista de Luta Contra a AIDS Gabriela Leite participou, por meio de Maria Elias Silveira, Representante Nacional, e Thais Santos, Representante Estadual no Pará, da Oficina de Planejamento para Implementação das Diretrizes de Eliminação da AIDS e da Transmissão do HIV como Problema de Saúde Pública, realizada em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (SESPA), o Ministério da Saúde e representantes da sociedade civil.

A Oficina Estadual foi de suma importância, para a troca de troca de experiências, construção coletiva e articulação entre gestores, profissionais de saúde de diversos municípios e a sociedade civil, reafirmando o compromisso conjunto com a eliminação da AIDS e da transmissão do HIV.

A participação ativa da sociedade civil fortalece esse processo, garantindo que as estratégias e ações estejam alinhadas às realidades dos territórios e às necessidades das Pessoas Vivendo com HIV/AIDS (PVHA).

Durante o encontro, foram discutidas e construídas propostas, metas e diretrizes que irão orientar as ações nos 144 municípios do Estado do Pará e que serão encaminhadas para aprovação, contribuindo para o alcance da grande meta de eliminação da AIDS e da transmissão do HIV como problema de saúde pública.

A construção dessas diretrizes demonstra que a eliminação da AIDS e da transmissão do HIV exige o compromisso permanente de diferentes atores, o fortalecimento das políticas públicas e a participação social qualificada. Seguimos confiantes de que o trabalho coletivo e o diálogo entre gestão, serviços de saúde e sociedade civil são fundamentais para garantir respostas mais efetivas, equitativas e humanizadas em todos os territórios.

O Coletivo Feminista de Luta Contra a AIDS Gabriela Leite participou, na manhã da última sexta-feira (29/05), de uma reu...
03/06/2026

O Coletivo Feminista de Luta Contra a AIDS Gabriela Leite participou, na manhã da última sexta-feira (29/05), de uma reunião na Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (SESPA), juntamente com representantes da sociedade civil, com o objetivo de discutir e contribuir para a construção do evento "1º Diálogos com a Sociedade Civil: Discutindo Hepatites Virais no Estado do Pará".

O encontro representou um importante espaço de diálogo, escuta e articulação entre a sociedade civil e os serviços de saúde, fortalecendo a participação social na formulação de estratégias voltadas à prevenção, ao diagnóstico, ao tratamento e ao enfrentamento das hepatites virais no estado.

Enquanto representação estadual do Coletivo Feminista de Luta Contra a AIDS Gabriela Leite, participei desse momento reafirmando o compromisso da nossa organização com a defesa dos direitos humanos, a promoção da saúde e o fortalecimento das políticas públicas voltadas às populações mais vulnerabilizadas.

A Reunião bimestral da Rede de Comunidade  saudáveis teve a Ana Paula Castro, advogada e militante de direitos humanos, ...
03/06/2026

A Reunião bimestral da Rede de Comunidade saudáveis teve a Ana Paula Castro, advogada e militante de direitos humanos, palestrando sobre capacitismo e acessibilidade para pessoas com deficiência.

representou o Coletivo RJ

O Coletivo Feminista de Luta Contra a AIDS Gabriela Leite participou do III Simpósio Multidisciplinar HIV e Tuberculose,...
03/06/2026

O Coletivo Feminista de Luta Contra a AIDS Gabriela Leite participou do III Simpósio Multidisciplinar HIV e Tuberculose, promovido pela Liga Acadêmica Multidisciplinar de Infecções Sexualmente Transmissíveis (LAMIST), com o tema “Do Indetectável ao Inaceitável: Ciência e Direitos no Enfrentamento do HIV e da Tuberculose”. A participação ocorreu por meio de Thais Santos, Representante Estadual do Coletivo no Pará, no dia 28 de maio, na Universidade da Amazônia (UNAMA), localizada no município de Ananindeua, Pará.

Durante o momento de debate, a partir do questionamento de um participante sobre o atendimento às pessoas trans nos serviços de saúde e os desafios relacionados ao preconceito, ao estigma e à discriminação, eu Thais Santos compartilhei a experiência enquanto membra da Articulação Norte de Luta Contra a AIDS e representante do Coletivo Feminista de Luta Contra a AIDS Gabriela Leite.

Na ocasião, destacou a trajetória de Karen Diogo como importante referência na luta pelos direitos das pessoas trans e na defesa de um atendimento em saúde mais acolhedor, humanizado e livre de discriminação. Também indicou a cartilha elaborada por Karen Diogo como material de apoio para a qualificação dos profissionais de saúde no atendimento à população trans, reforçando a importância da educação permanente, do respeito à diversidade e da garantia dos direitos humanos nos serviços de saúde.

A participação no simpósio reafirma o compromisso do Coletivo Feminista de Luta Contra a AIDS Gabriela Leite com o enfrentamento do estigma e da discriminação, a defesa dos direitos das populações mais vulnerabilizadas e a construção de uma saúde pública mais inclusiva, equitativa e comprometida com a cidadania e a dignidade de todas as pessoas.

As integrantes do Coletivo Feminista de luta contra a Aids Gabriela Leite,  vem a público manifestar sua indignação pela...
03/06/2026

As integrantes do Coletivo Feminista de luta contra a Aids Gabriela Leite, vem a público manifestar sua indignação pela aprovação, no Senado, do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 3/2025, o “PDL da pedofilia”, que busca sustar a Resolução nº 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) referente às diretrizes para o atendimento humanizado e prioritário de meninas vítimas de estupro na rede de saúde.

A decisão do Senado foi tomada às pressas, votada em apenas dois minutos, sem registro nem transparência e ferindo direitos já garantidos por lei. Essa não é uma disputa ideológica nem política, trata-se de uma pauta sobre a vida, a proteção e a dignidade de meninas frente à violência sexual. O Brasil não pode retroceder!

A resolução do Conanda, alinhada às normas brasileiras e aos compromissos internacionais assumidos pelo Estado, tem como objetivo garantir a efetivação e o cumprimento de direitos já previstos em lei, assegurando que meninas em situação de violência sexual possam ter acesso ao ab**to legal e que recebam atendimento prioritário, digno, acolhedor, seguro e livre de discriminações, revitimizações ou obstáculos indevidos.

Quando o Atlas de Violência de 2026, publicado pelo Fórum de Segurança pública, aponta que 45% das vítimas de violência sexual estão na faixa etária de 10 a 14 anos, é um absurdo um projeto ser construído e aprovado com intuito de revogar a garantia de proteção dessas crianças e adolescentes.

Reiteramos que:

1. Meninas vítimas de estupro têm direito ao atendimento imediato, humanizado e integral na rede de saúde, incluindo informações claras, sigilosas e adequadas à idade, bem como acesso aos serviços previstos em lei, inclusive ao ab**to legal;

2. Qualquer tentativa de impedir ou restringir esse atendimento viola obrigações internacionais de direitos humanos, enfraquecendo políticas públicas essenciais e ampliando riscos à vida, à saúde física e mental e à dignidade das vítimas;

3. A sustação da resolução não fortalece a proteção de crianças e adolescentes — ao contrário, expõe a uma maior vulnerabilidade, dificultando o acesso à saúde e aumentando a revitimização institucional.

28 de Maio – Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna.Falar sobre...
28/05/2026

28 de Maio – Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna.

Falar sobre a saúde das mulheres é também falar sobre desigualdade, racismo estrutural, acesso aos direitos e justiça social.

No Brasil, mulheres negras seguem sendo as mais afetadas pela mortalidade materna, pela violência obstétrica, pela falta de acesso ao pré-natal de qualidade e pelo descaso histórico nas políticas públicas de saúde.

Defender a saúde das mulheres exige reconhecer que raça, classe, território e gênero impactam diretamente quem vive e quem morre.

Mulheres negras, periféricas, indígenas, quilombolas, mães solo e mulheres vivendo com HIV ainda enfrentam barreiras profundas para acessar cuidado digno, acolhimento e tratamento humanizado.

Neste 28 de Maio, reafirmamos a importância do fortalecimento do SUS, da ciência, das políticas públicas de cuidado integral e do combate ao racismo institucional nos serviços de saúde.

Também é fundamental falar sobre as mães vivendo com HIV. Com acesso à informação, tratamento adequado e acompanhamento contínuo, mulheres vivendo com HIV podem gestar com segurança, ter qualidade de vida e garantir que seus bebês nasçam sem o vírus. O preconceito e o estigma jamais podem ser maiores que o direito à maternidade, ao cuidado e à dignidade.

Lutar pela saúde das mulheres é lutar para que nenhuma mulher morra por falta de atendimento, por negligência, racismo ou discriminação.
✨ Pela vida das mulheres.
✨ Pela redução da mortalidade materna.
✨ Por uma saúde pública antirracista, humanizada e acessível para todas.

Coletivo Feminista de luta contra a Aids Gabriela Leite.

O Coletivo Feminista de Luta Contra AIDS Gabriela Leite esteve presente no Fórum de Mulheres na Saúde, realizado no dia ...
26/05/2026

O Coletivo Feminista de Luta Contra AIDS Gabriela Leite esteve presente no Fórum de Mulheres na Saúde, realizado no dia 25/05/2026, no Hotel Sagres, em Belém-PA, representado por Thais Santos, Representante Estadual do coletivo no Pará.

O Fórum teve como objetivo promover debates sobre saúde da mulher, violência de gênero, direitos se***is e reprodutivos, mortalidade materna, saúde mental, racismo na saúde, acesso ao SUS e políticas públicas para mulheres.

Durante o momento de formação dos grupos, foram discutidas questões relacionadas à privatização da saúde e aos desafios da regulação no território. Na ocasião, Thais Santos destacou o desmonte da política de HIV/AIDS no município de Belém/PA, denunciando o sucateamento do Centro de Referência Casa Dia, a precariedade da estrutura física do prédio e os impactos diretos dessa realidade na vida das mulheres.

A falta de estrutura adequada compromete o acesso aos serviços de saúde, dificulta ações de prevenção e afeta diretamente a adesão e a continuidade do tratamento das pessoas vivendo com HIV/AIDS. Além disso, reforçou-se a importância de fortalecer a política de HIV/AIDS dentro do território, garantindo políticas públicas eficazes, cuidado integral e acesso digno à saúde para todas as mulheres.

O Coletivo Feminista de Luta contra AIDS Gabriela Leite realizou hoje uma roda de conversa com adolescentes na EEEF Cruz...
19/05/2026

O Coletivo Feminista de Luta contra AIDS Gabriela Leite realizou hoje uma roda de conversa com adolescentes na EEEF Cruzeiro do Sul, na Ilha de Outeiro, em Belém do Pará, dialogando sobre saúde sexual, menstrual e reprodutiva, namoro, leis de proteção e juventude 💜

A atividade foi desenvolvida com adolescentes do Grupo Focal “Dignidade para as Minas”, dentro do Projeto Dignidade para a Infância, da Associação Beneficente O Pequeno Nazareno, contribuindo para o fortalecimento do conhecimento, do autocuidado, da saúde sexual e da garantia de direitos das adolescentes.
sants

💉 18 de Maio – Dia de Conscientização sobre a Necessidade de Vacina contra o HIV/AidsFalar sobre vacina contra o HIV é f...
18/05/2026

💉 18 de Maio – Dia de Conscientização sobre a Necessidade de Vacina contra o HIV/Aids

Falar sobre vacina contra o HIV é falar sobre esperança, ciência e compromisso com a vida.
Mesmo com os avanços no tratamento e na prevenção, milhões de pessoas ainda convivem com o HIV em todo o mundo, enfrentando desigualdades, preconceito e desafios no acesso à saúde.
A busca por uma vacina segura e eficaz representa um passo fundamental para o futuro:
✨ prevenir novas infecções,
✨ fortalecer a saúde pública,
✨ reduzir estigmas,
✨ salvar vidas.

Investir em ciência é investir em humanidade.
Precisamos ampliar o debate, apoiar as pesquisas e defender políticas públicas que garantam prevenção, cuidado e dignidade para todas as pessoas.

🔴 Informação salva vidas.
🔴 Ciência transforma realidades.
🔴 Vacina é esperança.

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Av. Pres. Vargas, 392
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