KIYO Brasil

KIYO Brasil Juntamente com seus parceiros a KIYO fortalece as habilidades técnicas e sociais de crianças e jovens.

Isso lhes permite provocar mudanças individuais e coletivas como cidadãos globais.

Falar sobre Serviço Social é reconhecer a importância de uma atuação técnica, ética e comprometida com a garantia de dir...
15/05/2026

Falar sobre Serviço Social é reconhecer a importância de uma atuação técnica, ética e comprometida com a garantia de direitos e a transformação da realidade social.

A presença de assistentes sociais em projetos, organizações e políticas públicas é fundamental para mediar desafios e vulnerabilidades que atravessam os territórios e a vida cotidiana da população. É esse trabalho que fortalece o acesso a direitos, promove escuta qualificada, constrói encaminhamentos adequados e contribui para a articulação de redes de proteção e cuidado.

Mais do que atender demandas imediatas, o Serviço Social atua na leitura crítica da realidade, na construção de estratégias coletivas e no fortalecimento da participação social. Por isso, toda organização que trabalha com pessoas, comunidades e direitos deveria reconhecer a importância dessa atuação em suas equipes e processos.

Ainda assim, a profissão segue sendo muitas vezes invisibilizada, precarizada ou reduzida a uma ideia romantizada de “vocação” e ajuda. Mas o Serviço Social é uma profissão regulamentada, construída a partir de conhecimento técnico, produção científica, compromisso ético-político e intervenção qualificada diante das expressões da questão social.

Nosso respeito e reconhecimento a todas/os assistentes sociais que seguem na linha de frente da defesa dos direitos humanos, construindo caminhos possíveis mesmo diante de tantos desafios. ✨

As organizações da sociedade civil, projetos sociais e iniciativas comunitárias são sustentados, em grande parte, pelo t...
14/05/2026

As organizações da sociedade civil, projetos sociais e iniciativas comunitárias são sustentados, em grande parte, pelo trabalho das mulheres. São elas que estão na linha de frente do cuidado, da mobilização, da escuta, da articulação de redes e da construção cotidiana dos territórios.

Ainda assim, a presença feminina nem sempre se reflete de forma proporcional nos espaços de decisão e liderança institucional. Mesmo em organizações comprometidas com direitos humanos e justiça social, as desigualdades de gênero seguem atravessando estruturas, oportunidades e relações de poder.

Uma pesquisa da ABONG, mostrou que mulheres ocupam 52% dos cargos de liderança entre organizações associadas, enquanto outros grupos historicamente sub-representados seguem com baixa participação nesses espaços — pessoas negras representam apenas 24% das lideranças identificadas na pesquisa.

Os dados revelam avanços importantes, mas também reforçam que presença não significa, necessariamente, equidade. Muitas mulheres seguem acumulando funções, enfrentando jornadas exaustivas, desigualdade salarial, pouca valorização institucional e dificuldades de acesso aos espaços de tomada de decisão — especialmente mulheres negras, periféricas e mães.

Por isso, discutir políticas de gênero e diversidade dentro das organizações não pode ser tratado como algo secundário ou apenas simbólico. É preciso construir ambientes mais justos, seguros e coerentes!

Falar sobre equidade também é discutir:

- divisão de poder;
- condições dignas de trabalho;
- acesso à liderança;
- cuidado com a saúde mental;
- combate às violências institucionais;
- e reconhecimento técnico e político das mulheres que sustentam grande parte do trabalho social realizado no país.

Não existe transformação social consistente sem enfrentar as desigualdades que também atravessam nossas próprias estruturas organizacionais.

13 de maio deve ser um momento de olhar para o futuro e fortalecer estratégias coletivas de transformação. Construir pon...
13/05/2026

13 de maio deve ser um momento de olhar para o futuro e fortalecer estratégias coletivas de transformação. Construir pontes, ampliar diálogos e assumir responsabilidades compartilhadas é parte fundamental do enfrentamento às desigualdades que atravessam a sociedade brasileira até hoje.

Mais do que lembrar o fim formal da escravidão no Brasil, a data nos convida a refletir sobre as permanências de um sistema que deixou marcas profundas e estruturais.

A população negra ainda enfrenta os desdobramentos do período escravagista em diferentes dimensões da vida social. O racismo se reinventa, se atualiza e permanece operando, mesmo diante de legislações e políticas voltadas ao seu enfrentamento.

Não podemos esquecer a história — nem ignorar séculos de exploração, violência e exclusão. Falar sobre abolição é reconhecer que a liberdade não foi acompanhada de reparação, acesso à terra, educação, trabalho digno ou garantia plena de direitos para a população negra.

Hoje, os impactos desse processo seguem visíveis: pessoas negras ainda são maioria entre as populações em situação de pobreza, vítimas da violência letal e em condições mais precárias de acesso a direitos básicos. Segundo o IBGE, pessoas pretas e pardas continuam recebendo salários menores e enfrentando maiores índices de desemprego no Brasil.

Por isso, não se trata apenas de reconhecer o sofrimento do passado, mas de se responsabilizar pelos impactos que ele produz no presente.

Uma postura antirracista exige ação contínua, compromisso político e construção coletiva. É no fortalecimento das redes, da memória, da participação social e da defesa de direitos que seguimos criando caminhos possíveis para transformar essa realidade.

Representatividade importa!Há quase 20 anos, esse é um compromisso que orienta nossa atuação: construir caminhos mais ju...
07/05/2026

Representatividade importa!
Há quase 20 anos, esse é um compromisso que orienta nossa atuação: construir caminhos mais justos a partir do olhar de quem vive os desafios no cotidiano.

Garantir a participação social de jovens, mulheres, pessoas negras e LGBTQIA+ como protagonistas na construção de respostas coletivas não é apenas um princípio — é uma estratégia essencial na luta por direitos.

Fortalecemos espaços de escuta, troca e acolhimento, onde diferentes experiências se encontram e produzem saberes coletivos. É nesse processo que nascem práticas mais conectadas com a realidade dos territórios, capazes de gerar transformações consistentes e comprometidas.

Seguimos acreditando que não há impacto social sustentável sem participação ativa, diversidade e construção coletiva. 💚

Hoje tivemos o prazer de acompanhar a visita da nossa parceira Wings of Support a  , que desenvolve um trabalho incrível...
07/05/2026

Hoje tivemos o prazer de acompanhar a visita da nossa parceira Wings of Support a , que desenvolve um trabalho incrível no acolhimento a crianças na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Construir pontes entre quem apoia e quem faz a diferença nos territórios é fundamental para fortalecer iniciativas potentes e impactos positivos de longo prazo!

Conheçam o trabalho da Casa da Joel!

Estamos encerrando o programa “Empowering Youth Together in Brazil”.A iniciativa contou com o apoio da KIYO Bélgica e da...
06/05/2026

Estamos encerrando o programa “Empowering Youth Together in Brazil”.

A iniciativa contou com o apoio da KIYO Bélgica e da DGD (Direção-Geral de Cooperação para o Desenvolvimento).

O programa de cooperação internacional foi implementado simultaneamente no Brasil, República Democrática do Congo, Burundi, Filipinas e Bélgica, com o objetivo de fortalecer jovens ao redor do mundo, promovendo ambientes de aprendizagem seguros e inclusivos.

No Brasil, atuamos junto a três organizações parceiras, que desenvolveram ações locais nas áreas de incidência política, educação e empregabilidade. Mais do que apoio financeiro, essas organizações participaram de um processo estruturado e aprofundado de desenvolvimento institucional, com foco na ampliação de seu impacto nos territórios e na sua sustentabilidade.

O programa chega ao fim junto com o encerramento das atividades internacionais da KIYO Bélgica. Ainda assim, seus impactos e desdobramentos permanecem como legado no Brasil, fortalecendo a juventude por meio da KIYO Brasil. Com resultados expressivos, a iniciativa beneficiou diretamente jovens, coletivos e iniciativas culturais juvenis, escolas e espaços de participação e controle social (como conselhos e fóruns de políticas públicas). Além disso, contribuiu para a sensibilização do setor privado e para a articulação e intercâmbio entre diversas organizações da sociedade civil.

Agradecemos à KIYO Bélgica e à DGD pelo apoio ao longo dessa jornada — e reforçamos que continuaremos atuando no Brasil por meio da KIYO Brasil, mantendo vivo esse legado e seguindo no fortalecimento da juventude e das organizações.

Apoio financeiro é fundamental — mas não é suficiente.Para que organizações se desenvolvam de forma sustentável, é preci...
16/04/2026

Apoio financeiro é fundamental — mas não é suficiente.

Para que organizações se desenvolvam de forma sustentável, é preciso também suporte institucional, presença e acompanhamento ao longo do caminho.

Não basta cobrar relatórios e indicadores.
É preciso garantir espaços de avaliação, reflexão e aprimoramento como parte dos próprios resultados de um projeto.

Não existe impacto sustentável sem aprendizado contínuo.

Apoiar com responsabilidade é apostar em processos consistentes, capazes de gerar transformações duradouras.

Talentos são universais. Oportunidades, não.Ao longo de mais de 20 anos, atuamos com a convicção de que, quando existem ...
14/04/2026

Talentos são universais. Oportunidades, não.

Ao longo de mais de 20 anos, atuamos com a convicção de que, quando existem oportunidades e ambientes seguros de aprendizagem e desenvolvimento, as pessoas podem transformar não apenas suas próprias realidades, mas também suas comunidades — e o mundo.

No eixo de empregabilidade, entendemos que condições dignas de trabalho e de manutenção da vida são centrais para a garantia de direitos.

Por isso, apoiamos a construção de espaços de aprendizagem que desenvolvem habilidades técnicas, mas também habilidades de vida — como empatia, respeito à diversidade, práticas sustentáveis e o senso de pertencimento e responsabilidade coletiva, a partir da perspectiva da cidadania global.

Promover oportunidades dignas e sustentáveis é construir pontes para um futuro mais justo.

No cotidiano das organizações sociais, o tempo é atravessado por urgências:demandas do território, atendimento direto, p...
09/04/2026

No cotidiano das organizações sociais, o tempo é atravessado por urgências:
demandas do território, atendimento direto, processos de gestão e articulações institucionais.

Em meio a isso, criar espaços de troca não é simples — mas é essencial.

A partir do nosso trabalho de desenvolvimento mútuo de capacidades, acumulamos uma trajetória consistente na promoção de intercâmbios entre organizações.

São nesses encontros que experiências circulam, horizontes se ampliam e soluções ganham novas formas.

Trocar é também fortalecer: projetos, pessoas e saberes.

E é assim que qualificamos práticas e sustentamos impactos no tempo.

Falar de saúde é falar de direitos.E de desigualdades que ainda estruturam quem vive e quem morre no Brasil.Mais de 70% ...
07/04/2026

Falar de saúde é falar de direitos.
E de desigualdades que ainda estruturam quem vive e quem morre no Brasil.

Mais de 70% da população depende do Sistema Único de Saúde para acessar cuidados básicos, mas a saúde não começa no hospital ou no posto de saúde:
começa no território, nas condições de vida e nas redes de cuidado.

• jovens negros são cerca de 75% das vítimas de homicídio
• pessoas negras enfrentam piores condições de acesso e qualidade no atendimento
• a violência contra as mulheres atravessa a saúde de vítimas diretas, mas também de familiares e de toda a sociedade
• a população LGBT+ encontra dificuldades não apenas no acesso, mas também no acolhimento e na adoção de condutas de cuidado adequadas e dignas...

Por isso fortalecer organizações e comunidades também é promover saúde: quanto mais avançamos na luta por direitos e na construção de redes de cuidado e proteção, mais avançamos na construção de políticas de saúde para todas as pessoas!

26/02/2026

Participamos do Seminário “Cuidando do Cuidador” realizado pela nossa organização parceira .amar_ , facilitando processos de escuta, reflexão e sistematização de boas práticas na gestão de recursos humanos.
Pensar impacto social precisa caminhar junto com o compromisso inegociável de cuidar de quem está na ponta desenvolvendo as atividades.
Nossa metodologia de Desenvolvimento Mútuo de Capacidades aborda não apenas processos de gestão documental e financeira, mas também a criação de fluxos de proteção e cuidado com quem promove direitos e torna os projetos reais.

Não tem como promover direitos humanos sem garantir os direitos de trabalhadores e trabalhadoras das organizações. Esse é um desafio constante e urgente para a maioria das ONGs e um diálogo necessário com apoiadores e toda a sociedade!

Endereço

Avenida Rio Branco, 257
Rio De Janeiro, RJ
20040-009

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