LGBT+Movimento

LGBT+Movimento Atuamos em três eixos principais: Atenção às Pessoas; Sensibilização Social e Incidência Política e; Pesquisa.

Trabalhamos no apoio direto, integração e criação de redes de afeto para migrantes e refugiades LGBTTQIA+ fortalecendo potencialidades e autonomia e atuando na incidência e sensibilização da sociedade. Somos uma organização de base comunitária formada por mulheres LBTT+ migrantes e não migrantes que desde 2017 trabalha com proteção e integração e criação de redes de afeto, para migrantes e refugiades LGBTTQIA+ no Rio.

No dia 04 de maio participamos do I Encontro Estadual de Homens Trans e Transmasculinos do Rio de Janeiro.Nosso analista...
20/05/2026

No dia 04 de maio participamos do I Encontro Estadual de Homens Trans e Transmasculinos do Rio de Janeiro.

Nosso analista de assistência, Yuri Cantizano, e nosso coordenador de comunidade, Fran Areie, fizeram parte desse importante momento organizado pelo Grupo Diversidade Niterói.

O encontro reuniu transmasculinos de diferentes regiões do estado do Rio de Janeiro, mas também pessoas vindas de outras partes do Brasil e de países da América Latina, fortalecendo trocas, redes e articulações entre nossas comunidades. 🏳️‍⚧️

Ao longo do encontro, debatemos temas fundamentais como acesso à cultura, lazer, saúde e as diferentes interseccionalidades que atravessam nossas experiências enquanto pessoas transmasculinas.

Acreditamos que ocupar espaços como este é essencial para enfrentar o histórico apagamento das transmasculinidades. Nossa presença também fortalece a visibilidade de pessoas transmasculinas migrantes e refugiadas, que ainda têm seus direitos constantemente negados, incluindo o acesso à retificação civil.

Seguiremos participando de espaços de articulação e incidência política, fortalecendo redes e defendendo os direitos de pessoas trans migrantes e refugiadas. ✨

Link de inscrição nos stories.
15/05/2026

Link de inscrição nos stories.

Na última sexta-feira (08/05), a LGBT+Movimento esteve presente no seminário “Drogas e População LGBTQIAPN+: nas encruzi...
14/05/2026

Na última sexta-feira (08/05), a LGBT+Movimento esteve presente no seminário “Drogas e População LGBTQIAPN+: nas encruzilhadas das políticas públicas”, realizado na Câmara Municipal do Rio de Janeiro e organizado pela e pela mandata da vereadora

Desde o início, participamos da articulação e construção coletiva desse espaço, que reuniu movimentos sociais, pesquisadoras/es, trabalhadoras/es, pessoas LGBTTQIA+ que fazem ou já fizeram uso de dr**as e organizações para pensar políticas públicas a partir das experiências e realidades concretas dessa população.

Nosso coordenador da área de comunidade, Fran Areie, participou da mesa *“Redução de danos, movimento LGBTQIAPN+, processos históricos, conquistas e desafios no acesso às políticas públicas”*, trazendo reflexões sobre migração, deslocamento e redução de danos a partir da sua experiência pessoal e como coordenador da área de comunidade da LGBT+Movimento.

Quando falamos de redução de danos na migração, estamos falando também de reconstrução de redes. Porque migrar é perder referências, vínculos e acessos — e sobreviver nesse intervalo também precisa ser entendido como uma questão de cuidado coletivo.

Na fala, também compartilhamos como entendemos a redução de danos para além de uma política restrita ao uso de substâncias: como prática de cuidado, fortalecimento comunitário, construção de vínculos e garantia de acesso a direitos.

Para pessoas migrantes e refugiadas LGBTTQIA+, reconstruir redes significa também reconstruir possibilidades de existência, pertencimento e proteção.

Além do Fran, outras pessoas da equipe e pessoas participantes da LGBT+Movimento também estiveram presentes no seminário, fortalecendo esse diálogo coletivo tão necessário.

🎧 Escuchas por AquiEste mês indicamos o episódio “Cartões Postais do Fim do Mundo”, do podcast Rádio Novelo Apresenta.O ...
11/05/2026

🎧 Escuchas por Aqui

Este mês indicamos o episódio “Cartões Postais do Fim do Mundo”, do podcast Rádio Novelo Apresenta.

O episódio documenta o Dárien — a selva entre a Colômbia e o Panamá que se tornou uma das rotas migratórias mais perigosas do planeta. Só em 2023, meio milhão de pessoas a atravessaram. 130 mil eram crianças. Muitas partem da Venezuela, do Haiti, e de outros países da América Latina e do Caribe, enfrentando dias de caminhada sem comida, sem água limpa, expostas a violências de todo tipo — e, para muitas famílias, sem chegar do outro lado.

A repórter Carol Pires coordenou uma expedição com fotojornalistas e uma jornalista colombo-americana para registrar essa travessia por dentro. O episódio traz relatos diretos de quem está ali: mães com filhos pequenos, pessoas que perderam tudo pelo caminho, corpos encontrados na mata. É um conteúdo que toca fundo — e pedimos que cada pessoa avalie seu momento antes de ouvir, porque pode mobilizar memórias e emoções intensas.

Indicamos esse episódio porque ele nos ajuda a entender, com profundidade e rigor, o que está por trás dos números da migração. E também porque nos convida a questionar uma narrativa comum: a de que quem atravessa o Darién faz isso “por escolha”. Sim, muitas dessas pessoas não fogem de uma perseguição direta — estão em busca de melhores condições de vida, de trabalho, de futuro para si e para suas famílias. Mas o que esse episódio mostra, com clareza, é o quanto de forçado existe dentro do que é chamado de voluntário. Quando a única saída disponível passa por uma selva como o Darién, isso já nos diz muito sobre as condições que essas pessoas deixaram para trás.

Sexta-feira é dia de ocupar a Câmara! ✊🏽🌈Acontece o seminário “Drogas e população LGBTQIAPN+: nas encruzilhadas das polí...
06/05/2026

Sexta-feira é dia de ocupar a Câmara! ✊🏽🌈

Acontece o seminário “Drogas e população LGBTQIAPN+: nas encruzilhadas das políticas públicas”, uma realização da em parceria com a vereadora e organizações da sociedade civil.

🗓 Sexta-feira
⏰ Das 10h às 18h
📍 Câmara Municipal (Cinelândia)

A proposta é tensionar o debate sobre dr**as para além da lógica da punição, apostando em caminhos que coloquem a vida no centro — com escuta, acolhimento e construção coletiva.

Ao longo do dia, vamos atravessar temas como:
• redução de danos
• impactos das comunidades terapêuticas
• violência institucional e segurança pública

Tudo isso com diferentes vozes: movimentos sociais, profissionais, usuáries de serviços e instituições públicas.

A LGBT+Movimento acredita que as vivências de pessoas migrantes e refugiadas LGBTQIAPN+ são fundamentais para pensar práticas de cuidado no uso de dr**as, incluindo assistência e saúde como questões transversais.

Discutir sobre migração é falar de ruptura de vínculos, de barreiras de acesso e de camadas extras de vulnerabilização — especialmente quando se trata de redes de apoio e acesso a direitos e informação.

Por isso, fortalecer conexões, produzir cuidado e garantir dignidade também faz parte dessa conversa.

💫 Seguimos somando na construção desse espaço, apostando na troca, na escuta e na força coletiva para abrir novos caminhos.

O 1º de Maio está chegando.Mas antes de falar sobre trabalho digno, é preciso olhar para a realidade.Pessoas LGBTTQIA+ m...
27/04/2026

O 1º de Maio está chegando.

Mas antes de falar sobre trabalho digno, é preciso olhar para a realidade.

Pessoas LGBTTQIA+ migrantes e refugiadas enfrentam discriminação, exclusão e violência no mercado de trabalho. Já parou pra pensar? Isso significa:

– menos oportunidades
– mais exploração
– mais barreiras
– mais medo

Há quem precise esconder quem é para conseguir um emprego.
Há quem aceite qualquer condição para não perder o trabalho.

Esses não são casos isolados.
É uma estrutura.

Mas, ainda assim, as pessoas seguem trabalhando, criando caminhos e sustentando redes. Também continuam trazendo saberes, experiências e formas de existir que transformam os espaços por onde passam.

A LGBT+Movimento esteve presente no encontro da Comunidade de Aprendizagem da , um espaço de formação contínua que apost...
22/04/2026

A LGBT+Movimento esteve presente no encontro da Comunidade de Aprendizagem da , um espaço de formação contínua que aposta na troca, na escuta e na construção coletiva como ferramentas fundamentais para fortalecer a atuação no terceiro setor.

O encontro trouxe como tema central os desafios, limites e estratégias de cuidado no trabalho com refúgio e migração — um campo atravessado por dificuldades estruturais e também por potências construídas em rede. A atividade fomentou o compartilhamento de experiências reais, dilemas éticos e aprendizados do cotidiano das organizações.

Durante a conversa, refletimos sobre:
🔸 Os limites enfrentados por organizações do terceiro setor, especialmente diante da sobrecarga das equipes, da escassez de recursos e dos contextos nacional e internacional atuais;
🔸 Os desafios de garantir um atendimento digno, sensível e interseccional às pessoas refugiadas e migrantes;
🔸 A necessidade de fortalecer redes de apoio e articulação entre organizações, reconhecendo que a atuação coletiva amplia impactos e possibilidades.

Com mediação de Pedro Ernesto, estiveram presentes nesse momento de troca:
🏳️‍🌈 LGBT+Movimento, com Rica Prata
🌎 Mawon, com Robert Montinard
🇻🇪 Venezuela Global, com William Clavijo
🤝 Abraço Cultural, com Gustavo Martínez

Acreditamos que é no encontro entre diferentes trajetórias, saberes e práticas que construímos respostas mais humanas e comprometidas com a transformação social.

Seguimos em rede 💜

20/04/2026

Nosso último encontro comunitário da LGBT+Movimento 🫰🏽

No dia 13 de março, realizamos nosso último encontro comunitário em um contexto difícil para a organização, com redução de recursos e várias pessoas enfrentando questões de saúde, emocionais e financeiras.

A programação incluiu uma oficina de teatro das pessoas oprimidas, utilizada como ferramenta para facilitar a escuta e a troca, seguida de uma roda de conversa. Nesse espaço, foram compartilhadas as situações atuais da ONG, incluindo cortes, limitações de funcionamento até maio e a busca por novos financiamentos.

Também discutimos propostas de mobilização, como a gravação de um vídeo coletivo sobre o significado da LGBT+Movimento na vida das pessoas participantes, além de ideias para arrecadação de recursos.

Encerramos com um lanche coletivo, celebrando nossa resistência!

Seguimos mantendo os encontros comunitários como espaço de organização e apoio.

Se a migração precisa estar no debate eleitoral, é porque existe uma contradição que não pode ser ignorada: enquanto pes...
17/04/2026

Se a migração precisa estar no debate eleitoral, é porque existe uma contradição que não pode ser ignorada: enquanto pessoas migrantes sustentam e movimentam o país, suas contribuições seguem invisibilizadas nas decisões políticas.

No Brasil, migrantes estão inseridos em diferentes setores, do trabalho formal ao informal, do empreendedorismo às redes comunitárias que garantem apoio onde o Estado não chega. São pessoas que geram renda, ocupam funções essenciais, criam soluções e fortalecem a vida econômica,política e social das cidades.

Ainda assim, essa presença raramente é reconhecida como parte do desenvolvimento do país. Pelo contrário, muitas vezes é atravessada por discursos que associam migração a problema, custo ou ameaça, são narrativas que desconsideram a realidade e reforçam exclusões.

Essa invisibilização não é neutra. Quando as contribuições das pessoas migrantes não são reconhecidas, suas demandas também deixam de ser prioridade. E isso se reflete na ausência de políticas públicas estruturadas e continuas que garantam direitos, proteção e acesso a oportunidades.

Em um ano eleitoral, isso precisa ser questionado: quem se beneficia quando o papel das pessoas migrantes é apagado do debate público? E quais projetos políticos estão dispostos a reconhecer, de fato, que migrantes não apenas vivem no Brasil, pessoas migrantes ajudam a construí-lo todos os dias.

Trazer essa discussão à tona é reafirmar que não existe futuro possível sem inclusão, reconhecimento e direitos.

👉 Quem constrói o país também precisa ser reconhecido nas decisões sobre ele.

Por muito tempo, pessoas dissidentes e pessoas migrantes não tiveram o direito de contar suas próprias histórias. Fomos ...
15/04/2026

Por muito tempo, pessoas dissidentes e pessoas migrantes não tiveram o direito de contar suas próprias histórias. Fomos marginalizades e exotizades, principalmente por instituições científicas e acadêmicas que tentaram conceitualizar nossas vidas.

Como um exercício de reivindicação frente a essa violência extrativista, iniciamos um projeto que já conta com três edições, no qual nos encontramos para arquivar nossas memórias — contadas e celebradas por nós e para nós 🔥

A semente foi plantada pelo Arquivo , quando recebemos o convite para realizar a primeira edição: uma roda de conversa que reuniu pessoas trans de diferentes territórios da América Latina, momento em que, pela primeira vez, aceitamos o desafio de escrever sobre nossas trajetórias migratórias.

Seguimos com essa iniciativa em 2025 e 2026, ampliando nosso arquivo com palavras e sentires de pessoas transfronteiriças. Consideramos que chegou o momento de compartilhar algumas dessas memórias, a fim de continuar atravessando fronteiras e alcançando novos territórios.

Convidamos vocês a acompanhar nosso conteúdo, onde iremos compartilhar alguns dos relatos coletados nos últimos três anos. E convidamos especialmente a perceber, com curiosidade: o que acontece com você quando uma memória migrante e dissidente se encontra com a sua experiência? 🏳️‍⚧️🏳️‍🌈🌎

🎧 Escuchas por aquiNossa indicação de hoje é o podcast Prato Cheio, do O Joio e o Trigo.Neste episódio, “Migrantes na ro...
13/04/2026

🎧 Escuchas por aqui

Nossa indicação de hoje é o podcast Prato Cheio, do O Joio e o Trigo.

Neste episódio, “Migrantes na rota da carne”, a reportagem investiga o papel central de pessoas migrantes na indústria de frigoríficos no Brasil — um setor que depende de uma força de trabalho numerosa, intensiva e, muitas vezes, marcada por condições extremamente precarizadas.

O episódio mostra como pessoas que chegam ao país, muitas vezes após trajetórias atravessadas por crise econômica, violência ou perseguição, acabam sendo direcionadas para esses espaços de trabalho. Ambientes com alta rotatividade, jornadas exaustivas, riscos à saúde e poucas garantias efetivas de direitos.

Mais do que um retrato isolado, a reportagem ajuda a entender como esse modelo se sustenta: a vulnerabilidade migratória não é um efeito colateral — ela passa a ser parte do próprio funcionamento da cadeia produtiva.

Ao acompanhar essas histórias, o episódio também expõe o que normalmente não aparece: quem está por trás da produção em larga escala de alimentos e quais são as condições que tornam isso possível.

“A rota da carne também é uma rota migratória.”

Vale a escuta especialmente para quem quer olhar para as migrações para além das fronteiras, e entender como elas atravessam o mundo do trabalho, a economia e o nosso cotidiano.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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