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Agosto Dourado do Gestarte tá animado!Pq sim, já tem doula no SUS 💛Nós, Ipondá Terapias Femininas , Ju Candido - Doula e...
20/08/2026

Agosto Dourado do Gestarte tá animado!
Pq sim, já tem doula no SUS 💛

Nós, Ipondá Terapias Femininas , Ju Candido - Doula e Ativista Doula Flávia Casciano - Rj , o bonde do Gestarte estamos pelos acessos pra falar da importância da amamentação.

Vem ver nossa agenda!

Justiça por Maicon!Há 30 anos, Acari perdeu um dos seus bebês para a violência do Estado.Maicon tinha apenas 2 anos. Era...
11/07/2026

Justiça por Maicon!

Há 30 anos, Acari perdeu um dos seus bebês para a violência do Estado.

Maicon tinha apenas 2 anos. Era uma criança, como tantas que acompanhamos todos os dias: um bebê que no colo de sua família, afeto, brincadeiras, e uma vida inteira pela frente.

Mas a violência do Estado interrompeu sua infância.

E como se não bastasse matar uma criança de 2 anos, durante anos a versão apresentada para justificar sua morte foi a de que Maicon teria sido atingido enquanto trocava tiros com a polícia, uma narrativa que, na prática, criminalizou um bebê.

Foram 30 anos de espera. Três décadas de silêncio, impunidade e da insistência de um pai que se recusou a deixar que a história do filho fosse esquecida. José Luiz transformou o luto em luta, cobrando incansavelmente verdade, responsabilização e justiça para Maico

Somente em 30 de junho de 2026, três décadas depois do assassinato de Maicon, o Estado brasileiro reconheceu sua responsabilidade internacional e pediu desculpas oficialmente à família. Um gesto importante, construído pela persistência de quem nunca desistiu. Mas um pedido de desculpas não devolve uma infância interrompida, não devolve um filho aos braços do pai e da mãe, nem apaga 30 anos de espera por uma resposta.

O Gestarte nasceu em Acari para defender a vida de mães e bebês do território. Cuidamos e acolhemos gestantes, partos, puerpérios, família e a primeira infância porque acreditamos que garantir um nascimento digno também significa lutar para que essas crianças cresçam com dignidade, protegidas da violência.

Lembrar de Maicon é afirmar que a vida dos bebês da favela importa. Que eles têm direito ao cuidado, à proteção e ao futuro.

Que a memória de Maicon siga viva. Que a luta de José Luiz siga inspirando. E que justiça nunca mais leve 30 anos para começa!

Justiça por Maicon. Ontem, hoje e sempre!

O Projeto Gestarte foi convidado pela Federação Nacional de Doulas do Brasil  pra estar presente na Convenção Nacional d...
21/05/2026

O Projeto Gestarte foi convidado pela Federação Nacional de Doulas do Brasil pra estar presente na Convenção Nacional de Doulas que aconteceu entre os dias 14 e 17 de maio em Belém do Pará.

Foi uma honra receber não só o convite, como os recursos necessários para estar presente, financiados pelo Ministério das Mulheres , representando um projeto que idealizei e iniciei em 2021 em Acari e que expandiu e hoje atua nas Clinicas da Família com Educação Popular Perinatal, com Doulagem Comunitária nas favelas do Rio e incidindo politicamente pra a inserção de Doulas no SUS a partir da Atenção Primária à Saúde.

Eu e minhas parceiras, Erica e Juliana , levamos um relato de experiência sobre o que construímos ao longo desses anos no Gestarte e apresentamos para Doulas de todo o país.

Que bom é poder trabalhar com o que a gente ama, transformar a realidade dos nossos territórios e ainda ser reconhecida por isso.

No Projeto Gestarte a gente pensa e faz Educação Popular Perinatal, Incidência Política e Doulagem Comunitária tudo de D...
11/05/2026

No Projeto Gestarte a gente pensa e faz Educação Popular Perinatal, Incidência Política e Doulagem Comunitária tudo de Doulas moradoras de favela para mulheres e pessoas LBTs que gestam moradoras de favela.

Bora com o Gestarte! 📢🌻

O Projeto Gestarte é uma iniciativa de acolhimento e cuidado para mulheres e pessoas gestantes e puérperas moradoras de ...
08/05/2026

O Projeto Gestarte é uma iniciativa de acolhimento e cuidado para mulheres e pessoas gestantes e puérperas moradoras de favela no Rio de Janeiro. Um grupo de apoio ao parto que compartilha informação de qualidade e promove acesso a direitos e Bem Viver, idealizado pela Doula , que conta com mais de 20 Doulas parceiras ao longo de seus cinco anos de atuação contínua. 

Nascido na favela de Acari diante de um cenário de vulnerabilidade e da necessidade urgente de cuidado para as gestantes deste território, que tinha os piores índices de mortalidade materna na cidade antes da pandemia da COVID-19, e em meio ao fechamento da maternidade do território, o trabalho do Gestarte já impactou 15 Clínicas da Família em diferentes territórios de favela pela Zona Norte da cidade. 

Gestar e maternar nas favelas tem muitos desafios, mas a prática do Projeto Gestarte mostra que Educação Popular Perinatal, Doulagem Comunitária e Incidência Política formam uma rede de cuidados capaz de transformar positivamente a experiência de gestar, parir e maternar nas favelas.

02/04/2026

✨ Projeto Gestarte & Sentidos do Nascer ✨

No mês de março, o Projeto Gestarte esteve na exposição Sentidos do Nascer conduzindo o diálogo em duas rodas de conversa, a primeira sobre Estratégias de combate ao Racismo Obstétrico e a segunda sobre Caminhos para erradicar a Violência Obstétrica.

Os diálogos foram, em sua maioria, com estudantes e profissionais da área da saúde, e por isso foi possível debater as nossas práticas durante a assistência ao parto e nascimento e pensar juntas como cuidar com respeito e dignidade de mulheres e pessoas gestantes, parturientes e puérperas.

A exposição Sentidos do Nascer vai continuar na Uerj até o meio do ano, acompanhe o calendário de funcionamento pelo Instagram.

Muito obrigada, Sentidos do Nascer! Seguimos juntas!

Fomos convidadas mais uma vez para participar da Roda de Gestantes da , dessa vez o tema foi cuidados com bebê e quem te...
27/03/2026

Fomos convidadas mais uma vez para participar da Roda de Gestantes da , dessa vez o tema foi cuidados com bebê e quem teve a missão de conduzir essa conversa foram as doulas e .

Entre escuta, acolhimento e troca de experiências, fortalecemos o que realmente sustenta o início da vida: mãe e a rede de apoio bem informados.

O suporte multidisciplinar, aliado à participação ativa de quem cuida, gera mais segurança, confiança e tranquilidade para a chegada do bebê.

Essa parceria reforça o quanto é fundamental a presença de doulas na atenção básica e no SUS, ampliando o cuidado para além do técnico e trazendo acolhimento, escuta qualificada e informação baseada em evidências. Quando esse trabalho acontece de forma integrada com os serviços de saúde, fortalecemos a autonomia das mulheres, humanizamos o cuidado e contribuímos para experiências mais seguras e respeitosas desde a gestação até o pós-parto.

21/03/2026

21 dias de ativismo contra o racismo

O Projeto Gestarte e a Iniciativa Justiça Reprodutiva lutam contra o Racismo Obstétrico, uma prática que viola direitos e dignidade de pessoas negras e indígenas e precisa ser erradicada.

De acordo com o Pequeno Manual de Antirracismo Obstétrico, o Racismo Obstétrico é “qualquer tipo de ação referida a uma pessoa e ao seu corpo durante o período da gestação, parto, puerpério ou assistência ao ab**to, que expressa falas e ou ações que caracterizem opressões, discriminações e ou violências, definidas por disparidades de raça”.

Todas as mulheres e pessoas gestantes têm o direito de decidir sobre como desejam vivenciar o seu parto. Sempre que um profissional de saúde nega informações a respeito dos processos de gestar, parir e amamentar, ele está impedindo o direito à autonomia, um pilar da Humanização do Parto e Nascimento. Considerar que mulheres e pessoas gestantes e acompanhantes não vão compreender as informações sobre seus próprios corpos por serem negras ou indígenas, é racismo. Pessoas negras e indígenas têm plena capacidade de tomar decisões a respeito de suas gestações e partos e profissionais da saúde têm a obrigação de informar sobre tudo que acontece com seus corpos e saúde.

Além disso, atender mulheres e pessoas parturientes indígenas a partir da premissa de que sabem parir e não precisam de cuidado é racismo e negligência.

Como Monalisa explicou no vídeo, acompanhante e doula são direitos e não podem ser negados, inclusive na cesariana ou durante anestesia/analgesia de parto. Desconfie sempre de profissionais que insistem em te afastar das suas pessoas de confiança e exija o respeito aos seus direitos.

Combater o Racismo Obstétrico e cuidar com respeito e dignidade de mulheres e pessoas que gestam negras e indígenas, à luz da Justiça Reprodutiva é nosso compromisso.

13/03/2026

21 dias de ativismo contra o racismo

O Projeto Gestarte e a Iniciativa Justiça Reprodutiva lutam contra o Racismo Obstétrico, uma prática que viola direitos e a dignidade de pessoas negras e indígenas e que precisa ser erradicada.

A mulher negra que conta seu relato neste vídeo pediu para não ser identificada (vamos chamá-la de Carla). Ainda assim, ela decidiu compartilhar sua história para que profissionais de saúde se conscientizem sobre práticas racistas e revejam suas condutas, e também para que nenhuma outra mulher negra passe por isso.
De acordo com o Pequeno Manual de Antirracismo Obstétrico, o Racismo Obstétrico é “qualquer tipo de ação referida a uma pessoa e ao seu corpo durante o período da gestação, parto, puerpério ou assistência ao ab**to, que expressa falas e ou ações que caracterizem opressões, discriminações e ou violências, definidas por disparidades de raça”.

O cuidado obstétrico deve respeitar protocolos de avaliação e monitoramento da gestante e do bebê. No entanto, gestantes negras e indígenas frequentemente têm suas queixas ignoradas e passam longos períodos sem avaliação durante a internação nas maternidades. Essa negligência coloca vidas em risco e pode impedir intervenções a tempo em situações graves.

Bebês negros e indígenas também são vítimas de desrespeito e racismo. O racismo obstétrico também atinge recém-nascidos e pessoas acompanhantes.
Além disso, o direito ao acompanhante é garantido pela Lei 11.108/2005 e não pode ser negado pela unidade de saúde ou por profissionais, independentemente da via de parto.

O racismo nem sempre aparece de forma explícita. Muitas vezes ele se constrói em uma sequência de agressões e desrespeitos sistemáticos, até chegar ao racismo verbal escancarado, como aconteceu com Carla e seu bebê.

Combater o Racismo Obstétrico e garantir cuidado com respeito e dignidade para mulheres e pessoas que gestam negras e indígenas, à luz da Justiça Reprodutiva, é nosso compromisso.

Endereço

R. São Francisco Xavier, 524 - Maracanã
Rio De Janeiro, RJ
20550-900

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