Essa “organização” foi uma ideia que surgiu de uma cliente do Hospital de Saúde Mental do Acre - (HOSMAC) Josceny Ribeiro Franco criando o nome OPP (Organização de Pessoas contra a Psicofobia), entretanto foi a partir de um sofrimento mental da sua amiga, que também é cliente do HOSMAC,
Bruna Souza de Freitas, que durante um movimento de reivindicações no Hospital de Saúde Mental do Acre, a mesma
resolveu conscientizar à sociedade que os deficientes têm voz, têm sentimentos, têm o seu valor e, que não são “animais”, mas são seres humanos como qualquer outro,
que nós simplesmente temos alguns limites e necessidades especiais. E, justamente pelas nossas deficiências, limitações ou até mesmo pela nossa aparência desleixada em crises depressivas, somos vítimas de preconceito na sociedade e até mesmo pelo “sistema” (o deficiente: mental, físico, auditivo, visual, afônico, e entre outros). O preconceito é uma “praga” que leva a sociedade a nos excluir, a praticar toda e qualquer violência e entre outros fatores negativos contra os cidadãos portadores de deficiência.