14/08/2026
“Interseccionalidade” parece uma palavra difícil, distante... mas nós a vivemos todos os dias: é a diferença entre acreditarem em você ou não, entre ser atendida rapidamente ou ter que esperar, entre ter para onde ir ou não ter.
Não basta falar de “violência contra as mulheres” de forma abstrata. Cada mulher a vivencia de uma maneira diferente, de acordo com sua classe, sua raça, sua etnia, sua língua, seu território, seu corpo.
Reconhecer essa intersecção não é um detalhe técnico: é a condição para que qualquer resposta seja realmente efetiva.
O que mudaria se essa forma de compreender a realidade estivesse presente nas políticas públicas, nas organizações e na construção coletiva?
Repensar as violências para transformar tudo. Atuemos!