Allan Kardec Rancharia

Allan Kardec Rancharia Estudando e divulgando a doutrina Espírita no Centro Espírita Allan Kardec, sob a luz da codifica?

Em 1996, através de um projeto do deputado Alberto Calvo, o então governador do Estado de São Paulo, Mário Covas, sancio...
18/04/2026

Em 1996, através de um projeto do deputado Alberto Calvo, o então governador do Estado de São Paulo, Mário Covas, sancionou a Lei nº. 9471, estabelecendo a data de 18 de abril como o “Dia Estadual dos Espíritas”.
Já a Câmara dos Deputados aprovou no dia 10/12/2007 o Projeto de Lei 291/07, da deputada Gorete Pereira, que institui 18 de abril como o “Dia Nacional do Espiritismo”.
Para os espíritas a data é muito significativa, pois foi em 18/04/1857 que o pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, mais conhecido como ALLAN KARDEC, publicou, em Paris, a obra “O Livro dos Espíritos”, marco inicial do Espiritismo.
Kardec publicou também “O Livro dos Médiuns” (1861), “O Evangelho segundo o Espiritismo” (1864), “O Céu e o Inferno” (1865), “A Gênese” (1868) e outras obras complementares, tais como, “O Principiante Espírita”, “O que é o Espiritismo?”, “A obsessão”, “Viagem Espírita em 1862” e “Instruções práticas sobre as manifestações espíritas”. Seus amigos publicaram suas anotações pessoais em 1890 dando ao livro o nome de “Obras Póstumas”.
Kardec fundou, em 1858, o primeiro Centro Espírita do mundo: a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
Manteve, durante 12 anos, a edição da Revista Espírita, um jornal mensal que divulgava fatos da Doutrina iniciante, com cronistas em várias partes do mundo.
Gratidão, Allan Kardec !
Viva 18 de abril !

11/03/2026

Caminhos para a felicidade
Desde que fomos criados por Deus acumulamos sombras sobre nossos caminhos, consequência de nossos erros e imperfeições. São rancores que não soubemos controlar, ociosidade, egoismo, orgulho, vaidade excessiva, a não valorização da preciosidade do tempo, as violências físicas e verbais e tantas outras imperfeições. Todas elas se transformam em sombras que retardam nossa evolução e nossa felicidade futura.
É muito fácil ver e comentar os vícios e imperfeições do próximo, que também comenta nossas imperfeições. E onde estão elas? Quais são nossas culpas por tudo o que acontece à nossa volta? De que forma tratamos nossos iguais perante Deus? Vivemos os ensinamentos de Jesus, amando e servindo? Somente quando nos reconhecermos verdadeiramente poderemos começar a fazer a nossa reforma íntima. Para isso é preciso coragem e fé. A cada passo surgem obstáculos impedindo a marcha e o progresso evolutivo. Se a cada obstáculo que surja colocarmos todo o empenho para ultrapassá-lo, estaremos aprendendo e evoluindo espiritualmente.
E quais são os obstáculos? São as enfermidades físicas, angústias, solidão, o carinho recusado pela deserção dos que te mereciam, falta de afeto e confiança, o esposo difícil, a esposa complicada, os filhos ingratos, a fuga de amigos quando mais se precisa deles, o trabalho em desacordo com as próprias aspirações, a insatisfação da própria alma desajustando a consciência, e tantas outros obstáculos que encontramos pelo caminho e que fazem parte de nossa vida, requisitando nossa atenção e a necessidade de nosso esforço para transpormos com coragem, resignação e fé se quisermos vencer as sombras que impedem a luz para nossa reforma íntima e nossa evolução.
Desde que chegamos a esta existência lutamos para vencer obstáculos – especialmente entre familiares. A família da qual fazemos parte nem sempre é formada por seres angelicais, mas precisamos aprender a conviver com aqueles a quem Deus nos oferece a oportunidade de refazer os laços de amor. Todas as sombras, ou seja, o resultado das dificuldades e incorreções de hoje são consequências do que plantamos durante séculos, e hoje fazem parte de nossa existência atual para que possamos, através da luz do Evangelho de Jesus, iluminar principalmente o nosso ‘eu’, nosso interior, e a todos com tolerância, respeito, paciência e amor.
Diante de todas as dificuldades, devemos agir com coragem, paciência e fé, oferecendo o bem diante do mal, para que a luz vença as trevas do nosso caminho, porque a evolução pede esforço, a redenção exige renúncia se quisermos viver a benção da consciência tranquila. Usemos a alavanca da coragem de servir sem condições ou desânimo diante das provas, que são necessárias para o nosso aperfeiçoamento. Fazendo o bem aos que sofrem é que iluminaremos seus caminho e também o nosso próprio.
O que Deus nos pede é o esforço da renúncia de nossas imperfeições, e que desenvolvamos o sentimento de amor ao próximo. Lembremos que a dificuldade de agora é a quitação dos erros do passado, rogando a Deus para que a vitória seja de paz agora para a felicidade futura.
Jesus nos recomenda que sigamos seus exemplos de amor ao próximo; só assim nosso fardo se tornará mais leve. Recomendou também que nos reconciliássemos com os nossos inimigos, tendo deles, então, mais um irmão que possa ser contado como companheiro.
Trabalhemos com paciência, resignação e coragem; só assim conseguiremos, um dia, abraçar aquela família difícil ou aquele companheiro afastado, todos numa união fraternal. Esta é a alegria prometida por Jesus, alegria espiritual.

Joana de Oliveira Barbosa

11/03/2026

Endereço

Rua Dos Operários, 1431/Vila Cantizani
Rancharia, SP
19600-000

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