GEEFA Esta página tem como intuito promover a divulgação do Espiritismo, com base nas Obras de Allan Kardec, o fundador da Doutrina Espírita, ou Espiritismo.

APRESENTAÇÃO E OBJETIVOS

"O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal." Kardec, Allan. O Que é o Espiritismo?, Preâmbulo. "O que caracteriza um estudo sério é a continuidade que se lhe dá. Será de admirar que muitas vezes não se obtenha nenhuma resposta sensata a questões de si mesmas graves, quando propostas ao

acaso e à queima-roupa, em meio de uma aluvião de outras extravagantes? Ademais, sucede frequentemente que, por complexa, uma questão, para ser elucidada, exige a solução de outras preliminares ou complementares. Quem deseje tornar-se versado numa ciência tem que a estudar metodicamente, começando pelo princípio e acompanhando o encadeamento e o desenvolvimento das ideias. Que adiantará àquele que, ao acaso, dirigir a um cientista perguntas acerca de uma ciência cujas primeiras palavras ignore?" Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Introdução, item VIII.
. . . . . . Roteiro de Atividades:

SEGUNDAS-FEIRAS
19h - Atendimento Fraterno
20h - Reunião Pública
- "Estudo da Doutrina Espirita"
- "Passes"

QUARTAS-FEIRAS
19h - Atendimento Fraterno
20h - Reunião Pública
- "Estudo da Doutrina Espírita"
- "Passes"

SEXTAS-FEIRAS
19h - Recepção
20h - Reunião Privativa
- "Estudo de O Livro dos Médiuns"
. . . . . . Atendimento alternativo mediante contato WhatsApp (18) 99755-8067 - 98139-0590
. . . . . .

16/04/2026




Um pedido feito a Santa Mônica    Alguns dias antes do nascimento de sua filha, o jovem casal passou a fazer preces ferv...
15/04/2026

Um pedido feito a Santa Mônica

Alguns dias antes do nascimento de sua filha, o jovem casal passou a fazer preces fervorosas à Santa Mônica1, pedindo-lhe auxílio e proteção para que tudo corresse bem no parto. Como Santa Mônica já havia atendido às preces que lhe foram dirigidas por ocasião do nascimento do primeiro filho do casal, certamente ela assistiria a esse segundo parto, então os pais oraram com confiança. Tudo correu bem e, no dia 27 de agosto de 2025 nasceu a menininha tão aguardada, recebida com amor e carinho.

Alguns dias depois, o pai buscou se informar sobre qual seria o santo do dia 27 de agosto e qual não foi a sua surpresa e sua emoção, ao descobrir que é o dia em que se comemora Santa Mônica.

Um dos parentes do jovem pai é membro de um grupo espírita e, tendo sabido desse episódio, aproveitou uma oportunidade em que Santo Agostinho havia sido chamado no grupo para dar-lhes instruções sobre determinado assunto, para lhe fazer algumas perguntas.

1. Caro presidente Santo Agostinho, os pais da menina que nasceu no dia de Santa Monica gostariam de saber se o senhor e Santa Mônica ouvem as preces deles e cuidam deles.

R. - "Sim, sempre ouvimos as suas preces e intercedemos junto ao nosso Criador para que tudo o que os beneficie em sua caminhada de progresso seja atendido."

2. Houve alguma razão para que a filhinha deles nascesse no dia de Santa Mônica?

R. - "Sim. Foi um pedido do Espírito reencarnante devido às suas fortes relações com as aspirações de minha amada mãe."

3. Assim sendo, o senhor gostaria de dirigir algumas palavras aos jovens pais que sempre vos pedem auxílio?



"Meus filhos,

A missão de uma mãe e de um pai jamais é fácil na Terra. Cada época possui suas particularidades, e mesmo que em muitos aspectos a humanidade que se assenta nesse planeta tenha avançado, o momento atual é complexo e exige muito de quem almeja seguir o caminho reto. Contudo, mesmo que não sejam fáceis os desafios, eles podem ser leves, quando se busca encará-los com os olhos da alma.

Deus lhes concedeu a bendita dádiva de educar dois de Seus filhos, de dar a vida e o sustento material, afetivo e moral para que eles possam cumprir a parte que lhes toca na obra de Deus. Educá-los com amor, com senso de justiça e dando-lhes condições de se tornarem adultos íntegros, dedicados a cumprirem as provas que eles mesmo escolheram, antes dessa encarnação, é bela missão que, mesmo nos momentos mais difíceis, pode ser realizada com alegria.

Tenham fé, mantenham o hábito da prece, pois ela lhes dará a força necessária para serem os bons exemplos de que seus pequeninos necessitam nesses primeiros anos da longa jornada que terão na Terra.

Que a caridade seja a virtude a reger suas decisões; que não falte aos seus filhos a boa educação, a disciplina e a instrução, e que tenha também sorrisos e o divertimento que torna o amor familiar tão singular e tão inesquecível para as almas.

Com votos de êxito em seus objetivos, de paz e de harmonia no lar, me despeço, também em nome de minha mãe.

Aquele que os ama paternalmente,



Santo Agostinho"

(Psicografada dia 3 de setembro de 2025.)



Nota: Ao ler as palavras de Santo Agostinho, o jovem casal ficou emocionado e agradecido pelas bênçãos da paternidade que Deus lhes concedeu. Disse-nos o jovem pai: "Ontem mesmo a gente tava fazendo a janta, com os dois perto da gente, e comentamos como somos abençoados por termos dois filhos lindos e saudáveis. Quantos casais não dariam tudo para ter uma oportunidade como essa!"



582. Pode-se considerar a paternidade como uma missão?

"É, sem contradição, uma missão; é ao mesmo tempo um grandíssimo dever, que compromete, mais do que o homem pensa, sua responsabilidade para o futuro. Deus colocou a criança sob a tutela de seus pais para que estes a dirijam no caminho do bem, e lhes facilitou a tarefa dando a ela uma organização frágil e delicada que a torna acessível a todas as impressões; mas há pais que se ocupam mais em endireitar as árvores de seu jardim e de fazê-las dar bons frutos em abundância do que em endireitar o caráter de seu filho. Se este sucumbir por falta dos pais, eles suportarão a pena, e os sofrimentos da criança na vida futura recairão sobre eles, por não terem feito o que dependia deles para o progresso do filho no caminho do bem."2

"Ó espíritas! Compreendei hoje o grande papel da Humanidade; compreendei que, quando produzis um corpo, a alma que nele encarna vem do espaço para progredir; compenetrai-vos dos vossos deveres e ponde todo o vosso amor em aproximar de Deus essa alma: é a missão que vos está confiada, e da qual recebereis a recompensa, se a cumprirdes fielmente. Os vossos cuidados e a educação que lhe dareis auxiliarão o seu aperfeiçoamento e o seu bem-estar futuro. Lembrai-vos de que a cada pai e a cada mãe Deus perguntará: Que fizestes do filho confiado à vossa guarda? Se por vossa falta ele se conservou atrasado, vosso castigo será vê-lo entre os Espíritos sofredores, quando de vós dependia que ele fosse feliz. Então, vós mesmos, atormentados pelo remorso, pedireis para reparar vossa falta; solicitareis uma nova encarnação para vós e para ele, na qual o cercareis de cuidados mais esclarecidos, e ele, pleno de reconhecimento, vos envolverá com seu amor. (...)" (SANTO AGOSTINHO. Paris, 1862.)"3



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1 Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho, nasceu em 331 ou 332, em Souk Ahras, província romana da África, hoje Argélia. Morreu em 387 em Óstia, Império romano do Ocidente (Itália).

2 O Livro dos Espíritos - Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos, cap. X - Das ocupações e missões dos Espíritos, item 582.

3 O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XIV - Honrai a vosso pai e vossa mãe - Instruções dos Espíritos - A ingratidão dos filhos e os laços de família
https://www.revistaespirita.net/pt-br/artigo/306/um-pedido-feito-a-santa-monica




Alguns dias antes do nascimento de sua filha, o jovem casal passou a fazer preces fervorosas à Santa Mônica1, pedindo-lhe auxílio e proteção para que tudo corresse bem no parto. Como Santa Mônica já havia atendido às preces que lhe foram dirigidas por ocasião do nascimento do primeiro filho...

O filho de escravos que fundou um centro espíritaPor José Benevides Cavalcante*Olegário Ramos chegou em Garça, SP, com s...
15/04/2026

O filho de escravos que fundou um centro espírita
Por José Benevides Cavalcante*

Olegário Ramos chegou em Garça, SP, com sua família por volta de 1934. Filho de escravos, ele fora beneficiado pela Lei do Ventre Livre e criado por um sacerdote de Rio Claro, SP, com quem aprendeu as primeiras noções de espiritismo. O sacerdote percebera algo no menino que no espiritismo chamamos mediunidade. Comprou para ele alguns exemplares da obra de Allan Kardec, dizendo que este seria seu verdadeiro caminho. Mesmo depois de casado, Olegário, esposa e filhos, jamais deixaram de visitar Frei Luiz, em sinal de imensa gratidão.

Quando chegaram em Garça, em contato com outras pessoas que já se identificavam como espíritas, Olegário passou a realizar sessões em sua casa. E, depois de algum tempo, o orientador espiritual dos trabalhos recomendou que se construísse um centro espírita. Nascia, assim, a ideia do Centro Espírita Paz, Amor e Caridade, fundado no ano de 1943.

Não faltou colaboração de amigos. Logo de início, o sr. Paschoal Boaretto doou o terreno para construção do centro, vizinho à casa de Olegário. O esforço de todos fez com que em pouco tempo o pequeno centro estivesse concluído, novinho e pronto para ser utilizado. Na condição de negro, pobre e espírita, desde que Olegário chegara em Garça, uma ostensiva onda de discriminação se voltou contra ele e seus familiares, liderada por pessoas da igreja e com a anuência do pároco local. Na época, o catolicismo imperava de forma absoluta.

Certo dia, o prédio recém-construído do Paz, Amor e Caridade amanheceu todo depredado, com palavras ofensivas grafadas nas paredes, atribuindo o espiritismo ao demônio. Era um momento sombrio para a doutrina. Mesmo assim, os espíritas foram à delegacia de polícia local e prestaram queixa. Garça não comportava delegado titular, mas o sr. Brasil Joly, que era espírita e respondia pela função, determinou fossem identificados os predadores e deu-lhes um prazo para devolverem o centro nas mesmas condições em que o encontraram.

E assim foi feito.

Dias depois, porém, um documento denunciando o grupo espírita por prática de bruxaria, curandeirismo e atentado aos bons costumes entrou na delegacia.

Olegário recebeu uma intimação para comparecer perante a autoridade policial na cidade de Pirajuí, a cerca de 50 quilômetros de Garça por estrada de terra, em plena estação chuvosa. Aguardando pelo pior, montado em seu cavalo, Olegário teve que enfrentar pesada chuva no caminho, além de atravessar o Rio Feio, já bastante caudaloso e perigoso. Não havia pontes. Dona Vitória, sua esposa, ficou em casa muito apreensiva, porque os dias se passaram sem qualquer notícia do marido. Por conta dessa demora, em companhia da filha Mercedes, elas rumaram para Pirajuí no lombo de um burrico.

Mercedes conta que a viagem foi uma verdadeira odisseia. Quando chegaram à margem do Rio Feio, assustaram-se com o volume de água que descia célere sob a chuva impetuosa. Assim mesmo, decididas, as duas se embrenharam nas águas, correndo sérios riscos de morte. Com muito custo (e prece, naturalmente), conseguiram atingir a outra margem.

Quando chegaram em Pirajuí, foram direto a uma pensão, onde supunham encontrar o marido, se é que ele já não tinha sido preso. E, graças a Deus, o encontraram. Olegário levou um susto ao ver a esposa e a filha, não entendendo como elas poderiam ter ali chegado com aquele mau tempo e a corrente furiosa do rio. Perguntado se ele havia se apresentado ao delegado, Olegário contou que estava temeroso do que lhe poderia acontecer, mas quando se apresentou no gabinete do delegado, este simplesmente lhe disse:

“Senhor Olegário, o senhor é um bom homem. Dizem que é curandeiro. Mas, se o senhor está curando, é bom, porque assim as pessoas não morrem.”

Aquela recepção da autoridade policial o pegara de surpresa e, sem entender o que estava acontecendo, agradeceu a proteção espiritual e retornou à pensão para esperar que o tempo melhorasse.

Olegário Ramos desencarnou em Garça em 1972, aos 106 anos; a esposa Vitória chegou aos 103 e a filha, Mercedes Ramos, quem fez este relato, desencarnou aos 92 anos. Olegário e Vitória tiveram cinco filhos, duas mulheres e três homens, todos já desencarnados.

* José Benevides Cavalcante, vice-presidente do Centro Espírita Caminho de Damasco, na cidade de Garça, SP, e autor do livro Fundamentos da doutrina espírita, Editora EME.
https://correio.news/bau-de-memorias/o-filho-de-escravos-que-fundou-um-centro-espirita




Olegário Ramos chegou em Garça, SP, com sua família por volta de 1934. Filho de escravos, ele fora beneficiado pela Lei do Ventre Livre e criado por um sacerdote de Rio Claro, SP, com quem aprendeu as primeiras noções de espiritismo.

Eu esperava ir para o "Nosso Lar” Pode-se achar estranho o fato de uma pessoa que fora espírita, que tenha mesmo dirigid...
15/04/2026

Eu esperava ir para o "Nosso Lar”

Pode-se achar estranho o fato de uma pessoa que fora espírita, que tenha mesmo dirigido um centro espírita por décadas, após a morte do corpo ainda julgar-se viva. Todavia, esse não foi o primeiro nem o único espírita que se julgava vivo após a morte; por essa razão resolvemos publicar alguns desses casos, com o único objetivo de contribuir para que outros não venham a acontecer, pelo menos entre aqueles que querem aproveitar o Espiritismo para entender verdadeiramente a vida futura.

Para ler esse artigo na íntegra, acesse o portal da Revista Espírita - Periódico de divulgação do Espiritismo prático.
https://www.revistaespirita.net/pt-br/artigo/310/eu-esperava-ir-para-o-nosso-lar




Cláudia será o pseudônimo pelo qual chamaremos essa senhora, a fim de preservar a sua identidade. Professora aposentada, por algumas décadas presidira um centro espírita numa cidade catarinense. No ano de 2021 ela adoeceu e, depois de algum tempo de internamento num hospital local, morreu, com ...

"Aos cristãos dos primeiros tempos, em meio às perseguições, não havia motivos nem dificuldades na escolha que os algoze...
15/04/2026

"Aos cristãos dos primeiros tempos, em meio às perseguições, não havia motivos nem dificuldades na escolha que os algozes lhes apresentavam: "Abjurar ou morrer". Negar o Cristo era morrer de fato; era extinguir a vida que a mensagem do Rabi fazia brotar no espírito de quem a entendia. Por outro lado, a morte pela qual nos ameaçavam os carrascos, era o cessar do sopro divino no corpo físico, mas também a libertação da alma a ele prisioneira. Optei, como muitas almas da Antiguidade, pelo Cristo, por sua verdade, por seu amor.” Cárita

Para ler essa comunicação na íntegra, acesse o portal da Revista Espírita - Periódico de divulgação do Espiritismo prático. https://www.revistaespirita.net/pt-br/artigo/315/o-rabi-vive




"O Cristo sofreu a morte por crucificação, suplício que tinha como finalidade o sofrimento mais atroz e a vergonha mais profunda.

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