Beabah - Bibliotecas Comunitárias do Rio Grande do Sul

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Beabah - Bibliotecas Comunitárias do Rio Grande do Sul Rede de Bibliotecas Comunitárias do Rio Grande do Sul que atualmente conta com 16 espaços em 7 cidade

📚 Mobiliza PNLL: o ecossistema do livro na construção de um Brasil leitorConstruir um país leitor exige muito mais do qu...
01/10/2026

📚 Mobiliza PNLL: o ecossistema do livro na construção de um Brasil leitor

Construir um país leitor exige muito mais do que colocar livros em circulação. É preciso garantir políticas públicas, fortalecer bibliotecas, valorizar escritores, formar mediadores e criar condições para que o livro e a leitura cheguem a todos os territórios. É nesse contexto que o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) ganha importância. Fruto de uma construção coletiva entre os setores da cultura e da educação, o plano reúne diretrizes e estratégias para democratizar o acesso ao livro, fomentar a leitura e fortalecer toda a cadeia do livro no Brasil. Pensando nos desafios e nas possibilidades dessa construção, a Mesa 6 do Seminário Beabah! promoveu uma conversa sobre o papel das políticas públicas e das redes de leitura na formação de um país leitor. Participaram do encontro Taiasmin Ohmacht, escritora e psicanalista; Ana Paula Cecato, professora do IFRS e formadora de mediadores e leitores; e Hanna Gliedy, Coordenadora de Promoção da Leitura no Ministério da Cultura. A mediação foi conduzida por Eduardo Peixoto, bibliotecário e produtor cultural, integrante da Rede Beabah! e da Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias. Um encontro para refletir sobre a importância de articular diferentes agentes, experiências e territórios, entendendo que a construção de um Brasil leitor é uma responsabilidade coletiva e precisa ser acompanhada de políticas públicas permanentes.

Garantir o direito à leitura também é garantir que ela possa estar presente na vida de todas as pessoas.

Quarta também é dia de lembrar do Seminário BeaBah, né? OLHAA PRAA CÁ!!! 📸✨Que a gente sempre possa tirar mais e mais fo...
30/09/2026

Quarta também é dia de lembrar do Seminário BeaBah, né?

OLHAA PRAA CÁ!!! 📸✨

Que a gente sempre possa tirar mais e mais fotos, guardar momentos e colecionar encontros, porque carinho é guardar tudo que nos faz bem ✨

O nosso voto é secreto, mas... 👀Dia 04 de outubro, faça sua voz ser ouvida. Vote! ✊🏽Para você, qual razão que te faz esc...
29/09/2026

O nosso voto é secreto, mas... 👀

Dia 04 de outubro, faça sua voz ser ouvida. Vote! ✊🏽

Para você, qual razão que te faz escolher o teu voto?
Conta pra gente, mas lembre-se... o voto é secreto, viu? 🤫😅

Aproveita, vê nossos motivos e compartilha com teus amigos... bora nesse movimento? 💜

E quando aquilo que a gente imaginou tantas vezes finalmente vira alguma coisa que a gente pode tocar? Foi assim que a g...
28/09/2026

E quando aquilo que a gente imaginou tantas vezes finalmente vira alguma coisa que a gente pode tocar? Foi assim que a gente chegou ao lançamento de Beabah! Percorrendo Territórios e Escrevendo Histórias – Volume 2. Um livro feito de muitas mãos, muitos caminhos e, principalmente, de histórias que já estavam acontecendo antes mesmo de virarem páginas. Aqui tem as bibliotecas que fazem parte da nossa rede, os territórios onde elas existem, as pessoas que constroem esses espaços todos os dias, os encontros, as perguntas, os aprendizados e também aquilo que só quem vive uma biblioteca comunitária consegue contar. Tem dado, tem reflexão, tem poesia, tem memória. Tem o jeito de cada biblioteca e, ao mesmo tempo, tem aquilo que nos aproxima: a certeza de que livro, leitura, cultura e informação precisam chegar onde as pessoas estão, é que percorrer esses territórios também é reconhecer tudo o que já foi construído neles. É olhar para cada biblioteca e perceber que, por trás de cada estante, cada roda, cada empréstimo e cada encontro, existe uma história sendo escrita coletivamente. E agora essa história também cabe num livro. Um livro que a gente pode abrir, folhear, emprestar, compartilhar e levar para outros lugares. Um livro que registra um pedaço da nossa caminhada, mas que também deixa o caminho aberto para tudo que ainda vem. No lançamento, celebramos isso: o que nasceu de muitos encontros agora ganha páginas, capa e novas possibilidades de chegar ainda mais longe. Porque não basta estar em rede. É preciso viver em rede. E é assim que seguimos: percorrendo territórios, escrevendo histórias e construindo, juntos, outros possíveis mundos! 🤎

E se uma biblioteca também pudesse ser um espaço de cuidado? Um lugar onde os livros, as histórias, a escuta e os encont...
25/09/2026

E se uma biblioteca também pudesse ser um espaço de cuidado? Um lugar onde os livros, as histórias, a escuta e os encontros ajudam a gente a construir outras formas de olhar para a saúde e para a vida? Foi a partir dessa pergunta que a Mesa 5 do Seminário Beabah! propôs uma conversa sobre bibliotecas como espaços que também podem contribuir para o bem-viver, aproximando literatura, saúde, território e cuidado. Para essa troca, recebemos Felipe Eugênio, editor, historiador e sanitarista. Pesquisador na Fiocruz, atua com literatura, promoção da saúde e territórios periféricos e coordena, entre outras iniciativas, a Periferia Brasileira de Letras. Sua trajetória aproxima cultura, saúde e território e ajuda a pensar como a literatura pode abrir caminhos para outras formas de cuidado e transformação social. Também participou Jesse Cardoso, psicólogo clínico (psicanalista), escritor e palestrante, mestre em Psicologia Social pela UFRGS e fundador do projeto “Psicologia Decolonial”. Sua atuação trouxe para a conversa reflexões sobre saúde mental, subjetividade e sobre como nossas experiências são atravessadas pelos territórios onde vivemos e pelas relações que construímos. A mediação ficou por conta de Joseane Menezes Marcílio, técnica em Biblioteconomia, formada em Letras e com formação em Literatura Brasileira. Mediadora de leitura nas bibliotecas comunitárias da Rede Beabah! desde 2018, atua também na Biblioteca Comunitária Girassol, levando para a mesa a experiência de quem vive diariamente a biblioteca como espaço de encontro, leitura e comunidade. Uma conversa que deixou perguntas para além daquele momento: que outros caminhos podemos construir para viver melhor quando aproximamos bibliotecas, cultura, saúde e território?

📚 No Seminário Beabah!, a gente teve uma conversa daquelas que pedem tempo para escutar. A Mesa 4 colocou no centro uma ...
24/09/2026

📚 No Seminário Beabah!, a gente teve uma conversa daquelas que pedem tempo para escutar. A Mesa 4 colocou no centro uma coisa que atravessa o cotidiano das bibliotecas comunitárias: o cuidado com as pessoas e os vínculos que se constroem nesses espaços. Guilherme Nogueira, Miguel João de Deus e Inaúma Carvalho da Silva compartilharam experiências, perguntas e caminhos para pensar as bibliotecas como lugares de escuta, acolhimento e pertencimento, onde cada pessoa pode chegar com a sua história, suas dúvidas, seus silêncios e também suas vontades. Foi uma conversa sobre livros, mas também sobre gente, sobre convivência e sobre como uma biblioteca pode se tornar parte da vida de uma comunidade. E talvez seja justamente aí que mora uma das coisas mais bonitas desses espaços: quando a gente percebe que não precisa chegar pronto para pertencer. Basta chegar. 💛

A Mesa 3 do Seminário Beabah! partiu de uma pergunta que atravessa muitos territórios: como falar de justiça climática s...
23/09/2026

A Mesa 3 do Seminário Beabah! partiu de uma pergunta que atravessa muitos territórios: como falar de justiça climática sem falar também das desigualdades históricas que definem quem mais sofre com os impactos ambientais? 🌱 Ao lado de Nina Acácio, Nina Fola e Francine Conde, a conversa trouxe diferentes trajetórias de pesquisa, arte, cultura e atuação nos territórios para pensar o racismo ambiental, as relações de gênero, o direito à cidade e as formas de resistência que nascem de quem vive essas realidades. Mais do que discutir os impactos da crise climática, foi um espaço para reconhecer que os territórios também produzem conhecimento, memória e caminhos para transformar o mundo. Porque falar de justiça climática é, também, falar de quem tem direito a viver, ocupar e construir o futuro.

Mesa 2 | Leitura, remição e socioeducação 📚 No segundo momento do Seminário Beabah!, a conversa se voltou para um tema q...
22/09/2026

Mesa 2 | Leitura, remição e socioeducação 📚 No segundo momento do Seminário Beabah!, a conversa se voltou para um tema que exige olhar para além dos livros: o lugar da leitura, da cultura e da educação em contextos de privação de liberdade. Falar sobre remição pela leitura também é falar sobre acesso a direitos, formação e sobre as oportunidades que uma sociedade oferece, ou deixa de oferecer, especialmente para pessoas jovens. A mesa reuniu Janine Durand, educadora e fundadora da Jnana Consultoria, Educação, Cultura e Redes, e Susane Beatriz dos Santos Souza, assistente social, pesquisadora, mediadora da Biblioteca Comunitária Raio de Luz e integrante da Rede Beabah!. A partir de suas experiências, as duas trouxeram diferentes perspectivas sobre a formação de leitores e sobre a presença da cultura e das bibliotecas nesses espaços. A discussão nos provocou a pensar no que significa garantir o direito à leitura para quem teve tantos outros direitos atravessados ao longo da vida. Um livro não resolve as desigualdades que levam tantas pessoas a trajetórias de exclusão, mas pode abrir uma fresta para o conhecimento, para a imaginação, para a reflexão e para a possibilidade de se reconhecer também como sujeito de direitos. Quando falamos de jovens, essa discussão ganha ainda mais urgência. Pensar educação, cultura e leitura dentro e fora das unidades prisionais é também questionar quais caminhos estão sendo construídos antes que a privação de liberdade se torne parte dessas histórias. É olhar para a leitura não apenas como ferramenta de remição, mas como direito e como possibilidade de formação. Agradecemos à Janine, à Susane e a todas as pessoas que participaram dessa conversa e ajudaram a construir uma reflexão tão necessária durante o Seminário Beabah!. 💚 Nos próximos dias, seguimos relembrando as mesas, encontros e pessoas que fizeram parte dessa edição.

Começamos o Seminário Beabah! com a cultura ocupando o espaço e lembrando a gente de uma coisa que atravessa tudo o que ...
21/09/2026

Começamos o Seminário Beabah! com a cultura ocupando o espaço e lembrando a gente de uma coisa que atravessa tudo o que fazemos: cultura também é encontro, memória, território e possibilidade. Na abertura, recebemos o espetáculo Na Trilha das Andarilhas, do NuTA, Núcleo de Teatro de Animação do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo. Entre bonecos gigantes, poesia, música, tambor e movimento, as Andarilhas chegaram para abrir caminhos e trazer para perto histórias, lutas e memórias que também fazem parte dos nossos territórios. (Quilombo do Sopapo)

E talvez não existisse jeito mais bonito de começar um seminário sobre bibliotecas comunitárias.

Porque quando a cultura chega, ela movimenta, ocupa, provoca e cria conversa, faz a gente olhar para o lugar onde vive e reconhecer as histórias que já estavam ali. As Andarilhas vieram do Quilombo do Sopapo, aqui de Porto Alegre, mas naquele momento caminharam também com a gente, dentro de um encontro que nasceu para pensar bibliotecas, comunidades e os mundos que ainda podemos construir juntos.

Foi só a abertura. Mas já dizia muito sobre o que viria pela frente.

Obrigada aos envolvidos por esse começo tão cheio de presença. 🤎

O que acontece quando o território encontra espaço para falar e, principalmente, para ser escutado? No primeiro dia do S...
19/09/2026

O que acontece quando o território encontra espaço para falar e, principalmente, para ser escutado? No primeiro dia do Seminário Beabah!, nos reunimos para pensar nas bibliotecas como lugares onde outros mundos podem ser imaginados, mas também construídos. Lugares atravessados pelas realidades de cada comunidade, capazes de acolher perguntas difíceis, diferentes saberes e novas possibilidades. O dia começou com uma apresentação cultural que abriu os nossos caminhos pela arte e nos lembrou que existem muitas formas de contar histórias, preservar memórias e fazer um território ser visto e ouvido. Falamos sobre leitura, remição e socioeducação; justiça climática e racismo ambiental; afeto, escuta e pertencimento; saúde e caminhos para o bem-viver. Temas diferentes, mas ligados por uma mesma certeza: uma biblioteca nunca é apenas o lugar onde os livros ficam. Ela também pode ser um canto de liberdade, luta, cuidado, encontro e transformação. E, entre tantas conversas sobre a força das palavras, também celebramos o lançamento de um livro: uma nova história começando a circular justamente em um encontro feito para aproximar pessoas, saberes e territórios. Entre falas, apresentações, livros, abraços, reencontros, anotações e conversas que continuaram mesmo depois do fim de cada mesa, o primeiro dia foi sendo construído por muitas vozes. Este carrossel é um pouco disso: um dump de registros de tudo o que vivemos, das discussões que nos atravessaram e das pessoas que fizeram aquele espaço existir.
Porque, quando os territórios se encontram, a gente não compartilha apenas experiências. A gente começa a tecer redes, reconhecer caminhos e fabular, em conjunto, os mundos que ainda queremos tornar possíveis.

Endereço

Porto Alegre, RS

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