Movimento de Justiça e Direitos Humanos

Movimento de Justiça e Direitos Humanos MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS

O Movimento de Justiça e Direitos Humanos promove no dia 25 de junho, o recital Na Noite da Embaixada — O Menestrel do E...
19/06/2026

O Movimento de Justiça e Direitos Humanos promove no dia 25 de junho, o recital Na Noite da Embaixada — O Menestrel do Exílio, com o violonista e compositor José Rogério Licks.

Data: 25 de junho de 2026 (quinta-feira)
Horário: 19h
Local: Pinacoteca Ruben Berta. Rua Duque de Caxias, 973, Centro Histórico, Porto Alegre/RS
Entrada franca - Lotação por ordem de chegada

O Movimento de Justiça e Direitos Humanos promove no dia 25 de junho, o recital Na Noite da Embaixada — O Menestrel do E...
18/06/2026

O Movimento de Justiça e Direitos Humanos promove no dia 25 de junho, o recital Na Noite da Embaixada — O Menestrel do Exílio, com o violonista e compositor José Rogério Licks. O evento acontece na Pinacoteca Ruben Berta, no Centro Histórico de Porto Alegre, com entrada franca.

Data: 25 de junho de 2026 (quinta-feira)
Horário: 19h
Local: Pinacoteca Ruben Berta. Rua Duque de Caxias, 973, Centro Histórico, Porto Alegre/RS

08/04/2026

Aula Pública: 1º de abril x 8 de janeiro
Em frente ao Monumento ao Expedicionário

Jair Krischke, presidente do MJDH
Omar Ferri, advogado
Juremir Machado da Silva, jornalista
Anita Carneiro,

Imagens e edição:

O Movimento de Justiça e Direitos Humanos, reconhecido pela Unesco como Memória do Mundo, da América Latina e Caribe, un...
20/03/2026

O Movimento de Justiça e Direitos Humanos, reconhecido pela Unesco como Memória do Mundo, da América Latina e Caribe, une-se aos Grafistas Associados do RS (Grafar) e com apoio da Revista Grifo, para realizar a exposição “1º de abril - 62 anos do golpe militar em charges”, de 1º a 15 de abril, na Câmara Municipal de Porto Alegre.

Na lembrança provocada pelos traços críticos de 60 trabalhos de 22 chargistas consagrados, o humor torna viva a memória do trágico golpe militar de 1964. Como sempre ocorre nos atentados militares, a verdade foi vítima. Os militares corromperam a própria data da ação que violentou a vida dos brasileiros. Para escapar da piada pronta, forçaram a falsa versão do 31 de março. O golpe aconteceu mesmo em 1º de abril, o dia dos bobos.

Preservar a memória de um povo é recusar o esquecimento organizado das vergonhas históricas. Desmentir versões oficiais, transformar o traço de humor de anedota em documento, é fazer com que as futuras gerações possam rir, chorar e aprender, para que nunca mais aconteça. Para que o País resista a violências como a de 8 de janeiro de 2023. É preciso lembrar que no Brasil ainda há 434 desaparecidos forçados , cujas famílias choram porque não puderam velar seus entes queridos massacrados pelo golpe de 1º de abril de 1964.

Exposição: “1º de abril - 62 anos do golpe militar em charges”
Inauguração: 1º de abril
Local: Salão Adel Carvalho da Câmara Municipal - 2º andar. Avenida Loureiro da Silva, 255.

O Movimento de Justiça e Direitos Humanos, reconhecido pela Unesco como Memória do Mundo, da América Latina e Caribe, un...
18/03/2026

O Movimento de Justiça e Direitos Humanos, reconhecido pela Unesco como Memória do Mundo, da América Latina e Caribe, une-se aos Grafistas Associados do RS (Grafar) e com apoio da Revista Grifo, para realizar a exposição “1º de abril - 62 anos do golpe militar em charges”, de 1º a 15 de abril, na Câmara Municipal de Porto Alegre.

Na lembrança provocada pelos traços críticos de 60 trabalhos de 22 chargistas consagrados, o humor torna viva a memória do trágico golpe militar de 1964. Como sempre ocorre nos atentados militares, a verdade foi vítima. Os militares corromperam a própria data da ação que violentou a vida dos brasileiros. Para escapar da piada pronta, forçaram a falsa versão do 31 de março. O golpe aconteceu mesmo em 1º de abril, o dia dos bobos.

Preservar a memória de um povo é recusar o esquecimento organizado das vergonhas históricas. Desmentir versões oficiais, transformar o traço de humor de anedota em documento, é fazer com que as futuras gerações possam rir, chorar e aprender, para que nunca mais aconteça. Para que o País resista a violências como a de 8 de janeiro de 2023. É preciso lembrar que no Brasil ainda há 434 desaparecidos forçados , cujas famílias choram porque não puderam velar seus entes queridos massacrados pelo golpe de 1º de abril de 1964.

Exposição: “1º de abril - 62 anos do golpe militar em charges”
Inauguração: 1º de abril
Local: Salão Abel Carvalho da Câmara Municipal - 2º andar. Avenida Loureiro da Silva, 255.

Na segunda-feira, 2 de março, o Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH) e a Associação Riograndense de Imprensa (...
26/02/2026

Na segunda-feira, 2 de março, o Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH) e a Associação Riograndense de Imprensa (ARI), realizam o painel “Argentina: 50 anos de uma ditadura cruel”, com Alfredo Culleton e Gustavo Veiga. O encontro será às 19h, no salão nobre da ARI, em Porto Alegre, para marcar as cinco décadas do golpe militar na Argentina.

Em 24 de março de 1976 a Junta Militar, comandada pelo então Tenente-General do Exército, Jorge Rafael Videla, e com apoio do Almirante da Marinha, Emilio Eduardo Massera e do Brigadeiro-General da Força Aérea, Orlando Ramón Agosti, tomou o poder após prender a presidente María Estela Martínez de Perón, dando início à ditadura militar mais violenta da história argentina.

Estima-se que cerca de 30 mil pessoas tenham sido torturadas, exiladas e/ou mortas pelo terrorismo de Estado naquele país. Alinhados na perseguição e assassinato de opositores, o regime de Videla também tornou-se o principal parceiro do Brasil na chamada Operação Condor. O trabalho de identificação das vítimas permanece até hoje. Em setembro do ano passado, a Equipe Argentina de Antropologia Forense, identificou as impressões digitais do brasileiro Francisco Tenório Cerqueira Júnior, desaparecido há quase 50 anos. Após ser morto em Buenos Aires, ele foi enterrado como “não identificado”. Conhecido como Tenorinho, o pianista estava no país para acompanhar os artistas Toquinho e Vinícius de Moraes em um show quando sumiu, misteriosamente.

Os militares ficaram no poder até 1983 e, dois anos depois, em 1985, já sob um governo civil, pela primeira vez na América Latina, líderes militares foram levados a julgamento e condenados por crimes contra a humanidade. O general Jorge Rafael Videla e outro membro da Junta, Emilio Eduardo Massera, foram condenados à prisão perpétua.

“A empáfia da covardia” de Omar Ferri e Jair Krischke, publicado pela editora BesouroBox, resgata eventos recentes e his...
19/02/2026

“A empáfia da covardia” de Omar Ferri e Jair Krischke, publicado pela editora BesouroBox, resgata eventos recentes e históricos que revelam um padrão de corrupção e desrespeito à democracia.

A obra aborda desde a ascensão de figuras políticas controversas até a persistência da corrupção e a luta pelos direitos humanos no Brasil.

O objetivo deste trabalho, segundo os autores, é também “registrar a inconstitucionalidade de qualquer lei que conceda anistia aos réus das criminosas ações adotadas na tentativa de golpe em 8 de janeiro de 2023. Anistiar um crime lesa-pátria é autorizar aquilo que a Constituição proíbe”.

O valor sugerido para compra é R$ 45,00 com frete incluso. O pagamento pode ser realizado diretamente com o Movimento de Justiça e Direitos Humanos por Pix ou transferência bancária.

PIX
CNPJ - 87130837/0001-33

Transferência bancária
Banco Itaú (343)
Agência - 8881
Conta Corrente – 22574-5
CNPJ - 87130837/0001-33

Após o pagamento, basta enviar o comprovante por DM ou e-mail. O exemplar será remetido via Correios.

E-mail: [email protected]

Cerimônia de entrega do Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo10/1219hCubo/OABRua Manoelito de Ornellas, 55. Térreo Entra...
10/12/2025

Cerimônia de entrega do Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo

10/12
19h
Cubo/OAB
Rua Manoelito de Ornellas, 55. Térreo
Entrada livre

Roda de conversa com os vencedores do Prêmio Especial do Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo!
09/12/2025

Roda de conversa com os vencedores do Prêmio Especial do Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo!

Endereço

Avenida Loureiro Da Silva, 255
Porto Alegre, RS
90013-901

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 14:00 - 17:30
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 14:00 - 17:30

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Movimento de Justiça e Direitos Humanos posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Organização

Envie uma mensagem para Movimento de Justiça e Direitos Humanos:

Compartilhar