26/08/2026
MEDIUNIDADE DE CURA COM OS CABOCLOS E PRETOS VELHOS
No capítulo 12 da obra Mediunidade de Cura,mestre Ramatís aborda a atuação dos espíritos dos povos originários, caboclos, índios e "pretos-velhos" no receituário mediúnico e na cura espiritual.
Os principais pontos discutidos são:
👉🏽Origem e Hábitos desses Espíritos: Sendo espíritos que viveram em culturas com forte ligação com a natureza, eles mantêm o hábito de utilizar recursos tradicionais, como infusões de ervas, xaropes, fortificantes e benzimentos para amenizar o sofrimento humano.
👉🏽Atuação Incondicional e o Amor ao Próximo: Embora não se apresentem como doutores com diplomas acadêmicos da medicina oficial, esses benfeitores trabalham guiados pelo amor e pela caridade ensinada por Jesus, priorizando a assistência fraterna aos necessitados, muitas vezes em regiões desamparadas pela medicina convencional.
✨ O Ambiente de Umbanda e o Acolhimento✨
Os caboclos e pretos-velhos encontram nos terreiros de Umbanda o clima psíquico, os símbolos e a liberdade cultural adequados para manifestar suas raízes e exercer o curandeirismo com naturalidade e eficácia.
O sucesso de uma cura não reside estritamente na sofisticação da droga, mas na exatidão da prescrição para o tipo psicofísico do enfermo. Enquanto uns se beneficiam de fitoterápicos, outros respondem melhor à banhos de folhas e à fluidos magnéticos.
👉🏽Evolução Espiritual e Disfarces Culturais: Ramatís esclarece que espíritos sábios, médicos ou cientistas do passado podem, por humildade e para realizar um expurgo do orgulho intelectual, atuar sob a roupagem simples de um preto-velho ou caboclo, adaptando-se a métodos mais simples de cura para servir à humanidade sem vaidades.
A essência da mensagem de Ramatís
A verdadeira ciência do bem não se mede pelas credenciais acadêmicas que ostentamos na matéria, mas pela pureza e generosidade que habitam o altar do coração. Os espíritos simples e devotados que retornam sob a veste humilde dos pretos-velhos e caboclos nos lembram que a caridade legítima dispensa títulos e se expressa no acolhimento sem julgamentos. Eles caminham pelas sendas da dor oferecendo o bálsamo da esperança, provando que o amor ao próximo é a mais alta medicina da alma. Que possamos, inspirados por esses exemplos de abnegação, estender as mãos aos caídos na estrada da vida, compreendendo que qualquer gesto de amor e solidariedade tem o poder de iluminar as sombras e renovar os horizontes do espírito.
Na sua opinião
Em que medida o preconceito cultural e social ainda dificulta a valorização de saberes tradicionais dos povos originários na área da saúde e do bem-estar?🤔
De que maneira podemos cultivar um olhar mais caridoso e desprovido de julgamentos em relação às dores e às limitações daqueles que nos cercam, seguindo o exemplo dos caboclos e pretos velhos?🤔
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