Clube de Cinema de Porto Alegre

Clube de Cinema de Porto Alegre Conheça e se associe. Clube de Cinema de Porto Alegre
Fundado em 13 de abril de 1948.

O Clube de Cinema exibe filmes semanalmente, nas manhãs de sábado, eventualmente em outros horários, além de promoção de mostras, debates esessões especiais para associados e seus convidados.

Neste sábado, dia 13 de junho, nosso encontro será às 10h15 da manhã, no auditório do Instituto Goethe, onde assistiremo...
11/06/2026

Neste sábado, dia 13 de junho, nosso encontro será às 10h15 da manhã, no auditório do Instituto Goethe, onde assistiremos ao filme Cleo, primeiro longa-metragem do cineasta alemão Erik Schmitt.

Misturando aventura, romance e fantasia, o filme transforma Berlim em um espaço repleto de histórias, lendas urbanas e passagens secretas. Ao acompanhar a jornada de uma jovem em busca de um relógio capaz de voltar no tempo, Schmitt constrói animações, truques visuais e referências à história berlinense. Cleo propõe um passeio por diferentes camadas do passado e do presente, explorando a relação entre perdas, desejos e a possibilidade, real ou imaginária, de reescrever a própria vida.

SESSÃO DE SÁBADO NO CLUBE DE CINEMA

📅 Data: Sábado, 13/06, às 10h15 da manhã
📍 Local: Instituto Goethe
Rua 24 de Outubro, 112 – Moinhos de Vento, Porto Alegre
🎟️ Entrada franca e aberta à comunidade

Cleo
Alemanha, 2019, 99min
Direção: Erik Schmitt
Roteiro: Erik Schmitt e Stefanie Ren
Elenco: Marleen Lohse, Jeremy Mockridge, Heiko Pinkowski, Max Mauff

Sinopse: Fascinada pelas histórias e mistérios de Berlim, Cleo sonha encontrar um lendário relógio capaz de voltar no tempo. Quando conhece Paul, um jovem caçador de tesouros que possui pistas sobre o paradeiro do artefato, ela embarca em uma aventura que atravessa diferentes lugares, épocas e memórias da cidade.


Nesta quinta-feira, 11 de junho, às 19h, o Clube de Cinema de Porto Alegre realiza mais uma sessão do ciclo Nouvelle Vag...
09/06/2026

Nesta quinta-feira, 11 de junho, às 19h, o Clube de Cinema de Porto Alegre realiza mais uma sessão do ciclo Nouvelle Vague e suas influências na Sala Redenção.

O filme da vez é A Chinesa (1967), um dos mais famosos filmes de Jean-Luc Godard. Após a exibição, haverá debate com Juliana Costa, crítica de cinema, professora e programadora, e Alexandre Guilhão, cineasta e historiador.

O ciclo faz parte de uma ação de extensão da UFRGS e oferece certificação aos participantes, possibilitando o aproveitamento de horas complementares por estudantes. Inscreva-se!

📍 Sala Redenção – Cinema Universitário
🕖 19h
🎟️ Entrada gratuita
🎬 Sinopse: Quatro jovens passam suas férias de verão em um apartamento emprestado. Eles querem mudar o mundo por meio do comunismo, mas também utilizando do terrorismo se necessário.

Esperamos você para mais uma noite de Nouvelle Vague!

🚨 RETA FINAL! 🚨Precisamos de ajuda para conquistar uma emenda parlamentar com objetivo de preservar a memória dos quase ...
09/06/2026

🚨 RETA FINAL! 🚨

Precisamos de ajuda para conquistar uma emenda parlamentar com objetivo de preservar a memória dos quase 80 anos do Clube de Cinema de Porto Alegre.

🗳️ Para votar, acesse:
https://opantifascista.com.br/

É rápido: escolha um projeto da área da saúde e, depois, selecione Clube de Cinema de Porto Alegre (código 0058) em “Demais Áreas”.
⏱️ Leva cerca de 1 minuto!

Sobre o projeto: nosso objetivo é digitalizar e disponibilizar gratuitamente fotografias, documentos, entrevistas e uma linha do tempo que conta a história do Clube de Cinema de Porto Alegre. Tudo isso em um portal aberto ao público, garantindo que esse patrimônio cultural permaneça acessível às futuras gerações.

Nos ajude a tornar esse sonho realidade. E, se você já votou, compartilhe este post nos seus grupos, marque amigos e familiares e compartilhe. Faltam poucos dias para o fim das votações!

A primeira cena de Betty Blue já dá o tom do filme. Nela, Zorg e Betty fazem s**o de forma explícita e naturalista, sem ...
08/06/2026

A primeira cena de Betty Blue já dá o tom do filme. Nela, Zorg e Betty fazem s**o de forma explícita e naturalista, sem glamourização ou pudor excessivo. Ao longo da narrativa, Jean-Jacques Beineix utiliza a nudez e o desejo como elementos centrais da construção de uma história de amor intensa, explorando ao máximo a química entre Béatrice Dalle e Jean-Hugues Anglade, intérpretes de Betty e Zorg. Com uma trilha sonora marcante e uma fotografia inesquecível, o longa de 1986 mereceu ser visto (e, para muitos associados, revisto) na sessão do último sábado (06/06), na Cinemateca Paulo Amorim.

Ao mesmo tempo, o filme revela algumas limitações quando observado a partir de uma perspectiva contemporânea. Sua representação da saúde mental pode soar datada, e a personagem Betty acaba carecendo de um projeto de vida próprio mais desenvolvido. Embora seja apresentada como alguém intensa, impulsiva e cheia de desejos, seus sonhos raramente se materializam para além da relação com Zorg e de sua dedicação a que ele publique seu livro. Essa ausência de ambições pessoais mais claras acaba esvaziando parte da personagem, tornando algumas de suas motivações menos convincentes. Mesmo seu desejo de maternidade surge de forma abrupta, e não tão clara, contribuindo para que certas reações pareçam menos orgânicas do que o restante da narrativa.

Ainda assim, é difícil tirar os olhos da tela durante suas quase duas horas de duração. Entre momentos de humor, romance, erotismo e tragédia, Betty Blue constrói uma história envolvente, com descobertas e excessos de seu casal protagonista. Mais uma sessão memorável do Clube de Cinema de Porto Alegre, marcada também pelas lembranças dos associados que recordaram as salas lotadas em exibições históricas do filme na capital gaúcha, como as do antigo Cine ABC.

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No próximo sábado, dia 6 de junho, o Clube de Cinema de Porto Alegre exibe Betty Blue (37°2 le matin), de Jean-Jacques B...
04/06/2026

No próximo sábado, dia 6 de junho, o Clube de Cinema de Porto Alegre exibe Betty Blue (37°2 le matin), de Jean-Jacques Beineix.

Lançado em 1986, o filme é um dos grandes marcos do Cinéma du look, movimento que marcou o cinema francês dos anos 1980 por sua estética vibrante e intensidade emocional. A história acompanha o relacionamento entre Zorg e Betty, uma jovem apaixonada e imprevisível, em uma narrativa que transita entre romance, desejo, humor e tragédia.

📅 Sábado, 06/06
🕥 10h15
📍 Sala Eduardo Hirtz – Cinemateca Paulo Amorim
Casa de Cultura Mário Quintana

Betty Blue (37°2 le matin)
França, 1986
Direção: Jean-Jacques Beineix

Esperamos vocês!

03/06/2026

🎬 Já votou no Clube de Cinema de Porto Alegre? Demora só um minutinho!

Estamos concorrendo para viabilizar um projeto de preservação da memória dos quase 80 anos do CCPA. A proposta inclui a digitalização e organização de documentos históricos, fotografias, captação de entrevistas e outros materiais que contam a trajetória do Clube e do cineclubismo em Porto Alegre.

Todo esse conteúdo será reunido em um website gratuito e de acesso público, ajudando a preservar essa história para pesquisadores, estudantes, cinéfilos e para toda a comunidade.

🪪 Só é possível UM voto por CPF.
📌 Qualquer pessoa pode votar, mesmo morando fora do Rio Grande do Sul.
🗳️ As votações vão até 10 de junho.

Se ainda não votou, assista ao vídeo e descubra como. Compartilhe com amigos e familiares, cada voto faz diferença para transformar esse projeto em realidade ✨

Três Mulheres foi o filme escolhido para a sessão de domingo, encerrando um fim de semana de dobradinha no Clube de Cine...
02/06/2026

Três Mulheres foi o filme escolhido para a sessão de domingo, encerrando um fim de semana de dobradinha no Clube de Cinema de Porto Alegre.

Menos conhecido do que outros títulos de Robert Altman, diretor de M*A*S*H, a trama começa quando Pinky é contratada para trabalhar em um centro de reabilitação para idosos onde Millie já atua.

As piscinas que aparecem ao longo do filme contrastam com a paisagem árida da Califórnia retratada por Altman, criando uma atmosfera ao mesmo tempo estranha e hipnótica. Após as duas passarem a dividir um apartamento, ganha destaque a terceira mulher da trama, Janice Rule (Willie), artista silenciosa que pinta figuras enigmáticas e parece antecipar, por meio de alegorias, os acontecimentos da narrativa.

Uma das grandes forças de Três Mulheres está na ambiguidade de suas personagens. Pinky parece uma alienígena, não possui identidade própria, imitando aqueles ao seu redor em uma tentativa de pertencimento. Em outros momentos, sua relação com Millie oscila entre fascínio, desejo e a vontade de se transformar na própria colega. Sissy Spacek entrega uma atuação marcante como essa figura excêntrica e deslocada, enquanto Shelley Duvall constrói uma Millie ao mesmo tempo carente e fascinante, presa a uma realidade que parece existir apenas em sua imaginação. Juntas, as duas protagonizam algumas das interpretações mais memoráveis do cinema dos anos 1970.

Mais uma sessão dedicada à descoberta (ou redescoberta) de um grande filme no Clube de Cinema!

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Mais um sábado de sessão do Clube de Cinema, e também de entrega de carteirinhas!No dia 30 de maio realizamos a exibição...
01/06/2026

Mais um sábado de sessão do Clube de Cinema, e também de entrega de carteirinhas!

No dia 30 de maio realizamos a exibição de Como Era Verde Meu Vale (1941), dirigido por John Ford, na Cinemateca Capitólio. Baseado no romance de Richard Llewellyn, a história acompanha a família Morgan no País de Gales na transição do século XIX para XX, tendo como narrador o jovem Huw, que revisita as memórias de sua infância em uma comunidade marcada pelo trabalho nas minas de carvão.

Enquanto os irmãos e o pai enfrentam a redução dos salários, a organização sindical e os riscos constantes do trabalho, a irmã Angharad vive um romance proibido que acrescenta novos conflitos à narrativa. Entre dramas familiares, questões sociais e afetivas, o filme constrói um retrato sensível das transformações vividas por aquela comunidade.

A força de Como Era Verde Meu Vale está tanto em sua história quanto em sua realização: a fotografia em preto e branco, a direção de arte, a trilha sonora e os movimentos de câmera revelam o talento de John Ford em uma de suas obras mais celebradas.

Mais uma sessão para revisitar um clássico no Clube de Cinema! Quer nos conhecer? Nossas sessões acontecem todos os sábados, às 10h15. Acompanhe a programação pelas nossas redes sociais.

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🎬 Estamos trabalhando para preservar e compartilhar a história dos quase 80 anos do Clube de Cinema de Porto Alegre! Nos...
31/05/2026

🎬 Estamos trabalhando para preservar e compartilhar a história dos quase 80 anos do Clube de Cinema de Porto Alegre!

Nosso projeto prevê a digitalização e disponibilização pública de documentos, fotografias, entrevistas e outros materiais que ajudam a contar a trajetória do cineclubismo na cidade.

✨ Seu apoio faz a diferença. Vote no Clube de Cinema no Orçamento Participativo Antifascista, compartilhe e ajude a preservar essa memória.

Arte:

No domingo, dia 31, nos reunimos na sala Eduardo Hirtz da Cinemateca Paulo Amorim para assistir Três Mulheres, de Robert...
28/05/2026

No domingo, dia 31, nos reunimos na sala Eduardo Hirtz da Cinemateca Paulo Amorim para assistir Três Mulheres, de Robert Altman: um filme hipnótico e difícil de decifrar, em que identidades se confundem, personalidades parecem migrar entre personagens e a lógica narrativa cede espaço a uma atmosfera onírica. Situado numa Califórnia desértica e artificial, Três Mulheres transforma gestos cotidianos, silêncios e relações banais em matéria de estranhamento psicológico e reflexão sobre feminilidade, desejo e construção da identidade.

Confira os detalhes da programação:

DOMINGO (31/05, 10h15)

Três Mulheres (3 Women)
EUA, 1977, 124min
Direção: Robert Altman
Roteiristas: Robert Altman, Patricia Resnick
Elenco: Shelley Duval, Sissy Spacek, Janice Rule

📍 Local: Cinemateca Paulo Amorim, Sala Eduardo Hirtz
Casa de Cultura Mário Quintana – Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre

Sinopse: Em uma cidade desértica da Califórnia, duas mulheres solitárias desenvolvem uma relação ambígua e cada vez mais instável após passarem a viver juntas. Entre deslocamentos de personalidade, desejos reprimidos e imagens recorrentes, o cotidiano gradualmente assume contornos de sonho e pesadelo.

Endereço

Porto Alegre, RS

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