CLADEM Brasil

CLADEM Brasil Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de CLADEM Brasil, Organização sem fins lucrativos, Brasil, Porto Alegre.

Uma rede feminista que trabalha para contribuir à plena vigência dos direitos das mulheres na América Latina e Caribe, utilizando o direito como um instrumento de mudança. O CLADEM/Brasil - Comitê Latino-americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher, é capítulo nacional da rede regional CLADEM, organização não governamental com mais de 25 anos de atuação. Nosso objetivo, é articular e

potencializar os esforços de pessoas, grupos,movimentos e organizações nos países da região, para a promoção, vigilância e defesa dos direitos humanos interdependentes e integrais das mulheres, em uma perspectiva feminista e sóciojurídica de gênero, com ênfase nos temas de discriminação, violência, direitos se***is e reprodutivos, em nível nacional, regional e internacional. Com representações em 16 países, a sede do CLADEM Regional encontra-se em Lima, Peru, e a coordenação brasileira atualmente está em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, por se tratar de uma coordenação compartilhada.

Todo ano, milhares de meninas brasileiras são forçadas a atravessar uma gravidez na infância após violência sexual. Em v...
18/05/2026

Todo ano, milhares de meninas brasileiras são forçadas a atravessar uma gravidez na infância após violência sexual. Em vez de ampliar proteção e acesso ao cuidado, o PDL 3/2025 tenta criar mais barreiras para crianças e adolescentes vítimas de estupro.

‼️ Neste 18 de maio, é preciso dizer não ao PDL da Pedofilia. O enfrentamento à violência sexual infantil passa pela defesa de direitos, do acolhimento e do acesso à saúde.

➡️ Diga NÃO ao PDL 3/2025 na consulta pública do Senado: bit.ly/PDL3NAO

Já pensou sobre como os estereótipos patriarcais influenciam decisões judiciais na América Latina? Em nossa última publi...
09/05/2026

Já pensou sobre como os estereótipos patriarcais influenciam decisões judiciais na América Latina? Em nossa última publicação, especialistas em direito, psicologia e ativismo feminista discutem sobre como a falsa Síndrome de Alienação Parental (SAP) é utilizada para questionar denúncias de abuso resultando em mais uma forma de violência de gênero.

Mães são vistas como "vingativas" que "inventam" violência, crianças são acusadas de terem "memórias falsas" induzidas e a prioridade à "unidade familiar" se sobrepõe à proteção real de vítimas de violência.
A utilização desses estereótipos cria barreiras ao acesso à justiça e vai contra tratados como Belém do Pará.

Quer entender melhor? Baixe a publicação organizada por ! O link está na bio.

📣 Atenção! Hoje é o último dia para tirar seu título, transferir o local de votação ou atualizar seus dados na Justiça E...
06/05/2026

📣 Atenção! Hoje é o último dia para tirar seu título, transferir o local de votação ou atualizar seus dados na Justiça Eleitoral. Esse é um prazo burocrático e nos lembra do direito conquistado de participar efetivamente das decisões que moldam nossa realidade.

No Brasil, somos mais da metade da população e, ainda assim, as mulheres ainda estão longe de ocupar metade dos espaços de poder.

Garantir o direito ao voto e o acesso pleno ao processo eleitoral é um passo fundamental para transformar a política em um espaço mais representativo, diverso e justo. A paridade não é uma meta numérica: é uma condição para que diferentes vozes e perspectivas estejam presentes nas decisões públicas.

✨ Se a democracia se constrói com participação, ela também se fortalece com igualdade.

  encontros, fortalecimento e incidência ✊🏾✨Em novembro do ano passado, no 3º Festival de Múltiplas Sexualidades, realiz...
02/04/2026

encontros, fortalecimento e incidência ✊🏾✨

Em novembro do ano passado, no 3º Festival de Múltiplas Sexualidades, realizamos o lançamento do livro “Alienação Parental: Uma nova forma de violência de gênero contra mulheres e crianças na América Latina e Caribe”. Nosso ativismo encontra diálogos potentes junto à produção acadêmica e a incidência política.

Esse lançamento aconteceu em parceria com a , organização reconhecida pelo apoio direto a mulheres em situação de violência, articulado com o CLADEM. A presença da universidade nesse processo também foi central: nosso livro nasce de pesquisas comprometidas com a realidade latino-americana e caribenha, reafirmando o papel de uma produção acadêmica crítica voltada para a construção de evidências, sistematização de denúncias e fortalecimento das lutas sociais. Ao dialogar com organizações da sociedade civil, esse conhecimento se expande para além dos muros acadêmicos e se transforma em ferramenta concreta de incidência.

Durante o debate, aprofundamos como a chamada “alienação parental” tem sido instrumentalizada, em diversos contextos, para deslegitimar denúncias de violência de gênero, afetando diretamente mulheres e crianças. A partir das experiências compartilhadas por ativistas, pesquisadoras e profissionais da rede de atendimento, evidenciamos a urgência de enfrentar essas distorções no campo jurídico e de fortalecer práticas que coloquem a proteção e os direitos humanos no centro do debate.

O Festival de Múltiplas Sexualidades, em novembro de 2025, foi o cenário ideal para essa troca: um espaço que articulou cultura, diversidade e direitos, a expressão de nossa rede em movimento. Seguimos em luta pela justiça de gênero! 💜

O aumento de casos de feminicídio no Brasil e a falta de paridade de gênero na política não são fenômenos isolados. Ambo...
08/03/2026

O aumento de casos de feminicídio no Brasil e a falta de paridade de gênero na política não são fenômenos isolados. Ambos fazem parte de uma mesma estrutura social e institucional marcada por desigualdades de poder entre homens e mulheres.

Apesar de avanços institucionais, com a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio, as mulheres ainda ocupam menos de um quinto das cadeiras no Congresso Nacional, um índice muito abaixo da média global.

Quando há baixa representação feminina na política, as agendas relacionadas à proteção das mulheres tendem a receber menos prioridade ou a ser tratadas de forma insuficiente.

Relatórios da ONU¹ mostram que a presença de mulheres em parlamentos e governos costuma ampliar a atenção a temas como combate à violência de gênero, políticas de cuidado, proteção social e direitos reprodutivos. Sem paridade, muitas políticas públicas necessárias demoram a avançar ou não recebem recursos adequados.

Há também uma dimensão simbólica e cultural importante, pois quando as mulheres são pouco visíveis no poder, a mensagem transmitida é de que nossa participação e autoridade são menos legítimas. Isso reforça normas patriarcais que sustentam diferentes formas de violência, desde o silenciamento político até a violência doméstica e o feminicídio.

Garantir que as mulheres tenham voz e poder na política também é parte da luta para garantir que possamos viver com segurança. Combater o feminicídio exige não apenas leis e punição, mas a transformação das estruturas de poder que historicamente nos mantiveram à margem das decisões que afetam nossas próprias vidas.

1. Relatório "Women in Politics – The Fight to End Violence Against Women" e documentos da agenda "Women, Peace and Security"

  é uma data para lembrarmos que cada direito conquistado pelas mulheres foi fruto de mobilização e enfrentamento das es...
08/03/2026

é uma data para lembrarmos que cada direito conquistado pelas mulheres foi fruto de mobilização e enfrentamento das estruturas que historicamente tentam nos silenciar.

Na política, esse silenciamento assume muitas formas: sub-representação nos espaços de poder, barreiras institucionais que dificultam candidaturas de mulheres, violência política de gênero. Mesmo quando conquistamos o direito de votar e de ocupar cargos públicos, o patriarcado insiste em restringir nossa presença e influência.

Diante de tantas tentativas sistemáticas de silenciamento, seguimos transformando essa realidade com nossos movimentos, redes de solidariedade, com disputas de narrativas e a ocupação de espaços antes negados. Nossas vozes estão nas assembleias, parlamentos, ruas e comunidades, desafiando estruturas que por muito tempo foram desenhadas para nos excluir. A democracia só se realiza plenamente quando mulheres participam de sua construção.


As recentes ondas de discurso antigênero apresentam pautas feministas e de direitos humanos como ameaças à família, à cu...
08/03/2026

As recentes ondas de discurso antigênero apresentam pautas feministas e de direitos humanos como ameaças à família, à cultura ou à ordem social. Ao simplificar e distorcer debates complexos, esse tipo de narrativa alimenta campanhas de desinformação que confundem a opinião pública e deslegitimam políticas voltadas à igualdade.

Dessa forma, mulheres que ocupam cargos políticos frequentemente se tornam alvos e, assim, a desinformação e os discursos de ódio baseados em gênero culminam no aumento da violência política contra mulheres. Esse tipo de violência pode assumir a forma de ameaças, ataques nas redes sociais, intimidação, difamação ou tentativas de desqualificar a atuação política feminina.

Quando mulheres são sistematicamente atacadas e deslegitimadas, a permanência e participação na política é prejudicada, o que reforça a desigualdade de representação.

Neste , defender a paridade política de gênero é também enfrentar a desinformação e os discursos que tentam silenciar as mulheres. Garantir participação plena de mulheres na política não é apenas busca por representatividade, mas parte da luta por uma vida sem violência. A democracia se fortalece quando todas as pessoas podem participar do debate público.


Em agosto, durante a XVI Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e Caribe (12 a 15/08), o principal fórum ...
29/12/2025

Em agosto, durante a XVI Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e Caribe (12 a 15/08), o principal fórum intergovernamental das Nações Unidas sobre direitos das mulheres e igualdade de gênero na região, o CLADEM lançou a publicação "Alienação Parental: uma nova forma de violência de gênero contra mulheres e crianças na América Latina e Caribe".

O objetivo da conferência foi debater transformações políticas, econômicas, sociais, culturais e ambientais para avançar rumo a uma sociedade do cuidado e à igualdade de gênero, reunindo governos, organizações internacionais, academia e movimentos feministas.

No lançamento, o diálogo se alinhou a esse propósito: problematizar a utilização do falso conceito de “alienação parental” nos sistemas de justiça, indicando como essa narrativa tem sido usada para deslegitimar denúncias de violência, penalizar mães e prejudicar a proteção integral de crianças e adolescentes. Também lançamos um chamado para que legislações e decisões judiciais sejam baseadas em direitos humanos e livres de preconceitos de gênero.

Essa publicação é resultado de uma parceria entre CLADEM, Equality Now, Campanha Global por Igualdade no Direito de Família e a Faculdade de Direito da USP/Ribeirão Preto e reforça o compromisso do CLADEM com os direitos das mulheres na região.

O CLADEM Brasil esteve representado por , e , fortalecendo nossa atuação coletiva frente a desafios conservadores e retrocessos nos direitos de família.

📄 As versões em português e espanhol estão disponíveis (link na bio).

27/12/2025

Em abril deste ano, o CLADEM organizou junto ao MESECVI (Mecanismo de Seguimento da Convenção de Belém do Pará) um encontro na Casa da ONU no Brasil para debater o Projeto de Lei Modelo Interamericana para a prevenção, punição e erradicação da violência digital de gênero contra mulheres.

A atividade fez parte do encontro regional do CLADEM e integrou o processo de construção coletiva coordenado pelo MESECVI, com apoio da ONU Mulheres e da Equality Now, reunindo representantes do poder público, especialistas e organizações da sociedade civil.

Agradecemos a todas as pessoas e organizações envolvidas no processo de consulta no Brasil.

A participação do CLADEM reafirma nosso compromisso com a incidência regional, a produção de marcos normativos com perspectiva de gênero e a defesa dos direitos humanos das mulheres frente às violências no ambiente digital.

📌 Recesso CLADEM | 23/12/2025 a 10/01/2026Após um ano de incidências estratégicas, produção de conhecimento e articulaçã...
23/12/2025

📌 Recesso CLADEM | 23/12/2025 a 10/01/2026

Após um ano de incidências estratégicas, produção de conhecimento e articulação em defesa dos direitos humanos das meninas e mulheres, o CLADEM entra em recesso de 23 de dezembro de 2025 a 10 de janeiro de 2026.

Este é também um tempo de pausa e cuidado, fundamental para sustentar a continuidade do trabalho coletivo que compartilhamos com vocês.

Retornaremos em breve para seguir fortalecendo a incidência feminista, com compromisso e responsabilidade.

Seguimos conectadas por aqui.

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Porto Alegre, RS

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