Associação Poços Sustentável

Associação Poços Sustentável As reuniões da Diretoria são realizadas na Casa dos Conselhos - Rua Pernambuco, s/n (em cima do Mercado Municipal, toda quarta-feira, das 15h00 às 17h00).

É uma associação de Pessoas comprometidas com a Sustentabilidade, respeitando a pluralidade e a diversidade no interesse coletivo, através da criação de uma agenda de desenvolvimento sustentável local.

Desafios e Soluções para a Redução das Perdas Aparente e RealAs perdas de água nos sistemas de abastecimento são categor...
11/06/2026

Desafios e Soluções para a Redução das Perdas Aparente e Real

As perdas de água nos sistemas de abastecimento são categorizadas em reais (físicas) e aparentes (não físicas), cada uma com seus desafios específicos e demandando abordagens distintas para sua mitigação.

As perdas reais, como vazamentos em tubulações e conexões, são combatidas com detecção ativa, reparos rápidos e modernização da infraestrutura. Já as perdas aparentes, que incluem fraudes, ligações clandestinas e erros de medição, exigem fiscalização rigorosa, hidrometração precisa e campanhas de conscientização. O documento 'Análise espacial de perdas reais' detalha como a modelagem hidráulica e a setorização podem auxiliar na identificação de áreas com maior incidência de perdas, permitindo intervenções mais eficazes. O Instituto Trata Brasil reforça que a média nacional de perdas (39,5%) é composta por ambos os tipos, e a meta de 25% até 2034 exige uma estratégia integrada.

A combinação de investimentos em tecnologia, capacitação de equipes, gestão de dados e engajamento da comunidade é essencial para enfrentar as perdas de água de forma abrangente. A adoção de planos de segurança da água e a conformidade com as diretrizes da PNRH são passos importantes para garantir a eficiência e a sustentabilidade dos sistemas de abastecimento.



Universalização do Saneamento e o Combate às Perdas: Uma Conexão EssencialA universalização do acesso à água e esgoto, m...
10/06/2026

Universalização do Saneamento e o Combate às Perdas: Uma Conexão Essencial

A universalização do acesso à água e esgoto, meta do Marco Legal do Saneamento Básico, está intrinsecamente ligada à capacidade de reduzir as perdas nos sistemas de abastecimento. Sem eficiência, a expansão dos serviços se torna insustentável.

O Instituto Trata Brasil destaca que o volume de água desperdiçado anualmente poderia abastecer milhões de pessoas que ainda não têm acesso à água potável. As perdas representam uma barreira para o cumprimento das metas de universalização, pois desviam recursos que poderiam ser investidos na ampliação da infraestrutura. A 'Análise espacial de perdas reais' aponta que a melhoria da eficiência operacional é um dos principais objetivos para o setor. A PNRH, com seu foco na gestão integrada e uso racional, e a PNRS, que aborda a destinação de resíduos, são políticas que apoiam a busca por um saneamento mais completo e eficiente.

Para alcançar a universalização, é imperativo que o Brasil adote uma abordagem multifacetada que combine investimentos em infraestrutura, tecnologia para detecção e reparo de vazamentos, combate a fraudes e uma gestão rigorosa. A redução das perdas não é apenas uma questão técnica, mas um pilar fundamental para garantir dignidade, saúde e desenvolvimento sustentável para toda a população brasileira.



O Ranking do Saneamento e as Melhores Práticas no Combate às PerdasO Ranking do Saneamento do Instituto Trata Brasil é u...
09/06/2026

O Ranking do Saneamento e as Melhores Práticas no Combate às Perdas

O Ranking do Saneamento do Instituto Trata Brasil é uma ferramenta crucial para avaliar o desempenho dos municípios brasileiros e identificar as melhores práticas na gestão dos serviços de água e esgoto, especialmente no que tange ao controle de perdas.

A 18ª edição do Ranking (ano-base 2024) destaca cidades como Franca (SP), São José do Rio Preto (SP), Campinas (SP) e Santos (SP) como exemplos de eficiência, muitas delas já universalizadas. Essas cidades demonstram que é possível alcançar índices de perdas significativamente menores que a média nacional de 39,5% . As melhores práticas incluem investimentos contínuos em modernização da infraestrutura, uso de tecnologias avançadas para detecção de vazamentos, gestão ativa da pressão nas redes e programas de combate a fraudes. A 'Análise espacial de perdas reais' corrobora a importância da setorização e da modelagem hidráulica para otimizar essas ações.

O sucesso desses municípios serve de inspiração e modelo para outras localidades. A replicação de estratégias eficazes, aliada ao cumprimento das metas do Marco Legal do Saneamento e à aplicação dos princípios da PNRH, é fundamental para que o Brasil avance na redução das perdas e na garantia de acesso universal à água de qualidade.



O Papel da PNRH e PNRS na Gestão Sustentável da ÁguaAs Políticas Nacionais de Recursos Hídricos (PNRH) e de Resíduos Sól...
08/06/2026

O Papel da PNRH e PNRS na Gestão Sustentável da Água

As Políticas Nacionais de Recursos Hídricos (PNRH) e de Resíduos Sólidos (PNRS) são marcos legais fundamentais que oferecem diretrizes para uma gestão mais sustentável da água, incluindo o combate às perdas e a promoção da eficiência.

A PNRH (Lei nº 9.433/97) estabelece princípios para a gestão dos recursos hídricos, como o uso múltiplo da água, a bacia hidrográfica como unidade de planejamento e a cobrança pelo uso da água, incentivando a racionalização e o combate ao desperdício. A PNRS (Lei nº 12.305/10), embora focada em resíduos, tem interface com o saneamento ao tratar do lodo de estações de tratamento de água e esgoto, promovendo a economia circular e a redução do impacto ambiental. Ambas as políticas, em conjunto com o Marco Legal do Saneamento, criam um arcabouço legal robusto para enfrentar os desafios das perdas de água, como evidenciado pelos estudos do Trata Brasil.

A integração e a efetiva aplicação da PNRH e PNRS são cruciais para a gestão sustentável da água no Brasil. Elas fornecem as bases para a formulação de planos e programas que visam não apenas a redução das perdas, mas também a proteção dos mananciais, a reutilização da água e a minimização dos impactos ambientais, garantindo a disponibilidade hídrica para as futuras gerações.



Perdas de Água no Brasil: Um Desafio Crítico para o SaneamentoO desperdício de água tratada no Brasil atinge níveis alar...
07/06/2026

Perdas de Água no Brasil: Um Desafio Crítico para o Saneamento

O desperdício de água tratada no Brasil atinge níveis alarmantes, comprometendo a segurança hídrica e a sustentabilidade dos serviços de saneamento. Dados recentes do Instituto Trata Brasil revelam a dimensão desse problema, que exige ações urgentes e coordenadas.

De acordo com o 'Estudo de Perdas de Água 2026' do Instituto Trata Brasil, o país perde cerca de 39,5% de toda a água tratada antes mesmo de chegar ao consumidor. Esse volume, superior a 4 bilhões de metros cúbicos anuais, seria suficiente para abastecer 77 milhões de pessoas por um ano. As perdas são classificadas em reais (vazamentos) e aparentes (fraudes e erros de medição), ambas impactando diretamente a eficiência operacional e financeira das concessionárias. A infraestrutura envelhecida e a falta de padronização de indicadores são fatores que agravam a situação, conforme detalhado no documento 'Análise espacial de perdas reais em sistema de abastecimento'.

A redução das perdas é fundamental para a universalização do saneamento, conforme preconiza o Marco Legal do Saneamento Básico. É preciso investir em tecnologias de detecção de vazamentos, modernização da infraestrutura e gestão eficiente para reverter esse cenário e garantir o acesso à água para todos. A Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH) e a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) fornecem as diretrizes para um uso mais racional e sustentável da água.



O Impacto Econômico e Social das Perdas de ÁguaAs perdas de água nos sistemas de abastecimento não representam apenas um...
06/06/2026

O Impacto Econômico e Social das Perdas de Água

As perdas de água nos sistemas de abastecimento não representam apenas um problema técnico, mas geram graves consequências econômicas e sociais, afetando a qualidade de vida da população e a viabilidade financeira das empresas de saneamento.

O desperdício de quase 40% da água tratada, conforme o Trata Brasil , implica em custos elevados de captação, tratamento e distribuição que não geram receita. Esse ônus é frequentemente repassado ao consumidor ou impede investimentos essenciais na expansão e melhoria dos serviços. Socialmente, a escassez de água resultante das perdas afeta milhões de brasileiros que ainda não têm acesso regular, comprometendo a saúde pública e o desenvolvimento. A 'Análise espacial de perdas reais' destaca que a ineficiência operacional, como a redução de vazão e pressão, impacta diretamente a disponibilidade do recurso.

A recuperação da água perdida é um investimento com alto retorno, capaz de liberar recursos para a universalização do acesso e a melhoria da infraestrutura. A implementação de políticas públicas alinhadas à PNRH, que visa o uso racional e a gestão integrada dos recursos hídricos, é crucial para mitigar esses impactos e promover um desenvolvimento mais equitativo e sustentável.



Dia do Meio Ambiente: dia de celebrar a vida! Este é o momento perfeito para lembrar que a natureza não está separada de...
05/06/2026

Dia do Meio Ambiente: dia de celebrar a vida!

Este é o momento perfeito para lembrar que a natureza não está separada de nós. Nós somos parte dela. Ela está presente no ar que respiramos, na água que bebemos, no alimento que nos nutre, no equilíbrio do clima, na nossa saúde e até na economia.

Tudo está profundamente interligado. Por isso, proteger a natureza não é um ato isolado: é proteger a nós mesmos, ao nosso presente e ao futuro das próximas gerações.

A Associação Poços Sustentável segue sempre atenta aos impactos ambientais locais e regionais, fiscalizando, propondo soluções e promovendo debates essenciais para que a nossa comunidade cresça em harmonia com o planeta. Cuidar da nossa casa comum é um dever coletivo.
Faça parte dessa mudança!

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Comércio Exterior e Projetos Futuros da Água Mineral no BrasilEm 2017, o Brasil demonstrou uma dinâmica interessante no ...
05/06/2026

Comércio Exterior e Projetos Futuros da Água Mineral no Brasil

Em 2017, o Brasil demonstrou uma dinâmica interessante no comércio exterior de água mineral. As importações totalizaram 2,02 milhões de litros, avaliados em US1,10milha~o,comaFranc\ca(35 1,10 milhão, com a França (35%), Itália (33%) e Noruega (24%) sendo os principais países de origem. Por outro lado, as exportações brasileiras atingiram 658 mil litros, gerando US1,10milha~o,comaFranc\c​a(35 176 mil, tendo a Guiana (57%), Estados Unidos (12%) e Porto Rico (10%) como os maiores destinos.

No mercado interno, o consumo em 2017 foi de 21,9 bilhões de litros, um aumento de 5,2% em relação a 2016. O consumo per capita no país foi de 105,6 litros por ano, conforme dados da BMC e IBGE.

O setor de água mineral no Brasil também viu um avanço significativo em projetos e regulamentações. Em 2017, foram publicadas 33 novas Portarias de Lavra e aprovados 31 Relatórios Finais de Pesquisa, com investimentos declarados de R$ 153 milhões. Empresas como Coca-Cola e Danone realizaram investimentos expressivos em novas unidades e balneários. Além disso, a adoção do selo fiscal para garrafões retornáveis, como em Rondônia em 2017, visa aprimorar a fiscalização e a sustentabilidade do setor.

Fonte: Adaptado de "ÁGUA MINERAL" por Doralice Meloni Assirati – ANM/SP.

Produção e Consumo de Água Mineral no Brasil: Um Panorama InternoEm 2017, o Brasil contava com 1.205 concessões de lavra...
04/06/2026

Produção e Consumo de Água Mineral no Brasil: Um Panorama Interno

Em 2017, o Brasil contava com 1.205 concessões de lavra de água mineral e potável de mesa ativas. Desse total, 567 complexos produtivos declararam envase de água mineral e 25 para composição de bebidas industrializadas. A produção de água mineral envasada no Brasil em 2017 foi de 8,44 bilhões de litros, representando um decréscimo de 2,8% em relação a 2016. Este volume corresponde a menos de 40% do consumo estimado, sugerindo uma possível subdeclaração da produção.

No mesmo ano, 73,3% do volume de água mineral envasada foi comercializada em garrafões retornáveis, enquanto 26,7% em embalagens descartáveis. Estados como São Paulo e Rio Grande do Sul apresentaram maior volume de embalagens descartáveis. Os principais estados produtores foram São Paulo (20,8%), Pernambuco (9,3%) e Bahia (7,0%).

O consumo de água mineral para composição de bebidas atingiu 2,1 bilhões de litros em 2017, um aumento de 5,3% em relação ao ano anterior. Empresas como Grupo Edson Queiroz (Indaiá e Minalba), Coca-Cola/FEMSA (Crystal) e Danone (Bonafont) destacaram-se na produção nacional.

Fonte: Adaptado de "ÁGUA MINERAL" por Doralice Meloni Assirati – ANM/SP.

A Água Mineral no Cenário Global: Crescimento e ConsumoA água mineral e potável de mesa, obtida de fontes naturais ou ág...
03/06/2026

A Água Mineral no Cenário Global: Crescimento e Consumo

A água mineral e potável de mesa, obtida de fontes naturais ou águas subterrâneas, é caracterizada por seu conteúdo constante de sais minerais. Em 2017, o consumo global de água engarrafada atingiu 377 bilhões de litros, um aumento de 8,1% em relação a 2016. A taxa média anual de crescimento do mercado mundial entre 2012 e 2017 foi de 6,4%.

A China liderou o crescimento médio anual com 11,8%, seguida pelos Estados Unidos com 7,1% e o Brasil com 4,7%. Em termos de aumento percentual de consumo de 2016 para 2017, a China registrou 15,0%, a Indonésia 14,0% e a Índia 10,9%. Os EUA cresceram 7,3% e o Brasil 5,2%, consolidando-se como o 5º maior mercado de água engarrafada globalmente.

O consumo per capita em 2017 destacou o México como líder mundial, com 254,4 litros por ano, seguido pela Tailândia (217,7 litros) e Itália (182,5 litros). O Brasil registrou um consumo per capita de 105,6 litros em 2017, ocupando a 15ª posição global.

Fonte: Adaptado de "ÁGUA MINERAL" por Doralice Meloni Assirati – ANM/SP.

Endereço

Rua Geraldo Ribeiro, 61/Jardim Filipino
Poços De Caldas, MG
37701-474

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