G-DAI - Grupo de Divulgação de Astronomia do Ifsuldeminas

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O G-DAI - Grupo de Divulgação de Astronomia do IFSULDEMINAS tem por objetivo levar conceitos de astronomia para a comunidade externa ao campus de Poços de Caldas, além de criar um ambiente para discussões sobre os temas nesta área.

19/11/2022

Oi, pessoal! O vídeo de hoje é em resposta à pergunta do Levi: existe vida em outro planeta?

Caso tenha alguma dúvida em relação à astronomia, envie nos nossos canais de comunicação, para que possamos respondê-la em um próximo vídeo!

Netuno: características e curiosidadesFinalizando nossa série sobre os planetas do Sistema Solar, hoje vamos falar sobre...
13/11/2022

Netuno: características e curiosidades

Finalizando nossa série sobre os planetas do Sistema Solar, hoje vamos falar sobre Netuno, o mais distante dos planetas. Netuno foi descoberto em 1946, por Johann Galle, através de previsões matemáticas realizadas por Urbain Le Verrier. Seu nome se dá, também, por sugestão de Le Verrier, em homenagem ao deus romano do mar, Netuno, devido à sua coloração azulada.
Um dia no planeta dura cerca de 16 horas e um ano, dura cerca de 165 anos terrestres. Em 2011 Netuno completou seu primeiro ano, desde que foi descoberto. O gigante gelado possui órbita oval, com relação ao Sol, por esta razão, há momentos em que Plutão se encontra mais próximo do Sol do que Netuno. Quanto às estações, o planeta apresenta estações bem definidas, como a Terra devido à inclinação de seu eixo, de 28º, bastante semelhante ao de nosso planeta. No entanto, devido à longa duração de seu ano, cada uma das estações dura cerca de 40 anos.
Netuno apresenta alguns anéis e 14 luas conhecidas. A primeira delas, Tritão, foi descoberta apenas alguns dias após a descoberta do planeta. Todas as suas luas foram nomeadas de forma a homenagear deuses e ninfas do mar da mitologia grega. Uma curiosidade sobre Tritão, é que esta é a única lua conhecida do Sistema Solar que cuja órbita é na direção oposta à rotação do planeta que circunda, sugerindo que o satélite pode ter sido um astro capturado.
Com relação à sua estrutura, Netuno é composto por materiais gelados acima de seu núcleo sólido. Esses materiais são, em sua maioria, água, metano e amônia. Sua atmosfera é composta por hidrogênio, hélio e metano. Por fim, Netuno é considerado o planeta mais ventoso do Sistema Solar, com ventos capazes de lançar nuvens de metano congelado a velocidades que podem ser superiores a 2000 quilômetros por hora, cerca de nove vezes mais fortes que os da Terra.

FONTE: NASA.

30/10/2022

Faaala, pessoal! Esta semana respondemos à pergunta "por que flutuamos no espaço?", do Victor. Confira o vídeo!

mande, você também, suas dúvidas de astronomia 🤩

30/10/2022

Faaala, pessoal! Nesta semana, respondemos à pergunta do Victor, que é "por que flutuamos no espaço?". Confira o vídeo!

Nos envie, você também, suas dúvidas de astronomia 🤩

Urano: características e curiosidades Sendo o sétimo planeta a partir do nosso Sol, Urano compõe o grupo dos planetas jo...
22/10/2022

Urano: características e curiosidades
Sendo o sétimo planeta a partir do nosso Sol, Urano compõe o grupo dos planetas jovianos, ou seja, aqueles constituídos por gases. Urano foi o primeiro planeta descoberto com o auxílio de um telescópio, em 1781, pelo astrônomo William Herschel, e recebeu este nome em homenagem ao deus grego do céu.
A atmosfera de Urano possui temperatura de cerca de -224ºC, sendo composta por hélio e hidrogênio, assim como Júpiter e Saturno, porém contém mais gelos, como água, metano e amônia. Sua atmosfera é organizada em uma estrutura de camadas de nuvens e seu interior é composto por gelo e rochas.
Apesar de não serem tão visíveis, Urano possui anéis, assim como Saturno e Júpiter, onde orbitam os satélites. Ao todo, são conhecidas 27 luas, que, ao contrário dos satélites de outros planetas, que são nomeados de acordo com deuses gregos e romanos, são nomeados em homenagem a personagens de obras de William Shakespeare e Alexander Pope.
Urano leva cerca de 84 anos terrestres para completar sua órbita ao redor do sol e 17 horas para orbitar a si mesmo. O planeta possui inclinação de cerca de 97º com relação aos outros planetas, ou seja, seu Equador forma quase um ângulo reto com sua órbita, provavelmente devido à colisão com um grande objeto milhares de anos atrás. Isto implica em um inverno longo e escuro em em um dos polos do planeta por ¼ de seu ano, enquanto o outro recebe a luz do Sol com maior intensidade. Além do mais, sua rotação ocorre de leste para oeste, e não o contrário.

FONTE: NASA, Galeria do Meteorito.

Nave Dart, da NASA, colide com asteroide Didymos II para teste de defesa planetáriaA missão Dart, sigla em inglês para T...
08/10/2022

Nave Dart, da NASA, colide com asteroide Didymos II para teste de defesa planetária

A missão Dart, sigla em inglês para Teste de Redirecionamento de Asteroides Duplos, da NASA, foi lançada em novembro de 2021 e é o primeiro teste de Defesa Planetária já feito na história. A nave Dart, que recebe o mesmo nome da missão, pousou na segunda-feira, 26 de setembro de 2022, dez meses após seu lançamento, no asteróide Didymos II ou Dimorphus, com o intuito de desviar sua órbita com relação ao asteroide Didymos.

Pesando cerca de 600 Kg e com 2 metros de diâmetro, a nave colidiu com o asteroide Didymos II a 6,6 km/s ou a 23.760 km/h. O asteroide em questão possui cerca de 160 metros de diâmetro e orbita outro asteroide maior, o Didymos, que possui cerca de 780 metros de diâmetro. Cada volta ao entorno de Didymos leva cerca de 11.9 horas.

Apesar de Dimorphus não representar um perigo para Terra, a missão Aobjetiva desviar sua órbita, como teste para defesas futuras de outros asteroides que apresentem risco de colisão com nosso planeta. Embora a colisão tenha sido um sucesso, agora é preciso aguardar dados que demonstram o atraso na órbita. É esperado que Didymos II tenha um atraso de 10 minutos e um desvio de 1% em sua órbita.

FONTE: NASA, Galeria do Meteorito.

Seria possível viver em Saturno?Saturno é o sexto planeta mais próximo do Sol, sendo o segundo maior planeta do Sistema ...
24/09/2022

Seria possível viver em Saturno?

Saturno é o sexto planeta mais próximo do Sol, sendo o segundo maior planeta do Sistema Solar. É um dos planetas jovianos, que como já comentamos em outra publicação, são aqueles constituídos por gases, como hidrogênio (97%), hélio e metano. Seu núcleo, no entanto, é constituído por rochas, gelo e água. A temperatura média no planeta é de -125 ºC, uma vez que está bem distante do Sol.

Saturno possui anéis que são compostos por rochas, poeira e gelo, que podem ter se desprendido de asteroides que se chocaram contra o planeta ou contra suas luas, e ficado, então, presos em sua órbita devido à gravidade. Por falar em suas luas, Saturno possui 82 satélites, dentre eles Titã, a segunda maior do Sistema Solar. Dadas as características de Saturno não seria possível viver por lá, no entanto, as luas Titã e Encélado são possibilidades para a existência de vida.

A atmosfera de Titã é composta por nitrogênio (95%) e metano, e sua pressão atmosférica é de cerca de 1.5 a da Terra. Sua temperatura é de - 179 ºC. O satélite é rochoso, possuindo dunas e pequenas montanhas, além de possuir oceanos de metano. Sendo assim, não precisaríamos de um traje pressurizado, apenas de uma máscara de oxigênio. No entanto, precisaríamos de um traje térmico.

Quanto à Encélado, este também possui uma superfície, que é congelada. É geologicamente ativo, possuindo calor interno, devido aos efeitos de maré. No entanto, devido a seu grande albedo, o calor de sua superfície chega a -201 ºC. Encélado quase não possui atmosfera, por isso seu céu seria ocupado em quase ⅓ por Saturno, e o Sol seria visto como um pequeno ponto de luz na imensidão escura. Sua superfície possui rachaduras que ejetam água e outros materiais voláteis, onde parte destes voltam para a superfície como se fosse neve. Abaixo de sua superfície há um oceano de água líquida, bem como vários bolsões.

Passe para o lado e confira imagens de Encélado e da superfície de Titã, respectivamente. A segunda foi feita pelo pousador Huygens, em 2005.

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Possui alguma dúvida ou curiosidade em relação à astronomia? Envie para a gente! Podemos respondê-la em outro post.

FONTE: Galeria do Meteorito, NASA, ESA, Cassini-Huygens.

Seria possível viver em Júpiter?  Júpiter, que recebe esse nome em homenagem ao deus romano, seria o quinto planeta mais...
27/08/2022

Seria possível viver em Júpiter?

Júpiter, que recebe esse nome em homenagem ao deus romano, seria o quinto planeta mais próximo do Sol e o primeiro dos planetas jovianos, ou seja, constituídos por gases. Sendo assim, Júpiter não tem chão! Sua atmosfera é tão espessa, que se estende mais internamente, e é composta por hidrogênio e hélio, como o Sol. Há quem diga que Júpiter poderia ser a segunda estrela do Sistema Solar, mas por não ter massa suficiente, não conseguiu iniciar reações de fusão nuclear, que como já conversamos em outro post, marcam o início da vida de uma estrela.
Nas camadas mais internas só é possível encontrar hidrogênio líquido, devido à altíssima pressão de 1Mbar. Há modelos que sugerem um núcleo sólido, mas até o momento não foi possível comprová-los, uma vez que seria necessário descer cerca de 60 mil km, a uma temperatura de 20 mil ºC. A sonda da missão Galileo, da NASA, não chegou a penetrar mais do que 150 km em sua atmosfera, sendo completamente destruída.
Júpiter é o maior e mais massivo planeta do nosso Sistema Solar. Por todas as características anteriormente citadas, seria impossível viver no planeta e dificilmente a vida como conhecemos poderia ser encontrada. No entanto, Júpiter apresenta algumas luas em potencial. No total, o planeta apresenta 79 satélites catalogados até o momento, como Calisto, Io, Ganymede, Europa, entre outros. Estas, as mais famosas, são chamadas “luas galileanas”, pois foram observadas pela primeira vez por Galileu, com sua luneta.
Dentre as luas com grande potencial para vida está Europa. Apesar de sua superfície congelada, Europa apresenta grande quantidade de água líquida internamente, substância primordial para existência da vida como conhecemos hoje. Ainda assim, pouco se conhece sobre a superfície do satélite. Por esta razão, a missão Europa Clipper pretende realizar voos rasantes sobre Europa, para fotografar toda a superfície, a fim de obter-se mais informações.
Mas então, como seria viver em Europa? Certamente seria frio. A temperatura equatorial pode chegar a -160 ºC e a temperatura dos pólos poderia chegar a -220 ºC. Da superfície congelada seria possível observar Júpiter cerca de 24 vezes maior do que o tamanho que observamos em nossa lua, aqui da Terra. E por falar em observar Júpiter, faríamos isso durante todo o tempo, pois, assim como nossa lua, Europa possui rotação síncrona, ou seja, o tempo que leva para dar a volta em Júpiter, é o mesmo tempo que leva para dar uma volta em torno de si mesma.

Passe para o lado e confira representações gráficas de Europa e como seria a visão de Júpiter, a partir do satélite.

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FONTE: Instituto Geofísico da Universidade de Coimbra, Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Galeria do Meteorito, Alfa do Centauro, Space Today.

Como seria viver em Marte?  Marte é o quarto planeta mais próximo do Sol, localizado a uma distância de 142 milhões de m...
20/08/2022

Como seria viver em Marte?

Marte é o quarto planeta mais próximo do Sol, localizado a uma distância de 142 milhões de milhas do mesmo. Seu nome se dá em homenagem ao deus romano da guerra, podendo, também, ser chamado por "Planeta Vermelho”, uma vez que a substância predominante em sua superfície é o óxido de ferro, que lhe dá a coloração avermelhada.
A atmosfera de Marte é composta principalmente por CO2 (cerca de 96%) e algum v***r de água. Sua temperatura média é de -63 ºC, podendo haver variações em pontos específicos e de acordo com as estações do ano. Assim, pode-se encontrar temperaturas semelhantes às do nosso planeta, entre 20 e 30 ºC. Além do mais, a pressão atmosférica de Marte é de cerca de 0,6% à da Terra e sua gravidade é de cerca de 0,375 à nossa.
Mas quais as implicações destas características? A baixa quantidade de oxigênio molecular na atmosfera do Planeta Vermelho, por si só, já impossibilitaria a existência da vida como a conhecemos hoje. Além do mais, quanto menor a pressão atmosférica, menor o ponto de ebulição de líquidos, o que faria com que gases dissolvidos em nosso corpo fervessem, sem um traje adequado. Para completar, com a ausência de uma camada de ozônio, estaríamos super expostos à radiação ultravioleta.
A duração do dia em Marte é muito semelhante ao dia terrestre, cerca de 24 horas e 37 minutos. Já seu ano, possui duração de cerca de 687 dias terrestres. Marte possui 2 luas: Phobos e Deimos, e seu nome se dá, pelos cavalos que puxavam o deus grego da guerra, Ares, em sua carruagem. A composição destas luas é muito semelhante à composição de asteroides presentes no Cinturão de Asteroides, levando a crer que são luas capturadas pela gravidade do Planeta Vermelho.
Evidências de que Marte já teve significativa quantidade de água em sua superfície, reforçam a busca por evidências de que já existiu vida no planeta, seja por meio de fósseis ou bioassinaturas, a partir da exposição de materiais muito antigos por erosão, ou por meio de coleta de amostras de materiais protegidos abaixo da superfície.

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Fonte: NASA Science: Mars Exploration Program, Ciência de Fato (Blogs de Ciência da Unicamp).

Fases de vida de uma estrelaEm um post anterior, falamos sobre o nascimento das estrelas, mas você sabia que elas possue...
06/08/2022

Fases de vida de uma estrela

Em um post anterior, falamos sobre o nascimento das estrelas, mas você sabia que elas possuem fases de vida? Estas fases estão diretamente relacionadas com sua massa, como iremos discorrer a seguir.

As nuvens de gás, hidrogênio, hélio e poeira cósmica são chamadas de Nebulosas e estes locais são conhecidos como berçário de estrelas. Devido à perturbações, estes materiais começam a se aglomerar e, pela gravidade, atraem cada vez mais materiais, formando um astro. Se este astro tiver menos do que 0,1 massa do nosso Sol, irá resultar em asteroides, luas, planetas, ou anãs marrons. Mas se tiver mais que 0,1 massa solar, a gravidade do astro será tão grande que irá começar a fundir os átomos de hidrogênio, transformando-os em Hélio. Este processo é chamado de fusão nuclear e desencadeará uma reação em cadeia, liberando muita energia e gerando o que conhecemos por estrelas.

A fase adulta de uma estrela é conhecida como Sequência Principal e é a fase mais duradoura, onde a estrela passa 90% de sua vida. As reações de fusão nuclear de hidrogênio em hélio são constantes e o diâmetro da estrela é praticamente estável, uma vez que há um equilíbrio hidrostático entre a pressão térmica (pela fusão nuclear) e a pressão gravitacional (pela massa da estrela). Nossa estrela, o Sol, é um exemplo de estrela na Sequência Principal que está nesta fase há cerca de 4,5 bilhões de anos.

Uma vez que as fusões de hidrogênio em hélio cessam, a temperatura da estrela diminui e o equilíbrio hidrostático colapsa, pela pressão gravitacional. Se nesta situação a estrela tiver pouca massa, o equivalente a metade da massa do nosso Sol, esta irá chegar no fim da sua vida e se transformará em uma Anã Branca, mas se tiver massa suficiente irá começar a fundir hélio em carbono. Com isso, a estrela se expande e se torna avermelhada. A esta damos o nome de Gigante Vermelha. O Sol irá atingir esta fase em cerca de 5 bilhões de anos e sua expansão irá “engolir” os planetas Mercúrio, Vênus e Terra, ficando bem próximo de Marte.

Se a estrela tiver massa suficiente poderá converter o carbono em outros elementos e se transformará em uma Supergigante Vermelha. O último elemento possível de ser fundido é o ferro. O fim das reações de fusão nuclear indicam a morte de uma estrela, porém essa morte depende de sua massa. Se a, agora, Gigante Vermelha possuir pouca massa (cerca de duas vezes a massa do Sol), a estrela irá ejetar uma nebulosa planetária e seu núcleo irá se tornar uma Anã Branca. Se a Supergigante Vermelha possuir até 10 massas solares, também se tornará uma Anã Branca. Agora, se possuir massa entre 10 e 25 massas solares, a fusão do ferro, ao invés de liberar energia, a consome. Com isso, a estrela colapsa pela pressão gravitacional: suas camadas irão despencar em direção ao núcleo sólido, composto principalmente por ferro, sendo, então, ejetadas para o espaço em altas velocidades, formando o que chamamos de Supernova, que é uma explosão extremamente energética. Seu núcleo dará origem a uma Estrela de Nêutrons (Anã Branca com densidade muito maior, o que faz com que os prótons e elétrons se anulem, gerando uma carga neutra), que pode se tornar um Pulsar. Caso a massa da Supergigante Vermelha seja superior a 25 massas solares, esta irá originar um Buraco Negro.

Tanto a Supernova quanto a Nebulosa Planetária darão origem a novas Nebulosas que servirão de berçário para o surgimento de novas estrelas.

Caso você não tenha visto o post sobre Buracos Negros e queira aprender melhor sobre eles, volte 3 posts no feed.

Passe para o lado para observar e admirar representações gráficas de cada uma das fases das estrelas. Respectivamente: Nebulosa de Águia; Anã Marrom; nosso Sol, na Sequência Principal; uma comparação entre nosso Sol, uma Gigante Vermelha e uma Supergigante Vermelha; uma Anã Branca; Estrela de Nêutrons; Pulsar; a primeira imagem de um Buraco Negro, comparada a uma representação gráfica feita anteriormente.

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O que é o Telescópio James Webb (JWST) e por que ele causou tanto alvoroço recentemente?O Telescópio James Webb (JWST) f...
23/07/2022

O que é o Telescópio James Webb (JWST) e por que ele causou tanto alvoroço recentemente?

O Telescópio James Webb (JWST) foi lançado em 25 de dezembro de 2021, a bordo do foguete Ariane 5 ECA, do Spaceport da Europa, localizado na Guiana Francesa. Ele foi desenvolvido com a intenção de avançar os estudos sobre o universo, complementando e ampliando as descobertas do Telescópio Hubble, lançado em 1990. Seu nome faz menção a James Edwin Webb, falecido em 1992. O Projeto Apolo, responsável pela ida do homem à lua, em 1969, foi criado e desenvolvido durante a administração de Webb na Agência Espacial Norte Americana (NASA).

Vamos às principais características do JWST, que promete ser 100 vezes mais potente do que o Telescópio Hubble. Webb possui um espelho cerca de 2,5 vezes maior do que o de Hubble em diâmetro. Além do mais, este opera com maior cobertura de comprimentos de ondas infravermelhas e com sensibilidade melhorada, a fim de que olhe mais ao passado para encontrar as primeiras galáxias formadas e espiar em nuvens de poeira, onde planetas e estrelas estão sendo formados. James Webb orbita o Sol a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, no chamado ponto de Lagrange ou L2, operando a -233ºC. Esta distância, no entanto, impossibilita quaisquer reparos.

Passe para o lado para admirar as imagens incríveis feitas por JWST. São elas, respectivamente: Quinteto de Stephan (um agrupamento visual de 5 galáxias), Nebulosa Anel do Sul, Nebulosa Carina, o espectro do exoplaneta WASP-96b (onde o JWST capturou assinatura de água, bem como evidências de nuvem e neblina) e o já conhecido aglomerado de galáxias SMACS 0723, porém mostrando galáxias vistas pela primeira vez.

CRÉDITOS: NASA, ESA, CSA e STScl

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Como nascem as estrelas?As estrelas nascem a partir de grandes nuvens de gás e poeira cósmica denominadas nebulosas. Est...
02/07/2022

Como nascem as estrelas?

As estrelas nascem a partir de grandes nuvens de gás e poeira cósmica denominadas nebulosas. Estas partículas vão se condensando pela ação da gravidade em formato esférico, formando o que chamamos de protoestrelas.
A contração da matéria provoca um aumento de temperatura que, quando suficientemente alta, passa a fundir hidrogênio em hélio e a emitir luz. Prótons tendem a se repelir pelas forças de repulsão eletrostáticas, porém devido às altas temperaturas, seu movimento é tão intenso que conseguem vencer esta repulsão, ocorrendo o que chamamos de fusão nuclear. O início dessas reações de queima marcam o nascimento de uma estrela.
Ao final de sua vida, estrelas morrem e geram outra nebulosa que será o berço de outras estrelas no futuro, mas esse assunto será abordado em uma outra postagem. Aguardem!

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