13/05/2024
Portal DBO | Transformando pastagens degradadas em fontes sustentáveis de nutrição animal - Flávia Maria de Andrade Gimenes
A degradação de pastagens é um processo evolutivo contínuo, que pode ser dividido em 4 níveis: leve, moderado, forte e muito forte. Nos níveis leve a moderado há uma redução contínua da produção de forragem e aumento de áreas de solo descoberto e plantas invasoras, já nos níveis forte e muito forte as áreas com as plantas forrageiras são escassas e a maior parte do solo é descoberta ou ocupada por plantas daninhas, havendo erosão e degradação biológica de solo.
Para as pastagens apresentarem benefícios, o pecuarista precisa tomar a decisão de recuperar as pastagens ou reformá-las, sendo esta opção de maior custo do que a primeira. Para recuperar a pastagem a área ainda deve apresentar predomínio do capim desejado, se isso não ocorrer deve-se optar pela reforma de pastos.
Quando não for possível recuperar, deve-se fazer a reforma da pastagem que engloba as mesmas ações de um novo plantio, com preparo do solo e semeadura de novas plantas forrageiras, além da adubação e adequação do manejo do pasto conforme feito na recuperação. Essa reforma também pode ser feita com integração de lavouras, como milho e soja, reduzindo os custos das operações agrícolas e da adubação.
De forma geral, o importante é que o produtor rural esteja sempre andando na pastagem e resolvendo os problemas assim que identificados, resultando em pastos com elevada produção de capim, muitas folhas, alto valor nutritivo e produtividade animal.
Acesse o Link da BIO para ler o artigo completo de Flávia Maria de Andrade Gimenes, pesquisadora científica do Instituto de Zootecnia da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (IZ-APTA), Doutora em Ciência Animal e Pastagens pela USP e membro da Associação dos Profissionais de Pecuária Sustentável (APPS).