ABMCJ - Rio Grande do Sul

ABMCJ - Rio Grande do Sul (*) Extraídas do Estatuto ABMCJ Nacional

Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica do Estado do Rio Grande do Sul
Organização Não Governamental com intuito de reunir mulheres dos diversos segmentos da carreira jurídica em prol das seguintes finalidades (*):
- Efetivar ações que visem à defesa e a promoção dos direitos da mulher, especialmente a de carreira jurídica;
- Conscientizar as mulheres de seus direitos e deveres com

o cidadã e incentivá-las à participação efetiva na luta comum para uma cultura de paz;
- promover a elaboração de teses de caráter jurídico e social sobre a mulher, especialmente de carreira jurídica, pesquisando a legislação nacional e internacional;
- defender o princípio da não discriminação, buscando promover a igualdade de direitos inerentes à pessoa humana;
- divulgar os trabalhos da Associação e de suas associadas;
- promover ações que visem a defesa do meio ambiente, do consumidor, da ordem econômica, da livre concorrência, do patrimônio artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico;
- manter atualizadas todas as informações recebidas da Federation Internationale des Femmes des Carrières Juridiques - FIFCJ, da Diretoria Nacional, das Comissões Estaduais e das Subcomissões da Associação, incentivando um processo de comunicação permanente, de modo que tudo o que possa interessar à mulher seja levado ao conhecimento das associadas;
- encaminhar estudos e sugestões aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e outras instituições, sempre que voltados para as finalidades da Associação;
- promover a cultura e o intercâmbio com organismos nacionais e internacionais de finalidades congêneres, bem como participar de congressos de interesse cultural, profissional, político, social e econômico;
- incentivar e desenvolver pesquisa científica dentro dos objetivos da Associação;
- promover a produção e edição de obras de caráter jurídico, social e cultural;
- promover e exercer ações e políticas que visem preservar o Estado Democrático de Direito.

Dia 8 de março, dia de encontro, reflexões e luta! Venha ao Parque da  Redenção e participe do nosso piquenique a partir...
05/03/2026

Dia 8 de março, dia de encontro, reflexões e luta!
Venha ao Parque da Redenção e participe do nosso piquenique a partir das 9:30

Saudamos as novas integrantes da Diretoria da Subcomissão Pelotas, desejando uma gestão marcada pelo diálogo, pela união...
27/02/2026

Saudamos as novas integrantes da Diretoria da Subcomissão Pelotas, desejando uma gestão marcada pelo diálogo, pela união, pelo trabalho coletivo e por muitas conquistas! ✨

Que a atuação de vocês siga firme na construção de uma sociedade plural, pautada na equidade, na justiça social e na democracia, tendo sempre como prioridade a promoção e a defesa dos direitos das mulheres, em toda a sua diversidade.

Seguimos juntas, com coragem e determinação, para ampliar direitos e transformar realidades.

Desejamos uma ótima gestão!

Neusa Ledesma
Presidenta
Gestão 2023/2026


Às novas integrantes da Diretoria da Comissão Estadual RS, desejamos uma gestão pautada pelo trabalho coletivo, articula...
27/02/2026

Às novas integrantes da Diretoria da Comissão Estadual RS, desejamos uma gestão pautada pelo trabalho coletivo, articulado e interinstitucional, fortalecendo pontes com organizações afins, movimentos sociais e o sistema de justiça.

Que este novo ciclo consolide uma atuação firme e comprometida com a construção de uma sociedade plural, orientada pela equidade, pela justiça social e pela democracia, colocando no centro a promoção e a defesa dos direitos das mulheres, em todas as suas diversidades.

Seguimos juntas, com coragem, diálogo e ação estratégica, para transformar realidades e ampliar direitos.

Neusa Ledesma
Presidenta
Gestão 2023/2026


26/02/2026
Não é só sobre votar em mulheres. É sobre permitir que boas propostas cheguem ao poder.Durante décadas, mulheres lutaram...
24/02/2026

Não é só sobre votar em mulheres. É sobre permitir que boas propostas cheguem ao poder.

Durante décadas, mulheres lutaram pelo direito ao voto. Hoje, o desafio é outro: garantir que ideias, projetos e propostas comprometidas com justiça social, igualdade e democracia não sejam barradas pelo simples fato de serem apresentadas por mulheres.

Quando mulheres não ocupam os espaços de decisão, a democracia perde vozes, experiências e soluções reais.

Votar em mulheres é ampliar a representação, fortalecer políticas públicas e construir um futuro mais justo.

Do voto ao poder, a democracia precisa ser compartilhada.

12/02/2026

Carnaval é tempo de alegria, encontro e celebração.
Mas nenhuma festa é completa quando alguém se sente insegura ou desrespeitada.

Consentimento não é detalhe.
Respeito não é opcional.
E diversão de verdade só existe quando é para todos.

Que a folia seja leve, que os limites sejam respeitados e que cada gesto contribua para um ambiente mais seguro.

🎭🎉🥁❤️

Estivemos presentes na posse do Tribunal de Justiça Militar do Rio Grande do Sul e reafirmamos nosso compromisso com uma...
09/02/2026

Estivemos presentes na posse do Tribunal de Justiça Militar do Rio Grande do Sul e reafirmamos nosso compromisso com uma Justiça democrática e justa para toda sociedade.

Eu vou!  Uma honra e alegria  integrar a Gestão 2026–2029  como Coordenadora Regional Sul.e compartilhar esse espaço dea...
09/02/2026

Eu vou! Uma honra e alegria integrar a Gestão 2026–2029 como Coordenadora Regional Sul.
e compartilhar esse espaço de
ação e transformação. O RS, SC e PR estarão trabalhando juntos.

ABMCJ Nacional — mulheres na luta em prol da equidade e da paridade, fortalecendo a justiça com perspectiva de gênero e raça e a democracia.

A Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica – Comissão Estadual do Rio Grande do Sul (ABMCJ RS) parabeniza...
03/02/2026

A Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica – Comissão Estadual do Rio Grande do Sul (ABMCJ RS) parabeniza as Desembargadoras Rosane Wanner da Silva Bordasch e Ana Paula Dalbosco pela posse na 2ª e 3ª Vice-Presidências do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul.

A presença de mulheres em espaços estratégicos de poder no Sistema de Justiça representa um avanço fundamental para o fortalecimento da democracia, da legitimidade institucional e da construção de uma Justiça comprometida com a equidade de gênero e raça, os direitos humanos e a justiça social.

As trajetórias das Desembargadoras, marcadas pela competência, ética e compromisso com a magistratura, reafirmam a importância de um Judiciário plural, sensível às desigualdades estruturais e alinhado à promoção da igualdade e do respeito à diversidade.

A ABMCJ RS deseja êxito nas novas funções e reafirma sua disposição ao diálogo institucional e à atuação colaborativa, em defesa de uma Justiça mais inclusiva, acessível e equânime.

Neusa Elaine Ledesma
Presidenta – ABMCJ RS


Até quando o sistema de Justiça vai se calar diante da violência contra as mulheres?Até quando órgãos como os tribunais,...
30/01/2026

Até quando o sistema de Justiça vai se calar diante da violência contra as mulheres?

Até quando órgãos como os tribunais, como a OAB e a própria sociedade aceitarão a naturalização do assédio, do estupro e das múltiplas violações de direitos?

O silêncio também é uma forma de perpetuar as violências e apoiar quem pratica atos de assédio e viola os direitos de dignidade sexual!

A ABMCJ RS reafirma: é dever institucional e ético acolher as mulheres em situação de violência com empatia, com afeto, ouvir suas vozes, garantir real proteção e encaminhar com celeridade a efetiva responsabilização dos assediadores/ agressores. Sejam eles quem forem.

Não basta declarar direitos. É preciso ação concreta, compromisso e perspectiva de gênero em cada ação e decisão.

Justiça que tarda, falha. Pior, contribui na reprodução da violação de direitos.

Direitos das mulheres não são concessão, são dever do Estado e da sociedade. A responsabilizacao celere dos assediadores e violadores dos direitos das mulheres são atos respeito e acolhimento as vítimas.

E você: de que lado da história escolhe estar?





Todos os anos, pessoas trans seguem lutando por algo básico: o direito de viver com dignidade, respeito e sem violência....
29/01/2026

Todos os anos, pessoas trans seguem lutando por algo básico: o direito de viver com dignidade, respeito e sem violência.

Quando a sociedade tenta justificar exclusões, agressões ou silenciamentos em nome de “tradições”, o que vemos, na verdade, é a manutenção do preconceito. Tradição nenhuma pode servir de desculpa para negar direitos humanos.

Dados da Associação Nacional de Travestis e Transexuais mostram que, apenas em 2024, 122 pessoas trans e travestis foram assassinadas no Brasil.
Esses números não são estatísticas frias.
São vidas interrompidas pela transfobia, pelo ódio e pela desinformação.

Visibilidade Trans não é só lembrar dados.
É reconhecer existências.
É combater mentiras.
É enfrentar a transfobia cotidiana.
É cobrar políticas públicas, proteção e respeito.

Conscientizar é um passo essencial para mudar realidades.
Silenciar, relativizar ou chamar preconceito de tradição é escolher o lado da violência.

Direitos humanos não são opinião.
Não são concessão.
E não podem ser negados a ninguém.



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Telefone

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