Ronei Pessoa "Ninguém q esteja cheio de si pode pregar um Cristo q se esvaziou!"

A questão da “Santa Ceia” ou Ceia do Senhor A Páscoa NUNCA foi para os de fora de Israel (ou seja, para os gentios) (Êxo...
30/04/2026

A questão da “Santa Ceia” ou Ceia do Senhor

A Páscoa NUNCA foi para os de fora de
Israel (ou seja, para os gentios) (Êxodo 12:42-
43).

A Igreja não deve viver como os judeus,
isto é, imitando-os e praticando as suas cerimônias (Gálatas 2:11-14).

Quando Jesus celebra a última Páscoa e fala do “sangue da Nova Aliança” estava apenas
SIMBOLIZANDO o verdadeiro sangue que seria derramado logo após aquela cerimônia.

Jesus apenas aproveitou o ensejo da Páscoa e o
fato de ser O VERDADEIRO CORDEIRO para
ilustrar aos discípulos a Sua Obra que seria
realizada na cruz.

Nós, porém, nesta Nova
Aliança (após a cruz) não devemos viver de símbolos, mas da Realidade.

Todas as vezes que os judeus faziam a Páscoa e a Festa dos Ázimos, desde as primeiras
cerimônias, mesmo sem saber, estavam ANUNCIANDO A MORTE DE SENHOR.

Lembre-se que na Páscoa os judeus tinham o costume de matar um cordeiro, portanto, aqueles animais, obviamente, simbolizavam o Senhor
Jesus Cristo.

E quando os discípulos comeram a última Páscoa com o Senhor também estavam anunciando a Sua morte que estava prestes a acontecer.

Todas as vezes que os judeus celebravam a
Páscoa/Festa dos Ázimos comiam EM MEMÓRIA dos cordeiros que foram mortos para
as cerimônias.

Por isso Jesus recomendou aos
discípulos (somente a eles e não à Igreja atual)
que comessem o pão em memória dele, a fim de
que se cumprisse toda a cerimônia da Lei e se
confirmasse plenamente a Sua posição de
Cordeiro de Deus.

Quando realizou a última Páscoa com Seus
discípulos Jesus NÃO ESTAVA instituindo
“uma nova cerimônia” para o Novo Pacto
(isto não faz nenhum sentido à luz da Graça).

Cristo estava, na verdade, cumprindo o cerimonialismo da Lei de Moisés (isto era necessário) e aproveitando para ensinar aos Seus
seguidores a importância do hábito de repartir uns com os outros: “Então havendo recebido um cálice, e tendo dado graças, disse: Tomai-o, e REPARTI-O ENTRE VÓS.” (Lucas 22:17)

Muitos alegam que devemos realizar a “Santa Ceia” (isto é, a Páscoa Judaica), pois Paulo teria ensinado que é necessário fazer tal cerimônia “até que Ele venha”.

Quando observamos o contexto imediato anterior (1ª Coríntios 11:23-25), vemos
Paulo narrando as informações que recebeu do Senhor, ou seja, aquilo que havia acontecido entre Jesus de Nazaré e Seus discípulos no momento da realização da última Páscoa.

E, obviamente, no versículo posterior (26)
Paulo CONTINUA NARRANDO O QUE CRISTO DISSERA AOS DOZE.
Detalhe exegético: note
que a palavra “porque” no início do versículo
26 une-o ao raciocínio do 25.

Leia a seguir,
tendo em mente que é Jesus falando TODA A
FRASE com os doze participantes daquela Páscoa:
“...Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de
mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.” (1ª Coríntios 11:25-26)
Ou seja: em 1ª Coríntios 11:26 não é Paulo
mandando os coríntios anunciarem a morte
de Cristo, é JESUS referindo-Se aos Seus
discípulos na última Ceia.

Importante: Parece estranho Jesus Se referir a Si mesmo na 3ª pessoa (“...anunciais a morte do
Senhor, até que venha.”)

Porém, isto já havia ocorrido antes quando Jesus falou de Si mesmo na 3ª pessoa ao usar a alcunha de “Filho do
homem” (Mateus 18:11).

No texto em grego de 1ª Coríntios 11:26 não aparece “até que ELE venha”, mas, sim, “até que venha”.

Referindo-se ao próprio Senhor e sua ida para a
morte e à Sua posterior ressurreição (isto é,
Seu retorno ao convívio com os discípulos).

Quando diz “todas as vezes que comerdes e beberdes” Jesus está falando unicamente
DAQUELA CERIMÔNIA específ**a que estava
sendo realizada na última Páscoa.

Por isso Ele diz: “todas as vezes que comerdes DESTE PÃO e beberdes DESTE CÁLICE anunciais a morte do Senhor”.
Isto demonstra que Jesus se referia àquele pão e àquele cálice específico e não cerimônias futuras.

Assim, todas as vezes que eles comiam e bebiam naquela
última cerimônia estava anunciando que
Jesus em breve iria morrer.

Jesus deixou claro que aquela era, de fato,
a última Ceia que deveria ser realizada:
“Mas digo-vos que desta hora em diante não
beberei deste fruto da videira, até aquele dia
em que o hei de beber de novo convosco no reino de meu Pai.” (Mateus 26:29)

Já estamos no Reino, pois Ele já está DENTRO
DE NÓS (Lucas 17:21; Colossenses 1:13). Cristo está em nós (Colossenses 1:27) e por isso ceiamos com Ele no Reino todas as vezes que desfrutamos do Alimento que é a Sua Palavra.

Jesus é o nosso PÃO (João 6:33), é o
nosso VINHO NOVO (Lucas 5:37) e é o nosso
CORDEIRO PASCAL:
“Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrif**ado.” (1ª Coríntios 5:7 — Nova Versão Internacional)

Pelo fato de os coríntios ainda serem INFANTIS, Paulo não havia retirado o cerimonialismo daquela congregação. Ele apenas deixou certos conceitos “no ar”, já que a condição intelectual daqueles irmãos impedia que o apóstolo lhes oferecesse um alimento mais sólido (1ª Coríntios 3:1-2).

Sem dúvida alguma havia muita coisa que Paulo ainda PRECISAVA reformar naquela congregação.

No livro de João
6:53-54, Jesus não falava de um comer literal. É preciso ampliar o sentido do texto visto que Jesus sempre ensinou usando metáforas (sentido figurado).

“Comer a carne” e “beber o sangue”,
no contexto deste texto, signif**a CRER EM
JESUS.
Veja: “Declarou-lhes Jesus: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome, e QUEM
CRÊ EM MIM jamais terá sede.” (João 6:35)

Perceba que no contexto Jesus fala em CRER.
“Em verdade, em verdade vos digo: AQUELE QUE
CRÊ tem a vida eterna.” (João 6:47)
“...Em verdade, em verdade vos digo (...) Quem COME A MINHA CARNE E BEBE O MEU SANGUE tem a vida eterna...” (João 6:53-54)

Percebeu a semelhança destas duas expressões no mesmo capítulo? (“Quem crê tem a
vida eterna” = “Quem come a minha carne e
bebe o meu sangue tem a vida eterna”)
Vendo o contexto f**a fácil constatarmos que comer e beber de Jesus é o mesmo que
CRER NELE.
Ou seja, quando Ele disse “quem não come minha carne e não bebe meu sangue não tem vida” estava se referindo ÀQUELES QUE NÃO CRIAM.

A Igreja possui uma dupla natureza: é um organismo vivo de caráter espiritual e, simultaneamente, uma organização humana...
22/04/2026

A Igreja possui uma dupla natureza: é um organismo vivo de caráter espiritual e, simultaneamente, uma organização humana.

Enquanto instituição, ela tem estrutura, liderança e registros legais (Direito Privado), mas sua essência teológica difere de empresas comuns por ter finalidade espiritual e divina.

A Bíblia e a tradição indicam a necessidade de liderança (presbíteros, bispos, diáconos) e organização para o funcionamento, administração de recursos e cumprimento de sua missão. (Efésios 4:11)

Como instituição, a igreja lida com questões práticas, crescimento desordenado e a necessidade de ordem, assim como qualquer grupo organizado.

Entretanto, a simples unidade organizacional não garante unidade espiritual, e pode existir sem ela. Em outro sentido, a unidade espiritual autêntica pode existir sem qualquer unidade organizacional.

A verdadeira igreja não se resume a um templo físico ou organização, mas sim à comunidade de pessoas (o Povo de Deus) que a compõe.
Romanos 12:5: "...assim nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e individualmente membros uns dos outros". (ICO 6:19)

Povo esse que está em constante Caminhada com Deus:
A Igreja é vista como um grupo de pessoas em constante caminhada, construindo-se através da vivência do evangelho e da comunhão. (Hebreus 10:25-27)

Comunidade de Pessoas Imperfeitas, instituição divina de composição humana. (Mt 16:18)
👉Se é Jesus quem edif**a a igreja, isso pressupõe que ela seja divina.👈

Entretanto, ela é linda não por ser perfeita, mas por ser formada por pessoas imperfeitas que, guiadas pela graça, se reúnem para perdoar, crescer e amar, apesar de suas falhas. O corpo é bem ajustado e unido (consolidado) pelas juntas, indicando a importância da unidade e dos relacionamentos no corpo. (Efésios 4:16)

Corpo de Cristo:
A Igreja é descrita como o "Corpo de Cristo" vivo na terra, onde a comunhão dos santos cria um lugar de refúgio, amor e adoração, superando as limitações físicas de um local. (Hebreus 3:6-12)

Identidade e Missão:
O Povo de Deus é chamado a espalhar esperança, salvação, fé e boas obras, agindo como um "exército de vidas" que traz a luz de Cristo para o mundo. (Efésios 2:10)

Comunhão na Diversidade:
Mesmo com as falhas humanas, a união das pessoas na comunidade reflete a beleza divina, tornando a igreja viva e imponente!

Paulo usa a expressão "em Cristo" e expressões correlatas (em Jesus Cristo, nele, por Cristo, por meio de Cristo, para C...
20/04/2026

Paulo usa a expressão "em Cristo" e expressões correlatas (em Jesus
Cristo, nele, por Cristo, por meio de Cristo, para Cristo, no Amado, etc.) aparecem mais de uma centena de vezes nos escritos paulinos.

Para Paulo, todas as bênçãos salvíf**as que o Cristão recebe, ele o
recebe "em Cristo", ou seja, por meio de sua união com Cristo Jesus.

Tudo de bom que o Pai
concede, Ele concede ao Deus-homem Jesus Cristo e, por entrarmos em união com
Cristo, passamos a ter direito a essas bênçãos.

Nos textos acima, algumas das bênçãos que recebemos "em
Cristo são:
Vida eterna (Rm 6.23);

nenhuma condenação (Rm 8.1);

vida (Rm 8.2);

amor de Deus (Rm 8.39; 1Tm 1.14);

corpo (Rm 12.5);

Graça de Deus (1Co 1.4; 2Tm 2.1);

pertencer a Deus (1Co 1.30);

Sabedoria, justiça, santif**ação e redenção (1Co 1.30);

caminhos, ou seja, modo de vida (1Co 4.17);

ressurreição (1Co 15.22);

triunfo (2Co 2.14);

término da falta de compreensão (2Co 3.14);

ser nova criatura (2Co 5.17);

justif**ação (Gl 2.17);

revestimento de Cristo simbolizado pelo batismo (Gl 3.27);

unidade (Gl 3.28);
fidelidade (Ef 1.1);

bênçãos espirituais nas regiões celestiais (Ef 1.3);
boas obras (Ef 2.10);

proximidade de Deus (Ef 2.13);

ousadia e acesso a Deus com confiança (Ef 3.12);

exortação (Fp 2.1);

paz de Deus guardando coração e mente (Fp 4.7);

Esperança da glória (Cl 1.27);

maturidade (Cl 1.28);

promessa da vida (2Tm 1.1).

Nada que temos da parte de Deus está fora de Cristo.

Para Paulo, estar em Cristo é tão fundamental que é sinônimo de ser cristão (Rm 16.7; 1Co 4.15; 2Co 12.2).

Assim, a resposta que devemos a Deus por tudo isso é a gratidão (1Ts 5.18) e o usufruirmos abundantemente cada uma dessas bênçãos a fim de vivermos piedosamente, mesmo que isso nos traga perseguição (2Tm 3.12).

A expressão “em Cristo” não é a única maneira que Paulo usa para se referir a doutrina/realidade da união com Cristo.

Por vezes, o apóstolo Paulo também é bastante pessoal ao abordar esse ensino. É isso o que acontece
em Gálatas 2.19-20.

Gálatas 2.19–20: "Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucif**ado com Cristo; 20 logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. E esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim."

Das primeiras vezes que vemos o apóstolo Paulo no cânon bíblico, ele é um perseguidor conivente em assassinato de cristãos (Atos 7.58 e 8.1) e que respira ameaças e morte contra os cristãos (At 9.1).

Ele tinha um currículo impressionante no judaísmo, sendo um destaque e judeu modelo para muitos (Gl 1.13-14). Ele era um fariseu irrepreensível na lei do Senhor (Fp 3.4-6).

No entanto, Deus resolveu revelar o
seu Filho em Paulo (Gl 1.15-16) e, assim, Paulo considerou tudo como perda “por causa
de Cristo” (Fp 3.7-11).

Dessa forma, aquele Saulo cheio de ódio deu lugar a um novo homem em Cristo.
Um homem cheio de amor a Deus e ao próximo, disposição para servir com dano próprio e coragem para sofrer por Cristo. Esse homem, Paulo está consciente, não é obra
dele mesmo, mas é Cristo vivendo nele.

A vida cristã não é uma lista de regras, uma filosofia, uma religião mística de conteúdo incompreensível, frequência à Igreja ou uma liberdade para fazer coisas sujas.

A vida cristã é Cristo vivendo dentro de cada cristão. O cristianismo é Cristo e a vida cristã é viver Cristo no dia a dia, não como uma tentativa humana de imitação, mas em uma realidade sobrenatural de ter sido unido de fato ao Salvador que tomou para sempre a nossa natureza sobre si.

Vida cristã é ter tanta intimidade com Cristo ao ponto de poder
chegar a dizer. “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Fp 1.21). Deus seja louvado pela maravilhosa realidade da nossa união com Cristo!

A expressão “em Cristo” aparece diversas vezes nos escritos do apóstolo Paulo.
Ela não é uma expressão fortuita ou formulaica, mas carrega a realidade de que realmente tudo de bom que o cristão recebe, ele recebe por causa de sua união com Cristo Jesus.

Paulo não somente ensina sobre a doutrina da união mística (o outro nome da união com Cristo), mas ele define a sua própria identidade com base nesse seu relacionamento com o Jesus Cristo ressurreto que o encontrou e transformou no
caminho para Damasco.

20/04/2026
“Então, disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz, e siga-me” —...
15/04/2026

“Então, disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após
mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz, e siga-me” —
(Mateus 16:24).

“Se alguém”: o dever imposto é para todos os que desejam
se unir aos seguidores de Cristo e alistar sob a Sua bandeira.

“Se alguém quer”: o grego é muito enfático, signif**ando não somente
o consentimento da vontade, mas o pleno propósito de coração,
uma resolução determinada.

“Vir após mim”: como um servo
sujeito ao seu Mestre, um estudante ao seu Professor, um
soldado ao seu Capitão.

“Negue”: o grego signif**a “negar
totalmente”. Negar a si mesmo: sua natureza pecaminosa e
corrompida.

“E tome”: não passivamente sofra ou suporte, mas assuma voluntariamente, adote ativamente.

“Sua cruz”: que é desprezada pelo mundo, odiada pela carne, mas que é a marca distintiva de um cristão verdadeiro.

“E siga-me”: viva como Cristo viveu — para a glória de Deus.
O contexto imediato é mais solene e impressionante. O Senhor
Jesus tinha acabado de anunciar aos Seus apóstolos, pela primeira vez, a aproximação de Sua morte de humilhação (v. 21).

Pedro se assustou, e disse, “Tem compaixão de Ti, Senhor” (v.
22). Isto expressou a política da mente carnal. O caminho do
mundo é a procura para si mesmo e a defesa de si mesmo.

“Tenha compaixão de ti” é a soma de sua filosofia. Mas a doutrina de
Cristo não é “salva a ti mesmo”, mas sacrif**a a ti mesmo. Cristo
discerniu no conselho de Pedro uma tentação de Satanás (v. 23),
e imediatamente a rejeitou.

Então, voltando-se para Pedro, disse:
Não somente “deve” o Cristo subir à Jerusalém e morrer, mas
todo aquele que desejar ser um seguidor dEle, deve tomar sua
cruz (v. 24).

O “deve” é tão imperativo num caso como no outro.
Mediatoriamente, a cruz de Cristo permanece sozinha; mas experiencialmente, ela é compartilhada por todos que entram na caminhada do Reino.

O que é um “cristão”?

Alguém que sustenta membresia em
alguma igreja terrena? Não.

Alguém que crê num credo ortodoxo? Não.

Alguém que adota um certo modo de conduta? Não.

O que, então, é um cristão? Ele é alguém que renunciou a si mesmo e
recebeu a Cristo Jesus como Senhor (Colossenses 2:6).
Ele é alguém que toma o jugo de Cristo sobre si e aprende dEle que é
“manso e humilde de coração”.

Ele é alguém que foi “chamado à
comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor” (1 Coríntios 1:9): comunhão em Sua obediência e sofrimento agora, em Sua
recompensa e glória no futuro sem fim.

Não há tal coisa como
pertencer a Cristo e viver para agradar a si mesmo. Não cometa
engano neste ponto, “E qualquer que não tomar a sua cruz e não
vir após mim não pode ser meu discípulo” (Lucas 14:27), disse
Cristo.

E novamente Ele declarou, “Mas aquele (ao invés de negar
a si mesmo) que me negar diante dos homens (não “para” os
homens: é conduta, o caminhar, que está aqui em vista), também
eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus” (Mateus 10:33).

A vida cristã começa com um ato de auto-renúncia, e é continuada pela auto-mortif**ação (Romanos 8:13).

A primeira pergunta de Saulo de Tarso, quando Cristo o apreendeu, foi, “Senhor, que queres que eu faça?”. A vida cristã é comparada
com uma “corrida”, e o corredor é chamado para “deixar todo
embaraço e o pecado que tão de perto nos assedia” (Hebreus 12:1), cujo “pecado” é o amor por si mesmo, o desejo e a determinação de ter o nosso “próprio caminho” (Isaías 53:6).

O grande alvo, fim e tarefa posta diante do Cristão é seguir a Cristo
— seguir o exemplo que Ele nos deixou (1 Pedro 2:21), e Ele “não
agradou a si mesmo” (Romanos 15:3).

E há dificuldades no caminho, obstáculos na estrada, dos quais o principal é o ego.
Portanto, este deve ser “negado”. Este é o primeiro passo para se
“seguir” a Cristo.

O que signif**a para um homem “negar a si mesmo” totalmente?

Primeiro, isto signif**a a completa repudiação de sua própria
bondade. Signif**a cessar de descansar sobre quaisquer obras
nossas, para nos recomendar a Deus. Signif**a uma aceitação sem reservas do veredicto de Deus que “todas as nossas justiças [nossas melhores performances], são como trapo da
imundícia” (Isaías 64:6).

Foi neste ponto que Israel falhou:
“Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus” (Romanos 10:3).

Agora, contraste com a declaração de Paulo: “E seja achado nEle, não tendo justiça própria” (Filipenses 3:9).

Para um homem “negar a si mesmo” totalmente, deverá renunciar completamente à sua própria sabedoria. Ninguém pode
entrar no reino dos céus, a menos que tenha se tornado “como
criança” (Mateus 18:3).

“Ai dos que são sábios a seus próprios olhos e prudentes em seu próprio conceito!” (Isaías 5:21).
“Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos” (Romanos 1:22).

Quando o Espírito Santo aplica o Evangelho em poder numa
alma, é para “destruir os conselhos e toda altivez que se levanta
contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo entendimento à obediência de Cristo” (2 Coríntios 10:5). Um conselho sábio para todo cristão adotar é “não te estribes no teu próprio entendimento” (Provérbios 3:5).

Para um homem “negar a si mesmo” totalmente, deverá renunciar completamente à sua própria força. É “não confiar na carne”(Filipenses 3:3).

É o coração se curvando à declaração positiva de Cristo: “Sem mim, nada podeis fazer” (João 15:5).

Este é o ponto no qual Pedro falhou: (Mateus 26:33). “A soberba
precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda” (Provérbios 16:18). Quão necessário é, então, que prestemos atenção à 1 Coríntios 10:12: “Aquele, pois, que cuida estar em
pé, olhe que não caia”! O segredo da força espiritual reside em
reconhecer nossa fraqueza pessoal: (veja Isaías 40:29; 2 Crônicas 12:9).

Então, “fortifiquemo-nos na graça que há em Cristo Jesus” (2 Timóteo 2:1).

Para um homem “negar a si mesmo” totalmente, deverá renunciar completamente à sua própria vontade.

A linguagem do não-salvo é, “Não queremos que este Homem reine sobre nós” (Lucas 19:14).

A atitude do cristão é, “Para mim, o viver é Cristo” (Filipenses 1:21) — honrá-Lo, agradá-Lo, servi-Lo.

Renunciar sua própria vontade signif**a atender à exortação de Filipenses 2:5:
“Que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em
Cristo Jesus”, o qual é definido nos versículos que imediatamente
seguem como de abnegação. É o reconhecimento prático de que
“não sois de vós mesmos, porque fostes comprados por bom
preço” (1 Coríntios 6:19,20).

É dizer com Cristo, “Não seja, porém,
o que eu quero, mas o que tu queres” (Marcos 14:36).

Para um homem “negar a si mesmo” totalmente, deverá renunciar completamente suas luxúrias ou desejos carnais. “O ego do homem é um feixe de ídolos” (Thomas Manton, Puritano), e estes ídolos devem ser repudiados.

Os não-cristãos são
“amantes de si mesmos” (2 Timóteo 3:1); mas aquele que foi
regenerado pelo Espírito diz com Jó: “Eis que sou vil” (40:4), “Eu
me abomino” (42:6).

Dos não-cristãos está escrito, “todos buscam o que é seu e não o que é de Cristo Jesus” (Filipenses 2:21); mas
dos santos de Deus está registrado: “eles não amaram a sua vida
até à morte” (Apocalipse 12:11). A graça de Deus está “ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às
concupiscências mundanas, vivamos neste presente século
sóbria, justa e piamente” (Tito 2:12).

Esta negação do ego que Cristo requer de todos os Seus
seguidores devem ser universal. Não há reserva, nenhuma exceção feita: “Nada disponhais para a carne no
tocante às suas concupiscências” (Romanos 13:14).

Deve ser constante, não ocasional: “Se alguém quer vir após mim, a si
mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me” (Lucas
9:23).

Deve ser espontânea, não forçada, realizada com satisfação, não relutantemente: “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens” (Colossenses 3:23).

Ó, quão impiamente o padrão que Deus colocou diante de nós tem sido rebaixado! Como isso condena a
vida acomodada, agradável à carne e mundana de tantos que
professam (mas, de maneira vã) que eles são “cristãos”!

“E tome a sua cruz”. Isto se refere não à cruz como um objeto de
fé, mas como uma experiência na alma. Os benefícios legais do
Calvário são recebidos através do crer, quando a culpa do pecado
é cancelada, mas as virtudes experimentais da Cruz de Cristo são
somente desfrutadas à medida que somos, de um modo prático,
“conformados com a Sua morte” (Filipenses 3:10).

À medida que realmente aplicamos a cruz às nossas vidas diárias é que regulamos nossa conduta pelos seus princípios. Só assim ela se torna
ef**az sobre o poder do pecado que habita em nós.

Não pode haver ressurreição onde não há morte, e não pode haver andar prático “em novidade de vida” até que “carreguemos no corpo o
morrer do Senhor Jesus” (2 Coríntios 4:10).

A “cruz” é o sinal, a evidência do discipulado cristão. É sua “cruz”, e não o seu credo, que distingue um verdadeiro seguidor de Cristo do mundano religioso.

Agora, no Novo Testamento a “cruz” tem o signif**ado de
realidades definidas. Primeiro, ela expressa o ódio do mundo. O Filho de Deus veio aqui não para julgar, mas para salvar; não para punir, mas para redimir. Ele veio aqui “cheio de graça e verdade”.

Ele sempre esteve à disposição dos outros: ministrando aos
necessitados, alimentando os famintos, curando os enfermos,
libertando os possessos pelos demônios, ressuscitando os mortos.

Ele era cheio de compaixão: gentil como um cordeiro; inteiramente sem pecado. Trouxe com Ele felizes notícias de grande alegria. Ele procurou os perdidos, pregou aos pobres, todavia, não desdenhou dos ricos; Ele perdoou pecadores. E,
como Ele foi recebido? Que tipo de recepção os homens Lhe
deram?

Eles O “desprezaram e rejeitaram” (Isaías 53:3). Ele declarou, “Eles Me odeiam sem uma causa” (João 15:25). Eles tiveram sede de Seu sangue. Nenhuma morte ordinária os
apaziguaria. Eles demandaram que Ele deveria ser crucif**ado. A
Cruz, então, foi a manifestação do ódio inveterado do mundo pelo
Cristo de Deus.

O mundo não mudou, não mais do que o etíope pode mudar sua
pele ou leopardo suas manchas. O mundo e Cristo ainda estão
em aberto antagonismo. Por conseguinte, está escrito: “Aquele,
pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de
Deus” (Tiago 4:4).

É impossível andar com Cristo e comungar com Ele, até que tenhamos nos separado do mundo. Andar com
Cristo necessariamente envolve compartilhar Sua humilhação:
“Saiamos, pois, a Ele, fora do arraial, levando o seu vitupério”
(Hebreus 13:13).

Isto foi o que Moisés fez (veja Hebreus 11:24-26). Quanto mais próximo eu andar de Cristo, mais eu serei mal-entendido (1 João 3:2), ridicularizado (Jó 12:4), e detestado pelo mundo (João 15:19).

Não cometa engano aqui: é extremamente impossível continuar com o mundo e ter comunhão com o Santo Cristo. Portanto, “tomar” minha “cruz” signif**a, que eu, deliberadamente, convido a inimizade do mundo através da minha recusa em ser “conformado” a ele (Romanos 12:2).

Mas, o que importa o olhar carrancudo do mundo, se estou desfrutando os sorrisos do Salvador?
Tomar minha “cruz” signif**a uma vida voluntariamente rendida a Deus. Como o ato dos homens ímpios, a morte de Cristo foi um
assassinato; mas como o ato do próprio Cristo, foi um sacrifício
voluntário, oferecendo a Si mesmo a Deus.

Foi também um ato de obediência a Deus. Em João 10:18 Ele disse, “Ninguém a [Sua vida] tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou”. E por que Ele o fez? Suas próximas palavras nos dizem: “Este
mandamento recebi de meu Pai”. A cruz foi a suprema demonstração da obediência de Cristo.

Nesta Ele foi o nosso Exemplo. Uma vez mais citamos Filipenses 2:5: “Que haja em vós o mesmo
sentimento que houve também em Cristo Jesus”. Vemos o Amado do Pai tomando a forma de um
Servo, e tornando-Se “obediente até a morte, e morte de cruz”.

Agora, a obediência de Cristo deve ser a obediência do cristão —
voluntária, alegre, sem reservas, contínua.

Se esta obediência envolve vergonha e sofrimento, acusação e perda, não devemos nos acovardar, mas por o nosso rosto “como um seixo” (Isaías
50:7). A cruz é mais do que o objeto da fé do cristão, ela é o sinal
de discipulado, o princípio pelo qual sua vida deve ser regulada.

A “cruz” signif**a rendição e dedicação a Deus: “Rogo-vos, pois,
irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso
corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso
culto racional” (Romanos 12:1).

A “cruz” signif**a serviço vicário e sofrimento. Cristo deu a Sua
vida pelos outros, e Seus seguidores são chamados a estarem dispostos para fazerem o mesmo: “Devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1 João 3:16).

Esta é a lógica inevitável do Calvário.
Somos chamados para seguir o exemplo de Cristo, para a
companhia de Seus sofrimentos, e para ser participantes em Seu
serviço. Assim como Cristo “a si mesmo se esvaziou” (Filipenses
2:7), assim devemos fazer.

Assim como Ele “veio para servir, e
não para ser servido” (Mateus 20:28), assim devemos ser. Assim
como Ele “não agradou a si mesmo” (Romanos 15:3), assim
devemos fazer.

Assim como Ele lembrou dos outros, assim devemos lembrar: “Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles; dos que sofrem maus tratos, como se, com
efeito, vós mesmos em pessoa fôsseis os maltratados” (Hebreus 13:3).

“Quem quiser salvar a sua vida perde-la-á; e quem
perder a vida por minha causa acha-la-á” (Mateus 16:25).

Palavras quase idênticas a estas são encontradas novamente em
Mateus 10:39. Marcos 8:35, Lucas 9:24; 17:33, João 12:25.
Certamente, tal repetição mostra a profunda importância de
notar e prestar atenção a este dito de Cristo. Ele morreu para que
nós pudéssemos viver (João 12:24), e assim devemos fazer (João 12:25).

Como Paulo, devemos ser capazes de dizer “Em nada tenho a minha vida por preciosa” (Atos 20:24). A “vida” que é vivida para a gratif**ação do ego neste mundo, está “perdida”
para eternidade; a vida que é sacrif**ada para os interesses próprios e rendida a Cristo, será “achada” novamente, e
preservada durante toda a eternidade.

Seguir Jesus, o mais fascinante projeto de vidaSeguir os ensinamentos e a vida de Jesus é considerado o objetivo mais al...
11/03/2026

Seguir Jesus, o mais fascinante projeto de vida

Seguir os ensinamentos e a vida de Jesus é considerado o objetivo mais alto e realizador que alguém pode ter. Isso envolve transformar a própria vida para se tornar mais parecida com a dele, focando em amor, serviço e propósito eterno.

O Plano Perfeito: Jesus é visto como o plano perfeito de Deus para a humanidade, oferecendo salvação, libertação e uma nova vida.

A Melhor Proposta: Seguir Jesus não é apenas uma escolha, mas a melhor proposta de vida, pois signif**a viver de acordo com o propósito criativo de Deus.

Transformação e Propósito: Viver para Jesus implica em mudança de hábitos e mentalidade ("nova criatura"), focando na realização das promessas de Deus e na construção do Seu Reino.
“Não temais, ó pequeno rebanho, porque a vosso Pai agradou dar-vos o reino” (Lucas 12:32)

A "pequenez" do rebanho é a fragilidade humana que Deus escolhe para receber o Seu Reino, valorizando a humildade em vez da grandeza material.

A ordem é desapegar-se dos bens terrenos ("vendei os vossos bens e dai esmola") e focar em acumular tesouros no céu, onde o coração deve estar.

Confiança: O Reino é visto como um presente dado pelo "agrado" do Pai, fortalecendo nossa esperança.

Amor e Serviço: O projeto de vida baseado em Jesus se traduz em amar o próximo, perdoar, servir e ter fé, transformando o "eu" e as relações.

A "Melhor" Escolha: Ao colocar Jesus no centro, a vida ganha sentido, valor e direção, tornando-se uma "obra prima" nas mãos do Criador.

Em suma, é um convite para deixar de lado projetos puramente pessoais e egoístas para adotar o plano de Deus, que promete uma vida com signif**ado e propósito.

Projeto de vida que venceu a morte

Hebreus 2:14-15:
O "Poder da Morte": O texto afirma que o diabo tinha o "império" ou "poder da morte". Isso não signif**a que ele controla a vida diretamente, mas que ele usava o pecado e o medo da morte para escravizar a humanidade.

Fundamentação Legal (O Pecado): Como "o salário do pecado é a morte" (Romanos 6:23), Satanás agia como um acusador que exigia a penalidade legal sobre a humanidade pecadora.

O Propósito de Jesus: Jesus assumiu a natureza humana (carne e sangue) justamente para morrer e, através dessa morte, "aniquilar" ou "destruir" aquele que tinha o poder da morte.

A Vitória na Cruz: A morte de Jesus, sendo ele sem pecado, anulou a reivindicação legal de Satanás.

Ao pagar a dívida do pecado, Cristo retirou de Satanás a sua principal "arma" contra os seres humanos.

Em resumo, Hebreus 2:14 mostra que Satanás tinha um direito legal de morte baseado na transgressão humana, mas Jesus, ao se tornar homem e morrer, desarmou o diabo e libertou a humanidade do medo e da condenação da morte.

Gólgota: A palavra aramaica Golgotha e a latina Calvaria signif**am "lugar da caveira".

Acredita-se que o local recebia esse nome devido ao formato geológico de um crânio humano na colina ou por ser um local de execuções públicas, possivelmente com crânios visíveis.

A tradição cristã antiga sustenta que o Monte Calvário era o local de sepultamento de Adão. Na iconografia cristã, é comum ver uma caveira aos pés da cruz, representando o "primeiro homem" (Adão) sendo redimido pelo sangue de Cristo, o "segundo Adão".

A ideia de que Jesus esmagou a serpente ali é uma interpretação teológica da vitória sobre o pecado (Gênesis 3:15).

A conexão com a aparência de caveira é um simbolismo poderoso: Jesus vence o mal e a morte (serpente/caveira) no local onde ela parecia reinar.

Portanto, o calvário parece uma caveira devido ao seu aspecto geológico e, simbolicamente, tornou-se o local da vitória de Cristo sobre a morte e o diabo.

Colossenses 2:14,15
O "Escrito de Dívida" (ou Cédula): Refere-se à nossa dívida de pecados, uma nota promissória ou "quirógrafo" que continha a sentença de morte, que era contrária a nós.

O que Jesus fez: Ele cancelou, riscou e removeu essa dívida, cravando-a na cruz, o que signif**a que o débito foi pago.

A Vitória (Triunfo): Ao fazer isso, Jesus despojou os principados e potestades (o diabo e seus demônios), expondo-os publicamente ao desprezo e triunfando sobre eles na cruz.

Signif**ado Prático:
Isso signif**a que, através de Jesus, não há mais condenação para quem está em Cristo, pois a dívida que nos era prejudicial foi completamente removida.

Versículo Romanos 8:31

Que podemos dizer diante de coisas tão maravilhosas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?

Versículo Romanos 8:32

Se ele não poupou nem mesmo seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, acaso não nos dará todas as outras coisas?

Romanos 8:33

Quem se atreve a acusar os escolhidos de Deus? Ninguém, pois o próprio Deus nos declara justos diante dele.

Romanos 8:34

Quem nos condenará, então? Ninguém, pois Cristo Jesus morreu e ressuscitou e está sentado no lugar de honra, à direita de Deus, intercedendo por nós.

Romanos 8:35

O que nos separará do amor de Cristo? Serão aflições ou calamidades, perseguições ou fome, miséria, perigo ou ameaças de morte?

Romanos 8:36

Como dizem as Escrituras: “Por causa de ti, enfrentamos a morte todos os dias; somos como ovelhas levadas para o matadouro”.

Romanos 8:37

Mas, apesar de tudo isso, somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou.

Romanos 8:38

E estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o que existe hoje nem o que virá no futuro, nem poderes,

Romanos 8:39

nem altura nem profundidade, nada, em toda a criação, jamais poderá nos separar do amor de Deus revelado em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Com toda ousadia, digo:
Romanos 8:1

Agora, portanto, já não há nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus.

Versículo Romanos 8:2

Pois em Cristo Jesus a lei do Espírito que dá vida os libertou da lei do pecado, que leva à morte.

Versículo Atos 4:12

👉Não há salvação em nenhum outro! Não há nenhum outro nome debaixo do céu, em toda a humanidade, por meio do qual devamos ser salvos”.👈

Gálatas 3:13-14 (NTLH), afirma que Cristo se fez maldição por nós na cruz, completando a obra de libertação. A obra de Jesus é definitiva, dispensando a necessidade de rituais, campanhas ou "quebras" extras para liberar bênçãos.

A Cruz é Suficiente: o sacrifício de Jesus anulou todas as maldições hereditárias ou espirituais.

Nova Criatura: Ao aceitar os ensinamentos de Jesus, a pessoa torna-se uma nova criatura, livre do passado, invalidando a necessidade de "requebrar" maldições.

Foco na Fé e Conhecimento: A libertação é vista como fruto da fé na obra consumada, e não da participação em eventos específicos.
Comportamento vs. Maldição: Muitos consideram que os "padrões de maldição" repetidos são, na verdade, feridas emocionais ou hábitos não tratados que precisam de renovação da mente, e não de quebras espirituais.

Portanto, promova o culto para Glória de Cristo Jesus, e não para glória humana, culto de si mesmo!

Endereço

Patrocínio Paulista, SP

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