22/05/2026
A Mata Atlântica abriga uma diversidade imensa de espécies nativas com potencial alimentar, medicinal, ecológico e comercial. Cambuci, uvaia, juçara, cambucá, gabiroba, grumixama, jabuticaba, pitanga, araucária, erva-mate, espinheira-santa, entre tantas outras, fazem parte de um patrimônio biológico e cultural ainda pouco valorizado no mercado nacional.
O Projeto Pomares Mata Atlântica - Conexões da Sociobiodiversidade nasce também com esse propósito: estimular a introdução dessas espécies nativas em Sistemas Agroflorestais (SAFs), incentivando o cultivo, fortalecendo mercados locais e ampliando as possibilidades de geração de renda para agricultores e agricultoras familiares.
Enquanto algumas espécies contribuem diretamente para a comercialização de frutas, polpas, sementes, madeira e derivados, outras cumprem funções fundamentais dentro dos SAFs, ajudando na recuperação do solo, da água, na atração da fauna, no equilíbrio ecológico e na regeneração da Mata Atlântica.
Mais do que plantar árvores, o projeto busca reconstruir conexões entre biodiversidade, produção agroecológica e conservação ambiental. 🌳
O Projeto Pomares Mata Atlântica – Conexões da Sociobiodiversidade é realizado pelo Instituto Auá em parceria com a Fundação Banco do Brasil @fundacaobb e a BB/DIRAG.