Instituto Baía de Guanabara

Instituto Baía de Guanabara O Instituto Baía de Guanabara - IBG é uma associação civil, de direito privado. Está comprometido, exclusivamente, com ações de caráter público.

O Instituto Baía de Guanabara - IBG é uma associação civil, de direito privado, sem fins lucrativos e autônoma frente ao Estado, às igrejas e aos partidos políticos. Fundado em 30 de julho de 1993, tem como objetivos o estudo, a pesquisa e a solução dos problemas ambientais, sociais e urbanos, com prioridade na Região Hidrográfica drenante para a Baía de Guanabara, que abrange, total ou parcialmen

te, 16 municípios, todos no Estado do Rio de Janeiro: Belford Roxo, Cachoeiras de Macacu, Duque de Caxias, Guapi-mirim, Itaboraí, Magé, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Petrópolis, Rio Bonito, Rio de Janeiro, São Gonçalo, São João de Meriti e Tanguá. A área foco de atuação do IBG tem sido o Leste da Baía de Guanabara. Desde julho de 2002, o IBG detém a qualificação de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP, nos termos da Lei 9.790, de 23 de março de 1999. O ato do Ministério da Justiça concedendo o certificado ao IBG consta do Diário Oficial da União, de 26 de julho de 2002. Clique aqui para conhecer os estatutos do IBG

Como atua? O IBG tem concentrado sua atuação nas áreas de:

- Educação Ambiental;

- Produção, organização e divulgação de informações para a sociedade;

- Gestão participativa do meio ambiente e mobilização da sociedade para trabalhar, em conjunto com o Governo e com as empresas, na conservação do seu espaço. Os Exemplos de trabalhos já executados podem ser encontrados em PRINCIPAIS REALIZAÇÕES

Em geral, trabalha em cooperação com órgãos governamentais, empresas, universidades e com outras ONGs; envolve sempre estagiários nos seus projetos e também conta com o trabalho de voluntários. Colabora na implementação das políticas públicas, em especial as vinculadas aos recursos hídricos, às Zonas Costeiras e às Unidades de Conservação. Por isso, tem participado em colegiados afins, tais como:

- Conselho Gestor da Baía de Guanabara;

- Comitê da Região Hidrográfica da Baía de Guanabara e dos Sistemas Lagunares de Maricá e Jacarepaguá;

- Subcomitê Leste da Região Hidrográfica da Baía de Guanabara;

- Conselho Gestor do Parque Estadual da Serra da Tiririca.

-Conselho Consultivo da APA de Guapi-Mirim


O Instituto mantém ainda contatos e intercâmbio de informações e experiências com diversas instituições nacionais e internacionais dedicadas à proteção ambiental, de que são exemplos:

- Rede de ONGs da Mata Atlântica;

- Rede Brasileira de Educação Ambienta - REBEAl;

- REMA ATLÂNTICO - Rede Costeiro-Marinha e Hídrica (AVINA)

- Forum Brasileiro de ONG´s e Movimentos Sociais

- IBERMAR - Red Iberoamericana de Manejo Costero Integrado

- Red de Sociedades Costeras Responsables de Latinoamerica y Caribe

- Global Environmental Education Partnership

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17/12/2025

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Restinga é um ecossistema de transição entre o mar e a terra, com característica específicas como solo arenoso, clima com influência marítima e vegetação adaptada a essas condições, como cactos, bromélias, gramíneas e plantas arbustivas.

Ocorre ao longo da costa brasileira, desde o Nordeste até o Sul, em áreas de planícies litorâneas, próximo a desembocaduras de rios e falésias.

Desempenha várias funções ecológicas importantes:

1) Proteção contra a erosão: As plantas ajudam a estabilizar o solo e as dunas, reduzindo a erosão causada pelo vento e pela água.

2) Habitat para a fauna: Fornece abrigo e alimento para diversas espécies de animais, incluindo aves, insetos e pequenos mamíferos.

3) Filtragem de poluentes: As plantas costeiras podem atuar como filtros naturais, ajudando a remover poluentes da água antes que eles alcancem o oceano.

4) Regulação do microclima: A vegetação ajuda a regular a temperatura e a umidade local, criando um microclima mais estável.

5) Barreira contra tempestades: As áreas de vegetação costeira podem atuar como barreiras naturais contra tempestades, protegendo as áreas interiores.

6) Conservação da biodiversidade: as restingas abrigam uma grande diversidade de espécies vegetais e animais, muitas das quais são endêmicas e adaptadas a condições específicas.

O código florestal brasileiro enquadra as áreas das restingas como Áreas de Preservação Permanente - APP, que não podem ser devastadas e ocupadas

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12/12/2025

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O tucano-de-bico-verde é uma espécie de tucano nativa do Brasil, Argentina e Paraguai. Tais aves medem cerca de 48 centímetros de comprimento, possuindo, como o próprio nome popular indica, bico de cor verde, garganta e peito amarelos e barriga vermelha. Também podem ser conhecidos pelo nome de tucano-de-peito-vermelho. O tucano-de-bico-verde é encontrado nas regiões sul e sudeste do Brasil, bem como no Extremo Sul da Bahia e no sul do estado de Goiás (embora seja bem difícil de ser avistado nessas regiões). É bastante comum em regiões de serra, onde é avistado em pequenos bandos. São perseguidos pelos caçadores por sua carne. Vive em áreas florestadas, desde o litoral até as zonas montanhosas, incluindo as florestas de planalto. Se alimenta de frutos, artrópodes e pequenos vertebrados, sendo que, com frequência, alimenta-se de filhotes e ovos em ninhos de outras aves. Bota de 2 a 5 ovos, incubados durante 19 dias. O nome tucano vem do tupi antigo tukana.

Fonte: Wikipédia

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05/12/2025

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A onça-parda, também conhecida como suçuarana, leão-baio, leão-da-montanha ou simplesmente como onça, é um mamífero carnívoro, nativo da América. É o mamífero terrestre com a maior distribuição geográfica no ocidente, ocorrendo desde a Columbia Britânica, no Canadá, até o extremo sul do Chile, habitando desde florestas densas, até áreas desérticas, com clima tropical ou subártico, exceto a tundra. É capaz de sobreviver em áreas extremamente alteradas pelo homem, como pastagens e cultivos agrícolas.
Medindo até 168 centímetros de comprimento, sem a cauda, e pesando até 103 quilos, sendo o segundo maior felídeo das Américas. Possui coloração variando do cinzento ao marrom-avermelhado, com a ponta da cauda de cor preta, áreas laterais do focinho e ventre de cor brancas. Os filhotes nascem com manchas escuras na pelagem, que geralmente persistem até 14 semanas de idade. Possui as mais longas patas traseiras dentre os felinos. Vivem em média, entre 7,5 e 9 anos de idade.
É um animal solitário e mais ativo à noite. Alimenta-se predominantemente de cervídeos, mas pode variar a dieta, sendo considerado um predador oportunista. A presença de outros carnívoros influencia diretamente a escolha das presas e ambientes de caça. As áreas de vida variam de 50 a 1000 quilômetros quadrados, com machos sendo territoriais e possuindo grandes áreas se sobrepondo ao de várias fêmeas. As fêmeas possuem vários cios no ano, possuem uma gestação que dura entre 90 e 96 dias e geralmente nascem entre 3 e 4 filhotes, a cada 2 anos, aproximadamente.
A onça-parda não é considerada em risco de extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, mas já foi extinta em algumas localidades da América do Norte, Central e do Sul. As principais causas disso são a caça, seja por esporte ou retaliação por ataques ao gado, fragmentação e destruição do habitat, e em áreas muito populosas, atropelamentos. A dizimação dessas populações no leste dos Estados Unidos, na Flórida, é um bom exemplo dos efeitos deletérios do isolamento populacional. Apesar disso, existe uma tendência de recolonização do centro-leste norte-americano. Dado sua força e elegância, esse felino foi representado em inúmeras culturas americanas, mas nas sociedades ocidentais atuais, as relações muitas vezes são conflituosas, seja por ataques aos animais domésticos, seja por ataques aos seres humanos.
Dado sua ampla distribuição, a onça-parda possui grande adaptabilidade e ocorre em inúmeros habitats, desde áreas desérticas até densas florestas, áreas de clima tropical e subártico, do nível do mar até 5.800 metros de altitude, só não ocorrendo na tundra. Esse felino procura ocupar áreas com grande quantidade de locais em que seja possível criar emboscadas e com abundância de pelo menos uma espécie de animal de médio porte. Entretanto, não raro, a onça-parda pode ser encontrada em ambientes absolutamente sem vegetação, como desertos. Aparentemente, em algumas regiões dos Estados Unidos, a espécie está ocorrendo em habitats onde antes não ocorria, dado a introdução de espécies de cervídeos. Ela pode evitar áreas em que ocorre a onça-pintada, ocupando, muitas vezes, áreas mais secas e abertas quando comparadas com o habitat da onça-pintada.
É tolerante a alterações do ambiente provocadas pelo homem e se não caçada, pode existir em áreas altamente fragmentadas. Áreas de habitat conectados com baixa cobertura vegetal e reflorestamentos com níveis intermediários de distúrbios também são viáveis para a espécie. No nordeste do estado de São Paulo foi constatado que ela utiliza fragmentos tão pequenos quanto 30 ou 14 hectares, apesar de em outras regiões da Mata Atlântica não utilizar fragmentos menores que 300 hectares. Mesmo assim, pode ser encontrada em pastagens, plantações de cana-de-açúcar e de Eucalyptus.
Fonte : Wikipédia

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04/12/2025

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O guará é uma ave também conhecida como íbis-escarlate, guará-vermelho, guará-rubro, guará-piranga e garça-vermelha. É considerado por muitos uma das mais belas aves brasileiras, por causa da cor de sua plumagem.
Várias localidades na costa brasileira têm nomes de origem indígena associados à presença do guará no passado, como Guaratuba (Paraná), Guaraqueçaba (Paraná), Guaratiba (Rio de Janeiro) e Guarapari (Espírito Santo). Provavelmente também algumas outras um pouco mais afastadas, onde a espécie ocorria ocasionalmente, seguindo o curso dos rios que desaguam no Atlântico, como Guaramirim (Santa Catarina) e Guarapiranga (São Paulo). Atualmente está se recuperando em vários desses locais.
Mede cerca de 50 a 60 cm. Possui bico fino, longo e levemente curvado para baixo. A plumagem é de um colorido vermelho muito forte, por causa de sua alimentação à base do caranguejo chama-maré (Uca maracoani), que possui um pigmento (carotenos) que tinge as plumas. No cativeiro, com a mudança da alimentação, as plumas perdem a cor e ficam com um tom cor-de-rosa apagado.
A sua alimentação é baseada principalmente em pequenos caranguejos. Sua coloração tem forte relação com sua dieta, sendo responsável pela sua plumagem vermelha intensa. A espécie realiza o metabolismo e incorporação seletiva de carotenoides, nesse caso principalmente a Cantaxantina, distribuída para as p***s.
A reprodução é feita em colônias. Os ninhos são feitos no alto das árvores à beira dos mangues e lamaçais litorâneos. A fêmea põe 2 ou 3 ovos de cor bege, ou marrom-claro com manchas marrons.
O guará está presente em Trinidad e Tobago (onde é a ave nacional), Colômbia, Venezuela, Guianas e no litoral norte e sudeste do Brasil.
Fonte: Wikiaves

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03/12/2025

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A saracura-do-mangue possui uma certa semelhança com outras espécies de seu gênero e pode ser visualmente confundida com outras três espécies: a saracura-três-potes, a saracura-do-mato e a saracuruçu. A diferença visual mais clara entre as quatro espécies é a extensão das partes acinzentadas e de cor de telha no corpo dessas aves.
É conhecida por habitar os manguezais costeiros e as florestas da vizinhança, e um dos seus nomes brasileiros é “saracura-da-praia”. No entanto, a espécie também ocorre no interior. Os movimentos migratórios desta espécie rumo ao interior do continente ainda são pouco conhecidos. Uma curiosidade sobre isso é que a espécie parece preferir plantações de café enquanto está na parte mais interiorana do continente.
Com a redução dos manguezais em toda a faixa litorânea, a saracura tem resistido mesmo em faixas muito pequenas de mangue, desde que encontre alimento. Já registrada em faixas de menos de 100 metros de extensão e pouca vegetação. No litoral vive uma parte do ano no manguezal mas também adentra pelas matas úmidas como restinga alta, mata paludosa, beira de córregos, mata ciliar e brejos geralmente durante épocas mais frias.
Ave dócil e de comportamento tranquilo, geralmente se aproximando do observador sem aparentar medo.
Ocorre nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo e Sergipe.
Fonte: Wikiaves

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01/12/2025

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O biguá, também chamado corvo-marinho, cormorão, pata-d'água, biguá-preto, biguaúna, imbiuá, mergulhão e miuá, é uma ave aquática de coloração majoritariamente preta com o dorso cinza. Ocorre em boa parte da região que vai do México à América do Sul, medindo cerca de 75 cm de comprimento e com coloração negra, s**o gular amarelo e tarsos negros.
O biguá carece da glândula uropigial, que libera substâncias que deixam as p***s impermeáveis à água. A ausência da glândula proporciona uma vantagem ao biguá em relação aos outros pássaros, pois, na hora da caça, suas p***s se molham, se tornam mais pesadas e retêm menos ar, fazendo com que ele mergulhe mais rapidamente. Para secar as asas, costuma mantê-las estendidas ao sol.

Fonte : Wikipédia

Endereço

Alameda São Boaventura, 770, Fonseca
Niterói, RJ
24120-191

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 17:00
Terça-feira 10:00 - 17:00
Quarta-feira 10:00 - 17:00
Quinta-feira 10:00 - 17:00
Sexta-feira 10:00 - 17:00

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O Instituto Baía de Guanabara - IBG é uma associação civil, de direito privado, sem fins lucrativos e autônoma frente ao Estado, às igrejas e aos partidos políticos. Está comprometido, exclusivamente, com ações de caráter público.

www.baiadeguanabara.org.br Fundado em 30 de julho de 1993, tem como objetivos o estudo, a pesquisa e a solução dos problemas ambientais, sociais e urbanos, com prioridade na Região Hidrográfica drenante para a Baía de Guanabara, que abrange, total ou parcialmente, 16 municípios, todos no Estado do Rio de Janeiro: Belford Roxo, Cachoeiras de Macacu, Duque de Caxias, Guapi-mirim, Itaboraí, Magé, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Petrópolis, Rio Bonito, Rio de Janeiro, São Gonçalo, São João de Meriti e Tanguá. A área foco de atuação do IBG tem sido o Leste da Baía de Guanabara. Desde julho de 2002, o IBG detém a qualificação de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP, nos termos da Lei 9.790, de 23 de março de 1999. O ato do Ministério da Justiça concedendo o certificado ao IBG consta do Diário Oficial da União, de 26 de julho de 2002. Como atua: O IBG tem concentrado sua atuação nas áreas de: - Educação Ambiental; - Produção, organização e divulgação de informações para a sociedade; - Gestão participativa do meio ambiente e mobilização da sociedade para trabalhar, em conjunto com o Governo e com as empresas, na conservação do seu espaço. Em geral, trabalha em cooperação com órgãos governamentais, empresas, universidades e com outras ONGs; envolve sempre estagiários nos seus projetos e também conta com o trabalho de voluntários. Colabora na implementação das políticas públicas, em especial as vinculadas aos recursos hídricos, às Zonas Costeiras e às Unidades de Conservação. Por isso, tem participado em colegiados afins, tais como: - Conselho Gestor da Baía de Guanabara; - Comitê da Região Hidrográfica da Baía de Guanabara e dos Sistemas Lagunares de Maricá e Jacarepaguá; - Subcomitê Leste da Região Hidrográfica da Baía de Guanabara; - Conselho Gestor do Parque Estadual da Serra da Tiririca. www.baiadeguanabara.org.br