O Sul é o Meu País-Massaranduba-SC

O Sul é o Meu País-Massaranduba-SC Somos a favor da independência, nosso objetivo é expor as belezas e qualidades do querido SUL e conscientizar a população de quão grandiosa é esta Nação.

FINALIDADES: O "Movimento O Sul é Meu País" é uma instituição criada com a finalidade de elaborar estudos e organizar debates livres para avaliar as possibilidades pacíficas e democráticas de autodeterminação do povo sulino, que habita os territórios dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul através da forma plebiscitária. FORMALIZAÇÃO E LEGALIDADE: A instituição foi criada nos Est

ados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e está registrada conforme prevê a Lei no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas, possuindo sedes estaduais em cada um dos três Estados e adota como objetivo fundamental a Autodeterminação Sul-Brasileira. FUNDAMENTAÇÃO JURÍDICA: Fundamenta-se no Art. 4, item III, (Direito a autodeterminação dos povos), no Art. 5, itens IV, VII, XVI, XVII, XIX, XXI (Direito e liberdade de pensamento e direito de organização para expressar e divulgar o pensamento) da Constituição Federal e nas Resoluções das Nações Unidas especialmente na Resolução 1514 (XV). FUNDAMENTAÇÃO UNIVERSAL DO DIREITO À AUTODETERMINAÇÃO
Respalda-se na regra do milenar do Direito Natural de que os povos tem direito a sua autodeterminação, desde que a população emancipanda expresse democraticamente sua vontade soberana. A Resolução 1514 (XV) da ONU é muito clara neste sentido quando diz que "Todos os povos têm o direito à livre determinação; em virtude deste direito, determinam livremente o seu estatuto político e orientam livremente o seu desenvolvimento econômico, social e cultural". Regra considerada "divina", existente desde os primórdios das democracias exercidas nas cidades/estados gregas e no antigo Senado Romano, onde afirmava-se que o direito à autodeterminação é uma lei natural, que não precisa ser escrita, e depois pelas modernas e crescentes doutrinas sociológicas, este princípio é acatado por todas as nações democráticas do Planeta, entre elas o Brasil, através do art. 4o. de sua Constituição. Países como os Estados Unidos, a Inglaterra e outros que possuem uma constituição com pouco mais de vinte artigos, reconhecem expressamente e dedicam capítulo especial a este preceito do direito natural. A ONU adotou o direito à autodeterminação como principio basilar, de onde deriva e sustenta-se sua existência. COMPROMISSOS
Durante estes mais de 10 anos de existência, o Movimento realizou congressos e seminários, de onde foram surgindo e sendo aperfeiçoados os compromissos que, após apresentados, discutidos e aprovados por suas lideranças, passaram a integrar a Carta de Princípios, pautando o comportamento e atividades de toda sua militância e lideranças do Movimento. Compromissos, assim enumerados:
• 1 - COM A DEMOCRACIA, repudiando o emprego de violência ou de grupos paramilitares;
• 2 - CONTRA A DISCRIMINAÇÃO, pautando-se contra qualquer forma de discriminação, seja ideológica, religiosa, sexual, racial, cultural, ou social.
• 3 - COM A CONSULTA POPULAR, através da realização plebiscitária e de levantamentos, pesquisas para aferição da vontade popular, se deseja ou não a sua autodeterminação independentista ou confederativa.
• 4 - COM ESTRUTURA ADMINISTRATIVA HORIZONTAL, com ampla autonomia para as diversas comissões regionais, municipais, de bairros e especiais, sem cercear suas iniciativas, desde que não contrariem os princípios inarredáveis do Movimento e as limitações firmadas de comum acordo entre as lideranças pertinentes.
• 5 - COM O DESPERTAR DE CONSCIÊNCIA, através de promoção de seminários, congressos, publicações e debates com os diversos segmentos da sociedade sulina;
• 6 - COM A TRANSPARÊNCIA, tornando pública a doutrina e os atos praticados pelo Movimento;
• 7 - COM ADEQUAÇÃO AO RECONHECIMENTO INTERNACIONAL, junto às entidades internacionais, para o devido reconhecimento da legitimidade do direito de autodeterminação do povo sulino, incluindo a escolha da forma e do sistema de governo, através do exercício democrático, recusando, expressamente, a ingerência de pessoas, grupos e ou instituições estrangeiras. FATORES QUE MOTIVAM A BUSCA DA AUTODETERMINAÇÃO
Diversos têm sido os fatores que nos impulsionam na direção da autodeterminação, e é necessário torná-los públicos, pois a grande maioria da população sulina é mantida na desinformação sobre sua própria potencialidade. Foi com este propósito, que após amplas discussões e a troca de pensamentos convergentes, em sucessivos encontros, debates e assembléias, que elaboramos o presente trabalho, cujo objetivo visa apresentá-lo aos que desejam a Independência, como forma de contribuição orientadora ao eficiente exercício de autodeterminação.
1. Fatores Políticos: O franco desrespeito à regra constitucional de que "todos são iguais perante a lei", além de que a cada eleitor deve corresponder um voto, permite que a representação na Câmara Federal seja viciada. Uma perniciosa representação parlamentar gritantemente desproporcionalizada, quebra também o preceito estabelecido na Constituição sobre a igualdade entre os Estados Federados. A existência de uma política financeira que premia a especulação em detrimento da produção. O terrorismo tributário, que penaliza a cadeia produtiva e de consumo, jogando as livres iniciativas na marginalidade e promovendo o desemprego. A atual ausência de autonomia legislativa que deveria ser conferida às Assembléias Legislativas dos Estados, que permita legislar sobre matéria cultural, providenciaria, sanitária, penal, tributária e outras. O descaso com que o Sul tem sido distinguido permanentemente, relegado sempre a um segundo plano, tendo seus projetos e anseios sempre adiados indefinidamente.
2. Fatores Tributários: A abominável sangria tributária da região Sul, sempre submetida à má distribuição do bolo tributário, que privilegia regiões, discriminando outras, bem como a má distribuição do nosso esforço tributário que apenas contempla o fortalecimento das oligarquias políticas clientelistas do Norte e Nordeste, em prejuízo das próprias populações daquelas regiões. A permanente discriminação orçamentária, que relega a Região Sul à quase inexistência de investimentos federais;
3. Fatores Econômicos: A Região Sul tem todos os requisitos necessários para se tornar uma das nações mais prósperas do planeta. O seu potencial humano, social e econômico não deixa qualquer dúvida a respeito de sua viabilidade como país independente.
4. Fatores Geográficos: Com uma área de 577.000 quilômetros quadrados, o conjunto sulista, formado pelos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande. do Sul, apresenta uma situação geográfica altamente favorável. Dotado de planaltos, planícies, serras, matas, rios navegáveis, diversos portos, um litoral imenso e um clima temperado, apresenta condições tecnológicas e físicas para uma base agrícola produtiva e diversificada. Este grande espaço geográfico também apresenta um formidável potencial turístico, maior que a grande maioria dos países que têm nessa área uma de suas atividades mais importantes. O litoral catarinense é prodigioso em turismo e pesca. As serras gaúchas e catarinenses são conhecidas pelo notável clima de inverno sub-tropical. No Paraná, os rios navegáveis e suas cataratas além de gerarem toda a energia que necessitamos, deslumbram o mundo. Nosso litoral, com mais de 1500 quilômetros e seus cinco portos em atividade, causam inveja a países já desenvolvidos. A Região Sul confina com três países do Cone Sul: Paraguai, Uruguai e Argentina, com quem partilhamos um intercâmbio comercial através do Mercosul, além das afinidades tecidas pela história, geografia, clima, etnias e características culturais. Um aproveitamento racional desta geografia nos trará autonomia no campo energético, na indústria turística, na agricultura, na pecuária e em muitos outros campos das atividades econômicas, além de nos permitir um sistema natural de escoamento de produção. Em extensão geográfica, a Região Sul é maior do que 116 dos atuais 193 países existentes.
5. Fatores Culturais: A população Sulina hoje é de cerca de 25 milhões de pessoas, de origem européia, miscigenada ao africano, ao americano nativo e ao asiático. Esta miscigenação que absorveu cultura, costumes e tradições de quatro continentes, associada aos fatores climáticos e geográficos inerentes à Região Sul, moldou o perfil que é peculiar do sulino, diferenciando-o das demais regiões brasileiras. O povo Sulino tornou-se assim detentor de uma diversificadíssima cultura, que se expressa através dos costumes e das tradições que a região cultiva, de onde se projetaram expressões artísticas para o mundo inteiro.
6. Fatores Sociais: O galopante crescimento da pobreza da população sulina e sua acentuada degradação social, com a proliferação das condições sub-humanas, são fatores que causam indignação, principalmente porque não existe perspectiva de reversão deste caótico quadro dentro do cenário sob o controle do estado brasileiro.
7. Fatores Morais: A falta de investigação séria e veloz diante das constantes e crescentes denúncias de estelionato, de peculato, de formação de quadrilha e de locupletação com os recursos do erário, com a impunidade que graça nos altos escalões do sistema pseudo-federativo brasileiro, nos fazem acreditar na veracidade e atualidade das afirmações de Rui Barbosa: "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto"...
8. Fatores Históricos: Por fatores semelhantes aos atuais, nossos ancestrais já empunharam a bandeira da Independência e da Autonomia. A República Juliana e a República Rio-Grandense são testemunhas seculares de que não estamos fazendo nada de novo, apenas dando vazão ao centenário ideal de autodeterminação que vem sendo cultivado pelo nosso povo. A Guerra do Contestado, a Revolução Federalista de 1893, a Revolução de 1930 e outros movimentos separatistas.

17/07/2025

A região Sul é um território de complexidade ímpar, forjado por mais de 120 etnias que se entrelaçam e, ao mesmo tempo, se complementam. Cada grupo, com suas próprias tradições, crenças e modos de vida, deixou um legado profundo, refletido nas festas, nas músicas, nas danças, na culinária e na maneira de ser e viver das pessoas. O Movimento O Sul é o Meu País surge justamente para prestigiar esse espírito e dar visibilidade à pluralidade que sustenta a alma dessa região.

Quando afirmamos que o Sul é o meu país, não estamos apenas falando tão somente de um território geográfico, mas também de uma filosofia de pertencimento, de valorização das raízes que transcendem essas questões políticas e econômicas temporais. Estamos chamando a atenção para a importância de entender as complexidades da região, de se aprofundar nas influências que moldaram seus modos de vida e de contribuir para a preservação e o fortalecimento das culturas locais.

A causa Sulista se trata principalmente de uma celebração de tudo o que torna o Sul — e seu povo — incomparáveis em sua diversidade e complexidade. O convite está feito: conhece tua história. Conhece teus heróis. Conhece teu país!

17/07/2025

A convivência forçada entre povos com identidades e interesses muito distintos pode gerar tensões e conflitos, prejudicando o bem-estar coletivo e a evolução moral de cada grupo.

Ao tratar das relações humanas e sociais, enfatiza-se a importância da fraternidade, mas também se deve reconhecer a diversidade dos povos e a necessidade de respeitar as especificidades culturais e regionais. Se a união entre diferentes povos é imposta de forma autoritária, sem respeito pelas suas identidades e necessidades, o que se gera é uma convivência artificial, muitas vezes carregada de ressentimentos e disputas, que dificulta o progresso social e moral de todos os envolvidos.

A verdadeira fraternidade, então, não precisa ser sinônimo de uma união forçada, mas sim de uma comunhão genuína, onde os povos podem viver de forma independente, mas ainda assim interagir com respeito, solidariedade e cooperação mútua. A verdadeira liberdade é a liberdade de se organizar e se expressar de acordo com os próprios valores e necessidades, sem imposições externas. Quando uma separação é realizada de maneira pacífica e respeitosa, visando a harmonia e o bem-estar de todos os envolvidos, ela pode, sim, ser uma forma mais verdadeira de fraternidade e evolução social.

Portanto, a verdadeira fraternidade não está na imposição de uma união que gera sofrimento e injustiças, mas na capacidade de respeitar as diferenças, promovendo uma convivência pacífica e cooperativa entre povos independentes. O objetivo é sempre o desenvolvimento, que muitas vezes se dá através do reconhecimento e respeito mútuo das diferenças, sem a necessidade de forçar uma fusão de identidades e culturas.

17/07/2025

Endereço

Massaranduba, SC
89108-000

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