Sesduem Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual de Maringá (ANDES-SN)

Página dedicada ao Sesduem - Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual de Maringá.

15/05/2026

DEFENDER O PISO É DEFENDER A EDUCAÇÃO PÚBLICA!

Nesta sexta-feira (15), o STF volta a analisar recursos que podem impactar diretamente a aplicação do Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério.

O que está em jogo é muito maior do que um reajuste, estamos falando do reconhecimento do Piso como base da carreira docente e da valorização efetiva das trabalhadoras e dos trabalhadores da educação pública em todo o país.

Durante esta semana, o ANDES-SN está mobilizando a categoria para pressionar o Supremo. A orientação é enviar mensagens aos ministros e à ministra do STF cobrando uma decisão favorável à valorização profissional.

📲 Participe da mobilização!

Vamos ocupar as redes com a hashtag:



Educação pública forte se constrói com valorização profissional.

13 de maio é uma data histórica no Brasil. Neste dia, em 1888, foi assinada a Lei Áurea, que aboliu oficialmente a escra...
13/05/2026

13 de maio é uma data histórica no Brasil. Neste dia, em 1888, foi assinada a Lei Áurea, que aboliu oficialmente a escravidão no país após mais de 300 anos de exploração da população negra.

Mas a abolição não significou reparação, inclusão ou igualdade.

Mais de um século depois, o racismo estrutural ainda se manifesta nas desigualdades sociais, na violência, no acesso à educação, à renda e às oportunidades.

Por isso, o 13 de maio também é um dia de denúncia, reflexão e luta contra o racismo.

A construção de uma sociedade verdadeiramente democrática passa pelo compromisso com a igualdade racial, a valorização da população negra e o fortalecimento da educação pública.

Não basta não ser ra***ta.
É preciso ser antirra***ta.

A SESDUEM divulga nova atualização encaminhada pela Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários (PRH) da UE...
06/05/2026

A SESDUEM divulga nova atualização encaminhada pela Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários (PRH) da UEM sobre as inconsistências identificadas nas declarações pré-preenchidas do Imposto de Renda 2026.

“Como já comunicado anteriormente, o sistema da Receita Federal apresentou inconsistências nas informações da declaração pré-preenchida do Imposto de Renda – exercício 2026.

Informamos que a Receita Federal já realizou os ajustes relacionados à UEM. Dessa forma, aqueles que já enviaram sua declaração podem verificar que as correções foram processadas automaticamente.

A conferência pode ser feita pelo site ou aplicativo (gov.br) da Receita Federal.

Ressaltamos que algumas informações ainda podem não constar na declaração pré-preenchida, pois os ajustes estão sendo realizados gradativamente.

Assim, orientamos que:
• Caso os valores estejam preenchidos (não “zerados”), a declaração pode ser enviada normalmente;
• Caso contrário, recomendamos aguardar a atualização das informações antes do envio.”

— Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários

A coordenação do Fórum das Entidades Sindicais (FES) participou de audiência no Ministério Público do Trabalho (MPT), co...
30/04/2026

A coordenação do Fórum das Entidades Sindicais (FES) participou de audiência no Ministério Público do Trabalho (MPT), convocada pelo procurador Rafael Garcia Rodrigues, para discutir o modelo de gestão da folha de pagamento e os impactos sobre as entidades sindicais.

Apesar do objetivo de abrir diálogo, o Governo do Estado e a empresa Salt não compareceram à reunião, o que, na avaliação do FES, reforça a postura de ausência de negociação em um tema sensível para a organização dos trabalhadores.

Durante a audiência, o FES e suas assessorias jurídicas apresentaram o histórico da demanda, destacando a mudança do modelo anterior — em que o Estado realizava os descontos em folha — para o atual sistema mediado por empresa terceirizada, que passou a cobrar valores individualizados dos sindicatos para viabilizar esses descontos. Para o Fórum, essa prática impõe custos às entidades e configura um entrave concreto ao funcionamento e à autonomia sindical.

Ao final, o procurador abriu prazo para que as entidades apresentem documentos específicos que subsidiem a análise do caso. Com base nesse material, o MPT deverá dar sequência ao procedimento e definir os encaminhamentos cabíveis. O FES seguirá acompanhando o processo e articulando as entidades na defesa dos direitos sindicais.

Texto: FES

⚠ Atenção, docentes da UEM: Informe sobre a declaração de IR 2026
30/04/2026

⚠ Atenção, docentes da UEM: Informe sobre a declaração de IR 2026

🧐 Atenção, docentes da UEM: sobre o e-mail com relação aos quinquênios e anuênios.
30/04/2026

🧐 Atenção, docentes da UEM: sobre o e-mail com relação aos quinquênios e anuênios.

29 de abril de 2015. Uma data que não pode ser tratada como passado encerrado.Naquele dia, professoras, professores e se...
29/04/2026

29 de abril de 2015. Uma data que não pode ser tratada como passado encerrado.

Naquele dia, professoras, professores e servidores foram às ruas para defender seus direitos. Do outro lado, encontraram bombas, balas de borracha e repressão.

Enquanto isso, dentro da Assembleia, uma decisão que impactava diretamente o futuro desses trabalhadores e trabalhadoras era aprovada.

Mais de uma década depois, a memória permanece e a pergunta também:

o que mudou?

Relembrar o 29 de abril não é apenas olhar para trás.
É entender o que está em disputa quando se fala em educação pública, direitos e serviço público.

Porque quando a violência é esquecida, ela se torna mais fácil de se repetir.

Essa postagem é um convite à memória e à reflexão.

👉 Você lembra onde estava naquele dia?
👉 Qual a sua visão sobre o que aconteceu?

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O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) condenou o influenciador digital Wilker Leão por crimes ...
24/04/2026

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) condenou o influenciador digital Wilker Leão por crimes de difamação e injúria contra o professor Estevam Costa Thompson, docente de História da África na Universidade de Brasília (UnB).

A decisão, publicada em 23 de abril, estabelece pena de 1 ano, 11 meses e 10 dias de prisão, além de 58 dias-multa. O caso envolve a gravação e divulgação não autorizada de aulas, acompanhadas de conteúdos ofensivos direcionados ao professor.

De acordo com o acórdão, o influenciador não apenas expôs o ambiente de sala de aula sem consentimento, como também utilizou títulos e comentários depreciativos, classificando a aula como “bobagem” e atribuindo ao docente condutas como “fugir” do debate e “enrolar” o conteúdo. Também foram registradas ofensas diretas, com termos pejorativos e desqualificações pessoais.

Para o relator do caso, desembargador Cruz Macedo, as publicações ultrapassaram os limites da liberdade de expressão, configurando ataques à honra e à imagem do docente.

A decisão reafirma que o ambiente universitário deve ser preservado como espaço de produção de conhecimento, debate qualificado e liberdade acadêmica, o que inclui o respeito ao trabalho docente e às condições adequadas de ensino.

A reunião conjunta dos setores das Ifes, Iees/Imes/Ides e do GT Verbas e Fundações do ANDES-SN debateu, na última semana...
16/04/2026

A reunião conjunta dos setores das Ifes, Iees/Imes/Ides e do GT Verbas e Fundações do ANDES-SN debateu, na última semana, o financiamento da educação pública no Brasil. O encontro reuniu representantes de 48 seções sindicais e analisou dados orçamentários, os impactos do subfinanciamento e os mecanismos que têm limitado os recursos para as universidades.

Os estudos apresentados apontam que políticas de austeridade, como o Novo Arcabouço Fiscal, têm reduzido o financiamento estatal e ampliado a pressão por privatização, afetando diretamente a autonomia universitária, a produção científica e a qualidade do ensino.

No caso das universidades estaduais, o cenário é ainda mais desigual, já que o financiamento depende da arrecadação de cada estado. Em muitos casos, mesmo quando há previsão orçamentária, os recursos não são totalmente executados, comprometendo investimentos e o funcionamento das instituições.

📍 No Paraná, a situação acende um alerta: as sete universidades estaduais operam sem vinculação fixa de recursos. Desde 2017, observa-se a redução da participação no orçamento estadual, com oscilações até 2023. Na prática, isso significa menos previsibilidade, perda de poder de compra e maior vulnerabilidade a cortes.

O resultado é um quadro de precarização: custeio pressionado, investimentos reduzidos e impacto direto nas condições de trabalho docente. Dados nacionais mostram que mais da metade da categoria relata piora na saúde, associada às condições de trabalho.

Para o ANDES-SN, enfrentar o subfinanciamento exige garantir recursos estáveis, execução orçamentária efetiva e defesa da autonomia universitária. Sem isso, o avanço da precarização tende a se aprofundar.

Carta aos/as docentes, estudantes e agentes universitários, organizada pelo comando de mobilização.
14/04/2026

Carta aos/as docentes, estudantes e agentes universitários, organizada pelo comando de mobilização.

INFORME: FÉRIAS SECRETARIA
10/04/2026

INFORME: FÉRIAS SECRETARIA

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