Fé e Caridade

Como chegar Site

Fé e Caridade Casa com fim de estudo e auxilio ao próximo conforme o Kardecismo

Por que dói tanto fechar um ciclo?Porque nem sempre nos despedimos apenas de uma pessoa, de um lugar ou de uma fase. Tam...
19/10/2026

Por que dói tanto fechar um ciclo?

Porque nem sempre nos despedimos apenas de uma pessoa, de um lugar ou de uma fase. Também nos despedimos dos planos que fizemos, da rotina que conhecíamos e de um futuro que imaginávamos viver.

Mesmo quando sabemos que precisamos partir, o sentimento pode demorar a acompanhar essa decisão. Compreender que algo terminou não faz o vínculo desaparecer de uma hora para outra.

O apego aparece, muitas vezes, na tentativa de conservar o que já mudou. Voltamos às lembranças, procuramos explicações e pensamos no que poderíamos ter feito diferente. É difícil aceitar que nem tudo pode continuar como desejávamos.

Mas aceitar um encerramento não exige apagar o que aconteceu nem fingir que não teve importância. Você pode reconhecer o valor de uma história e, ainda assim, perceber que permanecer nela está lhe fazendo mal.

Também não precisa transformar toda dor em uma lição imediatamente. Há momentos em que o cuidado possível é descansar, conversar com alguém e atravessar um dia de cada vez.

Deixar ir é uma prática. Às vezes, signif**a parar de procurar uma resposta. Outras vezes, estabelecer um limite ou permitir que a saudade exista sem usá-la como motivo para voltar.

O espaço que f**a pode assustar. Você não precisa preenchê-lo às pressas. Aos poucos, pode descobrir como deseja viver, o que precisa cuidar e quais escolhas fazem sentido agora.

Fechar um ciclo pode doer sem ser uma decisão errada. Respeite o tempo dessa despedida e ofereça a si mesmo o cuidado que ela pede. Você pode sentir falta do que terminou e continuar seguindo.

19/10/2026
✨ PARA ONDE IREI APÓS DESENCARNAR? 🕊️Segundo a Doutrina Espírita, o destino do espírito após a morte está relacionado ao...
19/10/2026

✨ PARA ONDE IREI APÓS DESENCARNAR? 🕊️
Segundo a Doutrina Espírita, o destino do espírito após a morte está relacionado ao seu estado moral, aos seus pensamentos, sentimentos e às escolhas realizadas durante a existência terrena.
📖 Em O Livro dos Espíritos, Allan Kardec explica que os espíritos se agrupam por afinidade e que sua condição espiritual está ligada ao grau de adiantamento moral alcançado.
Isso nos convida a refletir: não é apenas o que acumulamos na Terra que importa, mas aquilo que construímos dentro de nós.
❤️ O amor que oferecemos, o bem que praticamos, o perdão que concedemos e a maneira como tratamos nossos semelhantes fazem parte de nossa bagagem espiritual.
🌌 Na visão espírita, não existe um destino determinado simplesmente por nossas crenças religiosas, riquezas ou posição social. Nossa condição espiritual está relacionada ao nosso progresso, às nossas realizações e às afinidades que cultivamos.
Em O Céu e o Inferno, Kardec aborda a diversidade das condições dos espíritos após a morte, mostrando que a felicidade ou o sofrimento espiritual se relacionam ao estado de consciência e ao progresso de cada um.
Já André Luiz, em Nosso Lar, obra psicografada por Chico Xavier, apresenta uma narrativa sobre a experiência de um espírito após o desencarne, evidenciando a importância da transformação interior.
✨ Talvez a pergunta mais importante não seja apenas “para onde irei?”, mas “quem estou me tornando enquanto estou aqui?”.
Não precisamos ser perfeitos, mas podemos escolher evoluir todos os dias. Afinal, cada gesto de amor, cada atitude de caridade e cada esforço sincero de renovação podem contribuir para nossa caminhada espiritual.
🌿 Prepare sua vida espiritual hoje. O que cultivamos em nós importa para além da existência física.
📚 Referências:
• Allan Kardec — O Livro dos Espíritos, questões 150, 234–236 e 919.
• Allan Kardec — O Céu e o Inferno, primeira parte.
• Francisco Cândido Xavier / André Luiz — Nosso Lar.
• Allan Kardec — O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo XVII.

ALMA E CORAÇÃO-NOSSA PARCELA.Talvez não percebas. Entretanto, cada dia, acrescentas algo de ti ao campo da vida.As áreas...
16/10/2026

ALMA E CORAÇÃO-NOSSA PARCELA.

Talvez não percebas. Entretanto, cada dia, acrescentas algo de ti ao campo da vida.
As áreas dos deveres que assumiste, são aquelas em que deixas a tua marca, obrigatoriamente, mas possuis distritos outros de trabalho e de tempo, nos quais o Senhor te permite agir livremente, de modo a impregná-los com os sinais de tua passagem.
Examina por ti mesmo as situações com que te defrontas, hora a hora. Por todos os flancos, solicitações e exigências. Tarefas, compromissos, contatos, reportagens, acontecimentos, comentários, informações, boatos.
Queiras ou não queiras, a tua parcela de influência conta na soma geral das decisões e realizações da comunidade, porque em matéria de manifestação, até mesmo o teu silêncio vale.
Não nos referimos a isso para que te ergas, cada manhã, em posição de alarme. Anotamos o assunto para que as circunstâncias, sejam elas quais forem, nos encontrem de alma aberta ao patrocínio e à expansão do bem.
Acostumemo-nos a servir e abençoar sem esforço, tanto quanto nos apropriamos do ar, respirando mecanicamente.
Compreender por hábito e auxiliar aos outros sem ideia de sacrifício.
Aprendemos e ensinamos caridade em todos os temas da necessidade humana. Façamos dela o pão espiritual da vida.
Acreditemos ou não, tudo o que sentimos, pensamos, dizemos ou realizamos nos define a contribuição diária no montante de forças e possibilidades felizes ou menos felizes da existência.
Meditemos nisso. Reflitamos na parcela de influência e de ação que impomos à vida, na pessoa dos semelhantes, porque de tudo o que dermos à vida, a vida também nos trará.
EMMANUEL-CHICO XAVIER.

Endereço

Rua Guabiju, 172
Marau, RS

Horário de Funcionamento

13:20 - 17:00

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Fé e Caridade publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar