Instituto Durango Duarte

Instituto Durango Duarte Instituição especializada nas áreas da ciência política e da história contemporânea de Manaus, do Amazonas, do Brasil e dos países de língua portuguesa.

O Instituto Durango Duarte (IDD) é uma associação civil sem fins lucrativos e com fins não econômicos. Inaugurada em 15 de abril de 2016. O IDD realiza, promove e patrocina reuniões, palestras e cursos; gerencia e sistematiza fontes secundárias de conteúdo político, histórico, social e econômico; lança produções literárias próprias ou de terceiros, e elabora e divulga editais, independentes ou em

parceria com instituições congêneres, órgãos públicos e privados, sempre estimulando a produção literária. O IDD disponibiliza para consulta seu acervo que é composto por livros, jornais digitalizados, diários oficiais, revistas, fotografias, cartografias, material audiovisual e acervos iconográfico e documental.

A Revolução Constitucionalista não ficou restrita a São Paulo. Em 1932, ela alcançou a Amazônia, mobilizou forças milita...
31/07/2026

A Revolução Constitucionalista não ficou restrita a São Paulo. Em 1932, ela alcançou a Amazônia, mobilizou forças militares, alterou a navegação no rio Amazonas e colocou Manaus em estado de alerta.

O artigo reconstrói a tomada do Forte de Óbidos, o avanço da esquadra rebelde e a Batalha de Itacoatiara, confronto que terminou com o afundamento de dois navios e acabou minimizado pela história oficial.

Leia o artigo completo em idd.org.br.

Em 8 de outubro de 1910, Manaus virou alvo de canhões em meio a uma disputa pelo poder.Entre oligarquias, militares e in...
15/07/2026

Em 8 de outubro de 1910, Manaus virou alvo de canhões em meio a uma disputa pelo poder.

Entre oligarquias, militares e interesses da borracha, o Bombardeio de Manaus revelou a fragilidade política da República Velha — e deixou como legado a intrigante lenda do telegrama sem vírgula.

Uma história pouco conhecida, mas impossível de esquecer.

Leia mais no site idd.org.br

Manaus já teve em sua paisagem urbana um bebedouro mourisco que, embora tenha desaparecido, permanece como símbolo de um...
25/06/2026

Manaus já teve em sua paisagem urbana um bebedouro mourisco que, embora tenha desaparecido, permanece como símbolo de uma memória que precisa ser lembrada.

Mais do que um elemento arquitetônico, ele representa parte da história da cidade, de seus espaços públicos e de sua identidade cultural.

Preservar a memória urbana é também reconhecer o valor do que fomos para compreender melhor o que ainda podemos proteger.

Leia o artigo completo no site idd.org.br

Manaus já ocupou lugar de destaque nacional quando o assunto era limpeza urbana. Mais do que uma lembrança do passado, e...
25/06/2026

Manaus já ocupou lugar de destaque nacional quando o assunto era limpeza urbana. Mais do que uma lembrança do passado, essa memória nos convida a refletir sobre os desafios atuais da gestão pública, do planejamento urbano e da responsabilidade cidadã.

Leia mais no site idd.org.br

Herói, militar, símbolo político ou personagem de uma disputa histórica?O novo artigo da Série Artigos revisita a trajet...
16/06/2026

Herói, militar, símbolo político ou personagem de uma disputa histórica?

O novo artigo da Série Artigos revisita a trajetória de Alfredo Augusto Ribeiro Júnior e a Revolta de 1924 no Amazonas, episódio que marcou profundamente a história política do Estado.

Conhecido por muitos como o “Redentor do Amazonas”, Ribeiro Júnior liderou um movimento em meio à crise econômica, ao desgaste das oligarquias locais e à influência do tenentismo, que sacudia o Brasil durante a Primeira República.

Mas a história vai além da memória popular. O texto propõe uma leitura mais ampla do episódio, mostrando como a revolta envolveu militares, setores civis, disputas políticas e expectativas sociais em um momento de grande instabilidade.

Entre o mito e a análise histórica, Ribeiro Júnior permanece como uma das figuras mais emblemáticas da memória amazonense.

Leia o artigo completo e conheça esse importante capítulo da história do Amazonas.

Um atraso naval que virou mistério, crise e manchete em Manaus.Em 1957, o cargueiro Guaramiranga entrou para a memória d...
16/06/2026

Um atraso naval que virou mistério, crise e manchete em Manaus.

Em 1957, o cargueiro Guaramiranga entrou para a memória da cidade como o “navio fantasma”. O que parecia apenas um atraso logístico transformou-se em uma crise pública, marcada por incertezas, prejuízos comerciais e grande repercussão na imprensa manauara.

O artigo acompanha a trajetória desse episódio entre agosto e outubro daquele ano, mostrando como jornais como O Jornal, Jornal do Comércio e A Crítica ajudaram a construir a narrativa do mistério.

Mais do que a história de um navio atrasado, o caso Guaramiranga revela as fragilidades da infraestrutura, da economia e do abastecimento na Amazônia dos anos 1950.

Uma crônica histórica sobre logística, imprensa, comércio e sociedade em uma Manaus que aguardava, com ansiedade, a chegada de uma embarcação que já havia se tornado lenda.

Conheça essa história na Série Artigos do Instituto Durango Duarte.

O Brasil entra em campo muito antes do apito inicial. Falar da Seleção Brasileira em Copas do Mundo é falar de memória, ...
16/06/2026

O Brasil entra em campo muito antes do apito inicial.

Falar da Seleção Brasileira em Copas do Mundo é falar de memória, identidade e emoção coletiva. Desde 1930, o futebol acompanha gerações, transforma vitórias em patrimônio afetivo e mantém vivo o sonho de ver o país novamente no topo do mundo.

Do encanto de Pelé, Garrincha e Zagallo aos títulos de 1994 e 2002, o Brasil construiu uma história única: é a única seleção presente em todas as Copas e a maior campeã do torneio.

Agora, com os olhos voltados para 2026, renova-se a esperança pelo hexacampeonato. Entre tradição, superstição, talento e a chegada histórica de Carlo Ancelotti, o artigo revisita glórias do passado e reflete sobre o futuro da Seleção.

Porque, para o brasileiro, Copa do Mundo nunca é apenas futebol. É fé, memória e esperança vestidas de amarelo.

Leia o artigo completo na Série Artigos do Instituto Durango Duarte.

Manaus se modernizava, crescia e registrava sua história todos os dias nos jornais.Obras urbanas, Zona Franca, comunicaç...
13/05/2026

Manaus se modernizava, crescia e registrava sua história todos os dias nos jornais.

Obras urbanas, Zona Franca, comunicação, educação, saúde, cultura e política marcaram uma cidade em transformação.

Reviva esses momentos no volume 6 da coletânea 50 Anos Hoje, do Instituto Durango Duarte.

➡️ Baixe gratuitamente em idd.org.br 📖

1976 foi um ano de virada pra Manaus, com a BR-319, o novo Aeroporto Eduardo Gomes e o surgimento do Hotel Tropical. Ago...
08/04/2026

1976 foi um ano de virada pra Manaus, com a BR-319, o novo Aeroporto Eduardo Gomes e o surgimento do Hotel Tropical.

Agora você pode reviver esses momentos no volume 8 da coletânia 50 Anos Hoje, do Instituto Durango Duarte.

Um mergulho no dia a dia da cidade que estava crescendo, se conectando e se reinventando.

➡️ Baixe gratuitamente em idd.org.br 📖

Já disponível para download gratuito: Volume VII da coletânea "50 anos hoje" - 1975.Ao longo das páginas, é possível aco...
31/03/2026

Já disponível para download gratuito: Volume VII da coletânea "50 anos hoje" - 1975.

Ao longo das páginas, é possível acompanhar um ano marcado por grandes transformações: a consolidação da Zona Franca, a reinauguração do Teatro Amazonas, o avanço da infraestrutura urbana e a efervescência cultural.

Mais do que um livro, é um documento vivo que preserva memórias e revela como Manaus se construiu ao longo do tempo.

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Rua PROF. SAMUEL BENCHIMOL, 477 PARQUE DEZ DE NOVEMBRO
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69055-705

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