Humaniza Coletivo Feminista - Violência Obstétrica Manaus

Humaniza Coletivo Feminista - Violência Obstétrica Manaus Se você sofreu algum tipo de descaso/violência durante seu pré natal e parto, informe por mensagem que nós iremos te auxiliar a encaminhar a reclamação.

Somos Humaniza Coletivo Feminista, uma Associação sem fins lucrativos que luta pela erradicação da violência obstétrica, entre outros direitos das mulheres

Hoje a Humaniza participou de um espaço de diálogo sobre a redução da mortalidade materna, fortalecendo o compromisso co...
29/05/2026

Hoje a Humaniza participou de um espaço de diálogo sobre a redução da mortalidade materna, fortalecendo o compromisso com uma assistência mais humana, segura e baseada em evidências.

O IV Seminário Municipal sobre Redução da Mortalidade Materna proporcionou momentos importantes de troca, reflexão e construção coletiva sobre os avanços, desafios e potencialidades do cuidado materno-infantil em Manaus.

Falar sobre mortalidade materna é falar sobre acesso, escuta, acolhimento e dignidade. Nenhuma mulher deveria perder a vida durante a gestação, parto ou puerpério por falta de assistência adequada.

Humanizar o cuidado também é transformar realidades. 💜

Hoje celebramos a vida de nossa membra: Apoena Grijó, ela que é mulher, mãe, profissional, ativista…Desejamos caminhos a...
22/05/2026

Hoje celebramos a vida de nossa membra: Apoena Grijó, ela que é mulher, mãe, profissional, ativista…

Desejamos caminhos abertos nesse novo ciclo e que a espiritualidade a guie nessa caminhada, feliz aniversário 💜💚✨

Participamos, enquanto Presidência do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher – CEDIM, na pessoa de Marília Freire, e P...
20/05/2026

Participamos, enquanto Presidência do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher – CEDIM, na pessoa de Marília Freire, e Presidência do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher – CMDM, na pessoa de Natalia Demes, da Audiência Pública sobre violência contra a mulher realizada na Câmara Municipal de Manaus pelo Vereador Zé Ricardo.

O momento reuniu representantes da sociedade civil, movimentos sociais e instituições comprometidas com a defesa dos direitos das mulheres, fortalecendo o diálogo sobre políticas públicas, rede de proteção e estratégias de enfrentamento à violência de gênero em Manaus. Seguimos somando forças na luta por uma cidade mais segura, justa e acolhedora para todas ✊🏾💜

A Humaniza participou, em conjunto com a FUNAI, da reedição do Manual para Promoção da Saúde Materna, lançado pelo Conse...
11/05/2026

A Humaniza participou, em conjunto com a FUNAI, da reedição do Manual para Promoção da Saúde Materna, lançado pelo Conselho Nacional do Ministério Público – CNMP, em 11 de maio de 2026, na sede do Conselho, em Brasília.

O Manual tem como objetivo oferecer subsídios a procuradores e promotores para uma atuação prioritariamente extrajudicial voltada à garantia do direito à saúde das mulheres no ciclo gravídico-puerperal, contribuindo para a redução da mortalidade materna e o enfrentamento da violência obstétrica no Brasil.

A construção do material ocorreu no âmbito do Grupo de Trabalho da Saúde da Mulher do CNMP, contando com a colaboração de diversas instituições e especialistas comprometidos com a defesa dos direitos das mulheres.

Registramos também que a primeira edição do Manual nasceu a partir de iniciativa da Procuradora da República Bruna Menezes, cuja atuação foi fundamental para consolidar o debate sobre saúde materna e violência obstétrica no âmbito institucional.

Seguimos fortalecendo espaços de diálogo, incidência e construção coletiva em defesa de uma assistência obstétrica digna, respeitosa e baseada em direitos humanos.

No dia 01.04 a Humaniza esteve presente na Universidade do Estado do Amazonas, na Escola de Saúde, em um encontro com re...
07/04/2026

No dia 01.04 a Humaniza esteve presente na Universidade do Estado do Amazonas, na Escola de Saúde, em um encontro com residentes de enfermagem obstétrica.
A palestra foi conduzida por Marília, presidente da Humaniza, que promoveu duas horas de diálogo sobre violência obstétrica, tema que exige enfrentamento, consciência e compromisso ético na formação dos profissionais de saúde.

Durante o encontro, foram apresentados conceitos fundamentais, a atuação da Humaniza, casos reais e um chamado importante: que enfermeiros e enfermeiras sigam como aliados na construção de uma assistência respeitosa e baseada em direitos.
A transformação do cuidado começa na formação, passa pela escuta, pela empatia e pela responsabilidade de quem está na linha de frente.

Agradecemos à professora Anne Santos pelo convite e pela abertura ao diálogo.

Seguimos.

O Ministério Público Federal no Amazonas recomendou que o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Conselho Regional de Me...
29/01/2026

O Ministério Público Federal no Amazonas recomendou que o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Conselho Regional de Medicina do Amazonas (CREMAM) adotem medidas concretas para prevenir, apurar e punir práticas de violência obstétrica.

Essa recomendação é resultado direto de um trabalho contínuo em rede, construído a partir do diálogo institucional, da incidência técnica e da atuação do Comitê de Enfrentamento à Violência Obstétrica, do qual a Humaniza faz parte.

A Humaniza reconhece e parabeniza o Ministério Público Federal, na pessoa do Procurador da República Dr. Igor Jordão Alves, pela atuação comprometida com a defesa dos direitos humanos, da saúde das mulheres e da dignidade de gestantes, parturientes e puérperas.

Em síntese, a recomendação determina que o CFM e o CREMAM:

Criem protocolos específicos para receber, investigar e punir denúncias de violência obstétrica;

Reconheçam expressamente a violência obstétrica como infração ética médica;

Implementem sistemas para registrar e divulgar dados sobre denúncias e sanções;

Garantam escuta qualificada das vítimas, evitando a revitimização;

Promovam capacitação dos conselheiros e profissionais com perspectiva de gênero;

Produzam e divulguem materiais educativos para prevenir práticas violentas na assistência obstétrica;
Apliquem sanções proporcionais aos profissionais responsáveis por violações.

Trata-se de um passo fundamental para que a violência obstétrica seja finalmente nomeada, reconhecida e enfrentada, com responsabilização adequada e respeito à autonomia das mulheres.

Seguimos firmes, coletivamente, pela vida das mulheres, por partos respeitosos e por um sistema de saúde que não violente, não silencie e não revitimize.

✨ Vem aí um novo ciclo de organização, força coletiva e coragem: a imersão de planejamento anual da Humaniza Coletivo Fe...
17/01/2026

✨ Vem aí um novo ciclo de organização, força coletiva e coragem: a imersão de planejamento anual da Humaniza Coletivo Feminista.

Hoje a Diretoria da Humaniza reuniu-se para organizar nossa imersão, foi uma manhã de intensos debates e reflexões, para organizar nossas lutas.

No Amazonas, a luta contra a violência obstétrica é central para a defesa da vida e da dignidade das mulheres, especialmente das mulheres negras, indígenas, ribeirinhas e periféricas, que historicamente enfrentam abandono institucional, racismo, silenciamento e práticas desumanizadoras nos serviços de saúde. Combater a violência obstétrica é afirmar o direito ao cuidado respeitoso, à informação, à autonomia sobre o próprio corpo e a um parto seguro e humanizado. É também enfrentar um modelo que naturaliza a dor, a morte evitável e a violação de direitos, exigindo políticas públicas, formação adequada dos profissionais e escuta ativa das mulheres e das comunidades.

É tempo de sonhar juntas, traçar estratégias, fortalecer vínculos e transformar indignação em ação concreta. Seguimos firmes, porque nossa luta salva vidas, constrói futuro e reafirma que nenhuma mulher está sozinha.

➡️ Se você é membro da Humaniza, prepara-se ✊🏽

21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher ✨O Fórum Permanente das Mulheres do Amazonas inicia sua edição...
20/11/2025

21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher ✨

O Fórum Permanente das Mulheres do Amazonas inicia sua edição dos 21 dias de ativismo, com um calendário de ações que fortalecem a luta contra a violência de gênero no estado. Serão rodas de conversa, oficinas, debates e mobilizações que reforçam a importância da conscientização e da proteção às mulheres.

Neste ano nossa campanha leva o nome de Deusiane Pinheiro, vítima de feminicídio. Cobraremos através de todas as nossas atividades justiça para que seus algozes não permaneçam impunes.

📊 Dado alarmante:
Segundo o Observatório da Mulher da ALEAM, 31,6% das mulheres no Amazonas já sofreram algum tipo de violência. Um número que reforça a urgência do nosso compromisso coletivo.

✊🏼Participe desta mobilização!

Acompanhe o calendário, compartilhe as atividades e junte-se ao movimento para construir um Amazonas mais seguro e respeitoso para todas.

➡️ Salve este post, marque alguém que precisa ver e participe das atividades do Fórum.

A câmara dos deputados federais mais uma vez se coloca ao lado de abusadores e pedófilos, propondo e aprovando o regime ...
11/11/2025

A câmara dos deputados federais mais uma vez se coloca ao lado de abusadores e pedófilos, propondo e aprovando o regime de tramitação de urgência do Projeto de Decreto Legislativo, PDL nº 03/2025, que visa suspender a Resolução 258/2024 do Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente, CONANDA.

O PDL é um instrumento legislativo que não tem competência para sustar uma resolução de um Conselho Nacional, tratando-se de uma tentativa desesperada de parlamentares apoiadores de estupradores e pedófilos do nosso país de excluir qualquer possibilidade de cuidado em saúde a essas meninas.

Além disso, a referida resolução estabelece diretrizes para o atendimento humanizado e prioritário para meninas com idade até 14 anos que foram vítimas de estupro.

O texto segue para o Senado, sem possibilidade de veto presidencial e sem considerar que a gravidez forçada é tortura, a maior causa de evasão escolar feminina e a segunda maior causa de morte de meninas no país.

Em média, segundo o último Censo, 34 mil crianças e adolescentes com idade entre 10 e 14 anos, vivem em união conjugal, ou seja sob abuso e/ou exploração sexual, no Brasil.

Os dados compreendem o período entre 2013 e 2023, quando país registrou mais de 232 mil nascimentos de bebês em que as parturientes foram meninas de até 14 anos.

É inadmissível que parlamentares trabalhem para interromper ou dificultar o acesso aos direitos humanos se***is e reprodutivos das meninas de todo o Brasil.

MPF recomenda medidas para enfrentar a violência obstétrica contra mulheres indígenas!O Ministério Público Federal em Ji...
25/10/2025

MPF recomenda medidas para enfrentar a violência obstétrica contra mulheres indígenas!

O Ministério Público Federal em Ji-Paraná (RO) emitiu uma recomendação para garantir que mulheres indígenas recebam atendimento digno e respeitoso durante a gestação, parto e pós-parto.

A iniciativa orienta órgãos de saúde e gestores públicos a implementar protocolos de parto humanizado, respeitando a cultura, autonomia e práticas tradicionais das parturientes indígenas.

A violência obstétrica contra mulheres indígenas é uma forma de racismo institucional que precisa ser reconhecida e combatida. Negar cuidados culturalmente adequados é violar direitos humanos e reprodutivos.

Na Humaniza, celebramos cada passo em direção à justiça reprodutiva e à proteção da diversidade das experiências de parto. 💜

É tempo de ouvir as mulheres indígenas.
É tempo de mudar a forma como o Estado enxerga o nascimento.

Leia a recomendação na íntegra no link da bio.

Endereço

Manaus, AM

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