01/10/2026
🌿O território também guarda histórias.
Um rio é caminho, alimento e trabalho. A floresta é fonte de renda, remédio, alimento e conhecimento. O mangue e a costa sustentam comunidades, culturas e formas de viver que atravessam gerações.
No Amapá, existem muitos modos de vida construídos a partir dessa relação profunda com o território. Povos indígenas, comunidades tradicionais, pescadores artesanais, extrativistas e outras comunidades carregam conhecimentos sobre os ciclos das águas, da floresta, dos animais e das plantas, desenvolvidos e transmitidos ao longo de gerações.
Esses conhecimentos ajudam a compreender o território e também podem contribuir para enfrentar os desafios da crise climática.
Quando os territórios sofrem com desmatamento, contaminação, perda de biodiversidade, mudanças nos ciclos das chuvas ou outros impactos ambientais, as comunidades que dependem desses territórios também sentem essas transformações em seus modos de vida, no trabalho, na alimentação e na cultura.
Por isso, proteger esses modos de vida passa por garantir direitos, fortalecer a autonomia das comunidades, valorizar seus conhecimentos e assegurar sua participação nas decisões que afetam seus territórios.
A juventude também reconhece que existem soluções construídas há muito tempo por quem conhece e vive esses lugares.
➡️ Essa é a nossa Prioridade 5: proteger os modos de vida tradicionais e os conhecimentos que mantêm vivos os territórios do Amapá.
🌱 Jovens Guardiões do Clima nas Eleições 2026
Uma agenda construída a partir da escuta das juventudes para um Amapá que constrói resiliência.